Mês: março 2020

Está na hora de termos leis do povo!

Está na hora de termos leis do povo!

Entenda a necessidade urgente de termos mais leis do povo!

No meio da pandemia do novo coronavírus, uma coisa fica mais claro do que nunca. As leis votadas na política raramente contemplam a necessidade do povo. Estou falando do povo de verdade, que vive nas periferias, favelas e barrancos. Este povo raramente é ouvido. As leis votadas representam só uma minoria. Está na hora de mudar o jogo. Está na hora de termos leis do povo!

Mas o que são leis do povo? Mais fácil pegar um exemplo. Exemplo, infelizmente raro, mas ainda assim exemplo de como as coisas poderiam ser: o PL 186/2020 do Vereador Popular Toninho Vespoli. O projeto luta pelo que o povo precisa em um momento de crise como o que passamos. Por exemplo, cria renda emergencial de um salário mínimo para ambulantes, informais e desempregados de São Paulo. É uma proposta para o povo, porque entende que a fome não respeita quarentena. Mas também entende que ninguém em sã consciência deveria se arriscar a pegar o vírus.

O projeto também entende a malícia de alguns. Por ser do povo e para o povo, sabe que tem gente aproveitadora. Inclusive uns aumentando os preços dos alimentos durante a pandemia. Aproveitadores que querem lucrar com o vírus! E por entender isso, o projeto propõe que os ítens essenciais tenham os preços fixados para como estavam antes da pandemia começar. Mas tem gente que discorda. Vão citar os “especialistas” da economia defendendo o “livre mercado”. Mas com fome não há liberdade! É preciso saber priorizar o que é mais importante. Isso também é ser do povo!

Leis do povo têm que ter pé no chão e no barro!

Mas e o álcool em gel? Parte do povo não tem dinheiro pra isso! Fora que o álcool em gel acabou nas farmácias. Daí que o Projeto de Lei propõe que sejam colocados dispensers de álcool gel nos terminais de ônibus e metrô. A triste verdade é que vai ter gente que o patrão não vai deixar ficar em casa durante a pandemia. Por isso é importante deixar álcool gel em locais em que grande parte do povo trabalhador passa: os terminais de transporte. 

É também, por ser um projeto do povo, que a proposta é de que os banheiros dos terminais fiquem abertos. Mesmo se interromperem o transporte público. Isso porque parte do povo, infelizmente, mora nas ruas e das ruas. Esse povo também vai precisar lavar as mãos durante a pandemia! Deveriam haver mais banheiros públicos espalhados por São Paulo. Mas em tempos de pandemia, os poucos banheiros que existem, têm que ficar abertos!

Uma imensa parte do povo quase não tem dinheiro. Por isso tem que ser feito algo sobre as contas de luz, água e gás. Ainda mais se vão perder parte do que recebem. Por isso que um Projeto para o povo tem que interromper a cobrança dessas contas. Oras! Onde já se viu ter que ficar em quarentena, em casa, mas sem ter como cozinhar, lavar as mãos ou acender uma luz?! O povo precisa de uma ajuda.

Como veem, dá sim pra ser popular. Dá pra fazer leis do povo! É questão do povo se unir, se organizar, eleger dos seus, e nunca parar de lutar! Vamos povo! Por uma cidade popular!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Conheça a Revista da Gente!

Conheça a Revista da Gente!
Conheça a Revista da Gente, a revista oficial do mandato do professor vereador Toninho Vespoli! Nela você encontrará notícias sobre alguns dos temas mais relevantes da cidade! De racismo à educação, tudo em um formato intuitivo e de leitura fácil. E o melhor 100% de graça! É só acessar clicando no link para acessar a versão digital. Confira o sumário da primeira edição!  

Editorial. página 3: o tempo dos falsos políticos acabou! Entenda porque VOCÊ é importante para a mudança acontecer!

 

Não basta não ser racista, é preciso ser antiracista! página 4: futebol, política e Angela Davis. Os três se encontram na declaração do  jogador de futebol brasileiro Taison, atacante do Dynamo de Kiev, da Ucrânia. Saiba mais.

Prevenir é melhor que remediar. Página 8: Saiba porque o SUS é fundamental para a sobrevivência de milhões de idosos e crianças

Quem são os verdadeiros parasitas? Página 10: estão mentindo para você! Entenda a verdade por trás de três famosas fake news a respeito dos servidores públicos.

O Deus do respeito. Página 12: a intolerância religiosa no Brasil só aumenta. Principalmente contra religiões de matriz africana. Entenda neste texto a opinião de vários líderes religiosos sobre o assunto.

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A educação em caravana. Página 14: Conheça o grupo formado por quatro ativistas que está transformando a realidade das salas de aula em São Paulo conjugando apenas dois verbos: escutar e agir.

 

O nome dele é Toninho. Página 20: Criado na periferia, o professor e vereador Toninho Vespoli, 54 anos, é um dos mais admirados dentro e fora da Câmara Municipal. Conheça mais sobre o primeiro vereador do PSOL eleito na cidade de São Paulo.

Infográfico: como nasce uma lei. Página 23: saiba como é o processo de aprovação de leis municipais.

A cidade é nossa. Página 26: Entenda como movimentos sociais por mais saúde e moradia reivindicados por antigas gerações conseguiram transformar a luta em conquistas para as periferias

De bike na ZL. Página 30: Convidamos a cicloativista e moradora da zona leste, Márcia Fernog, para falar sobre os desafios de pedalar na ZL

Festa no morro. Página 32: Uma das mais belas festas de rua de São Paulo acontece no Morro do Querosene, bairro próximo ao Instituto Butantã. Conheça mais sobre a tradicional festa!

Medalha para a inclusão. Página 34: Entenda Como o esporte pode ser um importante instrumento de inclusão para pessoas com deficiência

Dupla invisibilidade. Página 36: Para combater o preconceito LGBT é fundamental participar de organizações que ajudem a driblar o isolamento e a solidão. Conheça como fazer parte da mudança! 

Não me abandone. Página 38: Festas de fim de ano são boas para os humanos, porém os pets nem tanto. Segundo pesquisas, o índice de abandono de animais cresce em torno de 30% nessa época. Saiba mais.

Entrevista com Sâmia Bomfim. Página 39: Sâmia Bomfim foi a oitava deputada mais votada do estado de São Paulo, com surpreendentes 250 mil votos! Conheça mais sobre a colega de Toninho Vespoli que está lutando para mudar como a política funciona!

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Demissão na Pandemia

Demissão na Pandemia

Conheça os seus DIREITOS durante a pandemia!

É legítima a preocupação dos trabalhadores em relação a rescisão do contrato de trabalho no atual cenário de calamidade. No entanto, é importante se atentar para o fato de que as normas do trabalho em nada mudaram em relação a dispensa com ou sem justa causa. Trabalhadores demitidos durante a pandemia do novo coronavírus  possuem os mesmos direitos de empregados demitidos em qualquer situação. 

Os trabalhadores demitidos sem justa causa tem direito a todas as verbas rescisória, ou seja, os mesmos direitos caso fossem demitidos antes da pandemia. 

Cumpre destacar que o cenário atual de pandemia não caracteriza justa causa para demissão de trabalhadores, as previsões na legislação trabalhistas são taxativas e objetivas, sendo assim, as causas de justa causa não podem diferentes das elencadas no artigo 482 da CLT. Frise-se, a pandemia não está no artigo 482 da CLT.

Coronavírus não justifica justa causa!

Destaca-se também que o afastamento, em decorrência do diagnóstico de Covid-19 também não é razão de demissão por justa causa, inclusive, pelo período que durar o afastamento médico, o empregado não poderá ser demitido. Entretanto, finalizado o tempo do atestado o trabalhador pode ser demitido com ou sem justa causa.

Infelizmente,a pandemia também não é causa de estabilidade. Assim como as situações que autorizam a demissão por justa causa, as estabilidades são situações previstas na lei e duram pelo período em que permanecer a situação que dá ensejo a estabilidade, exemplo é o caso da trabalhadora gestante.

Tendo em vista a especificidade de cada caso é muito importante e recomendável que o trabalhador que se sentir lesado, demitido ou não, durante a pandemia busque orientações sobre sua situação com um advogado ou seu sindicato.

A Medida Provisória 927 de 2020, em suas disposições trouxe mecanismos para facilitar a situação dos empregadores e não dos trabalhadores, no atual cenário de crise. Porém a referida MP também não autoriza novos tipos de demissões por justa causa, além das previstas na CLT.

Por fim, a  Lei nº 13.979, de fevereiro de 2020, também não alterou as regras para demissão de trabalhadores.

 

Toninho Vespoli busca justiça na ONU

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Toninho pede À ONU que se pronuncie contra os desmandos do Bolsonaro

É triste ter que afirmar, mas as ações do presidente eleito Bolsonaro estão custando vidas. Não é possível continuar a aturar tanto negacionismo. A COVID-19 (ou novo coronavírus), é uma epidemia facilmente transmitida. Apesar da taxa de mortalidade ser relativamente baixa (em comparação com outras infecções que o mundo enfrentou), uma grande parte dos infectados (cerca de 12,9%) chegam a precisar atendimento hospitalar, sem o qual correm risco de sequelas permanentes, ou até mesmo de morte. A única forma apontada por especialistas para diminuir a a velocidade da infecção é o isolamento e quarentenada da população. Infelizmente, o presidente Bolsonaro se recusa a permitir que seja feito o que é necessário. Diante de tão triste performance do presidente, o vereador Toninho Vespoli busca justiça na ONU por meio de carta enviada à OMS. Toninho não age por desejo ou prazer mas por senso de responsabilidade frente à catástrofe global.

Seria o ideal ter uma liderança capaz de ouvir aos anseios, tanto do povo como dos especialistas. Que entendesse que vidas devem vir antes da economia, e que a única forma de superarmos este momento será através da solidariedade e do isolamento social. Mas as coisas não assim. Em 2017, a população elegeu o presidente Jair Bolsonaro. Famoso por suas falas polêmicas e por sua admiração da ditadura militar, Bolsonaro já declarou, em inúmeras vezes, o seu descaso com a vida humana. “O grande erro da ditadura foi torturar e não matar” (sic.), disse o Bolsonaro certa vez em entrevista. Agora o presidente mostra, mais uma vez, estar disposto a trocar vidas humanas por ganhos políticos. Por diversas vezes ignorou a opinião da maioria dos especialistas, inclusive de seu ministro da saúde, se posicionando contrário ao isolamento social e à quarentena, em face do novo coronavírus.

Em face aos absurdos de Bolsonaro, Toninho Vespoli busca justiça na ONU

Apesar de inegáveis os danos à economia que serão consequência do isolamento, não é possível ser tão indiferente aos infectados. Ao invés de trabalhar junto à sociedade e aos especialistas no planejamento de programas de assistência aos que se verão afastados de seus trabalhos, Bolsonaro insiste em uma retórica genocida. Foi por isso que o vereador Toninho Vespoli se viu obrigado a enviar uma carta à Organização Mundial da Saúde pedindo que o órgão, ligado à ONU, se manifeste no sentido de frear as posturas do presidente. Não se trata de meras diferenças políticas, comuns e saudáveis em uma democracia. Tanto que outras lideranças, de outros partidos, ecoam a mesma súplica a órgãos internacionais. Trata-se, sim, da necessidade de fazer o possível para parar um líder que insiste em uma retórica política que deverá tomar muitas vidas.

O envio da carta não foi feito com pouco pesar. É, na verdade, constrangedor perceber a impotência de nosso país em lidar com este tipo de problemas. Não trás felicidade a ninguém ser forçado a reconhecer que nenhuma força no Brasil, do judiciário ao legislativo, teria força para frear as ações destrutiva do presidente. na verdade, todo o escândalo mostra a fragilidade de nossas instituições, a necessidade de uma estrutura em que o líder do executivo não concentre, em si, tantos poderes. Mas mesmo que resignado, o vereador não vê outro curso de ação que não este. Torcemos para que internacionalmente haja a ponderação necessária para enfrentar lideranças como o Bolsonaro. Mais que isso, torcemos pelo dia em que não seja necessário que lideranças como o vereador Toninho Vespoli busquem justiça na ONU.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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93% das empresas são ignoradas pelo Bozo!

93% das empresas são ignoradas pelo Bozo!

Entenda porque o Bolsonaro não liga para as empresas brasileiras!

O governo federal anunciou linha de crédito para empresários pagarem salários de seus funcionários. Quem lê pensa que foi uma rara luz por parte da Administração federal. Mas aí você lê a letra miúda e descobre que o auxílio só vale para empresas com faturamento entre 360 mil e 10 milhões! Ou seja, 93% das empresas são ignoradas pelo Bozo!

É curioso que os especialistas do mercado sempre se referem a “micro e pequenas empresas” como se fossem uma coisa só. A verdade, no entanto, é que existe uma imensa diferença entre os dois tipos de empreendimentos: as micro empresas faturam entre 81 mil e 360 mil reais por mês, e as “pequenas” levam entre 360 mil e 4,8 milhões! O benefício do governo despreza as microempresas, beneficiando, ao invés, iniciativas com um faturamento maior e com mais possibilidade de sustentarem salários durante a crise.

Além disso, as microempresas são cerca de 6,3 milhões, ou 93% das empresas do Brasil (desconsiderando as MEIs), segundo os últimos dados de relatório da SEBRAE/DIEESE! Também são as empresas que empregam a maioria da população brasileira. Ou seja, no fim o empréstimo do governo só vai beneficiar a uma pequena parcela dos empresários e da população.

As MEIs também são ignoradas!

Isso tudo sem nem entrar nas MEIs (microempresas individuais), que são as que faturam até 81 mil reais. Essas já são 8,1 milhões no Brasil. São os empreendedores mais vulneráveis e com mais instabilidade! Em momentos de crise, como o que vivemos, o faturamento das MEIs, que já é baixíssimo, corre o risco de chegar próximo de zero! E como o governo responde? Dando empréstimos para empresas milionárias! Nem as MEIs, nem as microempresas vão receber qualquer tipo de empréstimo, pelos programas anunciados!

Em face disso tudo, alguns poderiam achar que a Globo, Folha e outros grupos da mídia tradicional iriam cobrar das autoridades. De fato, a mídia tradicional tem buscado aumentar suas audiências surfando na crescente desaprovação do presidente. Mas é neste tipo de momento que ela volta a mostrar sua verdadeira cara. Parabenizaram o programa, ainda tentando pintá-lo como algo que beneficiaria aos mais pobres. Mentira! Alguns dos que receberão o benefício devem até estar passando por algumas dificuldades, mas nada perto do que as microempresas e MEIs estão tendo que enfrentar. Sobre isso a mídia diz nada ou muito pouco! na verdade, a mídia também não liga que 93% das empresas sejam ignoradas pelo Bozo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Quarentena e renda básica

Quarentena e Renda Básica

Entenda porque o Governo não está ajudando aos mais pobres

Texto de POEMA – Politica Econômica da Maioria

Em tempos de pandemia, o mínimo que se espera dos governantes é que tomem medidas que assegurem condições de sobrevivência e bem-estar da população, sobretudo em um país com quase 12 milhões de desempregados e quase 40 milhões na informalidade.

Neste cenário, ao se decretar uma quarentena, é preciso garantir uma renda básica para as pessoas que não têm emprego ou mesmo um vínculo formal de trabalho, pois o trabalhador informal será severamente impactado pelas necessárias medidas de restrição de circulação de pessoas para conter o novo coronavírus.

De onde virá o dinheiro?

Mas será possível o governo conseguir distribuir pelo menos um salário mínimo para a parcela da população mais necessitada? De onde virá o dinheiro?

Sim, é possível, é uma questão de vontade política e de inversão de prioridades: primeiro o povo trabalhador, depois os donos do dinheiro. E não faltam recursos públicos para isso.

No nível Federal, o Congresso Nacional ligou a “impressora” de dinheiro para o governo Bolsonaro ao acolher a decretação de calamidade pública. Assim, o governo poderá gastar sem a necessidade de cumprir as metas fiscais irracionais da Lei de Diretrizes Orçamentárias, podendo abrir quantos créditos orçamentários extraordinários forem necessários para fazer frente às necessidades de saúde pública e às necessidades econômicas da população, inclusive por cima do teto de gastos (CF, ADCT, art. 107, §6º, II). Se não o fizer, é pura e simplesmente porque não quer.

Ao se falar em ampliar a Dívida Pública Federal, logo soam as trombetas do apocalipse tocadas ou por gente de má-fé ou por gente ignorante. Mas a verdade é que a experiência internacional nos mostra que ampliar a proporção da dívida sobre o PIB, ainda mais em uma situação como essa, não significa absolutamente nada, posto que a dívida pública interna é tão somente expressão da soberania monetária dos países. E, adicionalmente, o Banco Central pode baixar ainda mais a taxa básica de juros, seguindo o exemplo dos demais bancos centrais do mundo, para tornar o impacto distributivo deste aumento de dívida pública ainda mais inofensivo. Além disso, o governo federal dispões de mais de R$ 1,4 trilhão de saldo na Conta Única do Tesouro, dinheiro que também deve ser colocado à inteira disposição das necessidades do povo trabalhador.

As suspeitas dívidas de São Paulo

No Estado de São Paulo, o Governador determinou a suspensão da cobrança da dívida ativa por 90 dias. Os grandes devedores agradecem, São Paulo tem mais de R$ 340 bilhões a receber. Por outro lado, Doria conseguiu suspender o pagamento das parcelas da dívida do estado com a União por 6 meses. Segundo o próprio governo, cada parcela custa R$ 1,2 bilhão. Este dinheiro será destinado exclusivamente ao combate da pandemia de coronavírus.

No âmbito da Prefeitura de São Paulo, de acordo com os dados de 2019, o município paga à União cerca de R$ 250 milhões por mês como juros e amortizações de uma dívida pra lá de suspeita, herança da dupla Maluf/Pitta, e que já foi paga mais de duas vezes em relação ao seu valor original. O Prefeito Bruno Covas poderia seguir o exemplo do Governador do Estado e também pleitear a suspensão dos pagamentos dessa dívida.

A CPI da Sonegação Tributária

Lembrando que, nos últimos anos, a gestão Bruno Covas, por intermédio da CPI da Dívida Ativa e também da CPI da Sonegação Tributária, fez acordos com os grandes devedores de impostos à Prefeitura, concedendo descontos bilionário nos débitos, o que terá impacto nas ações de saúde.

Por fim, também seria importante pautar ao governo federal uma melhora na estrutura tributária brasileira, estabelecendo a taxação de grandes fortunas, a tributação de lucros e dividendos, etc. Por princípio do direito tributário, isto não teria efeito imediato, passando a valer apenas a partir do ano seguinte, caso as medidas fossem efetivamente tomadas. Mas, de todo caso, a crise econômica terá efeitos duradouros e uma melhora na nossa distribuição de renda, cobrando mais de quem tem mais e menos de quem tem menos, não deixará de ter grande valor, inclusive para facilitar a recuperação da economia.

Garantir uma renda básica para trabalhadores informais e desempregados, além de assegurar os investimentos necessários em saúde pública, é urgente! Assim, esperamos, com este breve texto, deixar claro que o problema não é e não poderia ser falta de dinheiro, em todos os níveis da federação.

Este é um texto de opinião de um(a) autor(a) convidado(a). As opiniões aqui presentes não necessariamente refletem as visões do vereador Toninho Vespoli, ou de sua equipe.

POEMA - Política Econômica da Maioria

POEMA - Política Econômica da Maioria

Coletivo sem vínculos partidários que luta por uma agenda econômica que garanta o financiamento dos direitos sociais e o pleno emprego

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Nenhuma pandemia vem de Deus

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Nenhuma pandemia vem de Deus

Saiba como buscar a fé em tempos de pandemia.

Por Moisés Sbardelotto

Nesta pandemia do coronavírus, já me deparei com algumas interpretações religiosas sobre esse fenômeno que me deram calafrios. Em síntese, a ideia mais assustadora é que Deus teria “mandado” o coronavírus. Ou, suavizando um pouco, que Ele não teria mandado, mas “permitido” que o vírus surgisse e se alastrasse. E fez isso para testar a fé da humanidade, ou para lhe ensinar algo, ou para lhe recompensar posteriormente com um dom maior, ou coisas desse gênero.

Assim, caímos no velho dilema: se Deus é onipotente, pode evitar o sofrimento causado por uma pandemia. Mas, se ainda não evitou, então ou não é onipotente ou não é bondoso.

Mas esse impasse, além de improdutivo, é falso e enganoso. A onipotência de Deus se revela precisamente na Sua misericórdia, como ensinam várias tradições religiosas. Se somos pessoas de fé e cremos – independentemente da crença de cada um/a – que só existimos graças a uma Fonte originária que nos deu a vida gratuitamente, por puro amor, podemos nos reconhecer, todos e todas, como irmãos e irmãs. E, por termos nascido livres e recebido em nossas próprias mãos o dom de gerar vida, sentimo-nos inspirados por esse Sopro divino a também proteger a vida, a optar pela não violência, a praticar a solidariedade.

Papa João Paulo I chegou a dizer que “Deus é nosso papai; mais ainda, é mãe”.

Não sou teólogo, apenas um teófilo que – tendo sido criado na espiritualidade cristã e continuar vivendo-a por opção pessoal – foi apresentado ao Deus-Amor a quem Jesus de Nazaré chamava surpreendentemente de “Abbá”, “papaizinho”. O evangelista João, em uma de suas cartas, diz que “Deus é amor”, um amor gratuito, imerecido, eterno, que “vencerá inclusive as piores infidelidades”, como afirma o Catecismo da Igreja Católica (n. 219). O Papa João Paulo I, que liderou a Igreja por apenas 33 dias, chegou a dizer que “Deus é nosso papai; mais ainda, é mãe”.

E eu mesmo, como pai do Martim, hoje com três anos, não consigo imaginar um Deus que possa ser menos amoroso do que eu. Eu nunca mandaria meu filho à beira da morte. Nunca o faria sofrer nem permitiria que ele sofresse deliberadamente com algo proporcionalmente semelhante a uma pandemia apenas para testar o seu amor por mim, para lhe ensinar que “não se brinca com fogo”, ou para depois lhe recompensar com um brinquedo novo. Posso ser limitadíssimo como pai, mas não sou sádico. Essa “pedagogia” é doentia, nem um pouco humana, em seu sentido mais profundo, muito menos divina.
O mal é sempre um mistério. Nenhuma ponerologia, por mais avançada que seja, consegue explicar as teodiceias.

a pergunta deve ser: onde estamos nós diante da pandemia?

Então, a pergunta não deve ser “onde está Deus diante da pandemia?” ou “por que Deus permitiu a pandemia?”. São perguntas injustas com um Deus-Amor. Ao contrário, a pergunta deve ser: onde estamos nós diante da pandemia? Por que nós, humanidade, permitimos ou continuamos permitindo a pandemia?

Há inúmeras causas biológicas que podem ajudar a explicar o surto do coronavírus, mas há também inúmeras outras causas, de ordem social, política, econômica. São verdadeiros “pecados sociais e estruturais”, que podem até não ter gerado o vírus, mas prejudicam ou impedem o seu combate: falta de políticas públicas, de investimento em ciência e educação, de consciência social e ambiental, de equidade, de partilha justa dos bens e das riquezas, de solidariedade…

Mesmo que a pandemia seja apenas um triste “acaso natural”, as respostas que estamos dando, em geral, como humanidade, como sociedade, como cultura, como indivíduos, por meio de muitos de nossos governantes, continuam revelando, muitas vezes, infelizmente, nosso “egoísmo original”.

A culpa não é de Deus

Deus, ao contrário, exatamente neste momento, está do nosso lado, sofre conosco, dando-nos colo e ternura. Deus está especialmente com os mais frágeis e impotentes diante da Covid-19, chorando e gritando junto com eles contra a pandemia e contra as estruturas sociais, políticas e econômicas que impedem o enfrentamento do vírus.

Deus, em seu amor onipotente, não provoca, nem permite, nem pode parar uma pandemia com um “passe de mágica”. Porque mesmo a onipotência de Deus encontra limites diante da estupidez humana e de uma liberdade humana irresponsável, que continuam se manifestando assustadoramente nestes tempos de pandemia.

A “culpa” não é de Deus. Diante do mistério do mal, portanto, é preciso silenciar. E, diante do mistério de Deus, é preciso pôr-se à escuta, para sentir e reconhecer a Sua presença sempre amorosa, principalmente nas situações mais paradoxais. E, assim, poder fazer as perguntas certas para as pessoas certas.

Este é um texto de opinião de um(a) autor(a) convidado(a). As opiniões aqui presentes não necessariamente refletem as visões do vereador Toninho Vespoli, ou de sua equipe

moisés sbardelotto

moisés sbardelotto

Moisés Sbardelotto é jornalista, mestre e doutor em Ciências da Comunicação com estágio doutoral na Università di Roma na Itália. Atualmente, é professor colaborador de Ciências da Comunicação da Unisinos. É palestrante, tradutor e consultor em Comunicação para diversos órgãos e instituições civis e religiosos.

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A REVOLUÇÃO DO CUIDADO COMO RESPOSTA

Saiba como as comunidades católicas de base estão lutando contra o novo coronavírus

Durante essa quaresma – ocupada de supetão pela quarentena contra o COVID-19 – as comunidades católicas de todo o Brasil estão refletindo a Campanha da Fraternidade, que esse ano parece genérica, mas só parece. Com o tema “Fraternidade e Vida: dom e compromisso” e o lema inspirado na parábola do Samaritano a Campanha provoca o compromisso com a defesa das vidas, de todo forma de vida.

Ao longo dos anos, a Campanha da Fraternidade motivou políticas públicas, estimulou discussões e colaborou na elaboração de soluções para situações existenciais do povo brasileiro. O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, o Estatuto do Idoso, a política de proteção dos menores em situação de vulnerabilidade são alguns dos exemplos.

Esse diálogo fé, vida e comunidade possibilitou que a Igreja fosse vanguarda de momentos históricos do Brasil. Em 1978, com a Campanha “Fraternidade no mundo do trabalho – Trabalho e justiça para todos” houve um incentivo para a luta sindical e organização do operariado. Em 1981, o mote “Saúde para Todos” engajou – sobretudo as mulheres – a formarem Movimentos Populares de Saúde que foi a principal força para reivindicar um sistema de saúde universal e gratuito e que se concretizou na 8º Conferência Nacional de Saúde, em 86.

Globalização da Indiferença

A Campanha de 2020 nos chama a atenção para a anestesia social que se vive diante de tantas realidades de morte em nosso meio. Os “novos” valores promovidos pelo capitalismo, como o individualismo e o intimismo – e já cristalizados na realidade urbana presente – provocam, ainda que involuntariamente, uma incapacidade de perceber as dores, os gritos e a escravidão de milhões de irmãos nossos. Isso o Papa Francisco chama de Globalização da Indiferença.

A raiz dessa atitude é a mesma causa que gera uma multidão de excluídos, largados à própria sorte: Uma Economia da Exclusão. Em 2013, na Exortação Apostólica A Alegria do Evangelho (Evangelii Gaudium), Francisco reforça com entusiasmo as pragas produzidas pelo capitalismo e escreve “Essa Economia MATA”, convidando a romper com a economia da exclusão e da desigualdade.
Ora, se o Evangelho nos exige um compromisso concreto com a defesa da vida e a Igreja nos mostra que o motor deste sistema de morte é a Economia Capitalista, temos aí um imperativo moral: Destruir o capitalismo.

Alguém, então, poderia dizer que não, que o real problema que gera morte no mundo é a violência. Mais uma vez vem Francisco e lembra (nº59 EG) que “será impossível” acabar com a violência sem eliminar a exclusão e a desigualdade. “Se cada ação tem consequências, um mal embrenhado nas estruturas de uma sociedade sempre contém um potencial de dissolução e de morte”, finda. Está dito, com esse sistema não há vida plena.

“Os poucos de cima esmagam a base”

É essencial fazer esse recorte “econômico” para que a gente possa perceber que todas as formas de violência que são mais tangíveis e visíveis brotam dessa relação de poder, de acumulção e exclusão. Vejamos: Muitas de nossas comunidades se sentiram convidadas a uma ação concreta com os moradores em situação de rua, por ser o grupo vulnerável que mais se assemelha com a pessoa que foi cuidada pelo samaritano.

Pois bem, na maioria das vezes nós falhamos porque ficamos no cuidado superficial. As ações assistenciais são muito importantes e traduzem um cuidado com o irmão, mas são paliativas. Para essas ações conseguimos mobilizar um pouco mais. Mas, se ousarmos a questionar o porquê a esses irmãos foi negado direitos a teto, terra, trabalho e pão muitos vão nos acusar de “discurso político” e a ação parece se distanciar da caridade.

Aqui cabe a máxima de dom Helder Câmara: “Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo. Quando pergunto porque eles são pobres, chamam-me de comunista”. O desafio está em perceber e construir uma política que seja retrato da caridade e que o único interesse seja o cuidado com a vida. Isso porque, a superação das causas estruturais que geram a pobreza não pode esperar.

Rostos sofridos x Direitos Humanos

Há pouco mais de 40 anos, a III Conferência do Episcopado Latino-americano apresentou os efeitos da dominação imperialista do capital na figura dos rostos sofridos da América Latina. É triste pensar que depois de quatro décadas não só continuam esses rostos a sofrer, como se somam tantos outros vítimas da opressão, da ganância, da mentira e do preconceito.

Atingidos por barragens, refugiados, trabalhadores vítimas da “uberização” neoliberal, e populações inteiras sem direito a saúde se enfileiram lado a lado com os rostos já conhecidos que sofrem com a violência de gênero, com o racismo, com o desemprego, com o assalto da esperança e projeto de vida. Todos esses rostos se encontram e se assemelham na classe. Todos estão na base da pirâmide, sendo usado de escada para uns poucos.

Essa reflexão nos adverte a urgência de trabalharmos com nossas comunidades, grupos e coletivos a realidade dos Direitos Humanos. No senso comum os DH parece ser uma pessoa, uma instituição e não um conceito. Talvez por culpa nossa, que ao invés de traduzir esse acúmulo de debate na concretude na vida cotidiana, criamos chavões academicistas para nossa bolha social.

Precisamos mostrar que permanecer em seu território, interrompendo um projeto de mineração que vai sacrificar todo um ecossistema e as comunidades nativas; é direito humano. Que ter direito a um sistema de seguridade social que o permita sobreviver mesmo diante do desemprego e subemprego; é direito humano. Que ter um atendimento de saúde básica que trabalhe a prevenção; é direito humano.

Revolução do Cuidado

O educador Paulo Freire dizia que “Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si”. Pois bem, podemos parafraseá-lo e pregar que diante dessa situação de globalização da indiferença, ninguém salva ninguém, ninguém salva a si mesmo, mas que todxs se salvam entre si. É nossa tarefa diária se perceber parte de um todo e que podemos – juntos – cuidar uns dos outros.

A Campanha deve nos incomodar e nos fazer perceber qual tem sido nosso compromisso – de cuidar – nas dimensões pessoal, comunitária, social, econômica e ecológica. A busca por novos caminhos é o convite a Revolução do Cuidado.
Cuidado vem do latim cogitare, que é pensar. O prefixo “co” significa junto e “gitare” deriva de agere, agir. Olha só o que traduz nossa atitude de cuidado: Pensar fazendo; fazer aquilo que pensou; construir o planejado para gerar vida. Pensar novos caminhos também é cuidar.

Essa revolução do cuidado vai nos fazer romper com toda realidade de morte: de escravidão e dominação, de exploração e concentração. Somos convidados a construir um mundo de todos e para todos. Nosso compromisso com a vida deve ser, necessariamente, um compromisso anticapitalista e anti-neoliberal.

Peterson Prates

Peterson Prates

Peterson Prates é jornalista, Conselheiro - Subprefeitura Sapopemba e assessor do gabinete do Professor Vereador Toninho Vespoli

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Vale a pena sorrir

Vale a pena sorrir

As coisas não estão fáceis. Ninguém quer negar isso. Mas é nestes momentos trágicos que é importante manter a esperança. Mesmo que o futuro seja incerto, é necessário acreditar que a primavera irá florear. Mesmo que o prato esteja vazio é necessário acreditar que o feijão chegará à mesa da gente. Mesmo que o coração esteja doendo é necessário acreditar que vale a pena sorrir 🙂

E é para ajudar a manter a esperança que a equipe do blog 2 litrão selecionou algumas iniciativas incríveis durante a pandemia. Veja só:

Os Tios e Tias do transporte escolar são incríveis! Uma coisa importante para os grupos de risco fazerem durante a pandemia é tomar a vacina da gripe. Apesar de não combater o novo coronavírus, ajuda na hora do médico fazer o diagnóstico. Mas como, em períodos de pandemia garantir que os profissionais da saúde consigam chegar em todos os postos de vacinação? Aí que entram os motoristas do teg (transporte escolar gratuito).

Milhares desses profissionais se voluntariaram para ajudar na campanha de vacinação. Além de transportarem os profissionais da saúde e os equipamentos médicos, em alguns casos eles estão ajudando no transporte dos idosos e deficientes até os postos de vacinação! Mesmo sabendo dos riscos de estarem entrando em contato com pessoas infectadas, esses heróis estão fazendo tudo em seus alcances para fazer a vacinação funcionar! 

Viva a solidariedade! Em toda a crise quem mais sofre são os pobres. Em particular quem vive na e das ruas. Com o novo coronavírus a coisa não é diferente. Para começar quem não tem casa não pode ficar em casa. A quarentena não é uma opção. Além disso são pessoas que, muitas vezes, vivem de bicos ou de doações. Durante a pandemia a renda deles, que já é baixíssima, chega próxima de zero. A fome bate. O frio gela a espinha.

A única solução real são investimentos públicos em moradia, abrigos e rendas emergenciais. Mas enquanto isso não acontece, várias iniciativas já estão se mobilizando para arrecadar doações e suprimentos para os que têm pouco. O padre Júlio Lancellotti, por exemplo, tradicional liderança católica, está trabalhando junto ao Guilherme Boulos e outras lideranças para fazer alimentos e itens básicos chegarem aos moradores de rua. Não apenas o padre criou uma petição online para pressionar a prefeitura a cumprir com o seu dever, ele também está recebendo doações em dinheiro, comida, roupas e cobertores.

As Brigadas de Solidariedade, grupo social e político, também estão tentando conseguir doações para os setores mais vulneráveis. No final do texto confira uma lista de apenas algumas das iniciativas que buscam o exercício da solidariedade nestes tempos tão conturbados!

Universidades em ação! Não é pra ter falsas esperanças. A vacina para a Covid-19 deve demorar pelo menos um ano para ficar pronta. Enquanto isso medidas de isolamento e quarentena serão essenciais. Mas universidades em todo o mundo estão unindo esforços para encontrar uma vacina.

Aqui no Brasil, inclusive, cientistas da Universidade pública, USP, estão liderando um dos estudos mais promissores para a criação de uma vacina! Que bom que existe tanta “balburdia” para ajudar a encontrar soluções!

Universidades em ação 2! Máscaras apenas para doentes ou para quem está em contato com doentes!!! Infelizmente, muita gente não entendeu a mensagem, o que diminuiu drasticamente o estoque de máscaras para quem realmente precisa. 

Mas enquanto as fabricantes não dão conta de produzir mais máscaras, algumas universidades estão ajudando. A solução está sendo imprimir máscaras em impressoras 3d! Várias universidades tem os equipamentos necessários para isso. A Universidade Federal Fluminense, por exemplo, deve produzir entre 30 e 60 máscaras por dia. A Universidade de Brasília também está ajudando, assim como a Unifesp aqui em São Paulo

Como veem, apesar dos pesados pesares, há esperança! Os tempos não serão fáceis, e está tudo bem ficar triste às vezes. Mas são nesses momentos trágicos que manter um sorriso no rosto pode ser fundamental. Pois como diria o cineasta e poeta Charles Chaplin “Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas sorrir”! Vale a pena sorrir!

Listinha de grupos para doar:

Doações para iniciativa do padre Júlio Lancelotti

Para ajudar as Brigadas de Solidariedade:

Para ajudar a Central Única das Favelas:

https://www.cufa.org.br/noticia.php?n=MjY0

Doações para o Fundo Emergencial para a Saúde:

https://www.bsocial.com.br/causa/fundo-emergencial-para-a-saude-coronavirus-brasil

(essa lista é de apenas algumas entre muitas iniciativas precisando de doações para o combate ao novo coronavírus. A inclusão resultou meramente de pesquisa do redator desta matéria. O fato da iniciativa estar presente no artigo não denota, necessariamente, qualquer parceria profunda entre o mandato do vereador Toninho Vespoli e o grupo anunciado. Tampouco a ausência de alguma iniciativa significa ausência de parceria com o vereador). 

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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