Mês: março 2020

Cursos gratuitos para fazer na quarentena

Cursos gratuitos pra fazer durante a quarentena - coronavírus

Se você está em casa para isolar do vírus do coronavírus, vale ficar atento às oportunidades gratuitas para sair do tédio e se qualificar. 

A Amazon, por exemplo, disponibilizou livros de graça na versão Kindle, sendo que é possível baixá-los para ler em qualquer dispositivo com temas em sociologia, psicologia, política, entre outros. 

Diversas plataformas de ensino também liberaram conteúdo com diversas temáticas. Confira a lista de cursos gratuitos para fazer durante a quarentena:

A FGV (Fundação Getulio Vargas) oferece 56 cursos gratuitos online nas áreas de finanças, administração pública, direito, gestão, marketing, entre outros temas.

No site do Senai, são 12 cursos online gratuitos com os temas consumo consciente de energia, desenho arquitetônico, educação ambiental, empreendedorismo, finanças pessoais, fundamentos de logística, lógica de programação, propriedade intelectual, segurança do trabalho, metrologia, noções básicas de mecânica automotiva e tecnologia da informação e comunicação.

A plataforma oferece 193 cursos gratuitos, com temas como conserto de celulares, criação de jogos e investimentos.

A Faber-Castell decidiu oferecer em sua plataforma de cursos online todos os cursos de desenho, de forma totalmente gratuita. Ao todo são 17 opções, não só para as crianças, mas também para os adultos.

Os cursos podem ser realizados de forma individual ou conjunta com os familiares, incentivando assim a interação entre todos. O objetivo é usar traços, desenhos e cores para estimular o pensamento criativo.

Quer saber mais sobre filósofos e sociólogos? Todo o conteúdo da Casa do Saber On Demand também estará disponível gratuitamente para todos os usuários pelos próximos 30 dias. Para acessar, é preciso login na plataforma com seu e-mail e senha já cadastrados.

O aplicativo Coursera oferece cursos online gratuitos criados por mais de 100 universidades espalhadas pelo mundo. A ideia da plataforma, durante o isolamento domiciliar em combate ao coronavírus, é fornecer o acesso gratuito ao seu catálogo de cursos de instituições impactadas pela pandemia. Para participar, o estudante deve procurar informações com os representantes da sua universidade. A data limite para inscrição de novos alunos é 31 de julho de 2020.

O Senac EAD disponibilizou gratuitamente diversos cursos de extensão universitária, nas áreas de Educação, Gestão e Saúde, e cursos livres. 

O governo federal lançou uma plataforma com 156 cursos gratuitos. A grade é da Escola Nacional de Administração Pública e os temas são variados, indo de saúde até economia.

A História da Quarentena

A História da Quarentena

Conheça a história da quarentena e porque ela é importante

Em períodos de pandemia, a palavra da vez é quarentena. Especialistas confirmam: é uma das melhores formas de impedir que um vírus se espalhe. Mas mesmo que muito usado, o termo quarentena é pouco entendido. Torna-se válido procurar a história da quarentena.

A prática de isolar doentes é tão antiga quanto a medicina. O próprio Hipócrates se referiu à ideia quando propondo formas de tratar de doenças transmissíveis em um estudo de três volumes sobre epidemias, em meados do século IV a.C.[1] Algo como no mesmo período o livro Levíticos, do primeiro testamento da Bíblia, recomenda o isolamento a pacientes com certas enfermidades. [2]

A tradição islâmica também demonstra um mesmo costume: Segundo o historiador turco Aydin Sayili, uma das maiores referências em história islâmica, o que talvez tenha sido o primeiro hospital islâmico, foi construído em Damascus, na atual Síria. No hospital, havia espaço específico para o isolamento de leprosos. [3]

Mas foi ainda antes, em cerca de em 600 a.C., que ocorreu a primeira referência conhecida à prática de isolamento para enfermos. O texto sagrado do hinduísmo Artharvaveda recomendava que pessoas evitassem contato com pessoas portadoras de doenças de pele. O princípio por trás da prática, mesmo que justificado por meio da religiosidade, é o mesmo por trás da quarentena moderna: que a melhor forma de evitar que uma infecção se espalhe é garantindo que os infectados não entrem em contato com pessoas não infectadas. [4]

As primeiras quarentenas

É evidente que, apesar das práticas serem semelhantes, as justificativas e contextos para elas variam a depender da cultura. Hipócrates acreditava que “miasmas”, gases vindos da terra, estariam presentes no cérebro do infectado. [1] Para os cristãos seria uma punição divina, que se estenderia a quem convivesse com o pecador [2]; para o texto hindu, doença e espiritualidade estão conectados, uma enfermidade sendo consequência ou de desvio espiritual, ou de alguma força ruim. [4] Mas é de se admirar que o conhecimento milenar sobre isolamento social possa ser traçado a diferentes culturas, regiões e períodos da história.

O primeiro uso do termo quarentena foi em Veneza, no período medieval. [5] A determinação de que navios ancorados levassem 40 dias antes da tripulação desembarcar. [5] [6] [7] [8] Acreditava-se que a isolação seria uma forma da pessoa se purificar. [9] A medida foi tomada para evitar a transmissão da peste bubônica e da lepra.  Entre o século XII e XIV, em Veneza, a quarentena se tornou padrão em navios que lá desembarcassem, sendo dedicadas ilhas inteiras para o desembarque de tripulações suspeitas de estarem infectadas por 40 dias, as ilhas apelidadas de “lazaretos”. [5] [6] [7] [8]

Da tradição cristã, a doença como punição divina, surge a ideia de desprezo e maus tratos ao isolado. O já citado trecho de Levíticos chama, de maneira pejorativa, de “impuros” aqueles infectados com lepra. [2] [9] Dessa forma, seguindo a tradição divina, as tripulações mandadas aos lazaretos corriam riscos grandes de serem deixadas a morrerem. Foram milhares de vítimas da prática. Muitos deles se contaminavam após o desembarque na ilha. Vincenzo Gobbo, um arqueologista encarregado de investigar as ossadas de um dos primeiros lazaretos, estima que só nessa ilha morriam cerca de 500 pessoas por dia [10]

A quarentena moderna

A prática da quarentena não se limitou a Veneza. Durante o surto de peste bubônica cidades inteiras chegaram a ser isoladas para tentar conter o espalhamento da doença. [5] [6] [7] [8] As medidas tiveram sucesso limitado, ajudando a frear o espalhamento da peste bubônica. [11] Mas como aponta a Introdução das Regulações Sanitárias Internacionais, documento de 1952 da Organização Mundial da Saúde, as medidas de quarentena eram tomadas de forma independente e dessincronizada, e geralmente sem o acompanhamento de análises clínicas e científicas. Dessa forma, a eficiência da medida era, muitas vezes, bastante limitada.

Por isso que hoje a recomendação da OMS, e de diversos órgãos internacionais, é que seja feita ação conjunta de vários países para frear surtos epidêmicos, principalmente considerando que, hoje, o transporte de mercadorias e pessoas se dá de forma global. Medidas isoladas não são capazes de resolver completamente o problema, segundo o órgão. [12] Segundo a própria ONU há a necessidade, inclusive, de solidariedade global, os países mais ricos dando para quem não tiver como pagar as contas da crise. [13] Afinal, vidas humanas deveriam ser mais importante do que dinheiro.

O que nos impede

Mas mesmo sendo necessária ação global e coletiva, sair de casa durante uma epidemia deve ser evitado. Tanto que a OMS recomenda a países em todo o mundo que seus habitantes permaneçam dentro de casa, em face do novo coronavírus. [14] Mas não é necessário reproduzirmos os descasos do passado. Hoje sabemos que vírus não são uma punição divina, mas infecções transmissíveis. O doente não tem culpa de estar doente. Medidas assistenciais e sociais são necessárias para manter o menor número de mortes possível.[13]

Em uma nota mais política, e expressando opiniões próprias, não vejo como negacionismo pode ajudar a superarmos a crise que, agora, vivemos. Bolsonaro e Donald Trump, presidentes do Brasil e Estados Unidos, por várias vezes optaram por subestimar a crise. [15] O nosso presidente, inclusive, negando a necessidade de quarentena, colocando o bem estar da economia acima do bem estar do povo. [16] [17]

É difícil saber o que nos espera, mas a mai

 

Legibilidadeoria da comunidade científica é clara: é hora de ficarmos em casa. Os governos deveriam prover ao povo, garantindo condições de sobrevivência frente à crise. Quem não puder se isolar corre riscos maiores e se infectarem.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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O Livre Mercado não vai nos Salvar

O Livre Mercado não vai nos Salvar

Se você está acostumado a admirar os Estados Unidos pela eficiência do livre mercado, então eu tenho más notícias para você: o sistema privado de saúde dos EUA é um dos piores do mundo! Agora em tempos de pandemia, o país está incapaz de testar e tratar os pacientes infectados, o lucro das seguradoras privadas, inimigo da saúde do povo. Mesmo o Brasil está mais preparado para lidar com a crise do que os EUA. Torna-se claro que seja nos EUA, seja no Brasil, o livre mercado não vai nos salvar.

Nos Estados Unidos tudo é privado. Mesmo o famoso Obamacare apenas determinou uma forma da população de negociar preços com seguradoras privadas, e subsídios para a população mais pobre. Por isso, 33% das pessoas lá deixam de buscar tratamento, por medo dos custos. Além disso, na lógica privada, não vale a pena manter camas vazias para emergências. Por isso, a maioria das camas de hospitais já estão com gente. E detalhe, apenas as usam quem pode pagá-las.

Soma-se a isso outras burrices do país e do seu presidente. Por uma cultura federalista que não aceita decisões nacionais, e prioriza as estaduais, poucas medidas têm sido tomadas a nuvem federal. Mesmo aqui no Brasil houve a determinação legal de que pessoas não fiquem em aglomerações. Com todas as nossas falhas o SUS tem feito um trabalho melhor do que o setor privado norte-americano.

O Brasil está mais preparado para o corona do que os EUA

Aqui o tratamento para situações emergenciais deve ser prestado a todos mesmo em hospitais privados. Além disso nós temos o SUS, que tem de mostrado essencial para tratar a população infectada. Nos EUA, o fetichismo do livre mercado, forçou uma situação em que apenas recebe tratamento quem tem dinheiro para paga-lo. 

Isso não significa que o nosso modelo seja perfeito. Longe disso. Medidas como a estatização de hospitais particulares durante a pandemia, criação de leitos de emergência, além de auxílios substanciais à população sem emprego e moradia, estão longe de se tornarem realidade com o irresponsável do Bolsonaro. Mas em meio a acertos e erros, fica claro que o livre mercado não vai nos salvar. Ainda bem que temos o SUS!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Xenofobia não é a Solução!

Xenofobia não é a Solução!

A extrema direita não tem um mínimo de valores morais! Enquanto o mundo inteiro, e milhões de brasileiros, lutam contra o novo coronavírus, alguns parecem mais interessados em ganhos políticos, através da xenofobia! Começou com o líder mundial do preconceito, o presidente estadunidense, Donald Trump. Apesar do nome oficial do vírus, Covid 19, já ter sido declarado pela OMS, Trump preferiu se referir à pandemia como o “vírus chinês”. Tamanho tipo de desrespeito não resolve nada. Xenofobia não é a solução.

Como os fascistas se atraem, Carlos Bolsonaro, filho do presidente brasileiro, foi rápido em imitar o apelido xenofóbico do líder estadunidense. A moda, infelizmente, parece ter pego. No mundo inteiro líderes de extrema direita estão usando o da pandemia para justificar ações xenofóbicas, inclusive para não prestar cuidados a refugiados de todo o mundo.

Não se trata apenas de uma tremenda falta de solidariedade com outros povos. Trata-se, também, de ações ineficazes contra o vírus: não apenas países como a China estão sendo muito mais eficientes no combate à pandemia, como países de onde saem os refugiados têm sido, até o momento, menos afetados do que países ricos pelo vírus. O problema, realmente está invertido: são os imigrantes e refugiados que se arriscam de pegar a Covid 19 indo para esses outros países.

Pandemia é problema global!

E tanto é o caso que agora, tudo indica, que a China já lidou com a transmissão interna de infecção. Na verdade, agora o debate da China é se promove ou não um controle de turistas americanos, que parecem já ter trazido o vírus para outros pontos do país chinês.

Além disso é importante apontar que grande parte dos equipamentos de combate à pandemia (respiradores, testes, medicamentos etc) são made in China. Ou seja, o mundo inteiro depende da China para ajudar no combate ao vírus.

Em última instância, a OMS declarou tratar-se de pandemia. Isso significa que o problema é global. Não iremos vencê-lo com xenofobia e segregacionismo, mas com solidariedade e trabalho em equipe. Intercâmbio de médicos e cientistas, ajuda humanitária para países que podem, no futuro, não conseguir se proteger da pandemia, ações conjuntas entre governos para pensar nas melhores medidas a serem tomadas, são essas as medidas que nos ajudarão a vencer a Covid 19. Estamos todos no mesmo barco. Xenofobia não é a solução!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Agora que o Povo Morre de Fome!

Agora que o Povo Morre de Fome

Bolsonaro passou de todos os limites. Preocupado em proteger os empresários e capitalistas, editou MP que permite empresas SUSPENDEREM os salários dos empregados por 4 meses! Graças à comoção de setores da sociedade, e até de alas do Congresso Nacional, o presidente voltou atrás com a medida na tarde de hoje. Mas simplesmente algo assim ser considerado e defendido pelo líder do executivo, mostra de que lado o Bolsonaro está! Agora que o povo morre de fome!

O problema é real: a maioria dos empregos no Brasil vêm de pequenas empresas. Em meio às medidas de quarentena, muito necessárias durante a pandemia da Covid 19, muitas dessas empresas estão tendo que fechar as portas, arriscando a falência e colocando as finanças de milhões de brasileiros em risco.

Mas nada justifica corte dos salários! Isso seria a certeza de que muitos desses funcionários acabariam sem chance alguma de sobreviverem durante a crise que vivemos! Mais que isso, a medida propunha a suspensão sem recebimento do seguro desemprego! Claramente é uma medida que coloca os interesses das empresas acima dos da sociedade!

Os que tem mais deveriam pagar mais!

Ao invés de absurdos assim, o governo deveria tirar dos que tem mais para dar aos que tem menos. Segundo dados do grupo Oxfam, cerca de 50% das riquezas brasileiras estão concentradas em 1% da população! Ou seja, temos no Brasil um Robin Hood ao contrário, em que se tira dos pobres para dar aos ricos.

Através de medidas como taxação de grandes fortunas, fiscalização de trambiques que tiram dinheiro do Brasil para paraísos fiscais, taxação dos lucros e dividendos de grandes empresas, seria possível destinar verbas para pequenos empresários e trabalhadores continuarem com suas finanças durante a crise que enfrentamos!

Ao invés disso, e apesar da MP de Bolsonaro ter sido revogada, em breve o presidente deverá apresentar nova medida. Pelo que se ouve dos bastidores provavelmente será um projeto também brutal, incluindo redução de 50% do salário dos trabalhadores! Agora que o povo morre de fome! Não podemos permitir que ele faça isso com o povo! Precisamos nos unir contra o facínora! Fora Bolsonaro! Fora confisco salarial!

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A Uber não liga para o coronavírus

A Uber não liga para o coronavírus

Entenda o descaso da Uber com os seus motoristas em meio à pandemia

Nós já cobrimos no blog o descaso da Uber com os motoristas “parceiros”. Mas agora a empresa passou de todos os limites da decência: o mesmo grupo que burla a legislação trabalhista para forçar motoristas a trabalharem por mixarias, está, em plena pandemia, se recusando a deixar os motoristas irem para casa. É o que demonstra um comunicado enviado a todos os “parceiros” da Uber. Isso é o que acontece quando deixamos o livre mercado correr solto. Em tempo de pandemia global, tamanho descaso pode custar vidas! Fica claro que a Uber não liga para o coronavírus. Liga apenas para os seus lucros.

Apenas os motoristas diagnosticados com a doença receberão qualquer tipo de benefício



A OMS, o ministério da saúde, dezenas de governos ao redor do mundo e até o papa recomendam que as pessoas fiquem em quarentena. Isso porque o isolamento e distanciamento social são as medidas mais certeiras na diminuição do contágio do novo coronavírus. Para acompanhar as recomendações de especialistas Governos no Brasil têm encerrado trabalhos presenciais, adiantado benefícios como o décimo terceiro e promovido trabalho remoto (home office). Essas medidas, tomadas  pelo Estado, não são o suficiente, mas pelo menos reconhecem a necessidade de permitir o isolamento dos trabalhadores. Já a frieza capitalista, entretanto, possui outro olhar sobre como as coisas devem funcionar: para eles lucros vêm antes de vidas.

Total descaso com os seus “parceiros”

Nós já explicamos em outro artigo como a Uber, e outras empresas de aplicativo, burlam a lei para pagar pouco aos seus funcionários, digo “parceiros”. Mas agora, em meio à pandemia do novo coronavírus, a empresa superou a sua própria cara de pau ao informar que apenas pagaria assistência financeira a motoristas diagnosticados com a covid 19! Oras, como já exposto neste blog pacientes infectados com o novo coronavírus levam até 14 dias para começarem a apresentar sintomas. Além disso, não existem muitos testes disponíveis para o novo vírus, então mesmo um motorista infectado teria dificuldades para conseguir confirmação médica da infecção. E ainda mais, quando pensamos em motoristas de Uber estamos pensando em pessoas que entram em contato com dezenas de pessoas todos os dias. O risco de algum deles se infectar é real! E a chance de o motorista passar a infecção à frente também! 

O mínimo a se esperar da Uber seria que ela suspendesse suas atividades, e garantisse uma bolsa no valor do ganho médio mensal de cada motorista a ser pago enquanto o isolamento social for recomendável. Ao invés disso, obriga os seus clientes e trabalhadores, digo “parceiros”  a se exporem ao vírus em um momento em que o isolamento é a melhor medida a se tomar. É isso o que acontece quando deixamos o livre mercado correr solto! Empresas como a Uber não liga para o coronavírus!

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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10 medidas para combater o coronavírus!

10 medidas para combater o coronavírus!

Entenda o que deveria estar sendo feito para combater o novo coronavírus

O novo coronavírus não é exagero, e contra ele não há meio termos. Quem acompanha o Blog 2 litrão sabe que a equipe do mandato do vereador Toninho Vespoli tem sido incansável no acompanhamento dos últimos desdobramentos sobre da Covid 19. Nós denunciamos os poderosos, defendemos os mais necessitados e educamos sobre como se previnir contra o novo vírus. Mas para além disso tudo, é também preciso exigir que seja feito o combate ao vírus. Com esse objetivo nós elaboramos esta lista com 10 medidas para combater o coronavírus! Segui-las, apenas, não seria o suficiente. Mas não segui-las traria a quase certeza de uma catástrofe.

  1. Suspensão do pagamento da dívida pública: em 2019, 79,8% do PIB brasileiro foi destinado ao pagamento da dívida pública. São literalmente trilhões de reais sendo dados todos os anos para banqueiros e rentistas. Independentemente de vírus isso já seria um absurdo, sendo apenas razoável a realização de auditoria e negociação da dívida. Mas em meio a uma pandemia, continuar a pagar este montante enquanto falta dinheiro para o SUS é imoral e absurdo! Precisamos desse com urgência para contenção do corona. Os bancos vão sobreviver. A população pobre, talvez não.







  2. Revogação do teto dos gastos: aprovada pelo presidente ilegítimo, Michel Temer, o teto dos gastos foi uma medida que congelou os recursos destinados a pagar pela saúde, educação e seguridade social (porém nada foi feito para limitar os gastos com a dívida pública). Segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), cerca de 20 bilhões de reais foram sugados do SUS em decorrência da medida. Agora o próprio CNS pede a revogação da medida, afirmando ser isso essencial para o correto combate ao coronavírus.







  3. Suspensão dos despejos e reintegrações de posse durante a pandemia: no Brasil, milhões de pessoas desesperadas ocupam áreas sem cumprimento da função social para conseguirem um teto. Outros milhões lutam todos os dias para darem conta de pagar o aluguel. Com a crise do novo coronavírus mais pessoas se verão sem dinheiro e sem como sustentar uma moradia. Torna-se questão de decência mínima os governos, não apenas federais como municipais, editarem decretos garantindo à pulando o mínimo para se protegerem do novo coronavírus.







  4. Garantia de recebimento de salários aos trabalhadores: durante a pandemia o jeito é ficar em casa. Mas gastos com coisas como comida e mantimentos continuarão a existir. É fundamental que o Estado, em suas diversas esferas, crie programas de subsídio aos salários dos trabalhadores de pequenas e médias empresas. Quanto às grandes empresas, com recursos o suficiente para passar pela crise, essas deveriam ser obrigadas a continuar a pagar os seus funcionários enquanto durar a pandemia.







  5. Auxílio para moradores de rua: quem vive na e da rua está em risco! É preciso garantir a esse grupo abrigo e mantimentos. Vale usar hotéis, estádios e igrejas para abrigar os sem teto, fornecer alimentos e suprimentos, e facilitar acesso à saúde e tratamento de outras enfermidades comuns aos moradores de rua, capazes de aumentar a letalidade do novo coronavírus (como a tuberculose).







  6. Suspensão de contas de luz gás: seguindo o exemplo da França, em resposta ao coronavírus o governo federal deveria suspender o pagamento de contas. Isto permitiria que a população conseguisse arcar com outros gastos, e com a eventual falta de recursos. Com o mesmo objetivo, os governos municipais e estaduais deveriam suspender a cobrança de IPTU e IPVA.







  7. Auxílio aos trabalhadores informais: não apenas os trabalhadores formais, mas também os informais podem correm risco de perder seus ganha-pão. É urgente o Estado, em todas as suas esferas, pensar em auxílio emergencial a esta população.







  8. Investimento massivo no SUS: não é de agora que o SUS necessita de mais recursos. Mas agora a coisa é urgente. A criação de mais leitos em hospitais, a obtenção de mais testes de coronavírus e de equipamentos, para não falar no pagamento de horas extras aos médicos são todas áreas essenciais para tratar dos infectados.







  9. Nacionalização temporária dos hospitais particulares: seguindo os passos da Espanha, não podemos deixar, em momento tão crítico, que ser ou não ser atendido em um hospital dependa do quanto cada um é capaz de pagar a seguradoras particulares. Precisamos de quantos leitos, equipamentos e médicos forem possíveis no atendimento de TODOS os infectados (independentemente de quanto ele ganhem).







  10. Transparência e diálogo com a população: todas essas medidas devem ser comunicadas e explicadas à sociedades. Algumas são emergenciais, e não podem demorar a serem tomadas. Mas a garantia da liberdade de criticar e de se informar a todos os brasileiros deve ser preservada! Assim como deve ser garantida transparência em como os gastos são feitos. Garantir a transparência e diálogo significa, também, garantir que infraestruturas como acesso à internet permaneçam mesmo durante a pandemia.

Essas medidas compõem, na opinião do redator, o mínimo que deve ser feito para garantir o devido combate à enfermidade. O tempo para meias medidas acabou. Precisamos colocar os direitos e necessidades da maioria acima da ganância de alguns. Somente assim poderemos parar o novo coronavírus.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

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10 fake news sobre o novo coronavírus

10 fake news sobre o novo coronavírus

Em meio à crise do novo coronavírus, a Covid 19, é comum bater um certo desespero. Buscando sentir mais poder sobre a situação, algumas pessoas podem acabar se agarrando a notícias falsas. Cumprindo com a responsabilidade de ajudar a informar a população, além de informar boas práticas para combater o novo vírus, nós queremos informar sobre medidas que NÃO FUNCIONAM para combate-lo. Ou seja, informamos 10 fake news sobre o novo coronavírus. 

1. Beber chá, ou água morna mata o coronavírus: todo mundo sabe que tomar chá doente pode trazer um certo alívio. Mas é só um alívio a alguns sintomas. A ideia de que o chá ou água morna matariam o vírus absorvido no ar não possui nenhuma comprovação científica. Na verdade o sistema respiratório e o digestivo são bastante independentes: sempre que você engole você bloqueia a ligação entre um e outro. Portanto, não há razão para acreditar que engolir algum líquido iria matar organismos presentes nas suas vias aéreas.

2. Se você consegue prender a respiração por 10 segundos você não tem o coronavírus: vários médicos e infectologistas já esclareceram: não existe nenhuma evidência de que alguém infectado não seria capaz de prender a respiração. Principalmente quando considerado que algo como 80% dos infectados não apresentem sintomas graves, e que após infectado, demora até 14 dias para os sintomas aparecerem. Por isso não caia na armadilha. Busque ficar em casa em isolamento (mesmo que você consiga ficar sem respirar por alguns segundos).

3. O verão vai matar o coronavírus: apesar de algumas infecções (como a gripe) diminuírem a sua força em temperaturas mais quentes, não há ainda indício algum de que este seja o caso do novo coronavírus. Não dá para achar que o calor vai resolver a pandemia. No Rio de Janeiro, inclusive, cidade em que tem feito bastante calor, o número de casos do novo coronavírus continuam a aumentar. O isolamento é necessário, mesmo em regiões quentes.

4. O ar de plástico bolha produzido na China contém coronavírus. Simplesmente não há evidência alguma de que este seria o caso. Para começar não há nem casos de infecção registrados por este motivo, nem recomendações de autoridades oficiais que partilhem da recomendação. Por fim, a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu nota esclarecendo que é seguro receber encomendas da China, e que análises do órgão indicam que o coronavírus não sobrevivem aos longos percursos de viagem de navio entre os países.

5. Já encontraram vacina para o coronavírus: infelizmente, ainda não encontraram. Tanto Cuba, quanto Israel, quanto a China, quanto vários outros países possuem pesquisas tanto para a produção de vacinas, quanto para a produção de remédios para o coronavírus. Entretanto, é improvável que vacinas sejam disponibilizadas antes de passado um ano, e é incerto o tempo que irá demorar até que tratamentos estejam prontos para uso humano.

6. Estrume e urina de vaca matam o coronavírus: não. Simplesmente não é verdade. Não adianta nem passar, nem comer e nem beber. Se você caiu nessa pare já de comer estrume! Não só não mata novo coronavírus, como também pode colocar em risco de contrair uma infecção, devido a bactérias presentes nos dejetos.

7. Beber álcool protege contra o coronavírus: não tem nada de errado em no meio da quarentena tomar uma pra afogar as mágoas (desde, é claro que de forma responsável e moderada). Mas não dá pra achar que o álcool da cachaça vai matar o novo coronavírus. Para matar o vírus é necessário, ou lavar bem as mãos, por pelo menos 20 segundos, ou contato direto entre o vírus e álcool na proporção de 70%. Em concentrações menores (como no caso da cachaça) não há eficácia. Por esta mesma razão não é uma boa ideia usar o álcool 42º para higienizar as mãos.

8. Cocaína mata o coronavírus: essa acho que nem tem o que falar. Não, não é verdade que cocaína (ou qualquer droga) mate o novo coronavírus.

9. Vinagre pode ser usado como desinfetante: não funciona assim. A concentração de ácido no vinagre não é alta o suficiente para matar o novo coronavírus. É apenas o suficiente para causar irritação em suas mãos. Azeite e mostarda também não funcionam. Mas se você juntar tudo consegue um excelente molho de salada! Guarde o vinagre para a salada!

10. Vitamina C é eficaz no combate ao coronavírus: a vitamina C é uma das coisas que deve estar presente em uma dieta balanceada. Mais que isso, pode, junto com outros nutrientes, ajudar a manter um sistema imunológico forte, e capaz de combater diversas infecções. Entretanto, não há nada específico da vitamina C no combate ao novo coronavírus, nem indício de que ela mate vírus de qualquer espécie. Além disso, a vitamina C pode ser obtida em uma série de alimentos, sem ser necessário comprar comprimidos.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

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Como se prevenir contra o coronavírus se você é pobre

Como se prevenir contra o coronavírus se você é pobre

Pandemia não deve ser tratada como "salve-se quem puder", principalmente, na periferia

O novo coronavírus não infecta por CEP, cor ou classe social, mas as políticas públicas adotadas no Brasil que poderão ser responsáveis pelo contágio e a morte de pessoas pobres e periféricas do país. De antemão é preciso enumerar as nossas diversas peculiaridades que – ante a chegada do vírus – colocam a saúde pública em xeque, como a condição de vulnerabilidade de grande parte dos brasileiros. Todos conseguirão seguir os protocolos de prevenção à doença? 

Nós conhecemos de perto os surtos de dengue, zika, chikungunya, enfermidades relacionadas ao nosso clima tropical.  Dessa vez, o vilão veio importado e por gente “granfina”. Nos primeiros casos noticiados, até artistas estariam contaminados. Pessoas com suspeitas, que estiveram ou que tiveram contato com alguém que viajou aos EUA, Europa ou Ásia, por exemplo, correram aos hospitais particulares para obterem o veredicto sobre o contágio. 

Na semana passada, a periferia poderia até acreditar de que esses causos eram relacionados a uma “doença de rico”. No entanto, o aumento dos números de infectados ou suspeitos por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus que já mostra sua força no país,passa a levantar o debate a respeito da sui generis desigualdade brasileira frente ao enfrentamento da pandemia

Exemplo disso são as últimas informações divulgadas a respeito da primeira vítima fatal, um homem de 62 anos que era porteiro aposentado e que raramente saia de casa. Mesmo apresentando sintomas, o idoso não estava na lista de casos suspeitos e não havia realizado teste para verificar a existência do vírus, o que foi feito após sua morte. A família aponta negligência por parte do hospital, que é particular, já que cinco pessoas que moram com ele apresentam indícios da doença, estão em grupo de risco e não foram diagnosticados por exames. Será que casos estão sendo subnotificados? Pobres poderão morrer sem saber se contraíram a doença?

É a partir daí que é preciso se preocupar. A doença é “democrática”, mas o acesso ao diagnóstico e ao tratamento pode não ser. Inegavelmente, nosso sistema público de saúde é referência mundial, mas a sua obsolência programada está em curso pelos governos federais há alguns anos. Em 2019, foi reduzido R$ 9 bilhões em recursos da  verba destinada à saúde pelo Governo Federal via a emenda constitucional do teto de gastos. Quem depende do atendimento público à saúde já enfrentava a precarização, com a falta de médicos, de materiais, de vacinas… E agora, José?

Há mais o que ser dito. A campanha de combate à doença divulgada oficialmente e pelos veículos de comunicação soa como um ato individual. Responsabiliza-se o próprio povo para a salvação: “sigam esse protocolo, senão o mundo terá consequências”. E como adotar medidas de prevenção ao coronavírus, como isolamento social, lavar as mãos com sabão frequentemente, usar álcool em gel frequentemente ou manter distância de pessoas, quando essas atitudes não se tratam de uma escolha?

Essa lógica de que só a solidariedade irá nos salvar da pandemia é tão perversa que os próprios trabalhadores consideram o home office como um “privilégio” para alguns. Mas não, não é você que precisa sair de casa para trabalhar que será o culpado pelo aumento do número de mortos no país, mas o Estado. E se alguma atitude efetiva por parte das instituições públicas não for tomada o cenário será como um “salve-se quem puder”. 

Se gradativamente os serviços já estão parando, o setor produtivo também vai. E, por consequência, ocupações sem vínculos empregatícios deixarão de ser necessários. Além disso, no Brasil, os trabalhadores informais representam 41,4% do mercado de trabalho, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicados em janeiro deste ano. 

Marreteiros, motoristas de aplicativos e diaristas sem CLT estão no olho do furacão, tanto no que se diz respeito à contaminação e às consequências econômicas. Um fato que retrata esse drama é a morte de uma empregada doméstica de 63 anos com a suspeita da doença na última terça-feira (17). A senhora trabalhava para uma mulher cujo exame deu positivo para o Covid-19 depois de uma viagem à Itália. Assim como a primeira vítima fatal pela doença, o teste da doméstica foi coletado posteriormente à sua morte e até o momento está sob análise. 

Um estudo dos pesquisadores Débora Freire, Edson Domingues e Aline Magalhães, da UFMG mostra que a camada de menor renda dos brasileiros deve ser a mais afetada. Num cenário de queda de 0,14% do PIB e de 0,1% no nível de emprego, a pesquisa conclui que as famílias com renda entre 0 e 2 salários mínimos podem ter sua renda 20% mais impactada do que a média de outras famílias. Se não houver intervenção estadual, muitos morrerão pela doença ou de fome. 

A crise também é sanitária. Só 48% da população tem coleta de esgoto e 35 milhões não possuem água tratada. Estamos falando de milhões que vivem em amontoados de cortiços ou barracos. Mães que não podem deixar de perder a diária como empregada doméstica. Muitos que não têm água em casa quando chega do trabalho porque a Sabesp faz racionamento. Trabalhadores cuja renda não paga uma unidade de sabão. Pessoas que vivem com o esgoto na porta de casa. Essa realidade está presente na capital paulista, o epicentro da doença no país.

O novo coronavírus escancara para o mundo a nossa desigualdade e reforça o papel fundamental dos governos. Vivemos uma situação de calamidade pública em que a solução não será dada pelo mercado. São as instituições públicas que podem e devem tomar  medidas emergenciais que garantirão a sobrevivência da população mais pobre. 

É urgente que haja a obrigatoriedade de empresas em manter os salários e empregos; tabelamento de preços dos itens de prevenção ou de itens da cesta básica; distribuição gratuita dos medicamentos antivirais e equipamentos de prevenção; estatização dos leitos hospitalares privados; anistia das contas de água, luz, gás e aluguel enquanto durar a pandemia; distribuição de renda básica emergencial; ampliação do prazo de recebimento do seguro-desemprego; suspensão de mandados de reintegração de posse, despejos e remoções judiciais ou extrajudiciais – exceto em casos de risco de vida e a revogação da PEC do Teto de Gastos. 

Saídas existem, basta vontade política.

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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[TEXTO DESATUALIZADO! IBUPROFENO ESTÁ LIBERADO!]Quais Remédios NÃO USAR Com o Coronavírus

Quais Remédios NÃO USAR Com o Coronavírus

Atualização: dia 19/03/2020 a OMS enviou novo posicionamento determinando que remédios contendo ibuprofeno podem ser usados por pacientes com suspeita de coronavírus. As informações deste texto tinham como base um comunicado do mesmo órgão do dia 17/03/2020. Segundo a informação do comunicado do dia 17, o uso do ibuprofeno deveria ser evitado por pacientes com suspeita do novo coronavírus.

Quais remédios não usar com o coronavírus

O coronavírus é traiçoeiro. Por trás de uma letalidade relativamente baixa, se esconde uma doença que se espalha muito fácil e que requer atendimento médico em cerca de 20% dos casos. E pior: seus sintomas (principalmente os iniciais) se assemelharem muito aos de resfriados e gripes. Mas não se desespere! O hospital deve ser recorrido apenas em casos mais graves. Isso porque se todo mundo sair correndo para o médico, não haverá capacidade de atendimento para os que mais precisam. Por isso, se você apresenta apenas sintomas brandos do novo coronavírus busque ficar em casa. Mas na chance da doença realmente ser o novo coronavírus, alguns remédios devem ser evitados. Para facilitar a sua vida, nós elaboramos esta lista de quais remédios não usar com o coronavírus. Lembramos que você sempre deve falar com o farmacêutico da farmácia antes de comprar qualquer medicamentos. Nada substitui este diálogo!

Medicamentos que devem ser EVITADOS

Medicamentos com Ibuprofeno

Este princípio ativo foi expressamente denunciado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) por haver risco de agravar os sintomas do novo coronavírus. Está na dúvida se o remédio contem ou não ibuprofeno? Pergunte ao seu farmacêutico!

 

Advil

 

Alivium

 

Buscofen

 

Buscopan

 

Algiflex

 

Ibuprofen

 

Algil-reumatril

 

Nurofen

 

Spidufen

 

Ibuflex

 

Aspirina

 




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