Mês: março 2020

População de rua é uma das mais vulneráveis!

população de rua é uma das mais vulneráveis!

Entenda como o Bruno Covas aumentou o risco de morte para o povo de rua infectado com o novo coronavírus

Por causa do Bruno Covas, o povo de rua pode ser massacrado pelo coronavírus! O irresponsável do prefeito cortou no orçamento de 2020 centenas de milhões em verbas que poderiam ajudar a população de rua. Agora, com a chegada do novo coronavírus no Brasil, a população de rua é uma das mais vulneráveis!

Apesar de São Paulo ter aumentado as suas arrecadações em 2019, e apesar do prefeito fazer questão de manter quase 13 bilhões de reais em caixa, ele ainda assim achou de bom tom cortar dinheiro que ajudaria a população de rua! Tamanho descaso não é apenas irresponsável, é diabólico! Em qualquer contexto isso seria inaceitável, mas como o novo coronavírus as consequências podem ser mortais

O povo de rua é vulnerável

A população de rua é vulnerável ao novo coronavírus. Não apenas eles são, em boa parte, portadores de outras doenças respiratórias crônicas (o que piora o sistema imunológico e aumenta a chance do infectado morrer). Além disso, também tem acesso dificultado à saúde, muitas vezes não tem como se proteger de temperaturas baixas, são obrigados a dormir próximos uns dos outros (seja em albergues por causa da falta de estrutura, seja na rua por causa de repressão social) e por serem em grande parte pedintes, estarem em contato constante com centenas de pessoas por dia.

Apesar dessas dificuldades, assistência social pode ajudar a mitigar algumas das dificuldades, seja de forma direta (como assistentes sociais educando os moradores de rua sobre como não se contagiar) ou seja de forma indireta (como com a construção de novos e melhores albergues). Infelizmente, com o novo orçamento, será ainda mais difícil auxiliar a população de rua. O prefeito Bruno Covas cortou quase 15 milhões da assistência social. Tão trágico quanto, tirou mais de 60 milhões do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Este último corte foi feito, cirurgicamente, em cifras da pasta que ajudam as crianças de rua, como centros de juventude, e a proteção de jovens em riscos sociais.

A maldade de Covas não tem fim!

Mas a maldade não acaba por aí. Covas tirou 3,6 milhões dos Centros de Apoio ao Trabalhador. Também tirou 361 milhões do Fomento às Cadeias Produtivas e Projetos Locais. Ambas as áreas acabam por beneficiar, em grande medida, quem vive na rua. São, para muitos, a chance de um dia sair do ciclo de miséria através de empregos e pequenas empresas.

Com tantos cortes em áreas tão importantes, o atendimento à população de rua tende a se tornar mais precário. Além disso, o povo de rua tende a ter menos oportunidades de mudança de vida. Com o novo coronavírus, a população de rua é uma das mais vulneráveis, correndo um risco de vida particularmente alto. Não podemos deixa-la ficar desamparada!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Contra o coronavírus não há meios termos!

contra o coronavírus não há meios temos!

Entenda porque medidas do ministro  Paulo Guedes são insuficientes para combater o novo coronavírus

Segundo o ministro da economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, as pessoas não deveriam seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde ficando em casa. Para o ministro, a economia deveria falar mais alto que a saúde, sendo necessário um “meio termo” nas medidas de isolamento. O seu patrão, o Bolsonaro, parece concordar com o descaso. Além de recentemente estimular aglomerações de pessoas em protesto em seu apoio, veio há pouco dizer que o combate ao vírus é “histeria”. Senhor ministro, senhor presidente: contra o coronavírus não há meios termos! Ou tomamos as medidas necessárias ou milhões de brasileiros irão morrer!

O mesmo ministro, amigo da economia dos bancos, foi sempre um entusiasta apoiador do teto de gastos aprovado pelo golpista Michel Temer. A medida congelou gastos na saúde, educação e seguridade social, sendo à época criticada pela própria ONU! (Organização das Nações Unidas). Mas agora com o coronavírus, manter uma medida como essa torna-se mais trágico ainda! Precisamos de mais dinheiro da saúde já!

Não é a primeira gafe da gestão. Na verdade ministro segue o tom de seu patrão, o Bolsonaro. O presidente, além de recentemente estimular aglomerações em manifestações a seu favor, disse em entrevista que o novo coronavírus seria “histeria” (sic). Uma demonstração de total despreparo para liderar a nação em meio à crise, o presidente parece mais interessado em criar um culto de personalidade, do que em resguardar pela vida do povo brasileiro!

O teto dos gastos roubou do SUS!

O teto dos gatos já afetou negativamente a saúde brasileira, diz especialista. Segundo a secretária de administração e finanças do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde, o programa Farmácia Popular, a área de pesquisas e o programa mais médicos (fundamental, especialmente em áreas rurais!) estão entre os itens que perderam recursos em decorrência do teto de gastos. Todas essas áreas são fundamentais para um combate adequado contra o coronavírus! 

Até o Conselho Nacional de Saúde recomendou a revogação do teto, apontando que a medida já roubou do SUS cerca de 20 bilhões de reais! O Conselho, desesperado pelo triste Horizonte que se traça, pede ao STF que tome ação frente ao desastre social.

O mocinho das meias medidas

Paulo Guedes até quis se fingir de mocinho, liberando verbas para contenção do coronavírus. Mas a forma que ele pretende pagar por essas medidas é lamentável! Pretende conseguir recursos vendendo a Eletrobrás, adiantamento de parcelas de salários e a suspensão de impostos por parte de bancos e empresários. São medidas que podem ajudar, mas que no longo prazo devem onerar os trabalhadores, diminuir a arrecadação do Estado (inclusive para o SUS) e deixar a energia elétrica a serviço da ganância de banqueiros e investidores.

Enquanto isso, não há nada sendo feito sobre o grande elefante na sala: os juros da dívida pública. Todos os anos o pagamento dessa cifra implica no gasto de quase METADE de tudo o orçamento público. Gestões passadas falharam em auditar e renegociar a dívida, mas com o novo coronavírus, suspender o pagamento da dívida, torna-se uma questão de vida ou morte para milhões de brasileiros!

Contra o coronavírus não há meios termos! A decisão é binária: vida ou morte! Ou nos unimos para lutar contra o vírus, ou então a preservação dos lucros de alguns significará bilhões manchados de sangue!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Irresponsabilidade virou patriotismo

a irresponsabilidade virou patriotismo

Entenda como a irresponsabilidade do Bolsonaro coloca vidas em risco!

Nesse dia 15 ocorreu, em algumas cidades brasileiras, manifestações contra as instituições democráticas, e a favor do presidente Bolsonaro. Isso, por si só, já seria trágico. Ainda mais quando tudo indica que o próprio presidente ajudou a chamar gente para os atos (por mais que ele queria negar). Mas o cúmulo se deu em Brasília quando, em meio ao surto do novo coronavírus, o presidente deixou o Palácio da Alvorada para apertar mãos, trocar abraços e até beijos com apoiadores no ato em Brasília! Ainda prior: fez transmissão ao vivo do evento defendendo ser o ato um exemplo de amor ao país. Outras lideranças de extrema direita como o vereador paulistano Rinaldi Digilio e o deputado federal Marcos Feliciano, também apoiaram este exemplo de imprudência. Para a extrema direita, irresponsabilidade virou patriotismo.

Entenda melhor

A imprudência de Bolsonaro parece não ter limites! Quando o novo coronavírus chegou ao Brasil o presidente a princípio quis fazer crer tratar-se de uma “fantasia” (sic.). Depois, quando não dava mais para negar a seriedade do vírus, ele foi em rede nacional pedir que os seus apoiadores não fossem nas manifestações marcadas dia 15 em seu apoio (aquelas que ele jura de pés juntinhos não ter chamado).


De fato, multidões e aglomerações, segundo especialistas, são situações em que fica fácil para o vírus se espalhar. O Bolsonaro pedir a seus apoiadores para não irem aos protestos poderia parecer um raro ato de decência. Vão engano. Ocorre que no dia da manifestação o presidente foi às grades do Palácio da Alvorada prestar apoio ao ato em Brasília. O problema não foi apenas o fato do protesto pedir coisas como o fechamento do Congresso Nacional e o fim do STF.

Manual de como se infectar

O problema foi, também, em meio ao surto do novo coronavírus, o presidente, ao participar, estimular a reunião e aglomeração de seus apoiadores. Não apenas ele esteve presente na edição de Brasília do ato. O presidente também tirou selfies, deu abraços e até recebeu beijos de apoiadores! Parecia até que ele estava fazendo um manual sobre como pegar coronavírus! Como se isso tudo não bastasse, ele ainda fez uma transmissão ao vivo, agradecendo a presença de todos.

O deputado federal, Marcos Feliciano não apenas incentivou o protesto, como também foi ao ato! Esse tipo de postura, ainda mais quando naturalizada por figuras de autoridade, são um verdadeiro risco à saúde pública. Daí sintomas de um triste presente em que irresponsabilidade virou patriotismo.

O vereador paulistano Rinaldi Digilio foi outro irresponsável: prestou apoio em suas redes sociais às aglomerações. O professor vereador Toninho Vespoli denunciou tamanha irresponsabilidade em suas redes sociais. Digilio quis bater o pé dizendo que ele e seus apoiadores não foram, mas que ele parabeniza quem foi. Toninho não deixou barato. Apontou a hipocrisia de Digilio, demonstrando que ele se mantém saudável enquanto incentiva que outras pessoas se joguem em aglomerações no meio de uma pandemia! (Prints no final do texto)

 

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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[ADIADO] Ocupa Vila: Feira na Zona Leste quer Promover Cultura da Região

Ocupa Vila: Feira na Zona Leste quer Promover Cultura da Região

Atualização: Seguindo as medidas preventivas frente ao Coronavírus, a 1ª Edição do Ocupa Vila será adiada e uma nova data será divulgada em breve.

Você tem que sair do bairro que você mora e ir pro centro só pra fazer um rolê daora? Equipamentos culturais e de lazer nas periferias são poucos, e os que existem estão abandonados.

A Ocupa Vila é uma rede para se compartilhar na quebrada, seja a voz, o trabalho manual, o grafite… A gente quer dividir a vivência de quem produz arte, cultura e conhecimento na Zona Leste. Temos cantores, atrizes, trancistas, pintores, poetas, jovens sonhadores que se expressam para dizer “a gente também existe”. 

O evento que seria realizado no último domingo do mês de março (29/03) terá a data adiada. Estima-se que no mês de maio, a Rua Doutor Camilo Haddad estará aberta para atividades, assim como o Espaço Cultural Toninho Vespoli que fica no endereço.  

Fortaleça o trampo de quem é da mesma vila que você e participe do nosso primeiro evento.

PROGRAMAÇÃO:

SHOWS

 

 

 

 

 

 

 

10h:  DJ Master Mion

11h: Dj Master Mion / Código do Gueto

12h: Mro/ G.Ã.O

13h: JahPam

15h: Sub Zero/ Ud Brock

16h: Batalha de Rap 

17h: Spy & JHOW

WORKSHOPS

10h30 – Oficina de Cartoon com Eduardo Grillo

13h – Oficina de Upcycling – customizando roupas, com Gabriela e Maricléia (Brechó Bem Te Quer)

14h: Aula de dança com Renato do Coletivo Na Humilde Samba Rock

 

 

 

 

 

 

PALESTRAS

 

 

 

 

13h – Mitos sobre a Saúde da Mulher com 

15h30 – Desmitificando o Candomblé, com Elaine e Rubia do Axé Batistini














Para não esquecer

SERVIÇO: 

Ocupa Vila – feira cultural

Data: Previsto para o mês de maio

ENTRADA FRANCA 

Espaço Cultural e Político Toninho Vespoli

Rua Doutor Camilo Haddad, nº 420 – Parque São Lucas 

ORGANIZADORES











 

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5 alimentos para se proteger do Covid 19

Conheça 5 alimentos que podem ajudar a evitar se infectar com o novo coronavírus

O Covid 19 já está no Brasil. Existem várias medidas para se tomar para se proteger da doença. Uma das áreas que não podem ser negligenciadas é a alimentação. Veja aqui 5 alimentos para se proteger do Covid 19. Importante ressaltar que não são alimentos específicos para lidar com o corona, mas alimentos que ajudam a aumentar o sistema imunológico, diminuindo as chances de sintomas graves na contração de grande parte das doenças (inclusive o novo coronavírus).

  1. frutas: frutas ricas em vitamina C: como o limão e a laranja, acerola, goiaba, mamão e tangerina, são recomendadas. Isso porque a vitamina C auxilia no aumento da produção de glóbulos brancos (células que combatem vírus e infecções). Frutas vermelhas como o morango, amora, mirtilo, groselha, goji, cereja, açaí e jabuticaba, ajudam por serem ricas em antioxidantes, moléculas que podem auxiliar na manutenção do sistema imunológico
  2. Alimentos ricos em ferro: feijão, verduras escuras, e carnes são todos alimentos ricos em ferro. Ferro é importante, por auxiliar na absorção da vitamina C
  3. Vegetais: Além de terem uma série de vitaminas (cada uma cumprindo um papel no funcionamento do sistema imunológico), são ricos em fibras, que ajudam na manutenção da flora intestinal
  4. peixes de água profunda: do salmão à sardinha, são peixes ricos em omega 3 e ácidos graxos, que possuem ação anti-inflamatória, ajudando na manutenção do sistema imunológica
  5. iogurtes: possuem bactérias que ajudam na manutenção da flora intestinal

Consumir estes alimentos não é garantia de que você não irá pegar o novo coronavírus. Mas junto a outros hábitos saudáveis, como lavar as mãos e  evitar grandes aglomerações, pode ajudar a manter protegido. Confira, também, nos links outras publicações da cobertura do mandato do Vereador Toninho Vespoli a respeito do novo coronavírus.

Veja também:

O covid 19 não é fantasia! 

10 coisas que você pode fazer para ficar longe do corona!

 

O covid 19 não é fantasia!

O covid 19 não é fantasia!

O novo coronavírus é uma doença séria, que não deve ser menosprezada. Além disso, para se proteger, é importante lavar as mãos. Máscaras APENAS se estiver doente ou for profissional da saúde. Confira aqui algumas das últimas notícias sobre o Covid 19

O covid 19 não é fantasia! Não é exagero e não é alarmismo. É uma pandemia que, se continuarmos nos rumos atuais, deve matar milhões de pessoas. Bolsonaro, em vídeo um tanto cômico, declarou na última terça, dia 10, em discurso transmitido de Miami que o Corona seria “muito mais fantasia (…) que não é isso tudo que a grande mídia propala ou propaga pelo mundo todo” (sic.). Hoje, dia 13, saíram resultados preliminares de exames mostrando que o próprio presidente deve ter pego o vírus, provavelmente de sua viagem aos EUA.

O vírus é muito real, e não deve ser menosprezado. A Organização Mundial da Saúde declarou este dia 11 tratar-se de uma pandemia! Isso significa que a doença já atingiu um grande número de pessoas em vários locais do mundo. Ou seja, não é mais possível fingir que se trata apenas de um problema de algum país isolado (como a China ou a Itália), e sim de um problema global. Já passou da hora do Brasil levar o Corona a sério.

Infelizmente, a gestão bolsonarista, promoveu um tremendo desinvestimento na saúde pública. Só ao longo do ano de 2019, ao todo, houve um corte de 4,3% nas verbas da saúde. Além disso, Bolsonaro “contingenciou” 35 bilhões de diversas áreas, inclusive na área médica. Agora que não está mais dando para negar o problema do Covid 19, o Governo anunciou que irá desbloquear 20 bilhões do montante, principalmente na área da saúde. Age como se fizesse algo grandioso, sendo que 15 bilhões permanecem bloqueados.

A cereja do bolo foi o pronunciamento de ontem (dia 12) do presidente em que ele pedia que seus apoiadores não fossem ao protesto, marcado neste domingo (dia 15), em favor do presidente e contra as instituições democráticas. Algo incrivelmente irônico, uma vez que, apesar de o presidente ter divulgado em redes sociais chamada para o ato, ele alegar se tratar de protesto “autônomo”, sem qualquer relação com ele. Como a internet não perdoa, rolou até meme ironizado o ocorrido.

O coronavírus mata.

Muitos têm subestimado a doença sob o argumento de que a taxa de mortalidade do Covid 19 é entre 1,7 e 4 por cento dos infectados. O número, na verdade, é bastante, quando consideramos que o vírus pode infectar até 70% da população mundial, de acordo com estudos recentes da universidade estadunidense Harvard. Se tomarmos este estudo como base, e a taxa conservadora de letalidade de 2%, isso resultaria, ao todo, em 154 MILHÕES de pessoas mortas. Ou mais mortes do que a gripe espanhola! Isso tudo porque apesar da taxa de mortalidade do vírus não ser das mais altas, o vírus se espalha com grande facilidade. Tal espalhamento do vírus ocorre porque quem o pega pode ficar até 14 dias sem apresentar sintomas sérios. E ainda mais, os sintomas iniciais se assemelham muito aos da gripe comum. Como visto, o Covid 19 não é fantasia!









Cerca de 20% dos infectados precisarão de atenção médica















Mas o problema não são apenas as pessoas que morrem em decorrência do vírus. Ocorre que, segundo relatos de médicos da OMS que fizeram estudos na China, cerca de 15% dos infectados com o vírus precisam da utilização de respiradores, e cerca de 5% precisa de uso de cilindros de oxigênio. Isso significa que precisaremos de leitos hospitalares e equipamentos para lidar com uma quantidade imensa de pacientes.

Isto é mais uma razão para para ser importante tentar diminuir o avanço da doença. Se todo mundo que for pegar o vírus ficar doente ao mesmo tempo, simplesmente não há chance do nosso sistema hospitalar garantir leitos para todos os pacientes que necessitarão. Por outro lado, se a infecção se der de forma gradual, há maiores chances de haver tempo para os sistemas, tanto públicos quanto privados, se adaptarem para a alta na demanda.

O Covid 19 não é fantasia. Mas se você está saudável “NÃO UTILIZE MÁSCARAS”

Primeiro de tudo, é importante lavar as mãos com frequência. Se possível, busque sempre ter álcool gel a disposição. Além disso, evite ao máximo locais com grandes aglomerações. A essa altura, no Brasil, ainda são poucas as pessoas com o vírus. Mas isso não significa que devemos ser displicentes. Se você tem sintomas do novo coronavírus, esteve (ou está) em contato prolongado com alguém com os sintomas, ou voltou de alguma viagem internacional FIQUE EM CASA! Quanto a máscaras, utilize-as APENAS  se estiver com sintomas. Caso contrário, se você já tiver máscaras, considere dar para alguém com suspeitas de estar com a doença. Isso porque é muito mais eficiente as pessoas com a doença utilizarem a máscara do que todo o resto que não a tem. Além disso é fundamental beber água com frequência, e ter uma alimentação saudável e rica em aminoácidos.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Neiva do céu e a falocracia do pau ideal: existe diversidade biológica também!

Existe Diversidade Biológica!

Entenda a importância de se reconhecer a diversidade sexual!

Por Luiza Coppieters e Carolina Iara de Oliveira

Um dos momentos de maior orgasmo da população brasileira em 2019 foi o aclamado áudio “Neiva do céu”. Nele, uma mulher cisgênera narra a sua amiga o encontro com um belo homem que, ao levá-lo para casa, narra sua história de sofrimento por ter um micropênis. A amiga de Neiva conta, estupefata, sua surpresa ao se deparar com um homem tão bonito mas com um falo tão pequeno. Como pode? De onde viria essa incongruência?

Ela, uma mulher sozinha, que não conseguia arrumar parceiro, encontra alguém em um aplicativo de encontro, não um alguém qualquer, mas um belo homem que, para sua surpresa, aceita encontrá-la – e vai até sua cidade para vê-la! -, acreditou que poderia conseguir uma boa sessão de prazer encontrou um homem destroçado. Uma pessoa que se abriu à primeira pessoa que lhe pareceu disposta a ouvir-lhe e, pela narração, aos prantos contou sobre sua ausência de vida sexual e de vida afetiva.

“No oceano da ignorância global, emerge (…) a “verdade” de que há apenas duas genitálias”

Para gozo nacional, o pinto pequeno do sujeito e a forma como foi narrada a história, bem característica do modo de ser brasileiro, o áudio se espraiou, Neiva e a autora do áudio foram descobertas e se tornaram famosas, sendo convidadas para programas dominicais. Do “sujeito do pinta” nada se sabe. Inclusive se ainda está vivo.

Na ausência de debate nacional, em que se mistura religião e XX/XY (algo como se fosse preencher jogo lotérico) pouco se fala sobre as diversas formas de genitália. No oceano da ignorância global, emerge como um iceberg a “verdade” de que há apenas duas genitálias. Assim como existem o Sol e a Lua, o fogo e a água, existe O pênis e A vagina. Não se pretende, aqui, levar o debate à seara religiosa, a qual, ao se esgotarem os dogmas, logo afirma-se as entidades XX e XY. 

Mantendo o debate no campo estritamente científico e da realidade, e com o intuito de lançar luz sobre o tema, é de fundamental importância trazer algumas informações sobre a existência de pessoas intersexo, que pode representar, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 2% da população mundial. Precisamos falar de pessoas intersexo e da diversidade biológica dos corpos para evitar não só as cirurgias na infância, mas também o suicídio dessa população.

“existem mais pessoas intesexo que pessoas ruivas”

A Natureza é muito mais diversa, ampla e variada do que a vontade de alguns. E os corpos humanos, no que diz respeito ao sexo (à genitália, não à prática) depende de quatro fatores: cromossomos, gônadas, hormônios e os caracteres secundários. A partir da combinação destes quatro fatores, o ser humano pode, então, ter 43 tipos possíveis de sexo biológico, o que pode envolver diversidade na genitália, no sistema endócrino, nos órgãos internos reprodutivos e gonadais. Serão necessários, pois, muitos tons de azul e rosa. 

É tão comum a existência de pessoas que estão entre os dois parâmetros tidos como certos – portanto entre os outros 41 tipos de sexo possíveis – que existem mais pessoas intesexo que pessoas ruivas. A proporção é de 1 para 3.000. Ou seja, se você viu alguma pessoa ruiva hoje, certamente você já cruzou com pessoas intersexo. E mais certamente ainda elas não sabem que são intersexo.

“No mais das vezes, (…) muitas crianças têm sua genitália mutilada”

Além disso, existe uma relação de poder que subjaz e sustenta o mascaramento da realidade. Existe uma régua chamada falômetro, utilizada pelos médicos para medir o tamanho do falo do bebê ao nascer. Dependendo do tamanho, o médico ou uma junta médica se apresenta à mãe – após o parto – para dizer que o bebê tem um “problema” e que eles irão “consertar”. Conseguem imaginar a cena? No mais das vezes, como é mais fácil construir uma vagina do que um pênis – seja por falta de tecnologia ou por excesso de ideologia -, muitas crianças têm sua genitália mutilada e algumas ficam com dores na região íntima para o resto da vida, com dificuldades de urinar e fazer sexo. Todavia, também há casos de intersexos que nascem com grande quantidade de massa muscular peniana, mas com alguma ambiguidade genital, gonadal e endocrinológica, o que faz com que essas crianças sejam submetidas a cirurgias e mais cirurgias para a construção de um pênis esteticamente “viável” para os padrões pré-estabelecidos pela sociedade.

Resumindo, alguém que veio ao mundo do seu jeito é tido como errado por não se enquadrar no padrão estabelecido e assim tem seu corpo modificado segundo padrões médicos (e sociais) e passa a ser educado dentro dos padrões de gênero que a junta médica determinou ao (tentar) construir a genitália padronizada. Importante ressaltar que muitas vezes são necessárias muitas cirurgias, que irão fazer parte da infância e adolescência dessas pessoas. 

“Entender as pessoas intersexo e a sexualidade humana é também a chave para entender as pessoas trans”

Sem falar que certas cirurgias são fracassadas, fazendo com que essas pessoas tenham problemas para o resto da vida. Outra coisa fundamental: os prontuários médicos, onde estão as decisões tomadas pelos médicos e os processos cirúrgicos, no mais das vezes são escondidos dessas pessoas, devido ao protocolo do psicólogo Money, ainda referência para parte da medicina ocidental no manejo da intersexualidade: consiste basicamente em esconder a história e as cirurgias dessa criança, para forçá-la a crescer com um gênero imposto pela sociedade e, assim, socializada naquele gênero ela se sinta inserida. A alegação? Para que não sofram. Mas tudo o que mais acontece na vida das pessoas intersexo é o aumento de sofrimento, principalmente quando há a descoberta dessas intervenções cirúrgicas, hormonais e sociais.

A ignorância, sabe-se, é a mãe de muitas violências. As pessoas intersexo foram ignoradas socialmente. Pelo poder médico, elas são brutalmente aniquiladas, sendo obrigadas a se enquadrarem no padrão A ou Z. Os poderes legislativo e jurídico referendam essa prática ao admitirem que existem dois sexos apenas. Enquanto isso, pessoas são mutiladas, obrigadas a viver vidas que não são as suas, além de serem privadas de vida afetiva e sexual.

Entender as pessoas intersexo e a sexualidade humana é também a chave para entender as pessoas trans, a necessidade de cirurgia de confirmação de gênero e para enxergar o mundo com todas suas cores, não só azul ou rosa, acabando com a falácia do “essencialismo biológico”, tão defendido por alguns para se contrapor à existência da transgeneridade. 

E mais do que isso: segundo algumas cientistas sociais como Anne Fausto-Sterling, para se manter o sistema de gênero é necessário também moldar socialmente o sexo biológico. E verifica-se que as discussões sobre diversidade sexual e de gênero avançaram nos movimentos sociais, na História contemporânea, quanto a questões socioculturais de comportamentos e subjetividades identitárias, mas pouco ainda se fala sobre uma disputa urgente: a do reconhecimento da diversidade biológica dos corpos. Que existe muito mais nuances de sexo biológico do que a vontade teocrata ou eugenista deseja. 

Este é um texto de opinião de um(a) autor(a) convidado(a). As opiniões aqui presentes não necessariamente refletem as visões do vereador Toninho Vespoli, ou de sua equipe.

Luiza Coppieters

Luiza Coppieters

Luiza Coppieters é uma professora de Filosofia, militante LGBT e feminista brasileira

Carolina Iara de Oliveira

Carolina Iara de Oliveira

É mulher intersexo, integrante do coletivo Loka de Efavirenz, e da ABRAI (Associação Brasileira Intersexo)

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Servidores em Luta!

Servidores em luta

7 pontos para entender a conquista dos servidores!

Entenda o processo jurídico-administrativo do mandato do vereador Toninho Vespoli para conquistar possível reposição inflacionária. Ao final do texto, você terá acesso a um link para baixar um requerimento e encaminhar a sua chefia imediata!

Desde 2002 a prefeitura de São Paulo não reajusta o salário do servidor público municipal. Entra gestão, sai gestão e a política do 0,01% não é alterada. Em 2015 o prefeito Haddad passou vencimento para subsídio e congelou a reposição inflacionária de determinadas categorias nos anos de 2014, 2015 e 2016. O vereador Toninho Vespoli, provocado pela ANIS, achou essa ação um absurdo e entrou com duas ADI no Tribunal de Justiça de São Paulo (2088794-41.2015.8.26.0000 e 2240655-74.2015.8.26.0000).

No ano passado, o TJSP decidiu que o pedido do vereador Toninho Vespoli tinha lastro e declarou inconstitucional a ação da prefeitura. Assista ao vídeo do vereador Toninho e entenda.

Entenda o caso

O que é isso?
Em 2015 o mandato do Vereador Toninho Vespoli, por intermédio do Diretório do Partido Socialismo e Liberdade, ajuizou no Tribunal de Justiça de São Paulo duas ações diretas de inconstitucionalidade. Ambas as ações objetivavam declarar inconstitucional boa parte de duas Leis Municipais: a nº 16.122/2015 e a nº 16.119/2015.
Ao final dos processos, o TJSP em relação a Lei Municipal nº 16.122/2015 declarou inconstitucional somente os artigos 12, §1º, e 43, § 2º, inciso III, com a ressalva de como o §4º, do artigo 38 deve ser interpretado. E em relação a Lei Municipal nº 16.119/2015, o TJSP declarou inconstitucional o §4º do artigo 31 e o artigo 49.
As duas leis possuem similaridades, no entanto uma disciplina somente regime jurídico dos servidores públicos do quadro da saúde (Lei Municipal nº 16.122/2015) e outra dos servidores das carreiras de nível superior (Lei Municipal nº 16.119/2015).

A que se serve?
Ações Diretas de Inconstitucionalidade, são procedimentos judiciais que fazem parte do chamado Controle Concentrado de Constitucionalidade. Em apertada síntese, quando se ajuíza uma ADIn/ADI o objetivo do autor da ação é que o respectivo Tribunal declare que uma lei ou seu trecho viola a Constituição. No caso das ADIs citadas, por terem por objeto Lei Municipal de São Paulo, a análise de constitucionalidade, em sede de ADIn, terá por parâmetro a Constituição do Estado de São Paulo, por determinação expressa da Constituição Federal.

Quem é atingido?
Para entender a serventia e quem é atingido pelas decisões nas ADIs mencionadas é preciso observar o que exatamente é inconstitucional nas mencionadas Leis, e por qual razão.

Na Lei nº 16.122/2015 foi declarado inconstitucional o art. 12, §1º e art. 43, §3º inciso III. A razão pela qual o Tribunal de Justiça de São Paulo declarou inconstitucional tais artigos, e fez a ressalva de como deve ser interpretado o art. 38, §4º, resumidamente, foi por entender que o reajuste nos vencimentos dos servidores do quadro amparado pela norma (Saúde) ou de qualquer outro servidor público, independe de alterações no regime jurídico, pois não se trata de aumento da remuneração, e sim medida que visa evitar o desgaste inflacionário.

Os artigos inconstitucionais impediam que os servidores da carreira da saúde, que “optaram” ou que eventualmente tenha ingressado na classe com a remuneração por subsídio, tivessem seus vencimentos reajustados e revisados nos anos de 2014, 2015 e 2016.

Em relação a Lei 16.119/2015, foram declarados inconstitucionais o §4º do artigo 31 e o artigo 49 ressalvada a interpretação conforme ao § 4º do artigo 26. Recomenda-se a leitura dos dispositivos mencionados.

Note que os artigos da Lei Municipal nº 16.119/2015 que foram declarados inconstitucionais são quase idênticos aos inconstitucionais da Lei Municipal nº 16.122/2015 a diferença é que nessa norma o regime jurídico é o dos servidores de nível superior. Assim, esses artigos também congelavam os reajustes e revisões dos servidores municipais de nível superior, que “optaram” ou ingressaram na classe com a remuneração por subsídio, nos anos de 2014, 2015, 2016.

Desse modo as decisões servem diretamente aos servidores remunerados por subsídios dos quadros da saúde e de nível superior que recebem remuneração por subsídio.

Qual é o valor do reajuste e da revisão?
É importante ressaltar que estas decisões não tornam automáticos o reajuste e a revisão, entretanto retira da norma municipal os dispositivos legais que os impediam. Em relação ao valor ou porcentagem, não é possível estabelecer o quanto será. Segundo a ANIS, essas correções, em alguns casos, pode chegar à 35%.

O caso foi parar no STF?
Sim! Mas, tecnicamente o Supremo Tribunal não se pronunciou sobre o mérito das decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo, o STF negou seguimento à todos os recursos extraordinários que foram interpostos.

E para as outras carreiras?
As decisões do TJSP são específicas sobre as duas leis, porém como já elucidado anteriormente, o entendimento do tribunal é de que o reajuste nos vencimentos dos servidores do quadro amparado pela norma (Saúde) ou de qualquer outro servidor público, independe de alterações no regime jurídico, pois não se trata de aumento da remuneração, e sim medida que visa evitar o desgaste inflacionário. Ou seja, as outras carreiras podem usar essa decisão como fundamento dos seus pedidos, com exceção dos servidores da educação que possuem regime jurídico diverso.

O que fazer agora?
Existe um longo caminho jurídico e administrativo para que esse reajuste se efetive, o mandato do vereador Toninho Vespoli acompanha de perto os desdobramentos dessa ADI, porém cabe a cada servidor observar suas particularidades e condições.
Na segunda-feira (16/03), às 18h, na Câmara Municipal será feita uma atividade para explicar melhor os desdobramentos da decisão e as ações que podem ser feitas. Porém, disponibilizamos dois requerimentos administrativos que podem/devem ser preenchidos e entregues para suas respectivas chefias imediatas como forma de mobilizar os servidores na conquista de seus direitos.

ATENÇÃO: este requerimento não garante automaticamente o reajuste inflacionário nem suas respectivas porcentagens. É apenas o início de um processo de luta pela correção dos reajustes.

Peça aqui o seu requerimento!

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Lançamento da Pré-Candidatura de Toninho Vespoli

Confira tudo sobre o Lançamento da Pré-Candidatura de Toninho Vespoli para Vereador de São Paulo!

Esse dia 7, São Paulo teve uma vitória. Ocorreu o lançamento da pré-candidatura de Toninho Vespoli a vereador no espaço político e gastronômico Al Janiah. Foi uma festa de pré-lançamento repleta de surpresas e ícones da esquerda. Todos unidos para prestar apoio à pré-candidatura de uma das figuras mais combativas da política paulistana. Todos os amigos em gesto de solidariedade e luta!

Toninho Vespoli, o célebre vereador da educação, lembrou da importância de, em momentos tão trágicos, nos unirmos. Frente ao desmonte dos serviços públicos imposto por Bolsonaro, Doria e Covas, a cidade deve ser pensada como um espaço de todas e todos, um lugar da diversidade, da cultura e da inclusão, e não dos privilégios e da desigualdade.

Da pré-candidata a prefeita, Samia Bomfim, ao escritor periférico Ferrez, Foi uma festa com algumas das maiores lideranças de São Paulo!

Jorge David Salgado (conhecido como Formiga), da UGTESP, subiu ao palco para defender o TEG. Para grupo numeroso de participantes da categoria do transporte escolar, Formiga falou da importância do vereador para os tios e tias. Nelice Pompeu, representante do SINPEEM, esteve presente em apoio à luta de Toninho Vespoli pela educação. Denis Oliveira, representante da da Associação Municipal dos Assistentes de Gestão de Políticas Públicas e Agentes de Apoio de São Paulo (AMASP), fez uma fala para relembrar os ganhos e conquistas juntos a Toninho Vespoli, pela base dos servidores públicos municipais. Em respeito aos esforços de Toninho em nome da causa animal, a ativista Vera Lucia Leal declarou o seu respeito e apoio à pré-candidatura do vereador.

O sociólogo e economista Rogério Tineu, lembrou a todas e todos a importância, manifesta no mandato de Toninho Vespoli, de se lutar sempre pela base! As apresentações dos rappers Casimiro, do grupo Detentos do RAP, do famoso cantor Ni Brisant, do poeta Caio Muniz, do cantor gospel Lázaro Neto e do escritor periférico Ferrez possibilitaram um incrível show de musicalidades e poesias das mais diversas regiões e tradições brasileiras. Parabenizaram Toninho por entender que a cultura existe se em muitas formas e expressões! Indra Seixas, a representante do Espaço Político e Gastronômico Al Janiah, fez uma fala de apoio a lutas como as do vereador Toninho, reforçando a importância de existirem lideranças que apoiam a cultura e debate político. Albertino, liderança religiosa do Jardim Sinhá, retomou a tradição libertadora do cristianismo revolucionário, em apoio às ações de Toninho Vespoli enquanto vereador.

A liderança Vivian, do novo partido Unidade Popular, veio mostrar que quando importa, a esquerda tem que ser solidária, marcando apoio ao mandato que mais luta pela educação. Felipe Torres da Associação dos Servidores de Nível Superior (ANIS PMSP) veio mostrar que a luta do Toninho, é também pelos servidores. Célio Turino, intelectual lutador pela cultura popular, elogiou Toninho por entender que a mudança apenas se dará pela cultura. Taata Katuvanjesi, pai de santo do Terreiro do Nzo Tumbansi em Itapecerica da Serra, deu uma aula sobre diversidade religiosa, elogiando os esforços de Toninho Vespoli na luta por mais tolerância e respeito. Silvia Maria, liderança negra, feminista e periférica do Coletivo político Raiz Popular, reforçou como qualquer mudança poderá apenas se dar em constante diálogo e com protagonismo das bases, na luta popular!

Samia Bomfim deu um show!

E para fechar com chave de ouro, a pré-candidata a prefeita pelo PSOL São Paulo, deu uma verdadeira palestra sobre a importância de aliar lutas como as feministas e antirracistas a um programa verdadeiramente popular e de base. Endossou a importância e afeto em poder ter trabalhado junto a Toninho Vespoli como Vereadora por São paulo até 2018. Lembrou de como Toninho foi importante. Ele quebrou barreiras, foi o primeiro vereador eleito pelo PSOL em São Paulo. Mostrou que é possível fazer diferença! Que é possível ser popular enquanto Vereador! Os dois aprenderam muito juntos! E se ambos forem eleitos, poderão continuar aprendendo mais ainda!

Foi, enfim, uma grande festa! Uma grande alegria! Cultura, política e povo! Os ingredientes da revolução ebulindo no caldeirão do restaurante Al Janiah! E dessa ebulição, vamos juntos mudar São Paulo, Brasil o mundo! Viva o Lançamento da Pré-Candidatura de Toninho Vespoli

Adaltino

Por Equipe Toninho Vespoli

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A bicicleta e a Zona Leste de SP

A bicicleta e a Zona Leste de SP

Em São Paulo, prefeitura só quer ciclistas no centro. Entenda melhor

Por Márcia Fernog, ativista do Bike Zona Leste

A Zona Leste agoniza em termos de mobilidade. Entramos em 2020 com os mesmos problemas de sempre. É raro emprego perto de casa, ir ao trabalho a pé seria uma dádiva. Privilégio de poucos… O metrô e os trens lotados. Se for de ônibus, muitos bairros só se conectam com o centro até o Terminal Parque Dom Pedro e para chegar ao destino, tem que pegar outro ônibus e encarar mais filas, mais aperto, mais trânsito. Se vai de carro, é um tempão parado na Radial, Marginal, Celso Garcia, Salim, não importa o caminho…

A cidade, entre 2014-2016, teve um importante investimento em infraestrutura cicloviária, deixou São Paulo mais cosmopolita, mais sustentável, mais saudável, mais ciclável. Cada vez mais ciclovias nascendo em várias partes da cidade e enchendo de esperança de uma mobilidade mais ativa, mais opções de ir ao trabalho, de estudar, chegar com mais disposição, mais energia, afinal, pedalar é uma delícia.

Márcia Fernog é cicloativista da Zona Leste de São Paulo

Acabou 2016. Eixo centro-oeste ficou bem bacana. Alguns trechos precisam de ajustes, tempo semafórico maior, cruzamentos com sinalização adequada, para garantir a segurança do ciclista. Maravilhosas as ciclovias da Paulista e da Faria Lima! Legal pedalar nesses lugares, muito bom, excelente!

Peraí, e saindo mais para o fundo, para as franjas da cidade? Tivemos essa mesma atenção, esse mesmo investimento? Zona Norte, Zona Sul, Zona Leste? No mapa cicloviário pode-se ver o centro expandido bem colorido, parece que tudo só acontece lá! Já na periferia, não é bem assim não… A ZL é a única região sem conexão com o centro e a que tem o menor índice de conectividade: 52% das nossas ciclovias não são conectadas com terminais, estações, escolas, não temos conexão com o resto da cidade. 

As poucas ciclovias que temos não receberam manutenção, estão apagando, foram vandalizadas (a ciclovia de Ermelino segue com pixo há mais de um ano). São as nossas ciclovias que mais sofrem pedidos de retirada por comerciantes e vereadores. Quem pedala na ciclovia da Radial, no trecho Carrão-Penha corre risco de ser assaltado ou morto. Mato, escuridão e clausura são os problemas que o ciclista enfrenta ali.

Ciclofaixa vandalizada com piche. As pouca estrutura para ciclistas na ZL não recebe manutenção

A atual gestão levou 3 anos e meio conversando, fazendo audiências, planejando a implantação de 173 km de novas ciclovias e manutenção de mais de 300 km das existentes. Mais uma vez, a implantação de novos trechos está acontecendo primeiro no eixo centro-oeste. Manutenção, as poucas que se iniciaram na Leste são em locais onde os vereadores insistem em retira-las. Será que retornarão após a manutenção? Nenhum aviso, comunicação zero da prefeitura. 

Seguimos sem mudanças. Sem conexão. Sem segurança. Quem usa a bicicleta na ZL pede atenção. Queremos que a bicicleta tenha seu espaço em toda a cidade, tenha uma rede que conecta amizades, alegrias, fluidez, saúde, bem-estar, praticidade, mobilidade. Queremos equidade!

Este é um texto de opinião de um(a) autor(a) convidado(a). As opiniões aqui presentes não necessariamente refletem as visões do vereador Toninho Vespoli, ou de sua equipe

Marcia Fernog

Marcia Fernog

Marcia Fernog é cicloativista,designer de moda e mãe. Atualmente compõe o coletivo Bike Zona Leste

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