Mês: setembro 2020

por uma cultura periférica

por uma cultura periférica

Saiba por que a cultura em São Paulo só tem servido aos ricos

Pré-pandemia, São Paulo figurava entre as 6 cidades com maior atividade cultural do planeta e grande parte gratuita e de baixo custo. Mas mesmo diante de um número tão grande de atividades, jamais isto significou a cultura estava sendo acessível para população de forma igual! Grande parte da produção cultural ficava concentrada no quadrilátero central da cidade, com poucas inserções para acesso de mais de 65% da população que vive na periferia ou entornos. Devemos lutar por uma cultura periférica.

Nesta outra realidade das regiões periféricas da cidade de SP, encontramos  pouquíssimos equipamentos culturais em relação à sua população local. Cada equipamento é ainda pouco valorizado, utilizado e mesmo conhecido pela própria comunidade. Ou seja, a prefeitura não investe em cultura para os mais pobres, e ainda não cuida dos poucos equipamentos culturais que já existem!

Essa tendência não é exclusiva dessa prefeitura. Há décadas que os prefeitos priorizam a cultura só no centro da cidade. Por trás disso está, também, uma supervalorização da cultura nos moldes “europeus”, e uma desvalorização de outras vertentes culturais ligadas, por exemplo, às raízes afro-brasileiras. Não faltam recursos para teatros e exposições nos moldes europeus, verdadeiras reproduções de uma cultura elitista. Já apresentações de RAP, Slams e Saraus são completamente negligenciadas.

por uma cultura periférica e para todos!

O povo, sem lazer, se vê obrigado a construir a cultura com suas próprias mãos! Saem à noite em festas e bailes funks onde conseguem ressonância para seus próprios estilos, suas próprias artes independentes e irreverentes! A resposta dos governos, muitas vezes, é a repressão, como no massacre do baile funk em Paraisópolis!

Apesar do descaso do Estado a periferia teima em se reiventar. Há bastante cultura: são saraus, slams, bailes funks e tantas outras expressões culturais periféricas. Uma prefeitura decente deveria, ao invés de reprimir essas iniciativas, fomenta-las! De maneira coletiva, com pé no barro a fim de fomentar aquilo que o povo já construiu. É essa a proposta do pré-candidato a prefeito, Guilherme Boulos. Junto com o Vereador Toninho Vespoli, ele irá transformar a cultura em nossa cidade!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Mandato Popular

mandato coletivo

Sabia que o Toninho Vespoli sempre teve um mandato popular e democrático? Saiba mais:

No período de eleições muitos vão começar a ouvir falar de “mandatos coletivos”. O termo da moda virou chamariz para votos na esquerda. Mas você sabia que o Toninho Vespoli sempre encabeçou um mandato coletivo? Na verdade o mandato dele é coletivo desde muito antes de ser “legal”. Já em 2012, quando foi eleito vereador pela primeira vez, Toninho decidia quase tudo no mandato de forma colegiada, chamando todas e todos interessados em participar! É só que ele prefere falar em mandato “popular” ao invés de “coletivo”. Afinal, falamos, também, de um mandato do povo!

A vida do vereador Toninho Vespoli é super atribulada! Acorda cedo e dorme tarde, com agenda em quase todos os fins de semana. Felizmente ele não tem que fazer tudo sozinho. Pode contar com a força e apoio de uma equipe super dedicada e participativa. Na hora de decidir tudo, desde qual agenda fazer até de que forma votar um projeto de lei polêmico, a equipe toda é convidada a para debater e, em caso de polêmica, votar o que deve ser feito. Toninho atua mais como um representante do grupo do que como um chefe. Sempre está disposto a ouvir, mesmo que não concorde com o que está sendo falado. No fim age de acordo com o que foi decidido coletivamente.

Toninho ouve todo mundo!

E a coletividade não se dá apenas entre os funcionários do mandato. Nos últimos tempos, percebendo a vontade e dedicação do povo em participar mais ativamente da vida pública, Toninho criou o Gabinete na Rua. Reuniões em feiras, ruas e escolas em que o povo foi ativamente chamado pelo Toninho para trazer suas ideias e demandas. Mas isso não vem de agora. Muito antes, desde que foi eleito em 2012, Toninho já ia toda a hora, junto com a sua equipe, visitar onde o povo está! Faz visitas nas escolas, nas periferias, nos sindicatos, nos movimentos sociais… E sempre busca ouvir e lutar pelo que é falado por quem mais entende do que o povo precisa: o próprio povo!

O mandato do Toninho foi, e continua sendo, coletivo, popular e periférico. E a tendência é só melhorar. Quando Guilherme Boulos for eleito pelo PSOL, partido de Toninho, para prefeitura de São Paulo, Toninho vai estar juntinho na criação e participação de comitês de gestão popular e participativa. Mandato popular é coletivo. E o mandato do Toninho é popular!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A Iniciativa Privada é Pior!

A iniciativa privada é pior!

Entenda porque, na verdade, a privatização não resolve os problemas!

No Brasil são muitos que ainda caem na ladainha da privatização. Mas será que a ideia dá certo? Será que a gestão privada é tão eficiente quando alguns defensores dizem?  A resposta pode te surpreender. Não só a gestão pública, em muitos casos, é mais eficiente como mais barata que a iniciativa privada! Em muitos casos, sem dúvida alguma, a iniciativa privada é pior!

Os países que privatizaram os correios, por exemplo, estão sofrendo as consequências. A Alemanha, citada como “case de sucesso” pelos entusiastas do “livre mercado”, registraram aumentos de 400% ao mês(!) nas tarifas de postagens para usuários comuns. E isso tudo sem o governo alemão deixar de pagar subsídios à empresa privada! 

O privado não resolve!

Tem uns que, em plena pandemia, defendem, ainda, a privatização da saúde, como saída. Oras, seria dar uma sentença de morte aos mais pobres! Pega, por exemplo, os Estados Unidos. Lá toda a saúde é privada. Mesmo o famoso Obamacare (lei que regulamentou o serviço de saúde no país) apenas criou subsídios para a população mais pobre contratar os serviços privados. Por isso, 33% das pessoas lá deixam de buscar tratamento para a covid, por medo dos custos. Além disso, na lógica privada, não vale a pena manter camas vazias para caso de situações de emergência (como uma pandemia). Por isso o país já começou a lidar com a crise do corona com menos leitos para atender o povo. E detalhe: lá apenas usam os leitos quem pode pagá-los. Neste caso, claramente, a iniciativa privada é pior!

Além desses, são muitos os outros os desastres do serviço privado. Daria para falar de privatizações desastrosas do saneamento básico, das antenas de rádio, das telecomunicações, das estradas e rodovias, do transporte público… Vários desses exemplos daria para pegar em experiências brasileiras. A privatização quase sempre piora os serviços e aumenta os custos!

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Renda básica

Renda básica

Saiba como a renda básica poderia solucionar o desemprego!

Trabalhamos cada vez mais e ganhamos cada vez menos. Em todas as áreas do trabalho, somos forçados a competir com máquinas e inteligência artificial para mantermos nossos postos. Nunca se produziu tanto, mas também nunca houve tanta desigualdade. Em uma sociedade tão focada no trabalho já passou da hora de nos perguntarmos: Quando poderemos descansar? E descansar com dignidade? A resposta pode ser mais simples do que você pensa: que se faça uma renda básica!

Já sei o que muitos estão pensando. “Mas de onde vai sair o dinheiro?”; “mas as pessoas não iriam parar de trabalhar?”; “e a meritocracia?”. As inseguranças são comuns, e não estão aí por acaso. Desde a revolução industrial a humanidade sofreu uma lavagem cerebral para acreditar que a única fonte de valor é o trabalho humano (diga-se de passagem, nem Karl Marx conseguiu sobreviver a essa tendência). Isso significa, que na visão dominante, um ser humano só tem valor se passar a maior parte de sua vida dando duro em trabalhos pesadíssimos. 

A armadilha do trabalho

A armadilha foi posta para manter a maioria trabalhando enquanto alguns poucos, no topo, conseguem viver vidas de luxo! Não precisa ser assim. Cada vez mais as máquinas se tornam capazes de fazer tarefas pesadas e repetitivas. Se numa perspectiva capitalista isso significa que o valor relativo do trabalho humano acaba diminuindo (já que máquinas costumam ser mais baratas do que a mão de obra equivalente); em uma perspectiva mais libertadora, o mesmo dado significa que podemos nos aproximar de uma sociedade em que o trabalho se torne algo prazeroso, uma opção e não uma obrigação!

Existe dinheiro pra isso sim! Se taxarmos grandes fortunas, os lucros e dividendos dos mega ricos, e garantirmos uma gestão pública mais eficiente e em contato direto com o povo, podemos pagar por uma renda básica! O dinheiro não seria perdido: impulsionaria o consumo, o que aqueceria a economia e aumentaria a arrecadação do Estado. E no processo seria garantida uma sociedade mais justa, em que todas e todos tivessem, ao menos, um mínimo de dignidade!

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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O capitalismo mata!

O capitalismo mata!

Entenda porque, no capitalismo, todo o dinheiro é manchado de sangue!

Desde que nascemos as mortes que o capitalismo causa são disfarçadas. Na educação a maximização do lucro serve como barreira para uma educação capaz de salvar vidas; nos noticiários o medo é colocado contra os mais pobres, as periferias, e casos tristes, porém amplificados, de crimes brutais. Vivemos em uma ditadura do medo. O que não nos contam é que é também uma ditadura sanguinária e distópica. O capitalismo mata – e mata muito!

Mortes na educação

Já bem cedinho nas salas de aula o capitalismo já começa matando. Segundo pesquisas em vários lugares do mundo a criança que não tem ensino médio completo morre até 10 anos mais cedo do que a que tem! Mas pela lógica capitalista, educação seria mera mercadoria. Pouco importa se a falta de acesso custe vidas humanas. A educação pública, por ameaçar ser concorrência à educação privada, acaba sendo sucateada. Há lobbys pesados e ativos em todos os níveis do governo para garantir que a educação pública permaneça ruim. 

Em casa, nos noticiários, o medo é usado para impedir as pessoas de pensarem. Contam casos graves e violentos de assassinatos brutais, geralmente praticados por pessoas pobres e periféricas. A verdade, no entanto, é que quem mais morre é justamente quem é retratado como vilão: as pessoas pobres e negras! Somos convencidos a ter medo justamente daqueles que mais morrem em nossa sociedade. E razão das mortes está muitas vezes relacionadas com as carências das regiões mais pobres. 

A cultura contra a violência!

Educação de qualidade, disponibilização de equipamentos culturais, garantia de emprego e renda são todas coisas que comprovadamente ajudam no combate à violência. Mas para o capitalismo essas coisas não dão lucro. Não há interesse econômico. Para não falar que outra causa da violência é causada diretamente pelos mega ricos: a especulação imobiliária expulsa pessoas de suas casas em São Paulo forçando-as ao desespero. Muitas se tornam moradores de rua, aumentando bastante o risco de morte! Mas isso os noticiários não contam. Preferem vender o medo dos pobres e miseráveis, o que só serve para legitimar uma polícia truculência e, por si própria, assassina. Em nenhum momento a grande mídia reflete que a causa de tanto terror é o próprio capitalismo.

Em última instância, o capitalismo visa apenas o lucro, seja vendendo educação ou jornais. O valor da vida humana fica, na melhor das hipóteses, em segundo plano. No fim é a causa de muitas mortes! O capitalismo mata! Não podemos deixar isso continuar. Ou mudamos, ou restará a barbárie!

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Não Tem Emprego!

Não Tem Emprego!

Saiba porque o desemprego está tão alto, e como podemos supera-lo!

Brasil está com a menor porcentagem de gente trabalhando em sua história, segundo IBGE! Isso mesmo! Quando Bolsonaro, Doria e Covas disseram que uma das principais prioridades de seus governos seria garantir renda e trabalho, eles estavam mentindo pra você! O que eles queriam mesmo era garantir o deles, e beneficiar amigos banqueiros e mega ricos. Agora, com a pandemia, as coisas que já estavam péssimas vão de mal a pior. E mais uma vez os governos mostram a quem eles realmente servem! Há dinheiro para banqueiros. Mas e para o povo? Não tem emprego!

Estão lembrados do vídeo que vazou da reunião dos ministros do Bolsonaro? Aquela em que o (des)ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, falou que queria aproveitar a pandemia para “passar a boiada” (sic.) na floresta Amazônica. Era uma reunião a portas fechadas em que os ministros e o Bolsonaro se sentiram livres para tirar suas peles de cordeiro. E o ministro da economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, não foi exceção. Ele disse que o covil bolsonarista ia “ganhar muito dinheiro salvando grandes empresas”. Sobre as empresas pequenas falou que o dinheiro para salva-las seria “perdido”! 

Paulo Guedes não liga para empregos!

Oras, é malícia, falta de noção ou os dois juntos. Acontece que mais da metade de todos os empregos no Brasil são garantidos por micro e pequenas empresas! Além disso, 90% dos novos empregos criados em 2019 vieram dos micro e pequenos! Para Guedes, colocar dinheiro onde daria trabalho para o povo seria “perder dinheiro”, enquanto dar empréstios pra mega grupos se salvarem na pandemia é “ganhar dinheiro”. De fato, se você for um banqueiro ou trabalhar no mercado financeiro, como era o caso do Guedes antes de virar ministro, os empréstimos do governo te fazem ganhar mais. Já se você for do povo a história muda!

Em São Paulo a coisa não é diferente. Os tucanos João Doria e Bruno Covas até chegaram a prometer linha de crédito para pequenas e micro empresas paulistas. Mas não só o dinheiro não chegou a quem mais precisa como é muito pouco considerando a situação que estamos! A cara de pau fica mais dura quando nos lembramos que a cidade de São Paulo tem pelo menos 12 bilhões de reais em cofre, estocados pelo prefeito Bruno Covas! Oras, o maior programa de linha de crédito anunciado para os pequenos, foi de 150 milhões de reais, pelo governo estadual de João Doria. O dinheiro além de não chegar a todos é apenas 1,5% do que a cidade de São Paulo tem sozinha em caixa! É um descaso sem tamanho com o povo trabalhador! Dinheiro em caixa tem. Agora, não tem emprego pra trabalhador!

Não tem emprego para todo mundo!

Para além da pandemia é importante nos lembrarmos de um problema estrutural, no Brasil e em São Paulo: Não há trabalho para todo mundo! Mesmo ainda em 2019 o desemprego já estava em cerca de 12%! Isso sem nem considerar aqueles que desistiram de encontrar emprego. Se esse número for levado em conta o número ficava perto dos 25%! ¼ da força de trabalho sem ter como trabalhar.

Para resolver isso vai ser necessária uma gestão pública de qualidade, capaz de investir em setores da economia que realmente criam postos de trabalho decentes, além enfim implementar no Brasil o que é apenas uma expansão natural do Bolsa Família: a Renda Básica de Cidadania. Uma espécie de “mesada” que todos os brasileiros possam receber como recompensa por ajudarem a construir esse grande país! Como pagaremos por isso? Bem, não dá pra todo mundo ganhar dinheiro. Peguemos as verbas que Guedes, Doria, Covas e cia. dão para as megas empresas, e façamos a grana chegar no bolso de toda a população! O povo quer trabalho, o povo quer dinheiro, o povo quer comida! O bolo já tá grande demais. Passou da hora de reparti-lo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Bolsonaro é corrupto!

Bolsonaro é corrupto!

Saiba o que o Bolsonaro não quer que você saiba sobre sua história de corrupto!

Parece até piada pensar que Bolsonaro se elegeu prometendo “acabar com a corrupção”. O cara, junto com sua família, tem décadas de esquemas nas suas costas. A propósito, é bom perguntar pra não perder o hábito: por que o Queiroz depositou 89 mil na conta da Michele Bolsonaro? Mas os esquemas vão desde bem atrás, quando o Bolsonaro era apenas um vereador do Rio de Janeiro. Rachadinhas, esquemas com milícia, funcionários fantasmas e doações de empresas corruptas são todos escândalos dos quais a família Bolsonaro sempre fez parte! A verdade é que Bolsonaro é corrupto!

Comecemos pelo que já é notório saber popular, as rachadinhas. Elas funcionaram assim: a família Bolsonaro usava dinheiro público para contratar funcionários em seus gabinetes, e pegava parte dos salários para ela! No caso do filho, o Flávio Bolsonaro, esse esquema está na ponta da língua do povo, mas os escândalos vão de longa data, com participação do atual presidente: enquanto ele era apenas um vereador na capital carioca Bolsonaro já tinha contratado o irmão como funcionário fantasma, provavelmente praticando esse tipo de crime!

Bolsonaro e as milícias

Também tão grave quanto as rachadinhas, é a relação que elas têm com o crime organizado no Rio de Janeiro. Queiroz, quem organizava as rachadinhas, tem relações profundas com as milícias cariocas. Que o dinheiro era desviado, isso já não restam dúvidas. Mas um detalhe ainda não esgotado é para onde exatamente ia o dinheiro. O que já sabemos é que a família Bolsonaro inteira é amiga das milícias no Rio de Janeiro. Jair desde que era vereador elogiava esses grupos criminosos em declarações absurdas à imprensa, além de morar no mesmo condomínio que Ronnie Lessa, miliciano que é um dos principais suspeitos de matar Marielle Franco. A propósito, também para não perder o hábito: Quem mandou matar Marielle Franco?

Outra coisa pra ficar atento: as doações que Bolsonaro recebeu pra suas campanhas políticas. A própria JBS, empresa famosa por escândalos de corrupção, chegou a doar dinheiro que beneficiou campanha de Jair Bolsonaro. O pilantra ainda tem a cara de pau de tentar negar. Acontece que ele repassou a doação para o partido dele, e depois recebeu o mesmo valor do partido na hora da eleição. A “lavagem” feita com o dinheiro não convence: no fim dinheiro da JBS financiou campanha do Jair para deputado federal. E isso não parece ter sido um caso isolado: segundo investigação da folha de São Paulo a campanha presidencial de Jair pode ter sido financiada, em grande parte, por doações ilegais de empresas corruptas! Essas doações financiam as máquinas de fake news da família Bolsonaro!

Não importa o ângulo analisado. Bolsonaro é, e sempre foi o pior que há na política. Recebeu dinheiro de quem não devia, desviou dinheiro público, e está amarrado a grupos criminosos! Tanto legalmente como moralmente Jair Bolsonaro é um corrupto de marca maior!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Racismo estrutural

Racismo estrutural

Saiba algumas faces do racismo em nossa sociedade!

Os assassinatos brutais de João Pedro e George Floyd pela polícia foram a gota d’água necessária para o povo e a mídia reconhecerem como as vidas negras são perseguidas em nossa sociedade racista! Mas por mais chocante que tenham sido esses, entre outros tantos milhares de casos de assassinato, o extermínio do povo negro pelo Estado é apenas uma entre tantas faces do racismo estrutural. Em nossa sociedade o negro ganha menos, é mais desrespeitado, tem mais chance de ser demitido, e corre riscos de vida apenas por andar nas ruas.

Com a crise econômica o Brasil está sofrendo como nunca com o desemprego. O primeiro trimestre de 2019 fechou com a taxa de desemprego astronômica de 12,7%! Mas esse número não conta toda a história. Acontece que se você for preto a sua chance de estar sem emprego é 57% maior do que se você for branco! O racismo se mostra no desemprego, mas também nos salários. Enquanto o branco ganhava em 2017 uma média de 2615 reais, o negro ganhava uma média de 1516 reais! Diferença de 72,5%! E quem é negro e consegue um emprego, ainda enfrenta a chance de ser demitido por conta da sua cor. São inúmeros os casos de escândalos em que empresas são expostas por racismo nas demissões. E isso falando só do que chega ao público.

Racismo na administração pública!

Na administração pública a coisa também é chocante! A maioria dos cargos por indicação acabam indo para pessoas brancas! Pra não falar dos concursos públicos e mesmo das eleições. A maioria das pessoas que acabam tendo a caneta na mão são brancas! Isso em um país e em uma cidade em que pelo menos metade da população é preta ou parda (denominação do IBGE).

É lógico que como tudo em nossa sociedade, o racismo também encontra raízes em uma política educacional deficitária: em 2016 a taxa de analfabetismo entre negros e pardos era de cerca de 11%, enquanto entre brancos de apenas 5%! Ou seja, mais do que o dobro de analfabetismo entre o povo negro!

Isso que é o racismo estrutura! Uma perseguição sistemática a quem é negro em todas as áreas da sociedade! A educação é pior, os salários menores, e a chance de ser morto pela polícia maior! Tudo isso tem que ter um basta!

Alguns são parte da mudança!

Alguns tentam ser parte da mudança. O vereador Toninho Vespoli, por exemplo, , foi um dos principais articuladores do PL 187/2017, que garante cotas raciais em cargos da administração pública. Além disso Toninho luta pela memória do povo negro. Junto a coletivos culturais e de luta antirracista busca homenagear nomes importantes para a formação da identidade do povo negro! É o caso, por exemplo, do pl xx/201y que busca nomear a Rua Zumbi dos Palmares!

Esse tipo de ação é importante, mas não tem efeito algum se o povo não se mobilizar por essas pautas! Os protestos antirracistas foram um bom começo. Mas mais mobilizações são necessárias! Junto temos que mostrar que São Paulo está comprometida na superação do racismo estrutural

Gabriel Junqueira

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Corona Mata Pobres!

Corona Mata Pobres!

Entenda como o corona mata principalmente a periferia de São Paulo

O corona não atinge a todos de forma igual. Na verdade, apesar da doença ter sido trazida ao Brasil por pessoas ricas viajando pela Europa, hoje o pandemia mata a periferia mais do que outras regiões de São Paulo. O fato é que hoje, mais do que qualquer coisa, o corona mata pobres!

Durante a quarentena toda a narrativa da grande mídia e de grande parte dos políticos foi sobre jogar a culpa e responsabilidade nas costas do povo pobre. “Fique em casa” falaram eles de suas torres de marfim. Oras, é fácil falar de isolamento pra quem pode se dar ao luxo de trabalhar em casa, em apartamentos luxuosos com internet de alta velocidade. Mas para os mais pobres, muitos sem moradia digna, e precisando colocar comida na mesa, o isolamento não foi uma opção! Durante a pandemia as periferias foram obrigadas a sair de casa para trabalhar. Enquanto isso os mais ricos puderam ficar em casa, em uma espécie de “quarentena gourmet”. O resultado: se no começo da pandemia a maioria das vítimas do corona eram ricas, hoje a grande maioria dos mortos em São Paulo vive na periferia, como mostram dados oficiais da própria prefeitura. [insira dado atualizado] O corona mata pobres!

Podia ser diferente

Toninho Vespoli queria que as coisas fossem diferentes! Protocolou uma série de projetos de lei que garantiriam a renda básica de 1 salário mínimo para quem mais precisa. O benefício iria para milhões de desempregados, trabalhadores informais, pessoas de baixa renda, trabalhadores da cultura, entre outros tantos que se viram sem suporte durante a pandemia! O problema é que para essas normas serem aprovadas, seria necessário o apoio da maioria dos vereadores da Câmara Municipal. Estes políticos são muitas vezes corruptos a serviço dos mega ricos! Também não ajuda termos um prefeito inimigo do povo, que já vetou uma série de projetos que trariam mais benefícios à população paulistana! Por isso é  importante nessas eleições mudarmos as coisas! 

Guilherme Boulos, pré-candidato a prefeito pelo PSOL, seria capaz de dar continuidade a projetos populares como os de Toninho Vespoli! Para mudarmos São Paulo, e vencermos o corona, é importante todos estarmos com Toninho e Boulos, e assim garantir um governo a serviço do povo!

Gabriel Junqueira

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Reflexões do Grupo JUPIC (S. Paulo Apóstolo IV Centenário) sobre o Cuidado com a Casa Comum

São Paulo, 17 de setembro de 2020

O Homem é a mais insana das espécies. Adora um Deus invisível e mata a natureza visível

Sem perceber que a Natureza que ele mata é o Deus invisível que adora.
Hubert Reeves

Nós, integrante do Grupo JUPIC (Justiça, Paz e Integridade da Criação), da Paróquia São Paulo Apóstolo, Região Belém, reunidos em 14 de setembro de 2020, rezando e refletindo sobre as queimadas ilegais e o desmatamento, a realidade dos povos indígenas e outras agressões as nossa Mãe Terra, resolvemos externar a nossa indignação e soltar o nosso grito de SOS, por meio deste documento.

Estamos vivendo de 01/09 a 04/10 o Tempo da Criação, onde somos convidados a refletir que todos somos filhos e filhas da Terra. Mais ainda, como humanos, somos a própria Terra em seu momento de sentimento, de pensamento, de amor e de veneração, e, portanto, temos o compromisso de Cuidar da Casa Comum com responsabilidade, pois tudo está interligado!

Mas, infelizmente, nos colocamos na contramão deste compromisso e estamos colocando em risco não somente as vidas futuras, mas todas as formas da vida presente. Nos alerta a Carta Encíclica Laudato Si, 8: “Quando os seres humanos destroem a biodiversidade na criação de Deus; quando os seres humanos comprometem a integridade da terra e contribuem para a mudança climática, desnudando a terra das suas florestas naturais ou destruindo as suas zonas úmidas; quando os seres humanos contaminam as águas, o solo, o ar tudo isso é pecado. Porque, um crime contra a natureza, é um crime contra nós mesmos e um pecado contra Deus”.

“Estas situações provocam gemidos da irmã terra, que se unem aos gemidos dos abandonados do mundo, como um lamento que reclama de nós outro rumo. Nunca maltratamos e ferimos a nossa casa comum como nos últimos dois séculos”. LS 6

No Brasil vivemos um total descaso com o cuidado da Casa Comum. Tem aumentado demasiadamente o desmatamento, nossa casa está pegando fogo, em função de tantas queimadas criminosas. Quantos pássaros não poderão mais voar? Quantos animais não poderão mais correr, pular? Quantos peixes não poderão mais nadar? Quanta água contaminada? Quantos indígenas assassinados e sem a floresta? Quantos ribeirinhos sem trabalho? Quantos pessoas sem qualidade de vida? Quanto ar poluído? Quanta fauna e flora destruída?

Lamentamos e denunciamos o silêncio cumplice governamental. A omissão deste governo com a preservação do meio ambiente incentiva a queimada e o desmatamento ilegais. O sangue corre em suas mãos, como correu na mão de Caim que matou Abel. Gen, 4,10. É preocupante quando o centro não é a vida, mas o mercado pautado no lucro a qualquer custo. E em nome do lucro se mata, se vende, se cala, se corrompe, não se implementam políticas públicas, não se homologa a terra dos povos originários, não se faz a Reforma Agrária, e muitos ficam impunes diante de tantas atrocidades cometidas. Até quando o dinheiro estará acima da vida?

Queremos outra Economia, outra de verdade, radicalmente alternativa, não simplesmente de “reformas econômicas”. A Outra Economia não pode ser somente econômica. Há de ser integral, ecológica, intercultural, a serviço do Bem Viver, na construção da plenitude humana, desmontando a estrutura econômica atual que está exclusivamente a serviços do mercado total, homicida de pessoas, genocida de povos, destruidora da Casa Comum.

Quando morrer a utopia, quando morrer a utopia, toda canção, toda paixão, morrerão.
Quando morrer a utopia, quando morrer a utopia, terra e céu, tombarão.
Quem cuidará das estrelas, quem velará pelas flores, no coração em nosso chão? Quando morrer a utopia?

Conclamamos a tua solidariedade para que na solidariedade universal possamos resguardar todas as formas de Vida.

Exigimos da esfera governamental atitudes concretas que possam barrar os crimes ambientais e medidas emergenciais, com o uso de todos os recursos necessários para apagar os incêndios que destroem, neste momento, a Floresta Amazônica, o Pantanal e outros biomas brasileiros.

Exigimos dos demais poderes da república e das forças políticas, religiosas e sociais deste país posicionamentos firmes que levem as autoridades públicas a extrapolarem o normal e fazerem o extraordinário, para alterar o atual quadro de morte de nossa fauna, flora e dos povos indígenas.

Solicitamos de cada cidadão e irmão cristão a atitude de encaminhar este documento aos parlamentares, autoridades públicas e religiosas que possam interferir para a mudança do cenário atual.

“Nossa Senhora de todas as dores! Lava em tuas lagrimas a fumaça que nos sufoca e liberta o voo que nos roubaram! Que não nos anestesiem para que encaremos, lúcidos, o atiçador do irmão fogo”

 

Abraços fraternos !

______________
Padre Norbert H. C. Foerster

______________
Liz Mari da Silva Marques

 

____________
Flariston Francisco da Silva

JUPIC - Paróquia São Paulo Apóstolo -  IV Centenário

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