A insistência no retorno presencial das escolas

A insistência no retorno presencial das escolas

O retorno ainda não é seguro! Especialmente durante a segunda onda! Entenda mais:

A Instrução Normativa nº 8, de 01/04/21 trata de alterar o período de recesso. Como o prefeito decretou feriado antecipado dentro do período de recesso que também já estava antecipado para professores e alunos, na prática ficou: recesso, feriado, recesso e as aulas presenciais hipoteticamente voltam a partir do dia 12 de abril com 35% dos estudantes.

Todo esse malabarismo acontece para servir como uma cortina de fumaça que tenta esconder a aproximação da desesperadora marca de cerca de 4 mil mortes por dia em decorrência da contaminação por Covid-19 e a insuficiência do governo em garantir uma volta às aulas com segurança.

Paralela à publicação, a greve dos profissionais da Educação continua em curso e tem sido responsável direta por ter impedido que esses números de contágios e mortes fossem ainda maiores.

Como resposta à reivindicação legítima de lutar pelo trabalho remoto para todos os educadores e estrutura aos estudantes e famílias com tablets, chips e alimentação garantida em casa para todos os estudantes, o governo continua intransigente e inclusive já ordenou o corte de ponto dos grevistas.

Desde março do ano passado, quando foi decretada a situação de emergência em São Paulo os trabalhadores mais precarizados têm sofrido mais pois continuam fazendo uso de transporte público, atendimento presencial à comunidade, entregando cestas, cartões, materiais e etc; pior ainda para as trabalhadoras das empresas terceirizadas que além da exposição, muitas têm tido redução salarial ou até mesmo a suspensão de contratos de trabalho.

O governo precisa cuidar de seu povo e garantir renda para a população conseguir sobreviver nesse momento mais crítico sem precisar ficar exposto como numa roleta russa.

A publicação fala ainda em testagem para servidores, terceirizados e transportadores escolares e trata a Educação como serviço essencial, mas não garante vacina aos trabalhadores. Dessa forma, servirão apenas para dois tipos de estatísticas: levantamento de contágios e de mortes.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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