Destaques

Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo!

A Virada começou! Boulos dispara na última pesquisa do Ibope Datafolha (dia 08/10)! Cresceu em 50%, de 8 para 12 pontos percentuais na pesquisa estimulada. Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E isso apesar de todas as dificuldades que a direita e a mídia burguesa tem jogado contra Boulos e Erundina! Cancelaram os debates na Record, CNN, SBT e Rede TV. Estão ficando com medo! Medo da mudança e da Revolução Solidária que se encaminha. Mas juntos conseguiremos vencer! Boulos é o único candidato que pode vencer o BolsoDoria! Russomano é o candidato do Bolsonaro, o candidato do fascismo, das milícias, do racismo, machismo e LGBTQfobia! Covas é o candidato de Doria, o candidato do banho frio em moradores de rua, do desinvestimento na educação direta, da reforma da previdência municipal, da venda da cidade! Boulos vai mudar São Paulo! Boulos e Erundina são os candidatos da esperança, da solidariedade, dos conselhos populares, da luta por moradia, dos mutirões, do orçamento participativo... E juntos eles vão mudar para valer São Paulo! Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E juntos com Toninho cnseguirão mudar São Paulo!

A hora da virada começou!

A Virada começou! Boulos dispara na última pesquisa do Ibope Datafolha (dia 08/10)! Cresceu em 50%, de 8 para 12 pontos percentuais na pesquisa estimulada. Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E isso apesar de todas as dificuldades que a direita e a mídia burguesa tem jogado contra Boulos e Erundina! Cancelaram os debates na Record, CNN, SBT e Rede TV. Estão ficando com medo! Medo da mudança e da Revolução Solidária que se encaminha. Mas juntos conseguiremos vencer!

Boulos é o único candidato que pode vencer o BolsoDoria! Russomano é o candidato do Bolsonaro, o candidato do fascismo, das milícias, do racismo, machismo e LGBTQfobia! Covas é o candidato de Doria, o candidato do banho frio em moradores de rua, do desinvestimento na educação direta, da reforma da previdência municipal, da venda da cidade!

Boulos vai mudar São Paulo!

Boulos e Erundina são os candidatos da esperança, da solidariedade, dos conselhos populares, da luta por moradia, dos mutirões, do orçamento participativo… E juntos eles vão mudar para valer São Paulo! Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E juntos com Toninho cnseguirão mudar São Paulo!

Os outros candidatos, Russomano e Bruno Covas começam com mais dinheiro, mais apoio na mídia e mais tempo de TV. Mas nós temos o apoio popular, de milhares de pessoas engajadas com a nossa campanha. E é assim que nós conseguiremos vencer o fascismo: com a força do povo!

Para ajudar Boulos a governar precisamos de uma Câmara forte e competente. Por isso que Toninho Vespoli precisa ser reeleito, para ajudar Boulos e Erundina a governarem São Paulo! Assim nós conseguiremos ir pra frente com a mudança! Vencer o Fascismo, a corrupção e o “jeitinho” da direita! Vamos juntos!

Doe para nos ajudar a fazer a construir a mudança na Câmara dos Vereadores!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Polícia Federal ataca Boulos!

Polícia Federal ataca Boulos!

Bolsonaro morre de medo de ter Guilherme Boulos no segundo turno para prefeitura de São Paulo! Tem medo por que sabe que Boulos pode vencer do seu candidato preferido à prefeitura, Celso Russomano. Por isso moveu os pauzinhos na Polícia Federal para criar um processo contra Boulos. A razão do processo é uma postagem no twitter de Boulos crítica ao presidente. A verdade é que Bolsonaro e a Polícia Federal estão querendo nos intimidar! Bolsonaro loteou a PF e a transformou em uma Gestapo brasileira a serviço do presidente! Parece que não existem limites para o autoritarismo do palhaço da Alvorada! Com Bozo por trás, a Polícia Federal ataca Boulos!

Mas a gente vai dar a volta por cima! Junto ao Mandato Popular do Vereador Professor Toninho Vespoli 50650, participaremos um twitaço hoje, dia 28/09 às 19h, contra a censura e pela candidatura do Boulos 50 para prefeito! Veja no final como participar do Twitaço!

O Professor Vereador Toninho Vespoli não ficou calado: denunciou a Gestapo brasileira em suas redes sociais!

Boulos criticou o presidente no twitter. Apenas apontou como o autoritarismo do Bolsonaro lembra muito o do antigo rei da França Luís XV. O rei gringo, assim como o Bolsonaro, se achava maior e mais importante do que o seu país ou do que os interesses do povo. A população ficou com raiva e não deu outra: o rei acabou guilhotinado! Foi essa a mera constatação histórica de Boulos no Twitter. Mas para o orgulho frágil de uma PF e de um presidente que não ligam para a história, isso foi o suficiente para intimidar o candidato a prefeito com um inquérito!

Precisa desenhar?

Nem precisa desenhar, né? A verdade é que o Bolsonaro é quem está puxando as cordinhas de tudo! Aparelhou a Polícia Federal transformando ela numa Gestapo brasileira No fim, ao ser autoritário desse jeito, passando por cima de instituições democráticas, o Bolsonaro se assemelha ainda mais ao Rei guilhotinado da França. Uma hora o povo acorda. Uma hora o povo reage. É isso que eles se recusam a entender!

Além do orgulho frágil, está por trás disso tudo uma intimidação contra Guilherme Boulos 50, candidato a prefeito de São Paulo pelo PSOL. Acontece que como mostram as últimas pesquisas em São Paulo, Boulos é quem tem mais chance de tirar São Paulo das garras da direita. Bolsonaro morre de medo disso. Tem tanto medo que até apoiou a galinha voadora, Celso Russomano, para o cargo de prefeito. O Bozo, assim como toda a São Paulo, sabe que Russomano não vence. Mas o objetivo real do Bozo é garantir a vitória do direitista Bruno Covas no segundo turno! Ele prefere qualquer um ao invés de uma candidatura progressista e popular como a do Guilherme Boulos! Por isso mesmo está disposto até mesmo a mandar a Gestapo brasileira em cima do Guilherme Boulos. Ou seja, por isso que a polícia federal ataca Boulos!

Toninho é Boulos, e Boulos é Toninho

O que o Bolsonaro tem tanto medo é de ver o povo participando ativamente da política. O presidente absolutista até consegue domínio na internet com sua máquina de ódio e exército de bots. Mas na hora de conversar, olho no olho, sobre quais ideias o povo quer sendo levadas a frente, o Bozo sabe que não tem a menor chance. Por isso fica tentando tirar a atenção dos problemas reais e fica em campanha permanente buscando polêmica atrás de polêmica. Ele teme tanto pessoas como Guilherme Boulos 50 e Toninho Vespoli 50650 por que essas são pessoas que se propõe a irem ter conversa cara a cara com o povo para planejar a política de São Paulo. Ao invés de uma Gestapo colocada pra cima da oposição, Boulos prefere escutar o povo!

Continuando com o legado de Luiza Erundina, a melhor prefeita da história de São Paulo, os dois candidatos querem uma política de construção de moradia com mutirões, uma política de valorização da economia local, uma política de orçamento da cidade feita em reuniões em conjunto com a população. Enfim, propõe uma política do povo, com o povo e pelo o povo! E na verdade, é disso que o Bolsonaro tem medo: do povo na política!

Participe do twitaço

Você também pode lutar contra a censura e ajudar a mudar a política pra valer! Hoje, dia 28/09, às 19 horas da noite, Guilherme Boulos, junto a Toninho Vespoli e outras lideranças populares, estarão organizando um Twitaço contra a censura Bolsonarista! Para participar é bem simples: é só HOJE, às 19 horas, fazer uma publicação no Twitter com as #NãoIrãoNosCalar, #EstamosJuntosComBoulos e #ToComToninho! Parece muito complicado? Então é só voltar aqui nessa página e clicar no botão “tweet” logo abaixo às 19 horas!

Não aceitaremos censura! O absolutista do Bozo e a Gestapo Brasileira não irão nos calar! Estamos Juntos com Guilherme Boulos 50 e Toninho Vespoli 50650 contra a censura e pelo povo! #NãoIrãoNosCalar #EstamosJuntosComBoulos #ToComTonino

Comida para quem tem fome e repulsa para quem não enxerga o próximo

É com profunda indignação e repulsa que nosso mandato condena a fala da primeira- dama e Presidente do Fundo Social de São Paulo, Bia Doria pelas recentes declarações preconceituosas e desconectadas da situação de mazela social em que vivem os moradores em situação de rua de São Paulo.

A esposa do governador João Doria (PSDB) revela absoluto despreparo para estar a frente do Fundo Social de São Paulo e demonstra profunda e inadmissível falta de respeito aos Direitos Humanos ao pronunciar que “Não é correto você chegar lá na rua e dar marmita”. Bia Doria ainda relata que “A rua é um atrativo, a pessoa gosta de ficar na rua”.

Insensibilidade!

As falas demonstram a insensibilidade da elite econômica que governa São Paulo e revelam o quanto a família Doria é incapaz de enxergar o povo e a cidade profundamente desigual que vivemos. Em meio a maior crise sanitária do país e com o inverno rigoroso que castiga quem tem frio, Bia Doria diz dentro do conforto do Palácio dos Bandeirantes para não dar alimento ao próximo. Joga a própria sorte os que não tem casa e não tem comida e fere o sentimento de solidariedade que nos une como seres humanos em situações como a fome.

É assustador ver uma artista plástica ter uma interpretação de mundo sem sentimentos de fraternidade. Suas peças devem ser insensíveis ao flagelo humano gerado pelo capitalismo e sua visão deturpada da realidade deve se resumir apenas ao seu mundo.

Fala desumana

Como vereador da cidade e vicepresidente da Comissão de Direitos Humanos da CMSP, e em nome dos mais de 25 mil moradores em situação de rua da cidade, repudio veementemente a fala desumana, preconceituosa e criminosa de primeira-dama Bia Doria. Em conjunto com outros membros da comissão dessa Casa, pediremos esclarecimentos e protocolaremos convites oficiais para a primeira-dama visitar locais da cidade para aprimorar sua visão sobre a fome e a situação da população que vive nas ruas.

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli é vereador de São Paulo pelo PSOL e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São PAulo

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

A esquerda paulista e a urgência de um novo tempo

Entenda porque não dá mais para a esquerda fazer "mais do mesmo"!

No dia 16, o Partido dos Trabalhadores (PT) definiu o seu candidato para disputar a prefeitura de São Paulo em 2020. A decisão é relevante para o cenário eleitoral, pois o PT já governou a cidade por três mandatos e ainda preserva força no município. Ao mesmo tempo, ela instiga reflexões dentro do que se convenciona chamar de esquerda ou de campo progressista, compreendendo, aqui, não somente os partidos, como também os movimentos sociais e a massa crítica da sociedade.

O Brasil enfrenta a maior crise sanitária, econômica, política e social de sua história. São Paulo, a maior cidade do país, é epicentro do coronavírus. Milhares de pessoas estão confinadas há semanas dentro de casa. Outras, abandonadas pelo Estado, precisam sair às ruas para trabalhar. Multidões morrem ou se infectam, perdem os empregos e passam fome, acima de tudo nas periferias.

Diante desse quadro, todos intuímos mudanças e perigos profundos. Todos ficamos, em geral, com a sensação correta de que “nada será como antes”, para citar a música de Milton Nascimento.

Mas se nada será como está, podem as decisões dos partidos políticos, especialmente os de esquerda, seguirem em frente como se tudo estivesse normal? Acredito que não. E creio que, olhando o caso do PT, podemos extrair algumas conclusões sobre os caminhos a seguir (ou não seguir).

O povo está cansado do político tradicional!

Há anos, a sociedade brasileira vem cansada da figura do “político tradicional”. Geralmente identificada com o rosto de um homem branco e rico, esse político, na verdade, é alguém que não fala sobre o destino de milhões de pessoas que sofrem num dia a dia de muitas privações na cidade. Para ele, o fundamental é controlar sua máquina partidária, garantir sua eleição e reeleição, além de colaborar com os grandes interesses econômicos, em nome dos quais governa ou legisla.

A desconexão dessa figura com a maioria do povo é real e só aumenta no atual contexto. Isso porque os cidadãos e cidadãs que sofrem com a pandemia, geralmente, têm um rosto bastante distinto. São as mulheres na linha de frente dos serviços essenciais, as negras e os negros que auto-organizam os bairros para sobreviver, a juventude que ocupa a internet para forjar novas formas de manifestação e contestar o presidente. São, ainda, as LGBTs, os povos indígenas, os movimentos sociais, os lutadores da cultura, da saúde, da educação, dos direitos humanos, das pessoas em situação de rua e do direito à cidade.

É obrigação da esquerda, portanto, encarnar um perfil e um programa que representem essas maiorias sociais, e não a casta política envelhecida. Também é momento de superar experiências que falharam no passado e que nos trouxeram para o labirinto desesperador em que nos encontramos.

A esquerda precisa entender as urgências do povo!

Para conquistar e movimentar pessoas que se movem por ideais progressistas e preocupadas com os perigos do bolsonarismo, é necessário primeiro perceber essas urgências. Só assim, pode-se defender um programa de esquerda, que combata privilégios e desigualdades e persista no caminho da igualdade, da justiça e da solidariedade entre as pessoas.

Não se pode deixar de apontar que, no passado recente tanto do Brasil como da cidade de São Paulo, foi por ter abandonado bandeiras programáticas históricas que uma parcela da esquerda se desmoralizou perante o povo. A propósito, o fenômeno não pertence apenas ao passado. Ainda hoje, nos estados em que governa, o PT e outros partidos aplicaram a reforma da previdência e, no fundo, colaboram com os interesses do grande empresariado e das oligarquias políticas.

Num período em que se debate tanto — e corretamente — a urgência de unidade para derrotar o bolsonarismo, não adianta tentar esquecer esses fatos. Apenas uma esquerda que enfrente, e não que se integre ao regime, pode reconquistar a esperança de milhões. E é claro que, ao tomar uma decisão como a que recentemente tomou em São Paulo, a direção do PT mostra que está muito distante de chegar a essas conclusões, decepcionando até mesmo parte de sua base. Cabe aos setores que nunca se renderam a essa lógica, então, tomar a dianteira dos processos de reorganização e inclusive de unidade.

As candidaturas não podem ser decididas pelas cúpulas partidárias!

Por fim, deve-se atentar para o aspecto da democracia interna para tomada de decisões. Não podemos naturalizar que a escolha de candidaturas se dê apenas pela cúpula partidária. Radicalizar a participação das bases é um caminho incontornável. Se estamos diante da impossibilidade de promover encontros presenciais por conta da pandemia, soluções criativas devem ser buscadas visando preservar, e não destruir, a democracia partidária.

O que está em jogo não é pouca coisa. Temos diante de nós os desafios de frear, nas cidades, a sanha autoritária do projeto de Bolsonaro; de dialogar com uma sociedade em estado de intensa transformação e de degradação, por causa da crise; e ainda, de apresentar, pela esquerda, um projeto viável para o futuro. O melhor da energia dos setores dinâmicos da sociedade, daquelas e daqueles que resistem apesar da barbárie, é o que deve nos mover.

Isso é infinitamente mais importante do que os velhos cálculos e interesses eleitorais.

Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim é Deputada Federal de São Paulo pelo PSOL. Junto a Toninho Vespoli, compôs a bancada dos vereadores do PSOL em São Paulo.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Esqueçam a bala de prata.

Esqueçam a bala de prata.

Esqueçam a bala de prata. Como em uma luta de boxe que será definia por pontos, sair cantando vitória é fundamental na “teatralidade” do ato mas ineficaz no resultado final que se aproxima. Assim, as últimas 24 horas pós divulgação de um escandaloso vídeo se explicam:

O bolsonarismo não cresceu, o bolsonarismo não lucrou e muito menos ‘ressurgiu’ pós divulgação. Ele continua lá, extremamente barulhento e cada vez mais limitado aos 25% que o defendem, no gráfico identificados pela cor verde.

O agrupamento que polariza com o bolsonarismo que, outrora foi de esquerda/progressista, passa a ser composto por um universo de atores e clusters improváveis até meses atrás. Aqui (azul) se unem atores ligados à imprensa, parlamentares de esquerda, influenciadores como Felipe Neto e até mesmo lavajatistas – os mais interessados de forma direta pelo conteúdo divulgado no vídeo.

O debate sobre lavajatistas também se faz necessário, uma vez que o embate aqui não é, após muitos anos, entre esquerda/bolsonarismo, mas sim entre lavajatistas e bolsonaristas. São eles que duelam e sangram pelo poder da narrativa e pela condução dos fatos. Fato é que ambos sangraram, e muito, durante os próximos dois anos e meio ou até que uma das duas frentes (hipótese extremamente improvável até aqui) ceda. Cena dos próximos episódios.

Por fim, vale mais uma vez destacar que um agrupamento novo e cada vez mais integrado ao anti-bolsonarismo se forma a partir de clusters não ligados à política tradicional. Apresentam mais de 15% do gráfico anexo e são representados majoritariamente pela cor vermelha. Não se unem ao debate lavajatista vs bolsonarismo, mas sim ao descaso federal em relação a pandemia.

Não podemos esquecer da pandemia!

Esse último ponto nos lembra um fato essencial na narrativa: estamos no meio de uma pandemia. E ela não dá sinais – assim como o governo federal – de que está sob controle. Para além do embate político existe o mundo cotidiano, real. Onde milhares de pessoas morrem diariamente. Diz a “teoria de graus de separação”, do estadunidense Stanley Milgram, que chegamos a qualquer pessoa no mundo com seis conexões. A pergunta é: quanto tempo levará para que todo brasileiro perca um ente querido para a pandemia? Essa realidade dificilmente deixará o bolsonarismo ileso, independente de quanto eles gritem após o 12º round.

Pedro Barciela

Pedro Barciela

Pedro Barciela é cientista de Dados.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Até quando teremos que trabalhar tanto?

Até quando teremos que trabalhar tanto?

Hoje é dia do trabalhador! É dia de memória. Memória sobre décadas de luta! Memória sobre nossas conquistas, mas também sobre nossas derrotas em páginas tão infelizes de nossa história. Mas também é dia de reflexão, dia de tentar entender, por que as coisas são como são. Por que os salários não aumentam? Por que as jornadas não diminuem? Por que, enquanto tantos trabalham duro para pagar o pão de cada dia, a desigualdade no país só cresce? Por que em meio à pandemia do coronavírus, os mais pobres parecem ter que pagar pela crise mais do que os mais ricos? E por fim, afinal, até quando teremos que trabalhar tanto?

Hoje é dia do trabalhador! É dia de memória. Memória sobre décadas de luta! Memória sobre nossas conquistas, mas também sobre nossas derrotas em páginas tão infelizes de nossa história. Mas também é dia de reflexão, dia de tentar entender, por que as coisas são como são. Por que os salários não aumentam? Por que as jornadas não diminuem? Por que, enquanto tantos trabalham duro para pagar o pão de cada dia, a desigualdade no país só cresce? Por que em meio à pandemia do coronavírus, os mais pobres parecem ter que pagar pela crise mais do que os mais ricos? E por fim, afinal, até quando teremos que trabalhar tanto?

Conquistas históricas!

Os últimos dois séculos foram importantíssimos para a conquista dos trabalhadores de direitos básicos. Desde a segunda revolução industrial, em meados do século XIX, movimentos trabalhistas no mundo inteiro se uniram na luta por jornadas de trabalho justas, salários mínimos, garantias de estabilidade entre outras bandeiras! Em alguns casos houveram derrotas. Em outros, vitória!

Aqui no Brasil do comunista Luiz Carlos Prestes ao anarquista Antonio Candeias Duarte, muitos foram os lutadores por condições dignas de trabalho! O mais belo fruto de décadas de luta foi a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) – hoje atacada por governos de direita. Foi, para a época extremamente avançado, que garantia direitos básicos aos trabalhadores brasileiros!

Angelo Bandoni

Conquistas históricas!

Os últimos dois séculos foram importantíssimos para a conquista dos trabalhadores de direitos básicos. Desde a segunda revolução industrial, em meados do século XIX, movimentos trabalhistas no mundo inteiro se uniram na luta por jornadas de trabalho máximas, salários mínimos, garantias de estabilidade entre outras bandeiras! Em alguns casos houveram derrotas. Em outros, vitória!

Aqui no Brasil do comunista Luiz Carlos Prestes ao anarquista Angelo Bandoni, muitos foram os lutadores por condições de trabalho dignas! O mais belo fruto de décadas de luta foi a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Diploma legal, para a época extremamente avançado, que garantia direitos básicos aos trabalhadores brasileiros!

Angelo Bandoni

Perdas recentes:

Mas os avanços não foram o suficiente. Segundo estudo da faculdade  Insper, entre o ano 2000 e 2011 a produtividade aumentou em ritmo mais acelerado do que os aumentos salariais. Ao mesmo tempo, as jornadas de trabalho se mantiveram as mesmas. Ou seja, em termos talvez um tanto antiquados, a exploração da mais valia só aumentou. Era para os trabalhadores receberem mais e trabalharem menos! Ao invés disso os governos aprovaram diversas reformas trabalhistas que tiraram direitos históricos dos trabalhadores, rasgando a CLT em pedaços. Essas medidas, segundo especialistas, não geraram empregos e abriram o caminho para a terceirização e precarização das relações de trabalho. 

Tão grave quanto o sucateamento dos postos de trabalho fixo, tem sido a inação das forças públicas em criar formas de sustento e emprego para todos. Ocorre que dos milhões de trabalhadores do Brasil, uma imensa parte não teve acesso a cargos formais de trabalho. Ao invés de investir pesadamente em empréstimos e em educação profissional para a população mais pobre, o Estado limitou-se a flexibilizar a definição de emprego e empresa.

Perdas recentes:

Mas os avanços não foram o suficiente. Segundo estudo da faculdade  Insper, entre o ano 2000 e 2011 a produtividade aumentou em ritmo mais acelerado do que os aumentos salariais. Ao mesmo tempo, as jornadas de trabalho se mantiveram as mesmas. Ou seja, em termos talvez um tanto antiquados, a exploração da mais valia só tem aumentado. Era para os trabalhadores receberem mais e trabalharem menos! Ao invés disso os governos aprovaram diversas reformas trabalhistas que tiraram direitos históricos dos trabalhadores, rasgando a CLT em pedaços. Essas medidas, segundo especialistas, não geraram empregos e abriram o caminho para a terceirização e fragilização das relações de trabalho. 

Tão grave quanto o sucateamento dos postos de trabalho fixo, tem sido a inação das forças públicas em criar formas de sustento e emprego para todos. Ocorre que dos milhões de trabalhadores do Brasil, uma imensa parte não teve acesso a cargos formais de trabalho. Ao invés de investir pesadamente em empréstimos e em educação profissional para a população mais pobre, o Estado limitou-se a flexibilizar a definição de emprego e empresa.

Os trabalhadores invisíveis

O resultado foi uma imensa quantidade de brasileiros começando a trabalhar de maneira informal e à margem dos direitos. Se viram como podem para conseguir renda e sobreviver. Uns ainda criaram pequenas e microempresas, e ainda outros tantos que, em meio à ameaça de miséria, se tornaram Microempreendedores Individuais (MEI). 

As MEIs e as micro e pequenas empresas constituem 70% das ocupações!

Segundo estudo da SEBRAE

Outros tantos trabalhadores são informais, autônomos, e sem carteira de trabalho. Por não serem registrados, muitas vezes eles nem entram nos números de pesquisas sobre trabalho e renda no Brasil. Para esses trabalhadores e microempreendedores, desde sempre, os ganhos são incertos. Eles têm suas rendas variando com qualquer mudança mínima na economia. Agora, com o novo coronavírus, eles, tão negligenciados, têm sido os que mais sofrem. São trabalhadores precarizados em direitos e na garantia de renda. 

E os bancos não facilitam. Para se ter uma ideia, 60% das micro e pequenas empresas que pediram empréstimos durante a pandemia tiveram seus pedidos negados. Para os 40% dos “trabalhadores empreendedores” que conseguiram empréstimos as coisas também não são tão boas. Os juros durante a pandemia estão mais altos. O resultado é que os bancos estão lucrando bilhões em cima da tragédia de muitos.

Nem bancos e nem Estado. Os mais frágeis continuam sendo negligenciados!

Mas o descaso não tem sido apenas dos bancos. Em plena pandemia, o mínimo a se esperar por parte das forças públicas seria algum tipo de auxílio financeiro aos trabalhadores. Mas, seja você um funcionário de siderúrgicas, ou um microempreendedor, há uma grande chance de nenhum auxílio ter chegado. Não só o Governo criou critérios que deixam de fora grande parte dos que vão precisar, como ainda estão enrolando para liberar os auxílios. Os insuficientres 600 reais aprovados, a muito custo, no congresso até agora não chegaram para grande parte de quem teria direito.

Michel Temer, presidente que sancionou a reforma trabalhista
Michel Temer, presidente que sancionou reforma trabalhista

Nem bancos e nem Estado. Os Micro são negligenciados!

Mas o descaso não tem sido apenas dos bancos. Em plena pandemia o mínimo a se esperar por parte das forças públicas seria algum tipo de auxílio financeiro aos trabalhadores. Mas, seja você um funcionário de siderúrgicas, ou um microempreendedor, há uma grande chance de nenhum auxílio ter chegado. Não só o Governo criou critérios que deixam de fora grande parte dos que vão precisar, como ainda estão enrolando para liberar os auxílios. Os míseros 600 reais aprovados, a muito custo, no congresso até agora não chegaram para grande parte de quem teria direito.

E o rico fica mais rico

Se você for um milionário, entretanto, as notícias são melhores: segundo o IBGE, somente entre 2014 e 2018, a riqueza do 1% mais rico aumentou 9,4%. No mesmo período, a renda dos 5% mais pobres caiu em 39,3%. O que tem acontecido é um verdadeiro Robin Wood ao contrário, em que centenas de bilhões de reais têm sido transferidos do povo trabalhador para os mais ricos. No fim o que ocorre é uma realidade em que nunca se produziu tanto, e em que a população nunca ganhou tão pouco. Os ricos têm ficado mais ricos, e os pobres, mais pobres.

Talvez um triste pensamento esteja passando na cabeça de alguns: todos devem se adaptar, trabalhar duro, merecer o pão. A ideia herdada dos dominadores de que o brasileiro seria preguiçoso e não gostaria de trabalhar. 

O brasileiro trabalha demais!

Mas a verdade é que brasileiro trabalha (e muito!). Basta se lembrar dos catadores de lata, ambulantes, artistas de rua, motoristas, diaristas, a maioria moradores em situação de rua, que percorrem em média 20 quilômetros por dia, trabalhando em busca de sua subsistência. Ou dos trabalhadores da construção civil, que graças à influência das construtoras e das imobiliárias, continuam quebrando laje, se arriscando em plena pandemia! Ou ainda dos trabalhadores entregadores, que, em troca de merrecas arriscam suas vidas transportando mercadorias de cima para baixo, sabendo da chance de pegarem o corona. Para não falar dos servidores públicos, das escolas, hospitais e de todos equipamentos públicos que trabalham à serviço de todos e que além de comprometidos pelo bem comum, ainda são rotulados de “parasitas”. Para nenhum desses muitos trabalhadores a quarentena foi uma opção! Infelizmente, a fome fala mais alto que o vírus!

O brasileiro trabalha! Trabalha até demais! É um incansável trabalhador, se dobrando e desdobrando para conseguir sobreviver. O que falta ao brasileiro não é o trabalho, e sim o descanso! O direito de ir a parques, bares, churrascos, cinemas; de jogar futebol, de brincar! Mas para o capitalismo o descanso não pode ter vez. Os trabalhadores devem trabalhar (apenas!). O descanso sendo reservado para poucos, para os ricos, um privilégio! Da mesma forma, ficar em quarentena enquanto o corona corre solto, parece ser apenas para alguns. O direito de ficar em casa, de preservar a sua vida com conforto e dignidade, é, na prática, negado à grande parte da população.

Até quando teremos que trabalhar tanto?

A pandemia que vivemos talvez sirva para a reflexão: enquanto milhões de brasileiros estão ficando sem renda, a produção de alimentos continua essencialmente a mesma, a produção de energia elétrica, apesar de sofrer alguns abalos, deve continuar suficiente, as represas de água continuam com vazão e milhares de prédios inteiros nos centros urbanos continuam abandonados. No entanto, a fome arrisca chegar, uns sofrem com falta de luz e de água, enquanto milhões de pessoas no Brasil continuam sem teto para morar. Talvez, a melhor reflexão para o dia do trabalhador seja até quando teremos que trabalhar tanto?

Moraes Popular Brasileira

Moraes Popular Brasileira

Pensei até em escrever sobre a morte de Moraes Moreira, mas, confesso, que essa notícia bateu pesado em mim

Eu que cresci ouvindo esses baianos (os novos e o Baiano e os Novos Caetanos), além de Raul, Paulo Diniz, João Gilberto, Bethania, Gal ( fatal ), Gilberto Gil e o próprio “menino Deus”, hoje senhor, Caetano Veloso. Por conta das presepadas de um tio, até certa idade, jurava que era primo do cara, já que, pra quem não sabe, eu venho da linhagem Morais ( com “i” )/ Duarte/Cidade.

Bateu pesado

Pra escrever essas parcas linhas, recorri a algumas taças de vinho tinto ( o que, talvez eu recorreria, mesmo que não tivesse recebido essa triste notícia).
Nesse exato momento estou ouvindo Moraes, em todas as suas fases, inclusive, uma que eu ainda não vi críticos comentarem, que é a sua fase carreira solo, talvez, meio brega (???) de onde surgiu canções como “Sintonia”, uma das minhas preferidas.

Pensei em escrever o quão difícil é a sua partida pra Música Popular Brasileira, mas meus camaradas Marcos Lauro e André Baiano , entendedores como são, de música e da vida, resumiram bem o que penso, até por isso, não me estenderei.

Mas antes, antes do fim, da última frase, palavra, suspiro ( a vida é foda, mermão), e sem receio de parecer piegas, soltarei o bom e velho clichê! Quero deixar registrado em letras garrafais o seguinte….
MORAES MOREIRA É GÊNIO!( NO PRESENTE), PORRA!

É essa genialidade, genuinamente brasileira, dessa terra que produziu tantos e tantas.

Obrigado, Moraes Popular Brasileira!

Fim ( ou começo )

Netto Duarte

Netto Duarte

Netto Duarte é artista plástico e produtor cultural. Atualmente trabalha junto ao mandato do vereador Toninho Vespoli

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Conheça a Revista da Gente!

Conheça a Revista da Gente!
Conheça a Revista da Gente, a revista oficial do mandato do professor vereador Toninho Vespoli! Nela você encontrará notícias sobre alguns dos temas mais relevantes da cidade! De racismo à educação, tudo em um formato intuitivo e de leitura fácil. E o melhor 100% de graça! É só acessar clicando no link para acessar a versão digital. Confira o sumário da primeira edição!  

Editorial. página 3: o tempo dos falsos políticos acabou! Entenda porque VOCÊ é importante para a mudança acontecer!

 

Não basta não ser racista, é preciso ser antiracista! página 4: futebol, política e Angela Davis. Os três se encontram na declaração do  jogador de futebol brasileiro Taison, atacante do Dynamo de Kiev, da Ucrânia. Saiba mais.

Prevenir é melhor que remediar. Página 8: Saiba porque o SUS é fundamental para a sobrevivência de milhões de idosos e crianças

Quem são os verdadeiros parasitas? Página 10: estão mentindo para você! Entenda a verdade por trás de três famosas fake news a respeito dos servidores públicos.

O Deus do respeito. Página 12: a intolerância religiosa no Brasil só aumenta. Principalmente contra religiões de matriz africana. Entenda neste texto a opinião de vários líderes religiosos sobre o assunto.

caravana-18

A educação em caravana. Página 14: Conheça o grupo formado por quatro ativistas que está transformando a realidade das salas de aula em São Paulo conjugando apenas dois verbos: escutar e agir.

 

O nome dele é Toninho. Página 20: Criado na periferia, o professor e vereador Toninho Vespoli, 54 anos, é um dos mais admirados dentro e fora da Câmara Municipal. Conheça mais sobre o primeiro vereador do PSOL eleito na cidade de São Paulo.

Infográfico: como nasce uma lei. Página 23: saiba como é o processo de aprovação de leis municipais.

A cidade é nossa. Página 26: Entenda como movimentos sociais por mais saúde e moradia reivindicados por antigas gerações conseguiram transformar a luta em conquistas para as periferias

De bike na ZL. Página 30: Convidamos a cicloativista e moradora da zona leste, Márcia Fernog, para falar sobre os desafios de pedalar na ZL

Festa no morro. Página 32: Uma das mais belas festas de rua de São Paulo acontece no Morro do Querosene, bairro próximo ao Instituto Butantã. Conheça mais sobre a tradicional festa!

Medalha para a inclusão. Página 34: Entenda Como o esporte pode ser um importante instrumento de inclusão para pessoas com deficiência

Dupla invisibilidade. Página 36: Para combater o preconceito LGBT é fundamental participar de organizações que ajudem a driblar o isolamento e a solidão. Conheça como fazer parte da mudança! 

Não me abandone. Página 38: Festas de fim de ano são boas para os humanos, porém os pets nem tanto. Segundo pesquisas, o índice de abandono de animais cresce em torno de 30% nessa época. Saiba mais.

Entrevista com Sâmia Bomfim. Página 39: Sâmia Bomfim foi a oitava deputada mais votada do estado de São Paulo, com surpreendentes 250 mil votos! Conheça mais sobre a colega de Toninho Vespoli que está lutando para mudar como a política funciona!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Irresponsabilidade virou patriotismo

a irresponsabilidade virou patriotismo

Entenda como a irresponsabilidade do Bolsonaro coloca vidas em risco!

Nesse dia 15 ocorreu, em algumas cidades brasileiras, manifestações contra as instituições democráticas, e a favor do presidente Bolsonaro. Isso, por si só, já seria trágico. Ainda mais quando tudo indica que o próprio presidente ajudou a chamar gente para os atos (por mais que ele queria negar). Mas o cúmulo se deu em Brasília quando, em meio ao surto do novo coronavírus, o presidente deixou o Palácio da Alvorada para apertar mãos, trocar abraços e até beijos com apoiadores no ato em Brasília! Ainda prior: fez transmissão ao vivo do evento defendendo ser o ato um exemplo de amor ao país. Outras lideranças de extrema direita como o vereador paulistano Rinaldi Digilio e o deputado federal Marcos Feliciano, também apoiaram este exemplo de imprudência. Para a extrema direita, irresponsabilidade virou patriotismo.

Entenda melhor

A imprudência de Bolsonaro parece não ter limites! Quando o novo coronavírus chegou ao Brasil o presidente a princípio quis fazer crer tratar-se de uma “fantasia” (sic.). Depois, quando não dava mais para negar a seriedade do vírus, ele foi em rede nacional pedir que os seus apoiadores não fossem nas manifestações marcadas dia 15 em seu apoio (aquelas que ele jura de pés juntinhos não ter chamado).


De fato, multidões e aglomerações, segundo especialistas, são situações em que fica fácil para o vírus se espalhar. O Bolsonaro pedir a seus apoiadores para não irem aos protestos poderia parecer um raro ato de decência. Vão engano. Ocorre que no dia da manifestação o presidente foi às grades do Palácio da Alvorada prestar apoio ao ato em Brasília. O problema não foi apenas o fato do protesto pedir coisas como o fechamento do Congresso Nacional e o fim do STF.

Manual de como se infectar

O problema foi, também, em meio ao surto do novo coronavírus, o presidente, ao participar, estimular a reunião e aglomeração de seus apoiadores. Não apenas ele esteve presente na edição de Brasília do ato. O presidente também tirou selfies, deu abraços e até recebeu beijos de apoiadores! Parecia até que ele estava fazendo um manual sobre como pegar coronavírus! Como se isso tudo não bastasse, ele ainda fez uma transmissão ao vivo, agradecendo a presença de todos.

O deputado federal, Marcos Feliciano não apenas incentivou o protesto, como também foi ao ato! Esse tipo de postura, ainda mais quando naturalizada por figuras de autoridade, são um verdadeiro risco à saúde pública. Daí sintomas de um triste presente em que irresponsabilidade virou patriotismo.

O vereador paulistano Rinaldi Digilio foi outro irresponsável: prestou apoio em suas redes sociais às aglomerações. O professor vereador Toninho Vespoli denunciou tamanha irresponsabilidade em suas redes sociais. Digilio quis bater o pé dizendo que ele e seus apoiadores não foram, mas que ele parabeniza quem foi. Toninho não deixou barato. Apontou a hipocrisia de Digilio, demonstrando que ele se mantém saudável enquanto incentiva que outras pessoas se joguem em aglomerações no meio de uma pandemia! (Prints no final do texto)

 

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

[ADIADO] Ocupa Vila: Feira na Zona Leste quer Promover Cultura da Região

Ocupa Vila: Feira na Zona Leste quer Promover Cultura da Região

Atualização: Seguindo as medidas preventivas frente ao Coronavírus, a 1ª Edição do Ocupa Vila será adiada e uma nova data será divulgada em breve.

Você tem que sair do bairro que você mora e ir pro centro só pra fazer um rolê daora? Equipamentos culturais e de lazer nas periferias são poucos, e os que existem estão abandonados.

A Ocupa Vila é uma rede para se compartilhar na quebrada, seja a voz, o trabalho manual, o grafite… A gente quer dividir a vivência de quem produz arte, cultura e conhecimento na Zona Leste. Temos cantores, atrizes, trancistas, pintores, poetas, jovens sonhadores que se expressam para dizer “a gente também existe”. 

O evento que seria realizado no último domingo do mês de março (29/03) terá a data adiada. Estima-se que no mês de maio, a Rua Doutor Camilo Haddad estará aberta para atividades, assim como o Espaço Cultural Toninho Vespoli que fica no endereço.  

Fortaleça o trampo de quem é da mesma vila que você e participe do nosso primeiro evento.

PROGRAMAÇÃO:

SHOWS

 

 

 

 

 

 

 

10h:  DJ Master Mion

11h: Dj Master Mion / Código do Gueto

12h: Mro/ G.Ã.O

13h: JahPam

15h: Sub Zero/ Ud Brock

16h: Batalha de Rap 

17h: Spy & JHOW

WORKSHOPS

10h30 – Oficina de Cartoon com Eduardo Grillo

13h – Oficina de Upcycling – customizando roupas, com Gabriela e Maricléia (Brechó Bem Te Quer)

14h: Aula de dança com Renato do Coletivo Na Humilde Samba Rock

 

 

 

 

 

 

PALESTRAS

 

 

 

 

13h – Mitos sobre a Saúde da Mulher com 

15h30 – Desmitificando o Candomblé, com Elaine e Rubia do Axé Batistini














Para não esquecer

SERVIÇO: 

Ocupa Vila – feira cultural

Data: Previsto para o mês de maio

ENTRADA FRANCA 

Espaço Cultural e Político Toninho Vespoli

Rua Doutor Camilo Haddad, nº 420 – Parque São Lucas 

ORGANIZADORES











 

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Faça parte da nossa rede

Quer ser um embaixador virutual e ajudar a educacão salvar vidas na cidade?
Venha conosco, inscreva-se e ajude a espalhar a campanha do Professor Toninho