saúde

Bolsonaro é Contra Cura da Covid!

Bolsonaro é Contra Cura da Covid!

Entenda como Bolsonaro atrasar a cura da covid 19!

A vacina para o coronavírus pode estar próxima. E isso é uma ótima notícia! A vacina desenvolvida pela China está mostrando resultados promissores na fase de testes! Mas Bolsonaro é contra cura da covid! A estupidez do presidente pode dificultar as coisas! Bolsonaro se recusa a tornar a vacinação contra a covid obrigatória. A aversão do presidente à ciência pode, ainda, custar muitas vidas!

Não é a primeira vez que Bolsonaro menospreza a vacina. Já em agosto, quando os primeiros protótipos da vacina estavam sendo anunciados, Bolsonaro começou com a retórica contra a vacinação. Pode parecer até besteira, mas para parte do eleitorado Bolsonarista, uma afirmação como a “de que ninguém é obrigado a se vacinar” é capaz de ser entendida como conselho contra a vacina. E Bolsonaro sabe disso. Bolsonaro é contra cura da covid! Suas intenções são “cloroquinizar” a vacina, transformar, mais uma vez, questões puramente médicas em questões políticas, dando continuada à sua Guerra Híbrida de notícias falsas!

A retórica assassina de Bolsonaro tem surtido efeito: Pesquisa de 5 de setembro do IBOPE mostra que 25% da população brasileira resiste a tomar a vacina para a covid! Este fato é particularmente preocupante pois uma pessoa que não está vacinada pode transmitir a doenças para outras. Quem toma a vacina, então, está também protegendo as pessoas ao seu redor. Mas se um número muito grande de pessoas não tomarem a vacina, a doença pode continuar existindo em uma população, entre os não vacinados, por períodos indefinidos!

Além disso, é um problema pensar nas crianças, que, geralmente, não podem escolher se tomam ou não tomam a vacina. Esta decisão fica a critério dos pais. Mas quando têm-se pais fanáticos bolsonaristas, é possível que essa “escolha” ponha em risco a vida de crianças inocentes!

A única coisa decente a se fazer em uma situação dessas é tornar a vacina obrigatória! Evidente que deveria-se tomar os devidos cuidados de comunicação e educação à população sobre a importância de se tomar a vacina. Até mesmo para que não sejam repetidos desastres como na Revolta da Vacina. Mas é importante termos a seriedade de garantir que TODOS tomem a vacina, de uma forma ou de outra!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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saúde pública é desviada por grupos privado!

saúde pública é desviada por grupos privado!

Entenda como grupos privados podem ser corruptos!

Saiu até no Fantástico! Empresas terceirizadas desviaram 500 milhões de reais da saúde pública! Na prática a saúde pública é desviada por grupos privado! Em esquema de desvios, grupos privados manipularam as contratações de hospitais para se favorecerem. Em São Paulo coisas parecidas acontecem, porém nem sempre são cobertas pela mídia. Toninho Vespoli é um dos poucos vereadores que fiscalizam esses esquemas. Investigando de pertinho, nem Bruno Covas sai ileso.

O esquema padrão de desvio funciona assim: um grupo de pilantras cria uma OS (Organização Social) para oferecer um serviço essencial à população, digamos saúde. OSs são organizações privadas, em teoria sem fins lucrativos, que “vendem” a prestação de serviços essenciais para o setor público. Então, por exemplo, uma UBS pode ser administrada por uma OS de um grupo privado contratado pelo setor público. Mas o problema é que, muitas vezes, essas OSs desviam o dinheiro do povo. Emitem nota fiscal fria, lavam dinheiro, falsificam prestação de serviços… E tudo isso, quase sempre, com a ajuda de parte dos políticos, que pegam uma comissão!

Em São Paulo também!

Na matéria que deu até no Fantástico, o esquema foi feito no estado do Pará, principalmente na cidade de Agulhos. Foram cerca de 500 milhões de reais desviados! Mas existem esquemas assim acontecendo em São Paulo também! Por exemplo, em caso investigado pelo Vereador Toninho Vespoli, OSs que administram creches parecem se envolver em esquemas no desvio de dinheiro de merendas! Assim como no caso no Pará, o serviço essencial (no caso a educação das creches) é oferecido por OSs (ou seja, grupos privados), no atendimento do público. Só que as creches estavam desviando dinheiro destinado à compra de merendas! Dinheiro para comprar comida para crianças acaba indo para as mãos de OSs corruptas!

Toninho Vespoli denunciou esse caso, e liderou esforços na Câmara Municipal para a criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das merendas. A Comissão busca investigar as creches, aparentemente envolvidas no escândalo de corrupção. Não se sabe, por enquanto, até que ponto esse escândalo vai, mas um dado choca de cara: o valor empenhado em OSs e outros grupos privados na educação variou de 1,75 bilhões, para 2,7 bilhões entre 2016 (ano antes de Bruno Covas assumir) e 2019! Ou seja, aumentou em quase 1 bilhão o valor direcionado para OSs desde que Bruno Covas assumiu a prefeitura!

Importante ressaltar que nem todas as OSs são corruptas. Mas em São Paulo, assim como em todo o Brasil, grupos privados em parceira com o governo são porcamente fiscalizados. Inclusive, mais mal fiscalizados do que os grupos da rede direta! Ou seja, é uma área perfeita para a atuação de grupos corruptos. Assim foi no Pará. Provável que assim seja em São Paulo.

Saúde paulistana ameaçada!

Na saúde paulistana, também, grupos privados podem estar desviando dinheiro público. Por exemplo, em compra contestada pelo Vereador Toninho Vespoli, a prefeitura de São Paulo comprou 5,4 mi de máscaras por um valor de compra quase 10 vezes maior do que o valor de mercado! A compra que era para ter custado 2 milhões, saiu por 20 milhões! Por hora, é muito cedo para afirmar qualquer coisa de concreto. Mas o padrão do esquema no Pará pode estar se repetindo: uma empresa privada é contratada para oferecer um produto comprado por acima do razoável, para suprir um serviço essencial. No caso o serviço seria máscaras para médicos durante a pandemia de coronavírus. E tudo isso com a assinatura e aval do Bruno Covas! Ou seja, a saúde pública é desviada por grupos privado!

Muitas OSs são uma tremenda de uma cilada! Os grupos prometem eficiência, mas muitas vezes entregam desvios e corrupção! O povo não merece essa robalheira! E Toninho Vespoli segue na luta contra a corrupção, seja pública ou privada!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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SAÚDE PÚBLICA COMO PRIORIDADE

SAÚDE PÚBLICA COMO PRIORIDADE

Vereador Toninho Vespoli garante R$ 2,7 milhões em investimento para equipamentos de saúde da região

O distrito de Sapopemba registra o maior número de óbitos confirmados ou suspeitos por covid-19 na cidade. Até o dia 4 de agosto, eram 437 mortes pela doença. Sem dúvidas, se não houvesse o trabalho das UBSs e dos hospitais públicos da região, a situação poderia ser bem pior. 

Do ano passado pra cá, o vereador Toninho Vespoli apresentou dezenas de emendas parlamentares, totalizando R$ 2,7 milhões, para compra de equipamentos, reformas e ampliações de unidades básicas de saúde e hospitais das periferias da zona leste. 

Destacamos:  R$ 180 mil para compra de equipamentos para o Complexo Sapopemba; R$ 100 mil para a construção de farmácia para a UBS Teotônio Vilela;  R$ 60 mil para compra de equipamentos e R$ 200 mil para construção de anexo da UBS Hélio Moreira Sales – Jardim Eucaliptos; R$ 500 mil para reforma da Casa de Parto e da UBS Reunidas I; R$ 200 mil para compra de equipamentos da UBS Reunidas I;  R$ 595 mil para adequação da UBS Pastoral; R$ 100 mil para equipamentos para a sala de odontologia da UBS Jardim Sinhá; R$ 100 mil para compra de equipamentos para a UBS São Mateus; R$ 130 mil para reforma da UBS Reunidas II; R$ 150 mil para reforma da UBS Juta 1;  R$ 100 mil para UBS Iaçapé; R$ 200 mil para reforma e compra de equipamentos para a UBS Vila Heloísa. 

Mas afinal, o que são essas emendas?

O orçamento municipal estabelece onde será gasto o dinheiro público e, todos os anos, os vereadores podem sugerir à Prefeitura que use esses valores para projetos específicos de melhorias em diversas regiões da cidade. Essas emendas apresentadas pelo professor Toninho Vespoli foram aprovadas e algumas já estão sendo feitas pela Secretaria Municipal de Saúde.

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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As mentiras de Bolsonaro na ONU!

As mentiras de Bolsonaro na ONU!

Entenda porque Bolsonaro é MENTIROSO e ecocida

Hoje, dia 22 de setembro, começou mais uma Assembleia Geral da ONU. Como é tradição no evento, o presidente do Brasil fez o discurso de abertura. O que em outras presidências se mostrou um grande trunfo para o Brasil poder influenciar o mundo com suas perspectivas sobre diversos problemas, este ano foi, infelizmente, um desastre anunciado! 

O discurso de Bolsonaro fez, mais uma vez, o Brasil virar motivo de chacota. Além das já habituais manias de perseguição contra as “instituições internacionais […] que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil” (sic.), Bolsonaro não economizou mentiras e falácias em seu discurso de abertura. Confira aqui as mentiras de Bolsonaro na ONU!

“Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da Federação. Ao Presidente, coube o envio de recursos e meios a todo o País.”

 

MENTIRA! Bolsonaro já começa o discurso mentindo sobre a pandemia de Covid! Este Blog possui textos de sobra falando sobre os absurdos do governo Bolsonaro em lidar com a pandemia. Mas aqui vale comentar sobre a decisão da justiça contrária ao ego de Bolsonaro. Na verdade o que o STF decidiu (a contragosto do Bozo) é que os governadores teriam autonomia para declarar lockdown e regras de isolamento. A decisão se deu em um momento em que Bolsonaro tentava vetar decisão de governadores que criavam normas de isolamento social em alguns estados. Mas em momento algum foi dito pelo Supremo que estaria tudo nas mãos dos governadores. Pelo contrário: afirmou que o dever de combater a pandemia deveria ser compartilhado e coordenado entre todas as esferas de poder e gestão brasileiras!

“Somos líderes em conservação de florestas tropicais.”

MENTIRA! Na verdade, segundo estudo feito em 2019 pela Universidade de Maryland o Brasil foi o país que mais perdeu área de florestas! foram 1,3 milhão de hectares de floresta perdidos! O equivalente a 1,8 milhões de campos de futebol! Afirmar que o Brasil é líder de conservação ambiental é uma tremenda cara de pau! Principalmente vindo da boca do Bolsonaro. O presidente retirou verbas do IBAMA e do ICMBio, principais órgãos de fiscalização de desmatamento na Amazônia! Mais que isso, loteou esses órgãos com militares, rompeu acordos e parcerias com lideranças indígenas para o combate a desmatamento e flexibilizou as normas de licenciamento ambiental!

“Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente, nos mesmos lugares.”

MENTIRA! De fato, a Floresta Amazônica é super úmida. Mas isso não significa que ela não esteja sendo destruída. Os principais destruidores da Floresta Amazônica são ruralistas querendo expandir suas áreas de plantio. Para tacar fogo na floresta o que eles fazem é primeiro arrancar as árvores (com motosserras, tratores etc), depois deixar as árvores secarem ao sol, para enfim tacar fogo em tudo! Ou seja são crimes premeditados, que faz com que o caminho de destruição invada cada vez mais a Floresta Amazônica!

“O caboclo e o índio queimam seus roçados [as florestas] em busca de sua sobrevivência.” (sic.)

ABSURDO! Não têm limites as mentiras de Bolsonaro na ONU! Não é a primeira vez que Bolsonaro tenta responsabilizar os povos nativos pelos incêndios na Amazônia! Esse tipo de mentira ultrapassa os limites da razão. Não apenas os povos nativos não desmatam os biomas brasileiros, como são seus principais protetores! Cerca de 30% das florestas brasileiras são protegidas por povos nativos! A proteção que eles oferecem é barata para a federação, e garante que ruralistas e desmatadores avancem seus rastros de destruição! Ao invés de tentar jogar a culpa neles, uma gestão minimamente decente iria trabalhar junto aos indígenas para proteger cada vez mais áreas de florestas. Mas Bolsonaro já deu o tom de sua gestão poucos meses depois de assumir. Disse em agosto de 2019 que “Enquanto eu for presidente, não tem demarcação de terra indígena”. Tremenda ignorância de um presidente inimigo da conservação ambiental!

“Os focos criminosos são combatidos com rigor e determinação. Mantenho minha política de tolerância zero com o crime ambiental.”

MENTIRA! Desde que foi eleito, Bolsonaro diminuiu o número de autuações ambientais em 34% (menor número em 24 anos)! Ex-funcionários do Ministério do Meio Ambiente, demitidos pelo ministro Ricardo Salles, afirmam que o tom nos órgãos de fiscalização ambiental é de medo constante. Os funcionários são impedidos de fazer os seus trabalhos com medo de serem demitidos! E como se o descaso de Bolsonaro com o meio ambiente não fosse óbvio o bastante, em vídeo vazado de reunião ministerial, o Ricardo Salles admitiu em um show de horrores querer aproveitar a pandemia de Covid-19 para “ir passando a boiada” na Floresta Amazônica! Só dá para falar de “rigor e determinação” do Governo Bolsonaro nos esforços para destruir a Amazônia!

“Juntamente com o Congresso Nacional, buscamos a regularização fundiária, visando identificar os autores desses crimes.”

MENTIRA! Bolsonaro provavelmente se refere a uma medida provisória de sua autoria que regularizou a situação fundiária de latifúndios. Mas o efeito da Medida foi exatamente o oposto ao comentado por Bolsonaro: a medida aumentou o tamanho de propriedades que poderiam ser regularizadas sem vistoria prévia por órgãos governamentais. Ou seja, acabou com a necessidade de muitas propriedades comprovarem que estão seguindo as normas ambientais! Se qualquer coisa essa Medida FACILITOU que ruralistas criminosos desmatassem florestas impunimente! Percebe o absurdo que são as mentiras de Bolsonaro na ONU!

“As grandes queimadas [no Pantanal] são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição.”

MENTIRA! A principal hipótese da origem dos incêndios no Pantanal é que eles tenham sido causados por ruralistas criminosos donos de latifúndios no Pantanal, como explicado pelo pré-candidato a prefeitura de São Paulo pelo PSOL Guilherme Boulos em suas redes sociais. Na verdade o que temos é o maior número de focos de incêndios no Pantanal na história do Brasil, sendo praticados, provavelmente, por ruralistas com um tácito aval do Governo Federal, demonstrado por sua inação e incompetência em cuidar dos biomas brasileiros!

“E, no primeiro semestre de 2020, apesar da pandemia, verificamos um aumento do ingresso de investimentos, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isso comprova a confiança do mundo em nosso governo.”

MENTIRA! Além de mentir sobre o meio ambiente, Bolsonaro aproveita para também mentir sobre a economia! Na verdade os investimentos no Brasil DIMINUÍRAM 7,3% se comparados ao mesmo período do ano anterior.

Pois é, como podem ver foram muitas as mentiras de Bolsonaro na ONU! E isso foram apenas algumas das mais gritantes! Bolsonaro mentiu, e mentiu muito! Dele não dá pra cofiar em uma só palavra! Fora Bolsonaro!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Corona Mata Pobres!

Corona Mata Pobres!

Entenda como o corona mata principalmente a periferia de São Paulo

O corona não atinge a todos de forma igual. Na verdade, apesar da doença ter sido trazida ao Brasil por pessoas ricas viajando pela Europa, hoje o pandemia mata a periferia mais do que outras regiões de São Paulo. O fato é que hoje, mais do que qualquer coisa, o corona mata pobres!

Durante a quarentena toda a narrativa da grande mídia e de grande parte dos políticos foi sobre jogar a culpa e responsabilidade nas costas do povo pobre. “Fique em casa” falaram eles de suas torres de marfim. Oras, é fácil falar de isolamento pra quem pode se dar ao luxo de trabalhar em casa, em apartamentos luxuosos com internet de alta velocidade. Mas para os mais pobres, muitos sem moradia digna, e precisando colocar comida na mesa, o isolamento não foi uma opção! Durante a pandemia as periferias foram obrigadas a sair de casa para trabalhar. Enquanto isso os mais ricos puderam ficar em casa, em uma espécie de “quarentena gourmet”. O resultado: se no começo da pandemia a maioria das vítimas do corona eram ricas, hoje a grande maioria dos mortos em São Paulo vive na periferia, como mostram dados oficiais da própria prefeitura. [insira dado atualizado] O corona mata pobres!

Podia ser diferente

Toninho Vespoli queria que as coisas fossem diferentes! Protocolou uma série de projetos de lei que garantiriam a renda básica de 1 salário mínimo para quem mais precisa. O benefício iria para milhões de desempregados, trabalhadores informais, pessoas de baixa renda, trabalhadores da cultura, entre outros tantos que se viram sem suporte durante a pandemia! O problema é que para essas normas serem aprovadas, seria necessário o apoio da maioria dos vereadores da Câmara Municipal. Estes políticos são muitas vezes corruptos a serviço dos mega ricos! Também não ajuda termos um prefeito inimigo do povo, que já vetou uma série de projetos que trariam mais benefícios à população paulistana! Por isso é  importante nessas eleições mudarmos as coisas! 

Guilherme Boulos, pré-candidato a prefeito pelo PSOL, seria capaz de dar continuidade a projetos populares como os de Toninho Vespoli! Para mudarmos São Paulo, e vencermos o corona, é importante todos estarmos com Toninho e Boulos, e assim garantir um governo a serviço do povo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Toninho Vespoli e a Saúde pública

O professor e vereador luta contra o processo de terceirização e é a favor da auditagem de contratos e destinando verbas para melhorar o atendimento

Atualmente a Prefeitura Municipal de São Paulo gasta aproximadamente 10 bilhões de reais anuais com a terceirização de serviços públicos. Tendo como exemplo a Saúde, são R$ 5,5 bilhões, equivalendo à metade do gasto com toda pasta. Diferente do investimento, pouco se vê em aumento da qualidade no atendimento direto à população e de estrutura aos trabalhadores.

A terceirização transfere não somente a operacionalização, mas quase toda gestão ao interesse privado lucrativo, que se impõe também sobre os funcionários públicos, desorganizando e fragilizando os serviços e entidades representativas. As situações de constrangimento e assédio são multiplicadas, neste contexto. Não há qualquer controle e transparência sobre os contratos e sua execução, o que já foi recorrentemente identificado pelo TCM. Além disso, dificulta a participação coletiva e gestão democrática dos equipamentos.

Na Saúde municipal acompanhamos o “canto da sereia” do PAS, em que todos teriam o seu próprio convênio médico, dos corujões, compra de vagas em hospitais particulares e da eficiência da gestão terceirizada e pouco transparente.
Como um respiro a toda essa política de “quanto pior, melhor” existe o trabalho sério dos trabalhadores da base, dos efetivos que não recuam aos desmandos de chefias, que conhecem os caminhos administrativos e legais e que executam o trabalho com zelo e presteza, muitas vezes sem estrutura para trabalhar e nem mesmo para manter o mínimo de dignidade entre os plantões, como vestiários, armários ou espaço para um rápido descanso.

Como atenuante existem as emendas parlamentares em que os vereadores podem destinar parte do orçamento da cidade. Os investimentos na Saúde da nossa cidade sempre foram importantes ao mandato do vereador Toninho Vespoli, em que a trajetória passou pela militância no Movimento Popular de Saúde e participação no Conselho de Saúde, mesmo sem ser membro efetivo.

No último mandato destinou milhões de reais em emendas parlamentares propostas a melhorar a estrutura e atendimento ao público. Somente no ano de 2020 foi destinado um valor de mais de 1 milhão e meio de reais em UBSs, CAPS, Escola Municipal de Saúde, UVIS e auxílio financeiro para cuidado de animais.

E não foi diferente nos anos anteriores! Em 2019 foram 230 mil em equipamentos e construção de farmácia em UBS; Em 2018, 230 mil em reformas, equipamentos de dentistas e projeto de emancipação da juventude jovem e negra; em 2017 foram executados R$1.250.000,00 em reformas, equipamentos hospitalares e projetos como o SUSdance e serviços do CAPS.

Numa cidade em que os serviços públicos e os servidores são vistos como inimigos e que a lógica de privatização reina por mais de duas décadas, o leque de mazelas a serem remediadas e transformadas é muito grande e o cobertor é curto. Mas com sensibilidade e responsabilidade é possível praticar a vereança com coerência em cada uma das prioridades do nosso povo e mandato.

Por Vivian Alves

saúde também é afeto

saiba sobre os desafios emocionais da volta às aulas

estamos numa encruzilhada entre a manutenção de um ensino remoto e uma volta às escolas com restrições seríssimas de convívio. se por um lado o ensino de forma remota descaracteriza o que é a educação, por outro, a possibilidade de reabertura das escolas públicas e privadas trará o impedimento do que significa ser criança e adolescente.

como arteterapeuta, vejo os protocolos de retorno muito danosos à saúde emocional de estudantes e profissionais da educação que, além do risco de contágio, pode destruir profundamente o emocional e mental de quem estará na escola sem poder vivenciá-la como um todo. nós adultes temos apresentado muita dificuldade em cumprir o distanciamento social de forma responsável mesmo tendo condições para compreender o que isso significa. 

se para nós não poder abraçar ou estar com pessoas queridas é massacrante, o que significa isso na cabeça de uma criança? o que é a adolescência sem seu grupo, sem o estar de mãos dadas? qualquer pessoa que observe a vida escolar sabe que o brincar, correr, abraçar, ir junto ao banheiro, os namoricos da adolescência e os “bandos” amontoados são mais que um simples comportamento, são uma maneira de existir e até sobreviver aos muitos anos escolares da nossa vida.

quem não teve alguém na escola que fazia tudo junto? a solidão interna da descoberta do eu na adolescência é apaziguada pelas tantas outras solidões que se encontram e se transformam em grupo. as demonstrações de carinho na infância são o porto seguro de pequenas pessoas que sentem saudade de casa e da família e encontram no abraço a segurança para se desenvolver.

Não só de conteúdo vive uma escola

não só de conteúdo vive uma escola. é essencial que falemos disso. pois num mundo de produção excessiva, lucro e mercado de trabalho, é fácil esquecer nossa humanidade. portanto, se somarmos o medo do COVID-19 e da morte à proibição do correr, abraçar, brincar, praticar esporte, estar pertinho, ou seja, da essência do ser criança e adolescente, estaremos negando a própria humanidade na escola ao não poder vivenciar traços tão importantes da nossa cultura.

retornar presencialmente às escolas trará, além de mais casos de COVID-19, uma nova espécie de luto, a do existir. e com isso tenho a certeza que veremos também um aumento nos casos de depressão, isolamento interno, apatia, raiva, violência, automutilação e até suicídio. é importante que tenhamos a consciência de que, se escolhermos e permitirmos aulas presenciais neste momento, estaremos assassinando a nossa humanidade e a humanidade dessas crianças e adolescentes. você tem coragem de assumir essa responsabilidade?

ainda que o ensino remoto seja uma péssima alternativa, pois a impossibilidade do encontro é em si uma grande violência, ele é infinitamente mais seguro neste momento e para isso precisamos de ações verdadeiramente emergenciais, como o direito ao isolamento, acesso à internet e equipamentos para o seu uso, saneamento básico, alimentação, auxílio financeiro para as famílias, um acompanhamento pedagógico e afetivo de toda comunidade escolar, tempo de planejamento, reestruturação física das escolas…

defender a vida é defender a saúde emocional!

eu sei que a lista é grande, mas ela é a verdadeira emergência. não um projeto de lei hipócrita e privatista como o 452/2020 da prefeitura de São Paulo! e com certeza não é a obrigação de reabertura das escolas particulares sob a ameaça de demissão em massa de profissionais da educação. nós defendemos as aulas presenciais e queremos volta, mas não às custas da humanidade de estudantes, profissionais da educação pública e privada, e de nossas famílias.

defender a vida é defender o direito à saúde física, emocional, afetiva e mental da população. é direito de todes e é dever do poder público que nos representa garantir isso.

*Marília Moreno é professora da rede pública da cidade de São Paulo,
arteterapeuta, escritora, militante do gênero neutro e da minúscula no início
da frase e pode ser encontrada na internet pelo @textosdemarilia.

Marília Moreno

Marília Moreno é professora da rede pública da cidade de São Paulo, arteterapeuta, escritora, militante do gênero neutro e da minúscula no início da frase e pode ser encontrada na internet pelo @textosdemarilia.

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Bruno Caetano e o conto da carochinha

“Queremos um esclarecimento mais preciso. O secretário falou de coisas genéricas aqui e eu saí como entrei”, foi assim que o professor Toninho Vespoli pontuou sua fala durante a audiência pública virtual da Comissão de Educação Cultura e Esporte, na terça-feira (07/07). (veja vídeo).

Toninho assim como os profissionais da educação, os pais, os representantes sindicais tinham acabado de ouvir mais de 30 minutos de blá blá blá por parte do secretário de educação da cidade de São Paulo, Bruno Caetano.

Caetano voltou a defender a volta das aulas presenciais e fez uma série de promessas, sem, no entanto, dizer como elas serão executadas, ou seja, tudo da boca pra fora. Listamos algumas:

Bruno Caetano e o conto da carochinha

Haveria lotação das salas de apenas 35%; seria feita a medição da temperatura das crianças no portão, e seriam dados a cada unidade escolar pelo menos 4 termômetros; seriam dados de 15 a 20 mil reais por unidade escolar para adquirirem equipamentos e insumos médicos; garantia do distanciamento de 1,5 metros entre as crianças durante todas as atividades escolares.

Distribuição de mais de 1 milhão de kits para as crianças com sabonetes, máscara e materiais de uso pessoal; chamamento de mais profissionais da educação para substituir aqueles do grupo de risco durante a pandemia (através do chamamento dos concursos e de contratações temporárias); revisão dos desastrosos contratos de limpeza terceirizados.
(veja o vídeo da fala do secretário a partir do momento 1:38:30)

Vamos ficar atentos

A fala de Bruno Caetano nos faz pensar: Ele é um dissimulado ou um canalha? Digo isso porque a proposta de revisão dos contratos de limpeza, por exemplo, foi uma das lutas que o vereador Vespoli travou na Comissão de Educação e falou isso para o secretário diversas vezes.

Agora, diante desse desastroso cenário, Caetano quer se apresentar como uma pessoa preocupada e rever uma medida, que ele não cita, mas foi decidida no governo do qual ele é secretário.

Além disso vale citar a luta pelo #HomologaJá ou #ConvocaJá. Bruno não levou dados. A prefeitura tem cargos vagos de ATEs e Coordenadores Pedagógicas, por exemplo, que estão aguardando homologação e não foi apresentado esses dados atualizado na reunião. Diretores e supervisores estão aguardando chamada e o número só cresce e nada de convocar. PEIs já fizeram ate o exame médico e a gestão dos Brunos não dá início ao exercício.

É inacreditável que o secretário não assuma o compromisso de chamar essas pessoas – muitas com o concurso para vencer – para aumentar o quadro dos servidores da educação no município?

A questão da redução dos alunos por sala é uma questão que transcende essa gestão. Vale lembrar que em outros governos decidiram trocar a luta pelas questões de igualdade de gênero do Plano Municipal de Educação, pela manutenção da quantidade de alunos por sala de aula. Ou até mesmo os projetos de lei apresentados nesse sentido, mas sempre ignorados pelos demais vereadores e pelo executivo.

Nova convocação do secretário

Logo após a audiência, o vereador Toninho gravou um vídeo para a Caravana da Educação resumindo alguns pontos da reunião. Toninho resumiu de forma genial: Não somos palhaços. (veja o vídeo)

Será que alguém acredita que a gestão do mesmo partido que aumentou o número de alunos por sala de aula, e sucateou a limpeza das escolas vai cumprir alguma dessas promessas? O povo não é bobo secretário!

Edcarlos Bispo

Edcarlos Bispo

Edcarlos Bispo é jornalista, ativista e hoje ocupa o Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico

6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico

Entenda o desastre da privatização da água!

Que o saneamento básico no Brasil não funciona todo mundo já sabe: 60% das população não tem saneamento e esgoto adequado. Alguns insistem em achar que a solução para tudo seja a privatização. Tal fetiche privatista está a todo o vapor no Brasil, levando a aprovação no senado, nesta quarta feira, dia 24/06, de lei que privatiza o saneamento básico. Mas o fato é que países e cidades ao redor do mundo que privatizaram o saneamento estão se arrependendo (e muito!). Na verdade, estudo citado pelo relator especial das Nações Unidas sobre o tema, o brasileiro Leo Heller; evidencia quão nefasta pode ser a privatização. Aqui mostramos apenas 6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico. Explicaremos, também, o que poderia ser feito para melhorar o saneamento no país.

  1. Cidade de Atlanta, Estados Unidos: Lá a privatização do saneamento já começou com demissão de metade dos funcionários. A empresa privada, ligando apenas para o lucro, aumentou as tarifas de saneamento e piorou a prestação dos serviços. A água, antes bem tratada, começou a sair amarelada nas casas da população. Foram necessários 4 anos de péssima gestão para a cidade reestatizar os serviços. 

  2. Paris, e outras cidades na  França: a privatização da água na França remonta a desde o século 19. No entanto, cidades podem optar por gerir o serviço publicamente. O que se percebe no país, como um todo, é que as cidades com menores tarifas e maiores coberturas na gestão dos serviços hídricos, tem sempre o controle da água pela gestão pública. Em Paris, especificamente, em 2010 a cidade reestatizou o saneamento. O resultado foi uma economia de 35 milhões de euros por ano, e uma redução em 8 % da tarifa no próximo ano! 

  3. Berlim, Alemanha: na cidade o controle da água se dava de forma mista, com participação majoritária do setor privado. A presença e fiscalização do poder público, entretanto, diminuía a capacidade da gestão privada de aumentar as tarifas e pegar mais dinheiro do povo. Ainda assim, em 2010, a população de Berlim decidiu que não queria mais correr riscos, e votou em um plebiscito exigindo o controle público da água, e redução de 15% nas tarifas. A votação passou com 98% dos votos favoráveis à municipalização. 

  4.  Manaus, Brasil: para quem acha que o texto só vale para os gringos, aqui no Brasil temos exemplos do fracasso da privatização. Em Manaus, o serviço privatizado de saneamento lidera ranking nacional de reclamações! Além disso, o serviço abastece apenas 12% da população da cidade, e tem sucessivos aumentos nas tarifas! Há urgência, na cidade, de municipalização. 

  5. Uruguai: depois de anos de água privatizada, o país mudou sua constituição para determinar que a água somente pode ser controlada pela gestão pública. Os resultados estão sendo diminuição nos custos de operação, e mais investimentos no aumento da cobertura do serviço. 

  6. São Paulo, Brasil: aqui, na nossa casinha, quem controla a água é a famosa Sabesp. A empresa é controlada por empresa privada cotada na bolsa de Nova York. A partir de 2014 houve, no estado, uma grande crise hídrica. Uma das principais razões: falta de investimentos em infraestrutura na captação de água. E pasmem: em plena crise hidra a empresa teve lucros recordes: 11,5% de aumento com relação ao ano anterior. Mas a infraestrutura do Estado não chegou a ver esse dinheiro.

Porque privatização não funciona?

O fracasso desses 6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico, são apenas alguns entre tantos casos. Não é mero acidente, mas parte de como o capitalismo funciona. Já ouviu falar no termo “conflito de interesses”? É o que ocorre quando, por exemplo, os donos de uma empresa tem interesses muito diferentes daqueles da população a que empresa deveria servir. Uma empresa de saneamento vai ter o objetivo de aumentar seus lucros. Isso significa aumentar os preços, e diminuir a cobertura para apenas aqueles que possam pagar. A população não tem escolha senão aceitar os abusos, uma vez que ninguém vive sem água. 

Como Solucionar?

Quase todos os países, estados e municípios que tiveram sucesso em uma gestão pública do saneamento básico tiveram algumas coisas em comum: 1) a intensa participação popular, com pelo menos alguns mecanismos de gestão inspirados em democracia direta; 2) transparência nos gastos e prestação dos serviços 3) grandes investimentos públicos para garantir a prestação de serviços a toda população; e 4) integração dos serviços de saneamento com outros serviços públicos, como saúde, e assistência social. Este é o caminho a ser seguido se quisermos um saneamento capaz de atender a toda a população com qualidade e preço justo. E não a privatização!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é estudante de Direito, ativista pelo clima e estagiário do mandato do vereador Toninho Vespoli

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Cadáver paga mensalidade?

Cadáver paga mensalidade?

É possível observar que nos últimos dias os jornais foram tomados de notícias sobre protocolos para uma possível volta às aulas em todo o Brasil mesmo numa curva de contágio e mortes causadas pelo vírus covid-19 ascendente e sem vacina ou remédio para tratamento.

Os caminhos sinalizados foram desde a proibição de abraços até túneis de desinfecção (isso num país em que 6,5% das escolas não possui nem banheiros). Mas nada foi tão cruel e pesado como ver campanha de reabertura das escolas particulares para evitar a falência.

É indiscutível a importância de políticas voltadas a micro pequenos e médios empresários, especialmente em tempos de crise. Mas isso de forma alguma pode ter como contrapartida a vida.

Além disso, é uma consideração rasa ao ponto em que no contexto econômico, com salários arrochados, demissão em massa e estagnação financeira em todo o mundo, não é a volta às aulas de forma precipitada que vai garantir a manutenção das matrículas na rede particular.

Quanto vale um filho?

Especular irresponsavelmente sobre a reabertura das unidades escolares sob a justificativa de que os pais precisam de um espaço para deixar os filhos enquanto trabalham já é absurdo, pois desconsidera a criança como um sujeito de direitos e o papel fundamental da Educação.

Por outro lado defender essa reabertura sob a justificativa de manter os proprietários recebendo as mensalidades integralmente das famílias dos estudantes é de crueldade comparável ao fascismo. É genocídio infantil.

Que pai ou mãe ficaria tranquilo em entregar a educação formal dos filhos num local que não o enxerga como uma vida cheia de potencialidade, direitos e sonhos? Que tipo de escola expõe seus educadores ao contágio silencioso e inevitável, fantasiado dos abraços, do contato com as secreções, do espirro inesperado, do consolo ao choro que não quer usar mais a máscara ou daquele sono no colinho?

Sem vacina, sem volta

Muitas das escolas de pequeno e médio porte possuem sua estrutura alçada em casas adaptadas, salas de aula em espaços pequenos e com pouca ventilação.

Além do mais, como garantir afastamento, impedir afeto, garantir o uso e a troca de mascarás, correto manuseio e tantos outros protocolos especulados, durante uma pandemia em que do pouco que se conhece, indica que a maioria das crianças é assintomática. Ou seja, medidas como a aferição de temperatura se tornam ineficazes.

Porém, colocar as crianças como vítimas e vetores para toda a sua rede de relações em nome de lucro não parece ser um preço em que as famílias estejam dispostas a pagar, apesar de autoridades políticas estarem propensas a rifar tantas vidas em defesa de uma estratégia econômica.

Enfim, a reabertura das escolas aumentando a vulnerabilidade, contágio e mortes de nossas crianças e famílias em nome do dinheiro não é uma medida aceitável a quem reste um pouco de humanidade ou sensatez.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela esucação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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