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Transporte Caro e Ruim

Entenda porque o transporte público em São Paulo é tão ruim!

A tarifa de ônibus está com preço astronômico! 4,40 reais é o preço da viagem! Valor absurdo para um transporte caro e ruim que não passa da ponte pra atender direito as periferias de São Paulo! A medida só é boa para a máfia do transporte, que acumula aumento no faturamento acima da inflação! Entenda porque você tem que lutar contra esses abusos, e somar na luta por um transporte digno e para todos!

O que acontece é que para as empresas de ônibus é mais negócio cobrar caro de poucas pessoas, do que barato de todo mundo. Quem mais precisa de ônibus no dia a dia é quem mora mais longe do centro, nas periferias. Pessoas que saem cedo de casa todos os dias para irem trabalhar em regiões mais centrais. Mas as linhas que levam a periferia para o centro são também as mais caras para manter (por viajarem as maiores distâncias). 

Pensando só no dinheiro as empresas preferem um modelo com menos linhas, menos usuários e com uma tarifa mais cara. Acaba compensando mais pra quem só pensa no lucro. Não é à toa que todo o aumento de passagem vem acompanhado com tentativas de corte de linhas de ônibus que atendem a periferia. O objetivo deles é, cada vez mais, criar uma espécie de ônibus “gourmetizado”, em que só quem tem dinheiro e mora perto do centro, consiga utilizar! Para quem é pobre, entretanto, resta um transporte caro e ruim!

Nem sempre foi assim!

Já foi de outro jeito em São Paulo. Durante a prefeitura da Luiza Erundina as empresas de ônibus eram compensadas pela prefeitura pelas distâncias percorridas. Ou seja, a empresa de ônibus que criasse mais linhas percorrendo as distâncias mais longas, e servindo a mais áreas de São Paulo ganhavam mais. 

É lógico que essa máfia dos transportes não quis que as coisas ficassem assim. Lutaram contra isso, e até ajudaram a eleger o corrupto Paulo Maluf nas eleições de 1992 para prefeito. Maluf serviu bem aos interesses das empresas. Implementou o modelo que a gente já conhece: remuneração da prefeitura não pelas distâncias, e sim pelo número de passageiros. É mais fácil meter um monte de gente dentro de menos linhas servindo menos áreas do que fazer um transporte decente capaz de servir às demandas de toda a população!

Só a luta muda a vida!

Podemos ter um transporte que valha a pena para toda a população! Esta é uma das razões para Luiza Erundina ser pré-candidata à vice-prefeita de São Paulo! Junto com Guilherme Boulos, ela pretende revolucionar o como a política é feita em São Paulo, e acabar com a máfia dos transportes! Mas para isso eles vão precisar da ajuda de todas e todos!

Uma das pessoas ajudando é o vereador Toninho Vespoli. O vereador já entrou na justiça (e ganhou!) contra a máfia dos transportes, impedindo falcatruas nas licitações com as empresas de ônibus. Juntos esse trio, Toninho, Boulos e Erundina, podem ser capazes de fazer um transporte realmente popular e periférico, e que atenda todo mundo! Se todos nós nos unirmos por isso, será, sim, possível!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Doria é um Mau Gestor!

Doria é um Mau Gestor!

Entenda porque na realidade Doria só governa para os ricos!

Em 2 de Outubro de 2016, João Doria é eleito prefeito de São Paulo. Seu principal slogan: “eu não sou um político, eu sou um gestor”. O então prefeito se referia ao seu passado na iniciativa privada. Não é um passado muito glorioso: foi organizador de eventos  para os mega ricos, e editor de revistas para a classe A (seu maior sucesso na área, a revista “Caviar”). Ou seja, foi gestor de negócios que serviam aos mais abastados. Já para o povo, Doria é um mau gestor!

De certa forma ele cumpriu seu slogan. Continuou sendo um gestor comprometido com o mesmo público. Isto é, serviu aos mais ricos. Desde cedo propôs a venda de serviços e propriedades públicas para o setor privado. Logo em seu segundo dia, anunciou que criaria a Secretaria Municipal de Desestatização, objetivando vender serviços públicos para empresários e “amigos” abastados. Foram anunciados parques, estádios, o sistema de bilhetagem do transporte públicos, e até cemitérios e crematórios. Tudo a preço de banana.

A grande maioria dos serviços anunciados, se privatizados, seriam piorados. Parques e praças, por exemplo, para dar lucro à iniciativa privada precisariam começar a cobrar taxas de entrada, como chegou a ser debatido para o parque Ibirapuera; A verdadeira razão para empresas desejarem comprar o sistema de bilhetagem seria conseguir dados pessoais dos passageiros de ônibus, quebrando assim a privacidade dos paulistanos; a privatização dos cemitérios e crematórios, concluída recentemente na gestão do Bruno Covas, já está produzindo efeitos desastrosos chegando a ser proposto que milhares de mortos sejam queimados juntos!

Doria piorou tudo em São Paulo!

Os erros de Doria não se resumem à área das privatizações desastrosas. Seu governo foi recheado de escândalos. Ele tirou 30 milhões de reais obras contra enchentes, preferindo torrar esse dinheiro com “empresas de consultoria”; cortou em 50% as verbas do programa Leve Leite em São Paulo; propôs um remanejamento do ensino público que pioraria ainda mais o Ensino Médio no Estado; fez de tudo para cortar da previdência do Estado em uma reforma que tiraria dos servidores públicos; guerreou contra artistas e grafiteiros… 

Daria para encher um livro com absurdos na gestão Doria. Mas no atual contexto os absurdos dele na pandemia merecem destaque. O Governador, no Estado mais rico do país, se recusou a criar programa de renda emergencial, capaz de suplementar a renda federal e garantir que todos os paulistas pudessem permanecer em casa. Já em agosto desse ano, ou seja, depois da pandemia estourar, tentou acabar com órgãos como a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), fundamental para controlar infecções como a covid. 

A quarentena que Doria, junto a Bruno Covas, propôs para São Paulo foi meia boca, e feita de forma que não permitia ao pobre permanecer em isolamento. Agora, depois da lição de casa mal feita, João Doria insiste na volta às aulas antecipada. Não é momento para isso! O corona ainda segue solto, ceifando milhares de vidas todos os dias! Para Doria não importa. Prefere arriscar a vida de crianças para “fazer a economia voltar”. Doria é um mau gestor!

A verdade é que João Doria é um péssimo gestor. Não fez em São Paulo nada que servisse direito à população, e tentou, ativamente, passar medidas que piorariam as vidas dos paulistas! Doria só gere bem para alguns: os super ricos. Para o restante, ele impõe a barbárie!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Conselho Municipal de Saúde propõe a revogação do decreto da COVISA

O silêncio ao desmonte da educação inclusiva

Confira documento na íntegra:

 

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE SÃO PAULO – CMSSP

RESOLUÇÃO Nº  /2020 – CMS-SP, de 20/08/2020

 O Conselho Municipal de Saúde de São Paulo, em sua 6ª Reunião Plenária Extraordinária realizada em 20 de agosto de 2020, no cumprimento da Lei Municipal nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, Art 1º, parágrafo 2º e no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 12.546 de 07 de janeiro de 1998, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 53.990 de 13 de junho de 2013;

No cumprimento da Constituição da República Federativa do Brasil, do Título VIII, Capítulo II, Seção II – Da Saúde, a Lei nº 8080 de 19 de setembro de 1990, da Lei nº 8142 de 28 de dezembro de 1990 e o Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011 e a Lei Complementar 141, de 13 de janeiro de 2012;

 Considerando:

  1. que a Portaria nº 319/2020 – SMS.G, publicada em D.O.M. em 14 de agosto de 2020, removendo os trabalhadores de COVISA para as regiões, sem a apresentação de um Plano de Trabalho Técnico consistente que atenda a proposta de descentralização;
  1. que a Secretaria de Saúde do Município não realizou um debate com os trabalhadores na perspectiva de discutir as adequações da estrutura e ambiência de trabalho dos locais de eventual transferências dos funcionários, dimensionando aspectos como aproveitamento da capacidade técnica, critérios técnicos e anuência dos trabalhadores para estas remoções
  1. que a Secretaria de Saúde não apresentou nenhum Plano de Trabalho ao Conselho Municipal de Saúde de São Paulo, como prevista no art. 198, III, da Constituição Federal, que garante a participação da comunidade na execução e fiscalização das políticas públicas de saúde.
  2. que a proposta não foi discutida e aprovada no PPA (Programa Anual de Saúde);
  1. que compete legalmente ao Conselho Municipal de Saúde analisarem e se posicionarem previamente sobre a ações que alterem e/ou possam causar prejuízo ao atendimento prestado aos (às) usuários(as), posto que esta ação poderá impactar vários setores, com pleno prejuízo para a população de São Paulo, entre eles:
  1. Preparação e capacitação de profissionais da rede de atenção básica e urgência e emergência;
  2. Orientação a entidades de classe, outras secretarias e órgãos representativos para o melhor enfrentamento da pandemia;
  3. Elaboração de documentos técnicos para subsidiar as ações de enfrentamento;
  4. Monitoramento de casos leves, graves e óbitos por meio dos sistemas de informação oficiais e realizando investigação conjunta com as Unidades de Vigilância em Saúde – UVIS;
  5. Controle e monitoramento de surtos institucionais;
  6. Apoio às ações no território com reuniões semanais com as Diretorias Regionais de Vigilância em Saúde – DRVS;
  7. Realização de visitas a hospitais para adequação de protocolo de biossegurança e de controle dos casos visando diminuir riscos;
  8. Coordenação dos inquéritos sorológicos no Município de São Paulo para adultos e escolares e elaborando os relatórios de análise;
  9. Análises epidemiológicas e de vigilância sanitária para subsidiar o plano de reabertura;
  10. Fornecimento de informações diárias atualizadas para a Secretaria Municipal de São Paulo acerca da evolução da situação epidemiológica na cidade e oferecendo apoio técnico para composição de boletins informativos;
  11. Elaboração de boletins epidemiológicos no mínimo semanais para subsidiar as ações das 27 UVIS – Unidades de Vigilância em Saúde do MSP.;
  12. Ações sanitárias fiscalizatórias / educativas para a verificação do cumprimento dos protocolos de reabertura pelos estabelecimentos comerciais e da utilização de máscaras de proteção pelos transeuntes, trabalhadores e consumidores, nas zonas comerciais da cidade de São Paulo.
  13. Dentre os outros vários serviços e ações executadas pelas equipes da Coordenadoria de Vigilância em Saúde do município, nas diversas áreas das vigilâncias epidemiológica, sanitária, ambiental e de saúde dos trabalhadores.

RESOLVE:

 

  • Propor que à gestão formalize a proposta através de apresentação ao Conselho Municipal de Saúde de São Paulo documento detalhando o plano de reestrututação da Coordenação da Covisa para que todos possam conhecer qual é a estratégia e descentralização da Divisão de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde;
  • Que a gestão revogue imediatamente o Decreto 59.685, de 13/08/2020 e a Portaria 319/2020- SMS-G
  • O Conselho Municipal de Saúde exige o imeditato retorno dos funcionários as suas bases originais de trabalho.

 

O abismo entre o idealizar e o realizar!

O abismo entre o idealizar e o realizar!

Estamos a todo momento ouvindo, seja pelos noticiários ou por especialistas em saúde, que não é momento de flexibilização, que ainda não atingimos o platô de contaminação e que não é hora de retomada das atividades presenciais. Trago para a reflexão, nesse contexto de pandemia, a minuta apresentada pela SME, de protocolo de volta às aulas. O abismo entre o idealizar e o realizar!

Ao promover a escuta e assegurar que todos os segmentos da sociedade sejam ouvidos, é gritante o abismo entre o idealizar, pensado sob à ótica da teoria desvinculada da prática de quem realiza.  Contudo, é preciso vencer o estigma do senso comum, sair da zona de conforto e realizar um debate reflexivo embasado por pesquisas sérias que de fato sejam fundamentadas e significativas.

“Vygotsky afirma que o bom ensino é aquele que se adianta ao desenvolvimento, ou seja, que se dirige às funções psicológicas que estão em vias de se completarem.” (Rego, 2001)

Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) é um conceito elaborado por Vygotsky, e define a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver um problema sem ajuda e o Nível de desenvolvimento potencial determinado através de resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outro companheiro.

E, justamente numa dessas conversas on-line, trocava figurinha com uma das minhas companheiras de jornada terrena, Celia Cristina, profa. de Educação Infantil da Rede Municipal, falávamos sobre as concepções de aprendizagens, a EAD na infância, a realidade excludente, a questão do ano letivo e a falta de diálogo por parte de SME. Adoro ouví-la, e ela me fez apontamentos importantíssimos para pensarmos sobre a minuta apresentada pelos idealizadores e, como nós, profissionais da Educação, faremos para realizar…

Ela aponta justamente para esse abismo, da dicotomia de uma teorização elaborada por pessoas há tempos distanciadas das práticas de sala de aula, elencando apenas os aspectos do que se considera ideal, desconsiderando, ou ignorando, de fato a realidade.
A minuta evidencia diversas controvérsias, numa leitura tecnicista. Ora fala em distanciamento, ora fala em acolhimento…

Ora! Afinal como será feito?

Os documentos que norteiam a educação infantil municipal são pautados nas interações das relações, ou seja, nas trocas previstas num currículo integrador.
É um olhar de quem não acompanha uma atuação efetiva ou não está presente no chão de uma escola pública!

Se transpormos esse olhar para o ensino fundamental, do processo da construção da alfabetização até seu ciclo final, bem como as especificidades do aluno da educação de jovens e adultos, que em sua grande maioria é formada por trabalhadores da nossa população mais carente, que por ser periférica e por um governo sem uma política pública que leve em consideração esse cidadão, não teve direito ao isolamento social, precisa fazer uso do transporte público lotado pois precisam se deslocar até seus locais de trabalho. Isso aos que ainda detém seus empregos, pois uma grande parcela já se encontrava desempregada, e com a pandemia, essa parcela apresentou uma elevação gigantesca…

Sem uma higienização minuciosa, tão crucial nesse momento, obrigaremos o aluno trabalhador a permanecer nas escolas sem tal, depois de um longo dia de trabalho e o percurso realizado para esse tramite.

Assim, vemos igualmente tamanhas contradições por não respeitar o sujeito de direito em seu processo de aprendizagens em todas as etapas e desconsiderar seu protagonismo nesse espaço tão vivo que é a escola.

A quem vai servir essa minuta?

Esse protocolo reconhece as limitações impostas a um espaço que até então era rico em vivências e explorações?Espaço que oportunizava as relações humanas, às vezes a única que a criança vivia na rotina do seu dia-a-dia, pois tratamos aqui das regras e não das exceções. Um espaço agora limitado de potêncialidade e oportunidades!

A criança NÃO poderá ser criança! Seu direito cerceado!

SME diz que o plano foi montado sob orientação da saúde. Coloca situações que, na imensa maioria, são de difícil aplicação prática, jogando toda a responsabilidade para as escolas, inclusive questões estruturais, que envolvem verbas e manutenção e dependem das DREs e da SME. Sanitários, por exemplo, a diretriz é não deixar faltar material de higiene e garantir vasos e pias sem defeito, mas em nenhum local está dito que a SME garantirá manutenção das unidades com problemas estruturais, suprimento de materiais de higiene, a necessidade de funcionários, em número insuficiente, essa falta é algo crônico. Aproveito para abordar a homologação dos concursos de Auxiliar Técnico de Educação e Coordenadores Pedagógicos, além das chamadas dos que aguardam para os cargos de diretores de escola e Supervisores Escolares e o fornecimento de ítens de segurança. Fazemos um adendo aqui, pois no caso das máscaras, dá a entender que é problema de cada aluno e profissional.

Me causa a sensação de que o plano da prefeitura junto à SME, está montado para que, se algo der errado, o problema seja de falta de gerência da equipe escolar, que será responsabilizada por orientar adequadamente os profissionais, os alunos e as famílias. Garantir uma organização em relação ao fluxos de entrada e saída, intervalos e refeições será quase impossível em muitas unidades.

O Secretário de Educação, vem tardiamente a se reunir com os Sindicatos e de forma unilateral. Isso não é diálogo! É fundamental assegurar que nossa representatividade seja efetivada pelos sindicatos com empenho e ações pontuais, pensando em todos os segmentos de profissionais da Educação, cobrando de SME e demais órgãos, um canal permanente de diálogo das demandas da rede, bem como negociação por valorização da carreira. ]

E por isso enfatizo a importância em articular e fortalecer um conselho de escola participativo, atuante e que busque legitimar a voz da comunidade nos CRECEs regionais e central.

Termino com o seguinte questionamento:
-QUEM IRÁ RESPONDER PELAS VIDAS CEIFADAS?

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli é professora de educação infantil e ensino fundamental; pedagoga e Psicopedagoga Pós graduada em Direito Educacional. Atualmente ocupa o mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli

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Dinheiro público para educação pública!

Dinheiro público para educação pública!

Saiba mais sobre para onde vai o dinheiro da educação em São Paulo

A maior parte do dinheiro da educação de São Paulo vai para centros de educação particulares pouco fiscalizados! É o que pode ser verificado a partir de dados oficiais do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. Segundo os dados a prefeitura gastou, em 2020, 32,3% dos recursos públicos em CEIs (Centros de Educação Infantil) da rede indireta! Isso é mais do que o que foi gasto com salários de profissionais! Devemos lutar por outro sistema. Por dinheiro público para educação pública!

Esse dinheiro é mal fiscalizado! Só em 2019 denúncias de pais e mães apontaram irregularidades em pelo menos 116 dessas CEIs! Os mecanismos legais de fiscalização são parcos, como denunciado uma série de vezes pelo vereador professor Toninho Vespoli.

Irregularidades assim não são difíceis de entender. Ocorre que do ponto de vista de uma empresa de educação o seu principal interesse será conseguir extrair a maior quantia possível do município (e não garantir cuidados de qualidade às crianças).

Fiscalização?

Alguns acham que tudo poderia ser resolvido com uma fiscalização eficiente. Mas fiscalizar um centro de educação significaria acompanhar de maneira séria tudo o que ela faz, incluindo movimentação dos recursos, qualidade dos serviços de limpeza, qualidade dos insumos oferecidos aos jovens e professora etc. Tudo isso requer gastos com fiscais e administradores competentes, e comprometidos com a educação. Oras! Não seria mais simples (e mais barato!), usar esse tipo de serviço para criar e administrar mais unidades da rede direta?

Não importa como você olhe, terceirizar a educação não é uma boa ideia. O fetiche privatista de Bruno Covas não irá nos levar a uma educação de qualidade e acessível! Precisamos, em 2021, lutar por um outro tipo de orçamento dos gastos da prefeitura! Um orçamento capaz de prover a todos uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade! Um orçamento com dinheiro público para educação pública!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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O PL Inconstitucional de Bruno Covas

O silêncio ao desmonte da educação inclusiva

Parecer da CCJ, baseado em argumentos de ação de Toninho, recomenda ilegalidade de projeto de Bruno Covas

Quando o prefeito e a direita na Câmara Municipal aprovaram um projeto que, entre muitas questões, criava um voucher para vagas em CEIs privadas ou assegurava uma bolsa de R$ 100,00 para pagar famílias, que não tivessem conseguido a vaga na creche, o vereador professor Toninho Vespoli entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a referida lei.

De acordo com parecer do Subprocurador-Geral de Justiça o pedido do professor Toninho Vespoli é procedente e determinados artigos da lei são inconstitucionais. Essa decisão é usada como base para destacar que trechos do PL 452/2020, do poder executivo, incorre nos mesmos erros, sendo, também, inconstitucional.

A comissão de Constituição e Justiça emitiu parecer reconhecendo a ilegalidade de pacote de maldades de Bruno Covas na educação: o PL 452/2020. O projeto incluía a proposta falha dos vouchers para creches, compra de uniformes em processos pouco claros e transparentes entre outras medidas duvidosas e com fins eleitoreiros! Mais ainda: permitia a contratação de creches privadas pela rede pública com grupos que visam o lucro; violação expressa ao artigo 213 da Constituição Federal.

Com a desculpa de urgência em face da pandemia o projeto visava suprimir toda a ordem legislativa, e aprovar programa de distribuição gratuita de bens em ano eleitoral. O problema é que alguns dos itens do projeto só começam a ter validade no ano 2021. Fica difícil argumentar urgência para aquilo que pode esperar vários meses.

Por trás disso tudo o que há são os interesses de parte da indústria da educação. Creches altamente rentáveis para os seus donos que pretendem oferecer seus serviços à prefeitura sem mecanismos concretos de fiscalização.

O próprio projeto de lei não prevê alíquotas claras para os serviços que seriam criados, nem especificam quem seriam as partes beneficiadas. Ou seja, ficaria a critério de burocratas a serviço de Bruno Covas definir. Tudo isso, certamente, teria um impacto no orçamento de 2021, que já começaria com parte comprometida antes mesmo de ser votado.

Dessa vez o parecer da Comissão de Constituição e Justiça pareceu sensato. Mas a batalha ainda não foi ganha. Na próxima quarta, dia 29/07, a Comissão ainda votará se segue ou não o parecer que ela mesma produziu. Pode parecer estranho, mas em muitos casos nessas comissões os vereadores dizem defender uma coisa, mas na hora do voto final fazem o oposto.

Estaremos pressionando os vereadores na luta para que absurdos como este não saiam do papel!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é estudante de Direito, ativista pelo clima e estagiário do mandato do vereador Toninho Vespoli

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Por que ser contrário à reabertura das escolas durante uma pandemia?

Desde que foi declarado o afrouxamento nas regras de distanciamento social por pressão de grupos econômicos temos acompanhado o efeito dominó de reaberturas de instituições e comércios até que o pico da pressão sobre a necessidade de reabertura das Unidades Escolares.

Um ponto importante a ser ressaltado é de que todo esse processo tem acontecido, diferente do resto do mundo, com números absurdamente altos (segundo país com maior número de contágios), mesmo com pequena parcela de testagem entre a população, e com uma média diária de mais de 1200 mortes devido ao vírus covid-19.

Em primeiro lugar é preciso considerar o direito à vida. Enfrentar uma pandemia de uma doença nova, sem estudos suficientes para analisar comportamento, sem vacina ou remédio tem sido muito difícil para o todos, porém, o único consenso mundial tem sido em torno da importância do cumprimento da quarentena para que o vírus deixe de circular e que inclusive o sistema de saúde tenha respiro para atender a todos.

Muitas das escolas não estão adaptadas para a quarentena!

Outro aspecto importante são os prédios das escolas. Cerca de 80% dos CEIs na cidade de São Paulo pertencem à rede parceira, muitos deles, funcionando em casas adaptadas para receber as crianças, sem ventilação adequada, sem espaços externos e sem possibilidade de distanciamento.

Além disso, justamente na Educação infantil, a mídia tem insistido sobre a importância dos pais terem onde deixar as crianças para poderem voltar ao trabalho e que os pequenos são assintomáticos. Ora, os professores mantém contato direto com as secreções dos bebês e o cuidar é um dos pilares do trabalho, o que obviamente está ligado à questão do afeto e contato físico. Mesmo que a afirmação sobre as crianças estivesse correta, os professores não são imunes, os familiares dos bebês, crianças e funcionários também não são imunes.

Além do mais todos os documentos de protocolos sendo apresentados possuem como premissa o distanciamento e a proibição de contato entre estudantes. Essas pessoas já foram numa escola? A escola é espaço de interação, crianças ou adolescentes se abraçam, compartilham lanches, brincam em suas rotinas, independente do comando do adulto.

Tendo por base que todas as escolas fossem equipadas com álcool gel, sabão suficiente, papel, máscaras para todos, como garantir a troca de forma adequada e o uso integral por seres em formação quando o que temos visto na prática entre adultos a resistência ao uso quer seja na prática de exercícios físicos, filas com lugares marcados ou perambulando pelas ruas? As campanhas por parte do Estado de orientação à população em geral tem sido satisfatória?

Não há espaço ou tempo para atender as crianças respeitando as medidas de isolamento

E as recomendações não pararam por aí, falam em marcar lugares durante o uso do refeitório ou que as refeições sejam feitas na própria sala de aula. As Secretarias sabem que devido ao grande número de estudantes atendidos por escola já é prática a realização de 3 ou 4 intervalos fora os momentos de lanche dirigido? Não há espaço hábil dentro da linha do tempo para fragmentar mais as turmas nas refeições. Além disso, os professores possuem o intervalo garantido em sua jornada de trabalho. Quem ficaria com os estudantes nas salas de aula? As unidades sofrem com vacância de cargo e insuficiência de trabalhadores no quadro de apoio, sem falar em todos os afastamentos de servidores do grupo de risco.

A super exploração das equipes terceirizadas também aparecem nessa conta. As equipes das escolas foram reduzidas de 11, 10, 9 para 3 ou 2 funcionários para dar conta da limpeza, independente do tamanho dos prédios. Como dar conta da higienização de todas as salas ( estamos falando de escolas que possuem até 25 salas por período de funcionamento) após cada refeição, revisão dos banheiros e reabastecimento de todos os pontos de álcool e sabão, dentro do período de aulas? Isso sem falar nas tarefas realizadas entre os atendimentos das turmas…

Ou seja, protocolo de volta com a pandemia em curso simplesmente não é possível com segurança. O problema é que muito se fala de Educação, porém sem conhecer ou respeitar a realidade e os problemas das escolas que já tem sido motivo de reivindicação há tanto tempo por quem conhece a prática e a estrutura por dentro.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela esucação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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A rebeldia da juventude e o coronavirus: epicurismo ou realidade?

A rebeldia da juventude e o coronavirus: epicurismo ou realidade?

Entenda o que está acontecendo com a juventude nas quebradas durante a pandemia

Uma das preocupações durante a quarentena entre os educadores, especialmente os que atuam no Ensino Fundamental e Médio, é sobre o que seus alunos que não estão interagindo nas plataformas virtuais estão fazendo. Se estão bem.

Não faltam relatos de ruas cheias de jovens empinando pipas, de fluxos lotados ou de colegas mudando as fotos de perfil nas redes sociais com mensagens de luto.

É importante pontuar que via de regra muitos jovens dos extremos periféricos estão sendo contaminados e parecem desafiar as regras de cuidados impostos durante a quarentena.

Por outro lado, já vivem em meio às piores expectativas de vida da cidade. São os que não têm acesso ao saneamento básico. São os que esperam por 9 horas para uma consulta simples. São os que são selecionados negativamente na vaga de emprego pelo CEP. São muitas vezes os que dividem um cômodo para 7 pessoas da família. São os que não possuem acesso a diferentes fontes de lazer que muitas vezes é proporcionado pelas interações na escola. São as maiores vítimas de morte violenta e de “erros” por parte do Estado, é neles que cabe a justiça com as próprias mãos, furto de chocolate vira chibatada, furto de carne gera tortura com choques.

Falar que estão arriscando as vidas e que podem morrer por um vírus significa o que na rotina de vida desses meninos?

Sabe aquele papo do aluno que não sabe se vale a pena ser como o “bandido” da vila, pois é respeitado, anda de moto, tem namoradas, tênis da moda e uma TV legal em casa? Ele te fala que sabe que provavelmente viverá pouco, mas terá aproveitado ao máximo.

Às vezes é exatamente essa a impressão deixada quando alguns compram pebolim ou churrasqueira durante a quarentena e festejam como se não tivesse amanhã.

Em tempos normais, com alguns dias de não comparecimento às aulas a escola tenta contato com família, com conselho tutelar. E durante a quarentena? O trabalho dos conselhos precarizados foi intensificado? Quais as ações foram pensadas pelo governo para a busca ativa desses nossos estudantes? Quais foram as estratégias reais de proteção a essas vidas e de prevenção a evasão? Provavelmente poucas ou nenhuma, afinal os que eram invisíveis antes da pandemia, continuam tristemente a sê-lo.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela esucação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um Auxiliar Técnico em meio à pandemia de corona vírus covid 19.

Eu me chamo William Silva Figueiredo, auxiliar técnico de educação, trabalhando na Prefeitura de São Paulo desde 2009 e no CEU Água Azul Cidade Tiradentes na Gestão desde 2015. Descreverei como estão sendo estes dia de trabalhos em tempo de pandemia, pois como é do conhecimento de todos, o Quadros de Apoio da Educação Municipal não obteve o direito ao isolamento e sendo assim continuamos trabalhando.

Com a pandemia, assim que tomei conhecimento das suspensões de todas as atividades e fechamento do CEU, confesso que de primeiro momento fiquei assustado por nunca ter visto algo de igual impacto, tudo ficou deserto e silencioso, os alunos das três escolas sumiram, a comunidade que frequentava diariamente as atividades físicas, teatrais entre outras também foram obrigadas a pararem de frequentar, mesmo com tudo isso acontecendo os trabalhos administrativos foram mantidos e tivemos (ATE’s e Gestão no Geral) que nos desdobrar para manter funcionando, pois além de todo o ocorrido tivemos que administrar a ausência dos companheiros de trabalho que mesmo sendo do quadro de apoio, fazem parte do grupo de risco e precisam do afastamento do trabalho presencial.

Batalhando com o risco de morte

O contato com a comunidade que era frequentemente realizado frente a frente passou a ser na maioria das vezes por telefone evitando o menor contato possível, e a convivência no local de trabalho com os servidores e funcionários, ficaram completamente diferentes e sempre repletas de incertezas em relação ao contagio do vírus, pois o CEU tem além dos servidores, um grande número de pessoas que compõe o quadro de limpeza e segurança, sem contar com os prestadores de serviços que nesse tempo de pandemia estão trabalhando na manutenção dos espaços. Cabe ressaltar que uma das esposas de um funcionário da segurança testou positivo para a COVID 19, e ele teve que ser afastado para cumprir o isolamento social. Graças a Deus, ele testou negativo e sua esposa e filhos estão bem.

Apesar de tudo, os ATE’s lutam para fazer a diferença!

Recentemente, dia 12/maio, perdemos um funcionário para a covid 19, também da segurança do período noturno, e diante de todos os ocorridos e relatados de usuários da comunidade que também testaram positivos uns internados, outros isolados, continuei no empenho de minhas obrigações habituais colaborando recentemente na entrega de cestas básicas referentes a um projeto de Rugby (esporte) onde foram doadas cestas de alimentos para os praticantes do referido esporte. Além dessa ação social está em prática outra, que também entregará cestas básica (Associação do bairro), essa ação será realizada às sextas-feiras, em horário comercial. Contamos também com fabricação de máscaras faciais, que são confeccionadas em um baú de uma carreta que está estacionada no
estacionamento do CEU (projeto do governo do Estado com parceria das ETECs).

O meu sentimento em estar trabalhando em plena pandemia e mesmo tomando todas as precauções e recomendações necessárias, é o de incerteza, pois nunca se sabe se fui ou não contaminado, mesmo que todos os cuidados estejam sendo tomados sempre temos contato com pessoas e objetos, isso me deixa extremamente preocupado e incerto, mas com a certeza que estou contribuindo com algo para que tudo isso passe e volte ao normal para que possamos usufruir de nossas vidas como comumente fazíamos.

Escrito por um ATE

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A Alimentação Escolar durante a quarentena

A Alimentação Escolar durante a quarentena

Entenda o descaso dos governantes com crianças que passam fome!

A pandemia de covid- 19, dentre outras coisas, escancarou um papel que as escolas ocupam: espaço responsável pelas principais refeições de muitos dos estudantes.
Não são incomuns os relatos de professores recebendo mensagens de estudantes perguntando sobre alimentação durante as interações online. Outra realidade é a dos profissionais em plantões nas escolas ( gestores e quadro de apoio) que atendem telefonemas ou pessoas batendo nas portas das escolas em busca de informações sobre o cartão- alimentação ou a possibilidade de doação de cestas básicas.

A realidade financeira de muitas das famílias mudou devido ao contexto da quarentena, muitos com salários reduzidos ou com a perda dos empregos, mesmo fora das listas de beneficiários de programas sociais governamentais.

Mesmo que o direito à alimentação esteja garantido na Declaração dos Direitos Humanos, PIDESC, Constituição e ECA, a fome ainda é uma realidade e agravada devido aos estudantes não terem o direito à alimentação escolar garantido. Pelo contrário, governantes têm caminhado no sentido oposto, levando a alimentação escolar como direito de alguns.

Alimentação não é caridade, é dever do Estado!

É indiscutível a relação da garantia da alimentação como preceito para aprendizagem. O Programa de Alimentação Escolar gratuita e universal representa a maior e mais abrangente experiência em Políticas Públicas de alimentação e nutrição na América do Sul, além de ser um dos mais antigos no mundo.

Desta forma, é incompreensível num momento de agravo social e sanitário, impor a privação ao direito dos estudantes de se alimentarem de forma adequada. Argumentar sob o véu da legalidade contratual, quando de fato dados da própria prefeitura apontam o gasto efetivo realizado de pouco mais de 10% do valor total a ser recebido do governo federal chega a ser irresponsável, pois se trata de direito e não de caridade para alguns que estão nos critérios estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação que nem sequer são os mesmos adotados pela Assistência Social, que tem como característica o atendimento da população em maior vulnerabilidade.

Se a alimentação escolar é um direito universal aos alunos, em atividades remotas todos continuam a serem alunos e, portanto devem receber o equivalente à refeição realizada na escola. Essa equivalência precisa inclusive levar em conta que o poder de compra do governo e avulsa são diferentes. Ofertar alimentos aos estudantes seguindo os preceitos da FNDE torna-se mais que urgente para garantir a segurança alimentar dos estudantes que já são tão vulneráveis e estão prejudicados por diversas políticas de governo que não estão considerando-os como sujeitos de direitos e que precisam ter a proteção e ações voltadas para a universalização e em condições de igualdade.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela educação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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