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Calendário de saque do auxílio de R$ 600

Calendário de saque do auxílio de R$ 600

Tire suas dúvidas sobre como, quando e onde receber

A partir do dia 17/4, a Caixa iniciou o pagamento do Auxílio Emergencial para mais de 7,5 milhões de brasileiros. De acordo com o banco, são mais de 2,1 milhões inscritos no Cadastro Único do Governo Federal, que nasceram nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro e receberão pela Poupança Social Digital. Além deles, 1,9 milhões de beneficiários do Bolsa Família, com NIS de final 2, e mais 3,4 milhões de beneficiários com conta poupança da CAIXA, que realizaram Cadastro pelo App/site.

Importante: Não há necessidade de comparecer às agências da Caixa. O pagamento do auxílio é feito de forma automática. Evite aglomeração.

[Eu posso receber o auxílio?]

Veja as datas em que serão disponibilizados os créditos: 

Sexta-feira (17), a partir das 15h:

– Crédito para 3.438.238 pessoas com conta poupança na Caixa

Sábado (18):

– Crédito para 1.420.466 pessoas com contas em outros bancos

Segunda-feira (20):

– Crédito para 4.230.900 pessoas na Poupança Social Digital Caixa

E quem recebe Bolsa Família?

Os pagamentos serão realizados nas datas:

Sexta-feira (17):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 2

Segunda-feira (20):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 3

Quarta-feira (22):

–  beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 4

Quinta-feira (23):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 5

Sexta-feira (24):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 6

Segunda-feira (27):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 7

Terça-feira (28):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 8

Quarta-feira (29):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 9

Quinta-feira (30):

– beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do NIS é igual a 0

[Veja aqui como pedir o auxílio]

Onde vou receber? 

A Caixa abrirá automaticamente as contas de poupança digitais para os beneficiários considerados aptos a receber o auxílio emergencial e que não tenham outra conta bancária nem sejam beneficiários do Bolsa Família.

Os que receberem o crédito por meio da conta digital poderão efetuar transferências ilimitadas entre contas da Caixa ou realizar gratuitamente até três transferências para outros bancos a cada mês, pelos próximos 90 dias. Além disso, podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras. A conta é isenta de tarifas.

O acesso à conta é feito pelo aplicativo CAIXA Tem, que pode ser baixado na loja de aplicativos dos smartphones neste link.

Quando vou poder sacar da poupança digital? 

Para evitar aglomerações nas agências, a Caixa estabeleceu um calendário para os beneficiários que quiserem sacar em dinheiro o valor depositado nas poupanças digitais abertas para os trabalhadores:

27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro

28 de abril – nascidos em março e abril

29 de abril – nascidos em maio e junho

30 de abril – nascidos julho e agosto

4 de maio – nascidos em setembro e outubro

5 de maio – nascidos em novembro e dezembro

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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Meu CPF está irregular. Como me cadastrar para receber o auxílio?

É possível checar a situação do documento no site da Receita e regularizá-lo pela internet

Estar com o CPF regular é um dos pré-requisitos para o trabalhador informal receber o auxílio emergencial de R$ 600 do governo. Para checar se o seu CPF está regular é preciso consultá-lo no site da Receita Federal, preenchendo o CPF e a data de nascimento.

Mais de 23 milhões de pessoas já se inscreveram para receber o benefício, mas muitos relataram não ter conseguido completar o cadastro e questionaram se o motivo teria sido a exigência do CPF regular.

Como saber minha situação cadastral do CPF?

Acesse o site: http://www.receita.fazenda.gov.br/aplicacoes/atcta/cpf/consultapublica.asp

Por que meu CPF não está regularizado?

Você pode estar com pendências na declaração do imposto de renda ou com a Justiça Eleitoral (por exemplo, faltou em alguma eleição)

Se está com pendência na Justiça Eleitoral:

Acesse o site do TSE  (http://www.tse.jus.br/eleitor/titulo-de-eleitor/quitacao-de-multas)  e pague a multa.

O que significa os tipos de situação cadastral do CPF?

REGULAR: não há nenhuma pendência

PENDENTE DE REGULARIZAÇÃO:  você deixou de entregar alguma Declaração do Imposto Renda dos últimos cinco anos.

SUSPENSA: o cadastro está incorreto ou incompleto.

CANCELADA: o CPF foi cancelado por multiplicidade, em virtude de decisão administrativa ou judicial.

TITULAR FALECIDO: quando for incluído o ano de óbito

NULA: foi constatada fraude na inscrição e o CPF foi anulado.

Se o CPF estiver “Pendente de regularização”?

É só enviar a declaração de IR do ano ausente, ainda que em atraso.

Caso esteja o CPF esteja “Suspenso”?

A Receita pede que o contribuinte que possui título de eleitor regularize a situação em seu site (https://servicos.receita.fazenda.gov.br/Servicos/CPF/regularizar/Default.asp)

Sem o título de eleitor, o cidadão deve comparecer a uma agência do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios e pagar taxa de R$ 7,00.

Se o CPF estiver  desatualizado? 

A Receita recomenda:

  • Preencher um formulário no site: https://servicos.receita.fazenda.gov.br/Servicos/CPF/alterar/default.asp
  • Ou, dirigir-se, com os documentos pessoais (documento de identificação oficial com foto, título de eleitor, certidão de casamento e documento que comprove o CPF do solicitante) a uma agência dos Correios, Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil e pagar a taxa de R$ 7,00;
Juliana Ghizzi

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Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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Confira calendário de pagamento do auxílio de R$ 600

Governo divulga que valor começará a ser pago na quinta; veja datas

A primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 começará a ser paga entre a próxima quinta-feira (9) e terça-feira da semana que vem (14).  De acordo com o Governo, a última parcela deve ser paga até 29 de maio. 

Para quem se cadastrar hoje (veja como fazer aqui), o pagamento estará disponível na quinta-feira (9), se tiverem conta-poupança na Caixa ou conta-corrente no Banco do Brasil. Os demais devem receber até o dia 14/4. 

[VEJA AQUI SE VOCÊ PODE RECEBER O AUXÍLIO]

Já a segunda e a terceira parcela serão pagas de acordo com o mês de aniversário do cidadão, assim como funciona o calendário de saque do FGTS. A segunda parcela do auxílio deverá ser paga entre 27 e 30 de abril. A terceira parcela deverá ser paga entre 26 e 29 de maio.

Confira o calendário de pagamento do auxílio de R$ 600:

  • 1ª parcela
    – Para quem tem poupança na Caixa ou correntistas do BB a partir de 9/4;
    – Pessoas que estão no Cadastro Único, mas não têm conta nesses bancos, receberão no dia 14 de abril;
    – Aqueles que não estão no Cadastro Único receberão 5 dias úteis após realizar a inscrição para receber o auxílio emergencial.
  • 2ª parcela
    – Será paga entre os dias 27/4 a 30/4, de acordo com o nascimento do beneficiário:

(Mês de nascimento) –  (Dia do pagamento)

jan., fev. e mar. – 27/4

abr., mai. e jun. – 28/4

jul., ago. e set. – 29/4

out., nov. e dez – 30/4

  • 3ª parcela
    – Será paga entre os dias 26/5 a 29/5, de acordo com o nascimento do beneficiário:

jan., fev. e mar. – 26/5

abr., mai. e jun. – 27/5

jul., ago. e set. –  28/5

out., nov. e dez – 29/5

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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Nenhuma pandemia vem de Deus

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Nenhuma pandemia vem de Deus

Saiba como buscar a fé em tempos de pandemia.

Por Moisés Sbardelotto

Nesta pandemia do coronavírus, já me deparei com algumas interpretações religiosas sobre esse fenômeno que me deram calafrios. Em síntese, a ideia mais assustadora é que Deus teria “mandado” o coronavírus. Ou, suavizando um pouco, que Ele não teria mandado, mas “permitido” que o vírus surgisse e se alastrasse. E fez isso para testar a fé da humanidade, ou para lhe ensinar algo, ou para lhe recompensar posteriormente com um dom maior, ou coisas desse gênero.

Assim, caímos no velho dilema: se Deus é onipotente, pode evitar o sofrimento causado por uma pandemia. Mas, se ainda não evitou, então ou não é onipotente ou não é bondoso.

Mas esse impasse, além de improdutivo, é falso e enganoso. A onipotência de Deus se revela precisamente na Sua misericórdia, como ensinam várias tradições religiosas. Se somos pessoas de fé e cremos – independentemente da crença de cada um/a – que só existimos graças a uma Fonte originária que nos deu a vida gratuitamente, por puro amor, podemos nos reconhecer, todos e todas, como irmãos e irmãs. E, por termos nascido livres e recebido em nossas próprias mãos o dom de gerar vida, sentimo-nos inspirados por esse Sopro divino a também proteger a vida, a optar pela não violência, a praticar a solidariedade.

Papa João Paulo I chegou a dizer que “Deus é nosso papai; mais ainda, é mãe”.

Não sou teólogo, apenas um teófilo que – tendo sido criado na espiritualidade cristã e continuar vivendo-a por opção pessoal – foi apresentado ao Deus-Amor a quem Jesus de Nazaré chamava surpreendentemente de “Abbá”, “papaizinho”. O evangelista João, em uma de suas cartas, diz que “Deus é amor”, um amor gratuito, imerecido, eterno, que “vencerá inclusive as piores infidelidades”, como afirma o Catecismo da Igreja Católica (n. 219). O Papa João Paulo I, que liderou a Igreja por apenas 33 dias, chegou a dizer que “Deus é nosso papai; mais ainda, é mãe”.

E eu mesmo, como pai do Martim, hoje com três anos, não consigo imaginar um Deus que possa ser menos amoroso do que eu. Eu nunca mandaria meu filho à beira da morte. Nunca o faria sofrer nem permitiria que ele sofresse deliberadamente com algo proporcionalmente semelhante a uma pandemia apenas para testar o seu amor por mim, para lhe ensinar que “não se brinca com fogo”, ou para depois lhe recompensar com um brinquedo novo. Posso ser limitadíssimo como pai, mas não sou sádico. Essa “pedagogia” é doentia, nem um pouco humana, em seu sentido mais profundo, muito menos divina.
O mal é sempre um mistério. Nenhuma ponerologia, por mais avançada que seja, consegue explicar as teodiceias.

a pergunta deve ser: onde estamos nós diante da pandemia?

Então, a pergunta não deve ser “onde está Deus diante da pandemia?” ou “por que Deus permitiu a pandemia?”. São perguntas injustas com um Deus-Amor. Ao contrário, a pergunta deve ser: onde estamos nós diante da pandemia? Por que nós, humanidade, permitimos ou continuamos permitindo a pandemia?

Há inúmeras causas biológicas que podem ajudar a explicar o surto do coronavírus, mas há também inúmeras outras causas, de ordem social, política, econômica. São verdadeiros “pecados sociais e estruturais”, que podem até não ter gerado o vírus, mas prejudicam ou impedem o seu combate: falta de políticas públicas, de investimento em ciência e educação, de consciência social e ambiental, de equidade, de partilha justa dos bens e das riquezas, de solidariedade…

Mesmo que a pandemia seja apenas um triste “acaso natural”, as respostas que estamos dando, em geral, como humanidade, como sociedade, como cultura, como indivíduos, por meio de muitos de nossos governantes, continuam revelando, muitas vezes, infelizmente, nosso “egoísmo original”.

A culpa não é de Deus

Deus, ao contrário, exatamente neste momento, está do nosso lado, sofre conosco, dando-nos colo e ternura. Deus está especialmente com os mais frágeis e impotentes diante da Covid-19, chorando e gritando junto com eles contra a pandemia e contra as estruturas sociais, políticas e econômicas que impedem o enfrentamento do vírus.

Deus, em seu amor onipotente, não provoca, nem permite, nem pode parar uma pandemia com um “passe de mágica”. Porque mesmo a onipotência de Deus encontra limites diante da estupidez humana e de uma liberdade humana irresponsável, que continuam se manifestando assustadoramente nestes tempos de pandemia.

A “culpa” não é de Deus. Diante do mistério do mal, portanto, é preciso silenciar. E, diante do mistério de Deus, é preciso pôr-se à escuta, para sentir e reconhecer a Sua presença sempre amorosa, principalmente nas situações mais paradoxais. E, assim, poder fazer as perguntas certas para as pessoas certas.

Este é um texto de opinião de um(a) autor(a) convidado(a). As opiniões aqui presentes não necessariamente refletem as visões do vereador Toninho Vespoli, ou de sua equipe

moisés sbardelotto

moisés sbardelotto

Moisés Sbardelotto é jornalista, mestre e doutor em Ciências da Comunicação com estágio doutoral na Università di Roma na Itália. Atualmente, é professor colaborador de Ciências da Comunicação da Unisinos. É palestrante, tradutor e consultor em Comunicação para diversos órgãos e instituições civis e religiosos.

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Vale a pena sorrir

Vale a pena sorrir

As coisas não estão fáceis. Ninguém quer negar isso. Mas é nestes momentos trágicos que é importante manter a esperança. Mesmo que o futuro seja incerto, é necessário acreditar que a primavera irá florear. Mesmo que o prato esteja vazio é necessário acreditar que o feijão chegará à mesa da gente. Mesmo que o coração esteja doendo é necessário acreditar que vale a pena sorrir 🙂

E é para ajudar a manter a esperança que a equipe do blog 2 litrão selecionou algumas iniciativas incríveis durante a pandemia. Veja só:

Os Tios e Tias do transporte escolar são incríveis! Uma coisa importante para os grupos de risco fazerem durante a pandemia é tomar a vacina da gripe. Apesar de não combater o novo coronavírus, ajuda na hora do médico fazer o diagnóstico. Mas como, em períodos de pandemia garantir que os profissionais da saúde consigam chegar em todos os postos de vacinação? Aí que entram os motoristas do teg (transporte escolar gratuito).

Milhares desses profissionais se voluntariaram para ajudar na campanha de vacinação. Além de transportarem os profissionais da saúde e os equipamentos médicos, em alguns casos eles estão ajudando no transporte dos idosos e deficientes até os postos de vacinação! Mesmo sabendo dos riscos de estarem entrando em contato com pessoas infectadas, esses heróis estão fazendo tudo em seus alcances para fazer a vacinação funcionar! 

Viva a solidariedade! Em toda a crise quem mais sofre são os pobres. Em particular quem vive na e das ruas. Com o novo coronavírus a coisa não é diferente. Para começar quem não tem casa não pode ficar em casa. A quarentena não é uma opção. Além disso são pessoas que, muitas vezes, vivem de bicos ou de doações. Durante a pandemia a renda deles, que já é baixíssima, chega próxima de zero. A fome bate. O frio gela a espinha.

A única solução real são investimentos públicos em moradia, abrigos e rendas emergenciais. Mas enquanto isso não acontece, várias iniciativas já estão se mobilizando para arrecadar doações e suprimentos para os que têm pouco. O padre Júlio Lancellotti, por exemplo, tradicional liderança católica, está trabalhando junto ao Guilherme Boulos e outras lideranças para fazer alimentos e itens básicos chegarem aos moradores de rua. Não apenas o padre criou uma petição online para pressionar a prefeitura a cumprir com o seu dever, ele também está recebendo doações em dinheiro, comida, roupas e cobertores.

As Brigadas de Solidariedade, grupo social e político, também estão tentando conseguir doações para os setores mais vulneráveis. No final do texto confira uma lista de apenas algumas das iniciativas que buscam o exercício da solidariedade nestes tempos tão conturbados!

Universidades em ação! Não é pra ter falsas esperanças. A vacina para a Covid-19 deve demorar pelo menos um ano para ficar pronta. Enquanto isso medidas de isolamento e quarentena serão essenciais. Mas universidades em todo o mundo estão unindo esforços para encontrar uma vacina.

Aqui no Brasil, inclusive, cientistas da Universidade pública, USP, estão liderando um dos estudos mais promissores para a criação de uma vacina! Que bom que existe tanta “balburdia” para ajudar a encontrar soluções!

Universidades em ação 2! Máscaras apenas para doentes ou para quem está em contato com doentes!!! Infelizmente, muita gente não entendeu a mensagem, o que diminuiu drasticamente o estoque de máscaras para quem realmente precisa. 

Mas enquanto as fabricantes não dão conta de produzir mais máscaras, algumas universidades estão ajudando. A solução está sendo imprimir máscaras em impressoras 3d! Várias universidades tem os equipamentos necessários para isso. A Universidade Federal Fluminense, por exemplo, deve produzir entre 30 e 60 máscaras por dia. A Universidade de Brasília também está ajudando, assim como a Unifesp aqui em São Paulo

Como veem, apesar dos pesados pesares, há esperança! Os tempos não serão fáceis, e está tudo bem ficar triste às vezes. Mas são nesses momentos trágicos que manter um sorriso no rosto pode ser fundamental. Pois como diria o cineasta e poeta Charles Chaplin “Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas sorrir”! Vale a pena sorrir!

Listinha de grupos para doar:

Doações para iniciativa do padre Júlio Lancelotti

Para ajudar as Brigadas de Solidariedade:

Para ajudar a Central Única das Favelas:

https://www.cufa.org.br/noticia.php?n=MjY0

Doações para o Fundo Emergencial para a Saúde:

https://www.bsocial.com.br/causa/fundo-emergencial-para-a-saude-coronavirus-brasil

(essa lista é de apenas algumas entre muitas iniciativas precisando de doações para o combate ao novo coronavírus. A inclusão resultou meramente de pesquisa do redator desta matéria. O fato da iniciativa estar presente no artigo não denota, necessariamente, qualquer parceria profunda entre o mandato do vereador Toninho Vespoli e o grupo anunciado. Tampouco a ausência de alguma iniciativa significa ausência de parceria com o vereador). 

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A Uber não liga para o coronavírus

A Uber não liga para o coronavírus

Entenda o descaso da Uber com os seus motoristas em meio à pandemia

Nós já cobrimos no blog o descaso da Uber com os motoristas “parceiros”. Mas agora a empresa passou de todos os limites da decência: o mesmo grupo que burla a legislação trabalhista para forçar motoristas a trabalharem por mixarias, está, em plena pandemia, se recusando a deixar os motoristas irem para casa. É o que demonstra um comunicado enviado a todos os “parceiros” da Uber. Isso é o que acontece quando deixamos o livre mercado correr solto. Em tempo de pandemia global, tamanho descaso pode custar vidas! Fica claro que a Uber não liga para o coronavírus. Liga apenas para os seus lucros.

Apenas os motoristas diagnosticados com a doença receberão qualquer tipo de benefício



A OMS, o ministério da saúde, dezenas de governos ao redor do mundo e até o papa recomendam que as pessoas fiquem em quarentena. Isso porque o isolamento e distanciamento social são as medidas mais certeiras na diminuição do contágio do novo coronavírus. Para acompanhar as recomendações de especialistas Governos no Brasil têm encerrado trabalhos presenciais, adiantado benefícios como o décimo terceiro e promovido trabalho remoto (home office). Essas medidas, tomadas  pelo Estado, não são o suficiente, mas pelo menos reconhecem a necessidade de permitir o isolamento dos trabalhadores. Já a frieza capitalista, entretanto, possui outro olhar sobre como as coisas devem funcionar: para eles lucros vêm antes de vidas.

Total descaso com os seus “parceiros”

Nós já explicamos em outro artigo como a Uber, e outras empresas de aplicativo, burlam a lei para pagar pouco aos seus funcionários, digo “parceiros”. Mas agora, em meio à pandemia do novo coronavírus, a empresa superou a sua própria cara de pau ao informar que apenas pagaria assistência financeira a motoristas diagnosticados com a covid 19! Oras, como já exposto neste blog pacientes infectados com o novo coronavírus levam até 14 dias para começarem a apresentar sintomas. Além disso, não existem muitos testes disponíveis para o novo vírus, então mesmo um motorista infectado teria dificuldades para conseguir confirmação médica da infecção. E ainda mais, quando pensamos em motoristas de Uber estamos pensando em pessoas que entram em contato com dezenas de pessoas todos os dias. O risco de algum deles se infectar é real! E a chance de o motorista passar a infecção à frente também! 

O mínimo a se esperar da Uber seria que ela suspendesse suas atividades, e garantisse uma bolsa no valor do ganho médio mensal de cada motorista a ser pago enquanto o isolamento social for recomendável. Ao invés disso, obriga os seus clientes e trabalhadores, digo “parceiros”  a se exporem ao vírus em um momento em que o isolamento é a melhor medida a se tomar. É isso o que acontece quando deixamos o livre mercado correr solto! Empresas como a Uber não liga para o coronavírus!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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10 medidas para combater o coronavírus!

10 medidas para combater o coronavírus!

Entenda o que deveria estar sendo feito para combater o novo coronavírus

O novo coronavírus não é exagero, e contra ele não há meio termos. Quem acompanha o Blog 2 litrão sabe que a equipe do mandato do vereador Toninho Vespoli tem sido incansável no acompanhamento dos últimos desdobramentos sobre da Covid 19. Nós denunciamos os poderosos, defendemos os mais necessitados e educamos sobre como se previnir contra o novo vírus. Mas para além disso tudo, é também preciso exigir que seja feito o combate ao vírus. Com esse objetivo nós elaboramos esta lista com 10 medidas para combater o coronavírus! Segui-las, apenas, não seria o suficiente. Mas não segui-las traria a quase certeza de uma catástrofe.

  1. Suspensão do pagamento da dívida pública: em 2019, 79,8% do PIB brasileiro foi destinado ao pagamento da dívida pública. São literalmente trilhões de reais sendo dados todos os anos para banqueiros e rentistas. Independentemente de vírus isso já seria um absurdo, sendo apenas razoável a realização de auditoria e negociação da dívida. Mas em meio a uma pandemia, continuar a pagar este montante enquanto falta dinheiro para o SUS é imoral e absurdo! Precisamos desse com urgência para contenção do corona. Os bancos vão sobreviver. A população pobre, talvez não.







  2. Revogação do teto dos gastos: aprovada pelo presidente ilegítimo, Michel Temer, o teto dos gastos foi uma medida que congelou os recursos destinados a pagar pela saúde, educação e seguridade social (porém nada foi feito para limitar os gastos com a dívida pública). Segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), cerca de 20 bilhões de reais foram sugados do SUS em decorrência da medida. Agora o próprio CNS pede a revogação da medida, afirmando ser isso essencial para o correto combate ao coronavírus.







  3. Suspensão dos despejos e reintegrações de posse durante a pandemia: no Brasil, milhões de pessoas desesperadas ocupam áreas sem cumprimento da função social para conseguirem um teto. Outros milhões lutam todos os dias para darem conta de pagar o aluguel. Com a crise do novo coronavírus mais pessoas se verão sem dinheiro e sem como sustentar uma moradia. Torna-se questão de decência mínima os governos, não apenas federais como municipais, editarem decretos garantindo à pulando o mínimo para se protegerem do novo coronavírus.







  4. Garantia de recebimento de salários aos trabalhadores: durante a pandemia o jeito é ficar em casa. Mas gastos com coisas como comida e mantimentos continuarão a existir. É fundamental que o Estado, em suas diversas esferas, crie programas de subsídio aos salários dos trabalhadores de pequenas e médias empresas. Quanto às grandes empresas, com recursos o suficiente para passar pela crise, essas deveriam ser obrigadas a continuar a pagar os seus funcionários enquanto durar a pandemia.







  5. Auxílio para moradores de rua: quem vive na e da rua está em risco! É preciso garantir a esse grupo abrigo e mantimentos. Vale usar hotéis, estádios e igrejas para abrigar os sem teto, fornecer alimentos e suprimentos, e facilitar acesso à saúde e tratamento de outras enfermidades comuns aos moradores de rua, capazes de aumentar a letalidade do novo coronavírus (como a tuberculose).







  6. Suspensão de contas de luz gás: seguindo o exemplo da França, em resposta ao coronavírus o governo federal deveria suspender o pagamento de contas. Isto permitiria que a população conseguisse arcar com outros gastos, e com a eventual falta de recursos. Com o mesmo objetivo, os governos municipais e estaduais deveriam suspender a cobrança de IPTU e IPVA.







  7. Auxílio aos trabalhadores informais: não apenas os trabalhadores formais, mas também os informais podem correm risco de perder seus ganha-pão. É urgente o Estado, em todas as suas esferas, pensar em auxílio emergencial a esta população.







  8. Investimento massivo no SUS: não é de agora que o SUS necessita de mais recursos. Mas agora a coisa é urgente. A criação de mais leitos em hospitais, a obtenção de mais testes de coronavírus e de equipamentos, para não falar no pagamento de horas extras aos médicos são todas áreas essenciais para tratar dos infectados.







  9. Nacionalização temporária dos hospitais particulares: seguindo os passos da Espanha, não podemos deixar, em momento tão crítico, que ser ou não ser atendido em um hospital dependa do quanto cada um é capaz de pagar a seguradoras particulares. Precisamos de quantos leitos, equipamentos e médicos forem possíveis no atendimento de TODOS os infectados (independentemente de quanto ele ganhem).







  10. Transparência e diálogo com a população: todas essas medidas devem ser comunicadas e explicadas à sociedades. Algumas são emergenciais, e não podem demorar a serem tomadas. Mas a garantia da liberdade de criticar e de se informar a todos os brasileiros deve ser preservada! Assim como deve ser garantida transparência em como os gastos são feitos. Garantir a transparência e diálogo significa, também, garantir que infraestruturas como acesso à internet permaneçam mesmo durante a pandemia.

Essas medidas compõem, na opinião do redator, o mínimo que deve ser feito para garantir o devido combate à enfermidade. O tempo para meias medidas acabou. Precisamos colocar os direitos e necessidades da maioria acima da ganância de alguns. Somente assim poderemos parar o novo coronavírus.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A PM tem que acabar

A PM tem que acabar

Entenda porque o fim da PM seria bom para todos (inclusive para os militares)

Dia 3, segunda-feira, circulou na internet um vídeo de um policial militar batendo em uma mulher grávida. O “crime” dela foi gravar o policial enquanto ele abordava uma outra pessoa, ao que tudo indica, também, de forma agressiva. Não apenas filmar a ação de policiais não é crime, mas também é um forma de fiscalizar a ação agressiva. No caso, felizmente, havia ainda outra pessoa filmando o ocorrido. Talvez ele seja punido pelo feito. E se for será correto. A ação do oficial foi absurda, violenta e ilegal. Ilustra como no Brasil a PM tem que acabar.

Não é possível querer reduzir todo o problema a esse caso isolado. O problema se revela também nos números: o Brasil tem a polícia que mais mata no mundo. O outro lado da moeda é que, também, é a polícia que mais morre. Muito sangue está sendo derramado, e passa da hora de tentarmos entender como dar um basta em tanta violência.

Como quase tudo na sociedade o problema, aqui também, começa na educação. O modelo herdado da ditadura militar treina os cadetes em um ambiente de constante assédio moral. “Bora, bora, você é um bicho. Você é um jumento, seu gordo!” Comenta em entrevista à Revista Exame o ex-soldado Darlan Menezes Abrantes, imitando a forma que ele era tratado na academia. No meio de um ambiente tão hostil, o cadete é ensinado a reproduzir agressões contra a sociedade “Você é vagabundo! Essa desgraça desse cabelo. […] Você é o quê? Você é trabalhador é, viado?!” Foram essas as palavras de um policial flagrado, recentemente, em vídeo agredindo, com socos e pontapés, um homem negro, nas ruas de Salvador.

“O soldado é treinado pra ter medo (…) pro cara sair do quartel igual a um pitbull”

Os alunos reproduzem o que aprendem. Acredito que qualquer um que já entrou em uma sala de aula consegue entender isso. “O soldado é treinado pra ter medo (…) pro cara sair do quartel igual a um pitbull, doido pra morder as pessoas. Hoje se treina um policial parece que está treinando um cachorro pra uma rinha de rua” conclui Darlan Abrantes.









Em 2018 a polícia militar matou 6160. No mesmo ano morreram 343 policias. Estes números estão entre os mais altos do mundo.













Essa lógica de assédio contra os policiais, não serve apenas para torna-los mais agressivos. O objetivo é, também, moldar um comportamento de união e homogeneidade. O policial torna-se parte de um “Todo” superior, infalível, heroico. Quaisquer ações fora das ideias desse “Todo” são brutalmente punidas na corporação, e taxadas como subversivas, degradantes, imorais. O policial passa a reproduzir essa visão nas ruas. Age não apenas como polícia das leis, mas como polícia moral, punindo qualquer coisa que viole a identidade do “Todo”.

Esse “Todo” reproduz, no fundo, a ideologia das elites dominantes. A ordem, fria e clara. A ação precisa, crua, obediente. O “digníssimo guarda da esquina” convencido que deve ser parte da elite – a todo custo. Há uma certa ironia em pensar que, ao mesmo tempo, são pessoas, principalmente, de origem humilde. São convencidos através de uma verdadeira doutrinação ideológica fascista que suas origens e suas raízes são parte do “problema”, por violarem a soberania do “Todo”. “O problema é o guarda da esquina”. Esse tipo de lógica é a mesma do fascismo. torna claro que a PM tem que acabar.

A construção do sagrado “Todo”

Esse sagrado “Todo” traz em si um ideal de homem, mas também um ideal de sociedade. O homem perfeito seria másculo, sério, correto, jamais subversivo. Mais que isso, seria um herói para a sociedade. Alguém que não tem medo de morrer em nome da ordem e do progresso. Também alguém que não tem medo de matar em nome da dita ordem. A sociedade ideal seria aquela composta pelos homens ideais. Todos seriam corretos, morais. Não haveriam ideias disruptivas, ou pessoas que questionassem. Todos viveriam conforme as engrenagens, conforme o seu papel.









O modelo de treinamento usado para os militares no Brasil foi o mesmo usado para treinar tropas americanas e nazistas na segunda guerra mundial.










As periferias, as festas de rua, e ainda a pobreza extrema são vistas como manchas nessa sociedade “ideal”. Manchas que devem ser removidas, limpas. Para isso vale intimidar, prender, matar. Invadem casas nas periferias, massacram bailes Funks, revistam e prendem pobres. Mas pobreza no Brasil tem cor. Assim a polícia absorve o racismo de nossa sociedade. Qualquer um que “suje” a “cidade linda” de Covas e Doria, merece a ira em nome do “Todo”. “Abordagem nos Jardins tem de ser diferente da periferia” palavras do então Comandante da Rota sobre como deve agir a polícia. Esse tipo de pensamento ilustra porque a PM tem que acabar.

A militarização se transforma em estatística

Tudo isso resulta nas estatísticas que conhecemos. Só em 2018 foram 6160 pessoas mortas por policiais militares. Se o excludente de ilicitude de Bolsonaro e Moro tivesse sido aprovado esse número tenderia a aumentar ainda mais. Alguns talvez acreditem que esses números refletem um trabalho que demanda “sujar as mãos” para ser feito. Os policiais matariam, basicamente se protegendo dos “marginais”. Para além de apontar como esse pensamento, no fundo, reflete a reprodução do já mencionado “ideal” social, vale também considerar como as ações violentas da polícia militar influenciam a nossa sociedade

No caso vale a máxima “violência gera violência”. A ação assassina da polícia apenas faz com que grande parte da população se sinta por ela reprimida. Segundo pesquisa feita pelo Datafolha no final de 2019, 51% dos brasileiros tem medo da polícia (ante apenas 47% que diz confiar nela). Muitos se sentem ameaçados, intimidados. E qualquer grupo que se sente ameaçado alguma hora reage. Quem sente medo da polícia acaba se unindo com o outro “lado”. As comunidades periféricas acabam se dividindo entre algumas “cuidadas” pela polícia e outras “cuidadas” pelo tráfico. Geralmente com pleno endosso das populações locais.









Estima-se que cerca de 83% das comunidades cariocas são controladas pelo tráfico ou pelas milícias


















A guerra com a PM tem que acabar

A militarização reforça, assim, um ambiente de constante guerra. Um lado se une ao tráfico, o outro se une à polícia. Mas como muito do que os policiais acabam fazendo os faria perder a insígnia, estes decidem agir com suas próprias mãos fora do serviço. Formam-se, assim, as milícias. Brutais, assassinas, ilegais mas (até paradoxalmente) defensoras da ordem, do progresso, da sociedade “ideal”. E entre os dois lados da guerra ocorrem muitas casualidades. Com muitos os inocentes pegos no fogo cruzado.

A solução para os problemas não é simples, e será abordada em outro artigo. Mas está claro que o modelo fascista e militarizante é parte dos nossos problemas. Militares não resolveram a economia e a política de nossa sociedade. Surpreende um pouco haver quem defenda que eles conseguiriam resolver a violência no Brasil. Precisamos desmilitarizar a polícia, e desmilitarizar já!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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