Zona Leste

Fabricante confirma que monotrilho não suporta demanda

Bombardier reconheceu que a Linha 15-Prata tem erro de projeto

Há mais de 50 dias, o monotrilho que liga Vila Prudente e São Mateus permanece com estações fechadas. Até o momento, a população esteve sem respostas quanto ao seu retorno e sobre qual foi o motivo para as falhas nos sistemas de pneus, que ocasionou na sua paralisação completa. 

Em entrevista a Rádio Bandeirantes no último dia 22, o Secretário de Transporte Metropolitanos, Alexandre Baldy, afirmou que a fabricante Bombardier reconheceu que a Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo tem um erro de projeto nos trens quanto à possibilidade de suportar a demanda.

O secretário também informou que a empresa já apresentou um relatório preliminar das causas do estouro de um pneu que provocou a interrupção de toda a linha.

[Leia mais: Por que a linha 15 é um erro?]

O que todos já sabiam…

A demanda estimada para a linha 15 pronta é superior a 405 mil passageiros por dia, o que lhe dará o título de maior monotrilho do mundo. No entanto, com tantas falhas, atrasos e acidentes colecionados pela linha desde sua inauguração, já era questionável a capacidade do monotrilho em comportar a região leste de São Paulo, a mais populosa da cidade.

Foi constatada uma falha de projeto no sistema de rodas dos trens, que não estavam preparados para a demanda crescente de passageiros. Em dezembro de 2019, mais de 130 mil pessoas foram transportadas diariamente.

De acordo com o portal Diário de Transporte, a empresa também encontrou 195 pontos na via que precisaram sofrer intervenções. Houve a troca de peças que compõem o jogo de rodas dos 27 trens da linha, que não suportaram o volume de passageiros. 

Prevendo esses riscos que agora acontecem, em parceria com o Sindicato dos Metroviários, o vereador Toninho Vespoli enviou uma representação ao Ministério Público Estadual e entrou com uma ação popular em março de 2019, que solicitam medida cautelar quanto a segurança do monotrilho. O inquérito está aberto pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e a ação está em andamento.

O fim da quarentena obrigatória está previsto para o dia 10 de maio. A linha 15-Prata irá retornar plenamente? Como podemos confiar? 

o povo contra o corona!

o povo contra o corona!

Saiba o que VOCÊ pode fazer para combater o coronvírus!

O Governo está ajudando pouco. Enrola para liberar uma bolsa auxílio de valor minúsculo enquanto perdoa dívidas de grupos que poderiam passar bem toda a crise. Não ajuda o Bolsonaro achar que o corona é algum tipo de  grande conspiração chinesa comunista (sério!). Também não ajuda o lobo em pele de cordeiro Rodrigo Maia; o duas faces do Planalto de faz de amigo atacando o Bozo, enquanto conspira contra o povo nos bastidores para permitir a redução salarial. Em São Paulo, também, pouco se faz pelos mais pobres. A dupla tucana Doria e Covas apesar do mérito de prolongar a quarentena, não promovem ações sociais capazes de prover aos mais necessitados (apesar de verbas bilionárias em caixa). Mais uma vez, a periferia não pode contar com os poderosos. Mas tem gente da gente tentando fazer a diferença! Selecionamos aqui 13 iniciativas que mostram a luta do povo contra o corona!
  1. Cesta do Amor do Kombi:

    A liderança ativista de periferia Kombi Linspector há muito tempo luta pelos profissionais da educação. Atualmente assessor parlamentar junto ao mandato do Professor Vereador Toninho Vespoli, Kombi é explo de toda a solidariedade de que os profissionais da educação são capazes! Ele, que já trabalhou como professor, entende que o melhor que os educadores podem fazer nesse momento é dar o exemplo para os mais jovens. Por isso decidiu ajudar arrecadando verbas para a compra e distribuição de cestas básicas na periferia da Zona Leste! Tudo é feito por voluntários por meio de um grupo de Whatsapp. Se você pode contribuir com qualquer valor, entre no grupo e ajude a divulgar. Ajude a espalhar o link, coloque no grupo do seu trabalho e família. Copie e envie para os seus amigos
    Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/FWLEcOT7IJcCYUHbTYYDwx

  2. Mães da Favela:

    a iniciativa agora também está na luta contra o novo coronavírus. Grupo de ação social ligado ao CUFA (Central Única das Favelas), já vem há vários lutando pela distribuição de renda nas favelas de São Paulo, sempre priorizando verbas para as mulheres. Agora, mais do que nunca, as favelas precisam de ajuda. A região será uma das mais afetadas pela covid-19. Falta saneamento básico, e muitas casas não tem nem água encanada. Sem renda, e com as demissões que tendem a acontecer, muita gente nas favelas vai correr risco de passar fome! Por isso, se você pode, doe! As mães da favela agradecem!
    https://www.maesdafavela.com.br/doar

  3. USP (Universidade de São Paulo):

    A ciência ocupa papel central nos desafios apresentados pela pandemia da covid-19, que tem trazido impactos em todo o mundo. Diante dessa que pode ser considerada a pior crise dos últimos tempos, as universidades, centros e laboratórios de pesquisa têm desempenhado sua missão de modo extraordinário na busca incessante para encontrar meios de conter a doença. Sua doação é a chave para progredirmos. Você poderá escolher em que pesquisa prefere doar – aplicar no desenvolvimento de vacina; em ações diagnósticas; no desenvolvimento de novos fármacos; em material de proteção para pacientes, profissionais da saúde e a sociedade em geral; ou no desenvolvimento de equipamentos. Pode, ainda, direcionar sua doação para um fundo único para que o Comitê Gestor aplique na pesquisa mais avançada no momento.
    https://www5.usp.br/uspvida/

  4. MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto)

    O mundo passa por uma grande crise sanitária. A pandemia de Coronavirus, nesse momento, cresce em diversos países. Pensando nos impactos da pandemia de Coronavirus para os sem teto e nas periferias do Brasil, o MTST iniciou no dia 19 de março um Fundo de Emergência. O objetivo é, através da solidariedade, arrecadar recursos para apoiar famílias no enfrentamento do Coronavirus. Os recursos estão sendo destinados para a compra de cestas básicas, álcool em gel 70% e material de limpeza. Em parceria com outras instituições, o MTST também faz a distribuição de alimentos para a população em situação de rua. Essas ações já começaram em São Paulo, juntamente com o Padre Julio Lancelotti, e em Aracaju.
    https://mtst.org/enfrentando-o-corona-na-periferia/

  5. Apoie os povos indígenas

    A humanidade vai enfrentar seus piores momentos desde a 2ª Guerra Mundial. Epidemias são terríveis para a sociedade, mas sabemos que para os povos indígenas o impacto é ainda maior. A gripe, a varíola e o sarampo foram algumas das doenças introduzidas em nossos territórios por não indígenas e que exterminaram muitos dos nativos. Trata-se de pessoas negligenciadas por todas as esferas do Brasil. Por isso a APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), está organizando doações para esse público. Com o valor arrecadado irão comprar alimentos, remédios e material de higiene para aldeias nativas.
    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/apoie-os-povos-indigenas

  6. Casa Chama

    A população transgênero, transexual e travesti, é extremamente vulnerável. Com o agravamento de uma pandemia como a gerada pelo COVID-19, a situação piora ainda mais. Muitos estão desempregados, outros sendo despejados. Muitos são forçados à prostituição. A Casa Chama é uma organização civil que tem o objetivo de fortalecer ações pelo fortalecimento de pessoas trans. Só em 2019 foram 344 ações segmentadas nas áreas de formação de rede, atendimentos de saúde, projetos culturais e assistências jurídicas. Ao todo atingiram cerca de 4.000 pessoas diretamente! O objetivo, frente ao corona, é iniciar o envio de cestas básicas para alimentação, produtos de higiene pessoal e limpeza, além de frascos de álcool gel, medicamentos e máscaras protetoras para essas pessoas atravessarem a quarentena com o mínimo de necessidades básicas.
    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/fundo-de-emergencia-para-pessoas-trans-1-3  

  7. Renda mínima pros catadores

    Os catadores estão em uma situação terrível: se eles continuarem trabalhando nas ruas [, estão expostos ao corona. S eles deixarem de coletar, não ganham dinheiro. Para resumir: os que não sofrerem com o corona vão sofrer com a fome. Pensando em como proteger esses seres humanos, a iniciativa Pimp My Carroça está lançando essa campanha para garantir uma renda mínima aos catadores. Serão quase 3 mil catadores beneficiados do Cataki Brasil afora.
    https://canalpimp.catarse.me/renda_minima_catadores?ref=user_contributed&project_id=112108&project_user_id=48898

  8. Igreja do Carmo – Itaquera

    Estamos em situações limites. Por isso a Coordenação Pastoral Paroquial decidiu pedir a colaboração daqueles que tiverem condições de ajudar no combate contra o coronavírus. A inciativa deve ajudar a população mais pobre de Itaquera a sobreviver em meio à trágica pandemia que vivemos. Devemos prosseguir na esperança compartilhada e criativa, sobretudo, em favor dos irmãos e irmãs mais pobres. Afinal, Jesus Cristo disse que devemos amar o próximo. A doação se faz pela conta na imagem:
    91767178_2843405792441038_4788068183401562112_n.jpg

  9. Artesãs da periferia

    Em Itaquera, o Coletivo Meninas Mahin já está há anos lutando pelo empreendedorismo de mulheres negras na periferia. Além de realizar oficinas, cursos, palestras e eventos culturais, o coletivo auxilia na produção e venda de roupas e itens de artesanato! Ajudam ensinado e oferecendo espaço para mulheres negras que queiram participar. Mas com o coronavírus, as vendas vêm diminuindo cada vez mais. Por isso, com o objetivo de ajudar as mulheres durante a pandemia, o coletivo iniciou uma campanha de arrecadação.
    https://www.catarse.me/artesas_da_periferia_resistindo_ao_corona_2670?ref=user_contributed&project_id=111973&project_user_id=1279074

  10. Adote uma Diarista

    Na favela de Paraisópolis, grande parte da população é autônoma e informal. A situação das diaristas ainda é mais complicada, já que elas representam 42,1% do total das trabalhadoras domésticas. Em Paraisópolis elas também são muitas e na maioria dos casos são responsáveis pelo sustento de toda a família. Por isso, uma série de lideranças e coletivos de Paraisópolis decidiu que é importante ajuda-las o quanto antes!
    https://www.esolidar.com/br/crowdfunding/detail/6-adote-uma-diarista-durante-o-coronavirus-covid19?lang=br

  11. Brigadas de Solidariedade

    Moradores de Mauá e militantes de movimentos sociais organizaram uma arrecadação de alimentos e produtos de limpeza para as Brigadas de Solidariedade. Você está fora do grupo de risco e não convive com ninguém dele? Participe com a gente e garanta a sobrevivência de várias famílias! A iniciativa pretende arrecadar alimentos não perecíveis e produtos de limpeza para a população mais vulnerável.
    https://www.facebook.com/brigadasolidariasp/

  12. Uneafro Brasil

    A não garantia do Estado por condições de moradia, saúde, emprego, saneamento básico e alimentação à população negra e periférica, é GENOCÍDIO! Não há quarentena sem o direito à condições mínimas de existência! Mas como sabemos que estamos lidando com políticos genocidas, não temos escolhas a não ser tomar o nosso destino em nossas próprias mãos. Por isso a Uneafro Brasil está organizando uma campanha de arrecadação para a população que mais deve sofrer por conta do coronavírus no Brasil. A meta agora é atender famílias negras e periféricas através da ação dos movimentos Uneafro Brasil, Rede UBUNTU, MSTC, AMPARAR, Ong Herdeiros Humanísticos, Batalha do Paraisópolis e Comunidade Evangélica Voz que Prega no Deserto, de Heliópolis, nos territórios onde atuam.
    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/campanha-de-solidariedade-em-tempos-de-coronavirus

  13. Projeto Teotônio

    Já faz anos que o Projeto Teotônio luta, lado a lado do Toninho Vespoli, na construção de uma cidade que funcione para as periferias. Agora, em meio à crise do coronavírus, o grupo todo está unindo forças para comprar alimentos e kits de limpeza para dar à população da Vila Teotônio.
    https://www.facebook.com/pg/Projeto-Teot%C3%B4nio-100951404666932/about/?ref=page_internal

  14. Ajax F.C. da Vila Rica e união de times da Cidade Tiradentes

    Os tradicionais times de várzea da Zona Leste também estão se mobilizando contra o corona. Diante da pandemia, o Ajax, clube que representa a região dos bairros de V. Antonieta, Jd. St. Eduardo, V. Bancária, Jd. Machado. V. N. York, Jd. Sta. Terezinha e região, está organizando uma arrecadação de doações de cestas de alimentos, álcool gel e produtos de higiene. A ajuda pode ser feita diretamente na sede (tome os cuidados caso opte por ir até lá) ou solicitando a retirada com pré agendamento com a equipe do clube na sua casa. Quer fortalecer o Ajax para conseguir mais essa vitória? Mais informações em:

    https://www.facebook.com/ajaxdavilarica/

    Além do Ajax F.C, outros consagrados times da Cidade Tiradentes também se mobilizaram e estão marcando um golaço fora de campo. O Sedex juntamente com outros times também se juntaram contra o corona e estão arrecadando alimentos e produtos de higiene para a população em vulnerabilidade da Cidade Tiradentes. Veja no link como ajudar. 

    https://www.facebook.com/Sedexcidadetiradentes/

 
 

Com a sua ajuda, e a periferia organizada, vamos conseguir fazer a diferença! juntos, e com o povo contra o corona! F.C

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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o massacre da periferia

o massacre da periferia

Entenda porque a polícia está colocando em curso o massacre da periferia!

Entenda porque a polícia está colocando em curso o massacre da periferia!

Dia primeiro de dezembro do ano passado, 9 jovens foram mortos no Massacre do Baile Funk em Paraisópolis. O “crime” deles foi querer se divertir um pouco durante à noite. Mas se você é pobre de periferia e tenta se divertir, a polícia te mata! Já se for uma pessoa rica, morar em um bairro bacana e decidir sair à noite, o máximo de contato que ela terá com a polícia será para pedir informações sobre como voltar para casa.

O que a ação da polícia deixa claro, é que os pobres e periféricos, não possuem o direito à cidade. Na Vila Andrade, bairro onde fica paraisópolis, mas também nas periferias como um todo, a população não tem acesso a saúde, educação ou lazer. 









Na Vila Andrade há 90 vezes menos leitos hospitalres do que no Jardim Paulista*1








Os bairros “bacanas” concentram os melhores hospitais, as melhores escolas públicas, e os mais completos equipamentos para lazer, como parques, museus e cinemas. Todas essas facilidades são promovidas, seja de forma direta ou indireta, com dinheiro público. Ou seja, para Doria, Covas, o PSDB e a elite neoliberal, apenas os mais ricos devem ter garantias de uma vida decente!









Na Vila Andrade a fila de espera para creches é de 260 dias*1











Querem deixar a periferia com medo!

Além disso, existe um projeto tenebroso promovido pelas elites de intimidar a população das periferias. Ocorre que é do interesse dessas elites garantir que o povo pobre permaneça em um estado de medo e sentimento de impotência constantes. Impõem o sentimento de que a única forma de viver seria pela venda da força de trabalho para os capitalistas. É interessante perceber, como apesar dessa intimidação, o povo de paraisópolis tem conseguido se destacar como polo de organização independente.









Na Vila Andrade tem e 43 vezes menos equipamentos públicos do que na República*1










Muitos desses novos grupos percebem nas festas de rua, nos bailes funk, oportunidade para venderem os seus produtos. São bares, restaurantes, ambulantes e músicos dos mais diversos estilos. Mas essas festas e esses negócios existem de forma, em boa medida, independente das vontades das elites. Isso constitui uma das principais razões para esses eventos serem reprimidos. A verdade é que setores da elite tem medo da independência econômica sendo desenvolvida em paraisópolis. Preferem manter o povo nas sombras, implorando por migalhas. Preferem o povo submisso à vontade e à lógica do neoliberalismo.

A polícia assassina quem mora em favelas

Por isso Doria, e antes Alckmin, e antes Serra (todos do PSDB), enquanto políticos alinhados aos interesses das elites, treinam e treinaram a polícia militar para atirar primeiro e perguntar depois. Mas o fato é que esse tipo de tratamento não é absoluto. A forma que a polícia trata uma dada parte da população está condicionada a classe social, localização, e cor de pele.









81,5% dos mortos pela polícia tinham apenas ensino fundamental completo, e 75,4% eram negros*2









Mas acima de tudo, a ação da polícia está condicionada ao papel que cada parcela da população cumpre na sociedade capitalista. A população pobre é reprimida porque tem a capacidade de se tornarem independentes, tanto por saberem, realmente, produzir produtos de valor real, quanto por, em decorrência de possuírem um menor poder de consumo, não estarem sujeitos aos mesmos apelos da publicidade institucionalizada. Assim, a solução encontrada pelas elites, é a de massacrá-la e intimidá-la o tanto quanto possível, por não desejar uma sociedade independente das garras neoliberais. E é assim que a elite põe em curso o massacre da periferia.

O que se tem em curso é o massacre da periferia

O panorama pintado por essas elites, acaba sendo o de um projeto higienista e fascista, de repressão e “remoção” das populações periféricas e negras. O Professor Vereador Toninho Vespoli luta contra tamanho extermínio. Para isso, entre outras coisas, criou um projeto de lei que institui a semana de conscientização contra o genocídio negro, o PL 218/2018. Mas projetos assim, sozinhos, não são o suficiente para resolver as coisas. O fim da truculência da polícia passa por uma profunda ação popular, por resistência e sobrevivência. É fundamental formar uma coalizão  pressionar a sociedade, de baixo para cima, por uma cidade capaz de atender aos periféricos. Ainda mais, precisamos lutar por um outro tipo de polícia. Uma polícia humana, que não sirva como instrumento de dominação, mas como instrumento de auxílio e proteção da classe trabalhadora. Do contrário, o genocídio fascista continuará até as suas últimas consequências.

*1 Dados do Mapa da Desigualdade da Rede Nossa São Paulo

*2 Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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