Doria usa a Educação e a pandemia pra fazer marketing 

Doria usa a Educação e a pandemia pra fazer marketing 

Saiba o que está realmente por trás do “bolsa educação” de Doria

João Doria é um governador incansável. Verdade seja dita, ele não cansa e não desiste nunca de buscar maneiras marketeiras de se promover e enganar a população de São Paulo.

A bola da vez, mais uma vez na verdade, é a Educação. Antes de mais nada é preciso lembrar que Doria não criou nenhuma renda emergencial paulista para atender as pessoas nessa pandemia. Nenhum programa de atendimento aos mais pobres, desempregados ou aos micro e pequenos empresários que estão sofrendo com a Covid-19.

Agora, no desejo voraz de retomar as aulas presenciais, mesmo com os dados de morte na pandemia, o governador anunciou um programa chamado “Bolsa do Povo Educação”. Mais um nome bonito para o marketing do governo, mas sem muito efetividade.

A tal “Bolsa do Povo Educação” é uma iniciativa que irá contratar 20 mil responsáveis de alunos da rede estadual de ensino para prestar apoio geral às escolas, para o retorno das aulas presenciais, com um benefício mensal de R$ 500 por mês durante seis meses.

De acordo com o governo do estado, os pais contratados irão atuar principalmente no acompanhamento de protocolos sanitários, garantindo o retorno presencial seguro para estudantes e funcionários.

Tudo muito bonito. Porém temos que colocar algumas coisas em pratos limpos.

A questão dos protocolos sanitários não deveria se tratar apenas de uma pessoa cuidando da atenção ao protocolo, mas da melhoria de toda a estrutura das escolas estaduais e aí que está o pulo do gato.

A gestão Doria gastou somente 5% de verba para melhorar a rede física de escolas de SP em 2021. De acordo com a execução orçamentária estadual, de R$ 567 milhões orçados para melhorias, manutenção e ampliação da rede física escolar, R$ 29 milhões foram liquidados até agora.

Para se ter uma ideia é uma visão que essa prática tucana não é algo isolado, mas um projeto de ataque e destruição da Educação, a administração encerrou o ano de 2020 com gastos em mais de R$ 80 milhões abaixo do orçado para esse mesmo fim.

Ou seja, você pode colocar alguém na entrada das unidades oferecendo álcool em gel, mas no banheiro pode não ter pia, ou torneira ou água na torneira. É o famoso jogar a sujeira para debaixo do tapete.

Além disso, vale destacar que contratos emergenciais não resolvem o problema da falta de concurso para a rede estadual de Educação. Contratos emergenciais de pais de alunos, máscara o principal problema de sucateamento da escola pública que os tucanos promovem no estado.

Por isso, esse programa do Doria não passa de um nome bonito, com boa intenção. Mas como dizem os antigos “de boas intenções o inferno está cheio”, e conhecendo bem quem é João Doria e como são suas práticas, sabemos que ele não está preocupado com os pais, alunos ou com a Educação, a ideia dele e ter programas com nomes bem chamativos e marketeiros para usar em sua propaganda eleitoral em 2022.

 

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