Escolas fechadas, vacina e lockdown!

Entenda o que seria necessário para São Paulo vencer a Covid!

Graças à incompetência dos nossos mandantes, a pandemia voltou a um novo pico! Se nada for feito os hospitais irão entrar em colapso. A gestão durante a pandemia tem sido uma comédia de erros: o Doria não fechou as ruas em um lockdown sério, o Covas não abriu os cofres para garantir renda para o povo, e o Bolsonaro nem se fala. Ficou brincando de gato e rato com o Doria, enquanto os corpos empilharam… talvez se tivessem escutado Toninho Vespoli, não estaríamos tão mal. As escolas permaneceriam fechadas até que o retorno fosse seguro, haveria uma renda emergencial decente para quem perdeu o emprego, hospitais de campanha eficientes teriam sido construídos, e quem vive da cultura teria algum auxílio, apenas para mencionar algumas medidas. O que precisamos, na verdade, é de Escolas fechadas, vacina e lockdown Mas infelizmente a direita preferiu uma rota genocida. 

Não foi por falta de aviso!

Não foi por falta de aviso. Ainda no começo da pandemia, Toninho Vespoli protocolou o projeto de lei 186/2020 que determinaria um lockdown mais rígido, além que garantir um auxílio emergencial capaz de garantir renda para quem mais precisa. Em um momento em que profissionais da saúde precisam de reforços, Toninho também ativou o Ministério Público para exigir que os profissionais aprovados em concurso fossem chamados para atender o público.

De distribuição de kits de EPIs, à luta pelo atendimento em hotéis à população em situação de rua, não faltaram ações de Toninho para combater a pandemia. Mas a direita de Doria e Bruno Covas não quiseram dar ouvidos. Em uma retórica suicida, supostamente em apoio à economia, não levaram a pandemia a sério. Na verdade usaram (e ainda usam) a tragédia como mero palanque para campanhas eleitorais. Foi assim na campanha pra prefeito de Bruno Covas, e está sendo assim, novamente, na campanha para presidente de Doria.

Quem planta Bruno colhe covas!

Apesar de às vezes fazerem discursos bonitos, tanto Doria quanto Bruno Covas fizeram questão de retomar as aulas presenciais, muito antes de ser seguro. Isso mesmo depois de saírem pesquisas mostrando grave risco de problemas neurológicos em crianças que pegaram Covid. Precisaríamos, em um combate sério à covid, de Escolas fechadas, vacina e lockdown!

Agora, após passarem as eleições de 2020 negando haver segunda onda da pandemia, Doria e Covas voltam a engrossar o discurso contra o vírus – mas apenas o discurso: o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Jean  Gorinchteyn, já afirmou ser contrário ao lockdown. Talvez, pelo menos, a tragédia à luz clara seja o bastante para cancelarem a retomada das aulas presenciais. Mas as esperanças de uma gestão séria é pouca. São Paulo sofre o peso das urnas das últimas eleições: quem planta Bruno colhe covas.

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