antirracismo

Racismo estrutural

Racismo estrutural

Saiba algumas faces do racismo em nossa sociedade!

Os assassinatos brutais de João Pedro e George Floyd pela polícia foram a gota d’água necessária para o povo e a mídia reconhecerem como as vidas negras são perseguidas em nossa sociedade racista! Mas por mais chocante que tenham sido esses, entre outros tantos milhares de casos de assassinato, o extermínio do povo negro pelo Estado é apenas uma entre tantas faces do racismo estrutural. Em nossa sociedade o negro ganha menos, é mais desrespeitado, tem mais chance de ser demitido, e corre riscos de vida apenas por andar nas ruas.

Com a crise econômica o Brasil está sofrendo como nunca com o desemprego. O primeiro trimestre de 2019 fechou com a taxa de desemprego astronômica de 12,7%! Mas esse número não conta toda a história. Acontece que se você for preto a sua chance de estar sem emprego é 57% maior do que se você for branco! O racismo se mostra no desemprego, mas também nos salários. Enquanto o branco ganhava em 2017 uma média de 2615 reais, o negro ganhava uma média de 1516 reais! Diferença de 72,5%! E quem é negro e consegue um emprego, ainda enfrenta a chance de ser demitido por conta da sua cor. São inúmeros os casos de escândalos em que empresas são expostas por racismo nas demissões. E isso falando só do que chega ao público.

Racismo na administração pública!

Na administração pública a coisa também é chocante! A maioria dos cargos por indicação acabam indo para pessoas brancas! Pra não falar dos concursos públicos e mesmo das eleições. A maioria das pessoas que acabam tendo a caneta na mão são brancas! Isso em um país e em uma cidade em que pelo menos metade da população é preta ou parda (denominação do IBGE).

É lógico que como tudo em nossa sociedade, o racismo também encontra raízes em uma política educacional deficitária: em 2016 a taxa de analfabetismo entre negros e pardos era de cerca de 11%, enquanto entre brancos de apenas 5%! Ou seja, mais do que o dobro de analfabetismo entre o povo negro!

Isso que é o racismo estrutura! Uma perseguição sistemática a quem é negro em todas as áreas da sociedade! A educação é pior, os salários menores, e a chance de ser morto pela polícia maior! Tudo isso tem que ter um basta!

Alguns são parte da mudança!

Alguns tentam ser parte da mudança. O vereador Toninho Vespoli, por exemplo, , foi um dos principais articuladores do PL 187/2017, que garante cotas raciais em cargos da administração pública. Além disso Toninho luta pela memória do povo negro. Junto a coletivos culturais e de luta antirracista busca homenagear nomes importantes para a formação da identidade do povo negro! É o caso, por exemplo, do pl xx/201y que busca nomear a Rua Zumbi dos Palmares!

Esse tipo de ação é importante, mas não tem efeito algum se o povo não se mobilizar por essas pautas! Os protestos antirracistas foram um bom começo. Mas mais mobilizações são necessárias! Junto temos que mostrar que São Paulo está comprometida na superação do racismo estrutural

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Lembrem os seus nomes!

Lembrem os seus nomes!

Entenda porque o racismo e o fascismo estão presente em nossos monumentos e ruas

Dia 7 de junho em Bristol, Inglaterra, ativistas negros arrancaram a estátua de um antigo racista e comerciante de escravos, e jogaram-na no rio que corta a cidade. O que ocorreu foi o desdobramento de um processo já de anos de campanha contra aquela estátua e o que ela representava. Os ativistas negros britânicos não queriam um monumento ao ódio é à escravidão. Esgotadas as vias pacíficas, arrancaram a estátua em bravo ato de heroísmo. Ocorre que no Brasil também temos monumentos e nomes de ruas homenageando, não apenas racistas, como também ditadores e apoiadores de regimes opressores. Já passou da hora de deixarmos esse assunto de lado. Durante a onda de levantes que o Brasil está enfrentando, precisamos parar de homenagear fascistas e racistas!

O assunto não é exatamente novo no Brasil. O vereador Toninho Vespoli, por exemplo, em parceria com a faculdade Zumbi dos Palmares, no projeto “ZUMBI RESISTE”, propôs que o nome da Rua Jorge Velho, no Bom Retiro, fosse mudado para Rua Zumbi de Palmares. Para quem não sabe, Jorge Velho foi o militar e escravagista que matou o líder quilombola Zumbi dos Palmares. Trocar esse nome seria não apenas uma forma de nos desvencilharmos da figura de um racista maldito, mas também uma forma de reparação histórica, em homenagem ao heróico Zumbi! Em outro projeto semelhante Toninho busca que uma rua no bairro da Brasilândia, seja denominada Rua Manaudê, nome da primeira Yalorixá (sacerdote de candomblé) em São Paulo! O atual nome, não homenageia nenhuma figura abjeta da nossa história, mas homenagear a Mãe Manaude é fazer memória a uma mulher negra e de luta.

Os fascistas e racistas são homenageados por toda a São Paulo

Temos em São Paulo muitas homenagens a racistas e fascistas. Pega por exemplo o Monumento às Bandeiras, um dos principais cartões postais da cidade. Muitos não sabem, mas os bandeirantes eram caçadores de índios e negros. Os capturavam para vendê-los como escravos! Além desse monumento, podemos citar: a imensa estátua do bandeirante Borba Gato, monumento a Anhanguera e a Pedro Álvares Cabral.

Muitos questionamentos surgem nesse momento sobre o que deveria ser feito. São propostas que vão desde demolir as imagens, ou remover para um outro espaço e colocar uma placa no local dizendo o que existia ali e para onde foi removida e até mesmo manter o monumento e colocar uma placa explicando quem foi aquela personalidade. Independente das propostas e das ideias do que fazer, precisamos urgentemente começar um debate sério e amplo sobre essa questão.

Tristes homenagens enfeitam as ruas de São Paulo

Outras tantas tristes homenagens enfeitam as ruas de São Paulo. A Avenida Castelo Branco homenageia o fascista que liderou o golpe militar no Brasil. A rua Dr. Sergio Fleury tem o nome de um dos maiores torturadores dos anos de chumbo. A rua Barão de Itapetininga se refere ao Barão Joaquim José dos Santos, comerciante de escravos negros! Essas ruas tem que cair. E no lugar devem se erguer ruas que representem a diversidade do povo paulistano! Pelo menos 37% da população paulistana é negra (pretos ou pardos na denominação do IBGE). No entanto, a cidade parece preferir homenagear fascistas, racistas, torturadores e assassinos!

Um dos gritos de guerra mais repetidos nos protestos contra o racismo nos Estados Unidos é “say their names!” (digam os seus nomes!) Não é só uma questão de dizer, temos também que lembrar. Lembrem os seus nomes! Justamente porque  que lembrar dos nomes dos heróis caídos é uma forma de construir a memória, sem a qual a mudança não pode acontecer. Não podemos deixar que os únicos nomes falados sejam os nomes dos opressores. Digam os seus nomes! Lembrem os seus nomes!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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o que é racismo ambiental?

o que é racismo ambiental?

Aproveite o Dia do Meio ambiente para entender como as questões raciais estão inseridas na luta climática

Sabe o que é racismo ambiental? Ocorre quando as catástrofes ambientais atingem principalmente a população negra. Falta de saneamento, poluição de rios, surtos epidêmicos… Tudo isso atinge muito mais pessoas negras do que brancas! O termo tem ainda outro significado, que é quando lideranças falando sobre a luta pela mãe natureza, são cortadas dos debates por serem negras! Em tempos em que o mundo se revolta por assassinatos de pessoas negras como João Pedro, e George Floyd, é importante aproveitarmos hoje, o dia do meio ambiente, para entendermos porque a questão racial está presente inclusive na luta ambiental!

Foto de Tuca Vieira. O mundo dos pobres é também o mundo dos negros

Pessoas negras tem 62% mais chance de morrerem em decorrência da Covid-19

O termo racismo ambiental foi pensado pelo braço direito do Martin Luther King Jr., o Dr. Benjamin Franklin Chavis Jr. O que Benjamin percebeu é que as pessoas negras tinham muito mais chance de sofrerem com infecções de resíduos tóxicos. E desde então parte da comunidade ativista negra começou a perceber que o padrão se repetia para uma série de desastres ambientais. Pega por exemplo o coronavírus. Apesar de ser um vírus trazido por brancos vindos da Europa para o Brasil, a população negra paulistana, segundo dados da prefeitura, tem 62% mais chance de morrer que a branca devido à covid! 

Tão chocante quanto, é perceber que pessoas negras que falam de questões ambientais, são muito menos escutadas que pessoas brancas, independente de qualificações! Isso é, ainda, outra forma de racismo ambiental, porque reflete um preconceito da sociedade contra qualquer coisa falada por negros! É como se existisse uma barreira social invisível, que diz que para um ativismo ser válido precisa ser respaldado com a opinião de brancos. Caso particularmente chocante disso aconteceu no Fórum Econômico Mundial em Davos deste ano, a ativista e liderança negra ugandesa Vanessa Nakate, foi literalmente cortada de foto com outras eco-ativistas brancas (dentre elas a sueca Greta Thunberg), na publicação de um jornal estadunidense (Associated Press)

Em cima a versão publicada no jornal, embaixo a foto original

Quando pessoas negras lutam e morrem, a mídia se cala

Ou seja, pouco importa que Vanessa é uma ativista incrível que iniciou seu próprio movimento internacional pelo clima, a partir de inúmeros protestos na Uganda. Pouco importa saber que na Uganda, diferentemente de países como a Suécia, protestar pelo clima traz um risco imenso de prisão. Pouco importa pensar nas mazelas do aquecimento global para Vanessa e para seus conterrâneos ugandeses. Pouco importa porque são pessoas negras. E quando pessoas negras, gritam, lutam e morrem; a mídia, os jornalistas e a própria ONU se calam! 

Ocorre, também, racismo ambiental com outras lideranças que sejam parte de minorias étnicas, mas não afrodescentes. No Brasil, por exemplo, ocorre isso com a população indígena. Um nome muito difundido pela mídia, por exemplo, é o da ativista sueca Greta Thumberg. Mas muito menos mencionados são os esforços do ativista Raoni Metuktire (conhecido como Índio Raoni) pela preservação da natureza. O ativista nativo-brasileiro luta desde a década de 60 pela preservação das florestas. 

Os brancos são mais ouvidos do que os negros

Mas foi apenas após participar de conferência pelo clima em Paris, em que estava presente o cantor branco Gordon Matthew Thomas Sumner (mais conhecido como Sting) que Raoni foi reconhecido pela mídia mundial. Como se percebe o cantor Sting, apesar de ser muito menos qualificado que Raoni para tratar da luta ambiental, foi muito mais considerado pela mídia.

ativista Raoni na direita, cantor Sting na esquerda,

Não cabe aqui criticar Sting. Muito pelo contrário: o cantor tenta usar de sua fama para jogar luz sobre figuras da luta ambiental normalmente invizibilizadas. Mas não há dúvida que ele é muito mais ouvido por ser branco e rico.

Estamos passando por um período em que a sociedade enfrenta surtos de indignação contra o racismo e fascismo estruturais em nossa sociedade. Nesse dia do clima, não podemos nos esquecer de refletir sobre o que é o racismo ambiental, e como ele afeta o nosso mundo. Não podemos nos esquecer de Vanessa Nakate, do índio Raoni, do Dr Benjamin Franklin Chavis, de Sonia Guajajara, e de tantas outras lideranças negras e étnicas que lutam pela preservação de nossa Mãe Terra!

Vidas negras importam! E não podem ser esquecidas. 

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25 coisas para fazer no Aniversário de São Paulo

Helião (RZO) e Inquérito

1. Vai ter RAP na Casa de Cultura São Rafael! O evento contará com Discotecagem e abertura com DJ Tonis, seguida das apresentações dos MCs Helião, Inquérito e LouCoala’Mc. A festa vai ter começo às 15 horas da tarde, dia 25. Confira mais informações no link

Beco do Hulk

2. Carnaval chegou chegando e é hora de glitter, purpurina e MaiôNuRêgo, um bloco intervenção que propõe a discussão do corpo livre. E assim, está diretamente relacionado com o tema do Bloco do Fuá para o carnaval “A dor, a luta e a delícia de ser Mulher”. Vamos unir nossas lutas contra o feminicídio, violencia contra a mulher e o assédio. Mas não para por aí, vamos nos unir na alegria, no despojamento e jogar leite quente na cara dos caretas. Vai ser dia 26 a partir das 20 horas no restaurante Al Janiah. Mais detalhes na página do evento.

Roda Viva

3. Mas também tem coisa legal no centro, vai. Não vamos negligenciar a trupe do Teatro Oficina. Formado durante a ditadura militar, o grupo liderado por Zé Celso possuí décadas de história na dramaturgia brasileira! Marcada por seu estilo crítico, irreverente mas também divertidíssimo, o grupo é famoso por polemizar contradições morais e sociais em nossa sociedade, através da música, do humor e do erotismo! (crianças não são permitidas). Do dia 24 ao 26, vão apresentar o espetáculo que lançou a companhia, a peça teatral Roda Viva. Com roteiro e músicas escritos por ninguém menos que Chico Buarque de Holanda, a peça explora a tragetória de um artista em busca de sucesso. Confira os preços e horários no link.

Br Trans

A ação será para falar sobre a exploração animal e veganismo, na intenção de mostrar ser acessível e possível vivermos livres de crueldade, com mais saúde e consciência ambiental. O objetivo é romper com a visão da pauta vegana como algo elitizado e para poucos. Cola lá junto! Vai ser dia 26, das 9 às 12, na AMA paraisópolis, na rua Silveira Sampaio, 160. Mais informações no link

Tertúlia, com Yoga e dança

5. Mas não dá para querer só criticar a sociedade. No fim de semana é importante também relaxar! E se for para fazer isso enquanto entra em harmonia com a natureza, melhor ainda! É por isso que o grupo Tertúlia organiza, nesse dia 26, uma tarde inteira de yoga, danças, músicas e oficinas! A programação do TERTÚLIA é organizada por voluntários que espontaneamente reservam uma parte do seu dia para compartilhar conhecimentos ou oferecer serviço, atividade ou vivência. Todos são bem-vindos para fazerem parte desta composição. O encontro contará com um belo Picnic vegano coletivo, Prática de Yoga, AcroYoga, Circo, Slack Line, Danças, Tenda de Terapias e até mesmo bloco de Maracatu! Vai ser tudo dia 26, no parque Villa Lobos, das 10:30 às 21 horas. saiba mais pelo link.

Casa Verde uma pequena África Paulistana

6. Alguns dizem que São Paulo é o túmulo do Samba. Esse evento veio mostrar que São Paulo é onde o samba renasceu! Vai ter lançamento do livro Casa Verde uma pequena África Paulistana, seguida de uma apresentação de samba sob o comando dos músicos Rogério Família (RJ) e Tadeu Kaçula (SP). O evento será marcado por uma musicalidade antirracista e que celebra a religiosidade dos povos africanos! Venham celebrar no Espaço Cruz da Esperânça, das 14 às 22 horas. Confira mais detalhes no link.

Rodízio de comida e cultura africanas

7. Se no aniversário de São Paulo bater aquela fome, se prepara para o Rodízio de comida e cultura africanas. Vai ser no restaurante Congolinária, no Sumaré no valor de 35 reais para comer à vontade! Confira o cardápio no link!

Mc Tha no Centro Cultural Grajaú

8. Vamos falar de Grajaú! Vai ter Mc Tha soltando a voz no Centro Cultural Grajaú. Mc Tha é uma artista que só cresce no cenário musical, com músicas marcantes que retratam a vida na periferia paulistana! O show vai das 19:30 às 21:00. Confira mais detalhes no link.

Oficina de Plantio Gratuita

9. E plantar árvore, pode? É claro que pode! Vai ter Oficina de Plantio Gratuita no espaço BemViver Marquês de Itú, na Vila Buarque. Os grupos Morada da Floresta e Magik JC desenvolveram esta oficina para engajar a comunidade a saberem um pouco mais sobre sustentabilidade. Se você tem interesse em saber mais sobre plantio em pequenos espaços e agricultura urbana e como você pode fazer dentro da sua residência, essa oficina é para você! Vai ser das 10 às 12, no dia 25. Confira mais detalhes.

Amor se Doa - Doação 25/01

10. Outro jeito super nobre de passar o aniversário de São Paulo é doando sangue. Por isso a Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo vai organizar nesse dia 25 uma campanha de doação de sangue! confira os detalhes (inclusive horários) pelo link.

Rock contra o Racismo!

11. Chega de racismo! No aniversário de São Paulo haverá um eletrizante show de Rock no Caveiras Rock Bar. O evento contará com a participação de novos nomes do Rock e do death metal nacionais, como as bandas Lepra, Relative, Insurreição, Verdades não Ditas & Convidados. O show vai ter início às 18 horas, com previsão para acabar às 2 da manhã. Confira mais detalhes no link!

O Homem-Mega-Fone

12. O teatro sempre foi uma forma de crítica e recreação. E nesse aniversário de São Paulo as coisas não serão diferentes. A peça O Homem-Mega-Fone, da Cia Teatro de Investigação, retrata a luta pela sobrevivência, apresentando um ambiente comum no cenário brasileiro: o trabalho informal dos que transformam o lixo de alguns em pão de cada dia. Em paralelo, o homem-mega-fone abre mão de seu megafone e o carrinho de catador para entrar na disputa das eleições municipais. Diz ser a voz do povo, a voz de Deus, mas o povo tem sua própria voz. A apresentação será sábado, das 13:00 às 14:20, no Sesc Itaquera. A entrada é franca, e os ingressos serão distribuídos no dia. Confira mais informações no link.

Café e Memórias lgbt50+

13. Nesse sábado a ONG Eternamente Sou organiza um café com meditação e bate-papo sobre visibilidade LGBTQ+! É a primeira edição de um projeto que busca trazer discussões sobre sexualidade em uma atmosfera gostosa e descontraída. Serão tratados, como tema, Sexualidade, saúde e meditação. Estarão acompanhando as conversas o Dr. Milton Crenitte (Médico Geriatra) e a Dra. Maira (Fisioterapeuta). O eveneto vai ser dia 25, no Espaço Muss, a partir das 15 horas. Mais detalhes na página oficial do evento

MAAU – SP

14. O Museu Aberto de Arte Urbana (MAAU) pra quem não conhece, fica localizado na Zona Norte de São Paulo, é composto por obras de grafites de artistas da cena, especificamente sobre as pilastras das estações do METRO, no trecho elevado da linha 1 Azul, entres as estações Tiete, Santana e Carandiru. A entrada é franca, até mesmo porque não tem grades, portas ou algo que separe o público das obras expostas, pode-se visitar o museu passeando pela ciclovia existente ao longo do percurso das 33 pilastras que compõem o MAAU, a pé, de bicicleta, ou até mesmo enquanto se passa de carro pela Avenida Cruzeiro Do Sul, tanto no sentido centro quanto no sentido bairro, pois as obras estão expostas dos dois lados das pilastras e tem cerca de dez metros de altura cada. Confira mais informações no site!

Cia. Circo Delas “Dia de Praia”

15. A peça, voltada para todos os públicos, mescla as linguagens de teatro e circo em uma narrativa quase sem falas, utilizando-se de comicidade física, manipulação de objetos e equilibrismo para contar a divertida história de Carmela: uma palhaça que decide ir à praia para se divertir e relaxar, mas encontra dificuldade em lidar com o sol escaldante e manejar seu guarda-sol e sua cadeira para montar seu cantinho em meio a uma praia lotada. A montagem será no Teatro Arthur Azevedo, na Mooca, com início às 16 horas. A compra do ingresso é no próprio teatro, uma hora antes do espetáculo. Os valores serão entre 10 e 20 reais.

Beco do Hulk

16. Beco do Hulk. Quem disse que grafite é coisa da vila Madalena? Hulk vence Bataman qualquer dia a qualquer hora! O espaço Beco do Hulk, no extremo leste de São Paulo, reúne graffites a céu aberto de alguns dos artistas do Coletivo Cultural Cenário Urbano. O destque fica para os personagens da Marvel, retratados em tamanho gigante! Confira os murais Viela Gildo Lao, 1 – Parque Boturussu.

Acadêmicos da URSAL no Al Janiah

17. O Acadêmicos da Ursal se apresenta no Al Janiah no próximo dia 24/1. Fundado por camaradas do saudoso Bloco Soviético, o Acadêmicos da Ursal mistura marchinhas clássicas dos antigos bolcheviques como ‘O Teu Discurso Não Nega Machista’, ‘Engels Jardineiro’ e ‘Reaça Escravocrata’, com composições da sua nova alma latina, como Professor Doutrinador, WhatsApp Sincero, e a versão socialista de Despacito, que define sua linha revolucionária, de esquerda festiva em ritmo latino. Vai ser no Al Janiah a partir das 23 horas. Confira mais detalhes!

Br Trans

18. Agora vamos para a zona Norte, com a apresentação “BR Trans”. O espetáculo desenvolvido por Silvero Pereira, estrela do filme Bacurau, busca trazer reflexão sobre a marginalização das pessoas transsexuais no Brasil. É dirigido por Jezebel de Carli, professora e diretora gaúcha, e resultou de quatro anos de pesquisas feitas por Silvero junto a travestis, transformistas e transexuais de Porto Alegre e de outras cidades brasileiras. Em a peça narra histórias de vida, de um sem número de pessoas que a nossa sociedade insiste em invisibilizar. Essas histórias são fragmentos de relatos escutados durante uma pesquisa em POA, junto a interpretações livre de Silvero Pereira. A última apresentação vai ser na véspera do aniversário de São Paulo, dia 24, então corre que ainda dá tempo! Vai ser às 21 horas no Teatro Alfredo Mesquita. Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência, no próprio teatro. 

Sarau da Paulista

19. Há mais de 3 anos, poetas de várias gerações reúnem-se na avenida Paulista pra dizer seus próprios poemas ou de seus autores preferidos. Faça assim também: venha participar dessa festa da poesia. Desta vez na Casa das Rosas das 15h às 17h. Neste dia 26 de janeiro. Neste domingo! Mais detalhes no evento.

Cine Ajeji Especial "Infância e Juventude Negra"

20. Para abrir os trabalhos em 2020 a Kasa Ajeji inicia com a temática “Infância e Juventude Negra”. Com isso irá exibir no Cine Ajeji dois curtas metragens, um diretamente do estado do Ceará e o outro de Diadema/SP. A apresentação será dia 26, das 15 às 16:30, na Kasa Ajeji. Mais detalhes no link.

Repertório Adoniran Barbosa

21. No aniversário de São Paulo, a partir das 17h, na Passagem Literária da Consolação, tem pocket show com entrada gratuita e repertório de Adoniran Barbosa! No local também pode ser conferida uma exposição especial com imagens e arquivos inéditos do compositor. Tudo isso ao lado do PetraBelasArtes, onde o documentário Adoniran Meu Nome É João Rubinato entra em cartaz nesta quinta. Partiu curtir esse programão no sábado?

Sarau Resistência Lésbica

22. Esse aqui é exclusivo para mulheres! Sábado a cerveja Benedita estará presente no Sarau Resistência Lésbica junto com a Rede Lilith. Entre 12 e 14h ocorrerá uma roda de conversa com o tema “Ser mulher em ambientes dominados culturalmente por homens.
Venha saber um pouco mais sobre esse projeto incrível projeto e tomar uma Benedita bem geladinha! Mais informações pelo site.

FIOS DE TENSÃO

23. Nesse dia 24, o cantor e compositor “engajado” como é chamado na França, é convidado do espaço ECLA no Bixiga. Elio Camalle mostra canções de seus repertorio além de outras do show mais recente “FIOS DE TENSÃO” Aos amantes da voz e violão! Será das 20:30 às 23:30 no ECLA. Mais informações no evento.

O Camareiro

24. O Camareiro é uma das peças mais celebradas e montadas em todo o mundo. Com delicadeza, sensibilidade e uma grande dose de bom humor, passa durante a segunda Guerra Mundial, na Inglaterra, quando um ator de teatro à beira de um colapso nervoso luta no limite de suas forças para interpretar mais uma vez o Rei Lear de Shakespeare. Fala sobre dedicação, devoção, paixão e mostra o avesso do teatro, seus bastidores e sua intimidade. A apresentação será dia 25, no teatro FAAP. Confira mais detalhes clicando aqui.

Ato Ecumênico em memória das vítimas dos Massacres de Senkata

A comunidade boliviana residente em São Paulo-Brasil, convida ao público em geral a participar do Ato ecumênico em homenagem a memória de nossos irmãos bolivianos e irmãs bolivianas vítimas das masacres em Senkata e Huayllani decorrentes do golpe de estado na Bolivia. Vai ser 25 de janeiro às 16:30 na Igreja de Nossa Senhora da Paz, Rua Glicério 225. Mais detalhes você encontra nesse link.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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