auxílio emergencial

Periferia Precisa de Toninho!

Periferia Precisa de Toninho!

Entenda porque sem Toninho a periferia vai passar mais perrengue

Quem é da quebrada sabe como ela está largada. Em plena pandemia, tem UBS e hospital fechado. Quem tá da ponte pra cá não pode fazer quarentena. Tem que ir trabalhar, por comida na mesa. O auxílio que era pouco, nem chegou em todo mundo que precisa. A prefeitura nada de complementar o auxílio. Quem mais morreu na pandemia em São Paulo é da perifa. Sapopemba, por exemplo, na Zona Leste, foi o distrito em que mais morreu gente! Toninho Vespoli 50650 tá segurando a maior barra. Aprovou 2,7 milhões em emendas parlamentares só em hospitais e UBSs de periferia! Também luta por renda emergencial de 1 salário mínimo para informais, além de ter desmascarado a máfia dos transportes. Mas todo esse trabalho só pode continuar se Toninho Vespoli 50650 e Guilherme Boulos 50 forem eleitos. Periferia precisa de Toninho! Do contrário a periferia vai continuar à deriva!

Toninho Vespoli 50650 nasceu e vive na periferia. Mora em Sapopemba, na Zona Leste. Não só mora na quebrada, como ouve a quebrada. Uma de suas iniciativas, por exemplo, é o Gabinete na Rua, em que o povo é convidado a conversar com Toninho 50650 sobre como tornar a cidade melhor para quem é da periferia! É por estar sempre em contato com o povo, que Toninho 50650 entende o que é que tem que ser prioridade. Ele sabe que na periferia os hospitais e UBSs contam conm estrutura precária e estão abandonados! Por isso que ele destinou 2,7 milhões de reais em emendas parlamentares para a saúde periférica! Dentre as emendas, foram R$ 180 mil para compra de equipamentos para o Complexo Sapopemba; R$ 500 mil para reforma da Casa de Parto e da UBS Reunidas I; R$ 560 mil para adequação da UBS Pastoral; entre várias outras emendas!

Com o Boulos e Toninho a periferia vai virar centro!

Toninho 50650 é, também, um dos mais ferrenhos defensores da renda básica. Vice Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de São Paulo, Toninho 50650 é autor de vários projetos de lei em favor da renda de 1 salário mínimo para os mais necessitados, ao menos durante a pandemia. A direita genocida não quer deixar essas propostas passarem. Ainda assim, Toninho 50650 conseguiu levar cesta básica para milhares de famílias. Periferia precisa de Toninho!

Toninho 50650 fez muito pela periferia. E conseguiria ter feito muito mais se não tivéssemos o coxinha do Bruno Covas como prefeito da cidade! O cara se articula junto com a direita para barrar emendas de Toninho 50650; não aprovam projetos populares escritos em conjunto com as comunidades; e age ativamente para impedir que cuidados médicos cheguem a quem precisa em um momento como o da pandemia! Celso Russomano é outro que odeia a periferia e quem é pobre! O cara faz há anos programas de TV em que humilha funcionários, a maioria negros e pobres, enquanto toma café e fala fino com os poderosos.

O triste é pensar que, no meio disso tudo, a prefeitura acumula 17 bilhões de reais em caixa! Prefeitura não é pra dar lucro! É pra servir as necessidades do povo! Mas com Guilherme Boulos 50 prefeito a coisa vai se diferente. Boulos, assim como Toninho 50650, mora na periferia. Ele é ativista, está sempre em luta ouvindo o povo. E por isso, junto com o vereador Toninho Vespoli 50650, vai virar o jogo em São Paulo, colocando a periferia no centro!

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Lançamento da Renda Solidária de Boulos!

Lançamento da Renda Solidária de Boulos!

Entenda porque Boulos e Toninho são fundamentais para a renda solidária em São Paulo!

Ocorreu hoje, dia 9 de outubro, o lançamento do projeto Renda Solidária da campanha de Guilherme Boulos para prefeito. Em São Paulo tem gente com fome. Gente tendo que revirar o lixo para poder sobreviver. Precisamos mudar as coisas, para que ninguém tenha que escolher entre ter que botar comida na mesa ou pagar o aluguel. O programa vai dar prioridade para as mães solo, que estão precisando sustentar seus filhos, e para pessoas desempregadas. É isso que representa o lançamento da renda solidária de Boulos!

Dinheiro tem. São Paulo é a cidade mais rica do Brasil. Temos 17 bilhões de reais em caixa. Isso seria o suficiente para rodar o programa durante 5 anos! O valor do benefício será variável entre 200 e 400 reais para 1 milhão de famílias, equivalente a 3 milhões de pessoas. Muitos estudos provam que quando você dá uma renda para quem não tem nada, isso estimula a economia local, a economia do bairro. As pessoas vão gastar o dinheiro na padaria da esquina, no mercadinho. Vão aquecer a economia. Isso vai fazer com que os pequenos negócios, inclusive, possam contratar mais gente. Ou seja, serve ainda como um estímulo para emprego.

Por um legislativo progressista!

Para mudar as prioridades da gestão é importante que Boulos seja eleito. Mas é também fundamental que São Paulo tenha uma Câmara dos Vereadores, com uma bancada progressista forte. Toninho Vespoli é o vereador capaz de liderar a mudança pela Câmara Municipal. Inclusive, em face da pandemia, Toninho já propôs uma série de Projetos de Lei que garantiriam renda solidária a grupos necessitados. Por exemplo, ele propôs o PL 186/2020, que garantiria renda de 1 salário mínimo para a população vulnerável durante o auge da crise pandêmica. Mas esse tipo de proposta é barrado na Câmara Municipal. A falta de apoio e de base impedem que políticas sociais avancem! É importante reeleger Toninho 50650 nessas eleições. Assim ele será capaz de continuar esse trabalho na luta pela renda básica, junto a uma bancada forte e progressista na Câmara Municipal!

Precisamos de Boulos e Toninho!

Importante fugirmos nessas eleições de candidaturas como as do Bruno Covas e do Celso Russomano. O Covas, depois de anos no poder, não chegou perto de implementar nada assim. Fez um Governo dos lados de gestores ricos, continuação da gestão de seu padrinho político João Doria. Russomano também não está nem aí para o povo! Votou no congresso federal contra o auxílio emergencial da pandemia! Se ele agiu desse jeito naquele momento o que faz alguém achar que agora será diferente? O seu padrinho político é ainda o Jair Bolsonaro. O presidente a princípio não queria o auxílio mínimo. Acabou, resignado, querendo dar só 200 reais de auxílio. Com muito custo, a oposição conseguiu fazer o Governo aumentar o auxílio para 600 reais.

Agora Celso Russomano, em plataforma eleitoreira, finge que vai implementar renda básica. Mas em nenhum momento Russomano incorporou o projeto em seu plano oficial de governo! Ou seja, fala que vai fazer mas nem escreve algumas linhas em defesa do projeto na hora de planejar como seria a sua gestão! Assim como Covas, Russomano também não está do lado dos trabalhadores!

Nessas eleições não tenham dúvida! Votem por gente da gente disposta a garantir o lançamento da renda solidária de boulos! Vote Toninho Vespoli 50650 vereador, e Boulos 50 prefeito. Só assim seremos capazes de garantir que ninguém tenha que escolher entre pagar aluguel e ter o que comer!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Auxílio de Bolsonaro corta da educação!

Auxílio de Bolsonaro corta da educação!

Entenda porque programa de renda de Bolsonaro não é transferência de renda!

Bolsonaro quer cortar 8 bilhões da educação de 17 milhões de crianças pobres! A nova proposta de cortes no FUNDEB é a contrapartida que Bolsonaro propõe para a criação de bolsa auxílio (continuação do abandonado Renda Brasil). Além disso, Bolsonaro estuda, também, acabar com a porcentagem mínima de 25% de investimento na educação, e com o piso da aposentadoria de 1 salário mínimo. Todas essas politicas beneficiam, principalmente, a população mais pobre. Ou seja, em um país em que as 6 pessoas mais ricas tem mais que a metade mais pobre, do jeito que está sendo proposto, auxílio de Bolsonaro corta da educação dos mais pobres!

O FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), é política fundamental de transferência de renda na educação. Ocorre que muitos estados e municípios não conseguem financiar o ensino básico. Aí que entra o FUNDEB: o programa garante um investimento mínimo por pessoa na educação básica, o que diminui as desigualdades regionais e sociais na infância. O programa tem sido fundamental para a formação do povo brasileiro. Sem ele os mais pobres começariam sua educação com mais dificuldades ainda!

Pacote de cortes!

Os mínimos constitucionais na educação são, também, importantíssimos para garantir educação aos mais pobres. Nenhum país conseguiu reduzir suas desigualdades sem investimentos massivos na educação! A constituição federal prevê tanto mínimos nos investimentos federais na educação (18%) quanto mínimos municipais (25%). Se a educação pública melhorou nas últimas décadas em São Paulo, e em outras cidades, é em grande medida por causa desses mínimos! Sob a tutela do “guru da economia” Paulo Guedes, Jair Bolsonaro considera acabar com esses mínimos para colocar mais dinheiro no programa de bolsa auxílio.

Outra coisa que Bolsonaro quer fazer para financiar o auxílio é acabar com o mínimo na aposentadoria! Apesar do desmonte que Bolsonaro fez na reforma da previdência, ainda está previsto um mínimo de um salário mínimo para todos os aposentados. Paulo Guedes já tentou tirar isso na reforma previdenciária. A forte oposição, nas ruas e na política, foi o que barrou essa mudança. Agora Guedes quer aproveitar que as atenções estão todas no coronavírus, para acabar com esse mínimo! Como é de se imaginar, essa política na aposentadoria pública beneficia, principalmente, aqueles que não conseguiram contribuir bastante para o INSS, ou seja, os mais pobres.

O que Bolsonaro propõe não é transferência de renda!

Isso que está sendo proposto não é transferência de renda! Transferência de Renda ocorre quando mecanismos fiscais são usados para tirar dos mais ricos para dar aos mais pobres. O que Bolsonaro propõe é que seja tirado dos mais pobres para dar para os mais pobres. E no processo desmontar a educação básica para os mais necessitados! É um erro tremendo achar que esse é o único jeito de se criar uma renda básica para toda a população. No brasil 6 pessoas tem praticamente a mesma riqueza que a metade mais pobre. Mas ao invés de taxar deles, Bolsonaro pretende fazer política eleitoreira e insustentável de auxílio emergencial. O  auxílio de Bolsonaro corta da educação! Não podemos deixar isso acontecer!

Nós somos a favor, sim, de um programa de renda básica! Muitos não sabem disso, mas já existe até lei prevendo renda básica para todas e todos os brasileiros. O problema é que a lei virou letra morta. Os políticos não tem a coragem necessária para implementar, por que sabem que isso significaria tirar dos mais ricos. Mecanismos, inclusive já previstos na constituição federal, como taxação de grandes fortunas e taxação dos lucros e dividendos poderiam ser fontes de um programa de renda básica de cidadania para toda a população! Outras coisas, como imposto sobre transações bancárias acima de 5 mil reais, e imposto sobre grandes heranças, também poderiam ser usadas para o programa. Ao invés disso o que Bolsonaro prefere buscar recursos em programas que beneficiam os mais pobres (o que dá na mesma que taxar os mais pobres!).

O objetivo é se manter no poder!

A razão por trás dessas propostas é uma só: fazer política eleitoreira em preparação para as eleições de 2022. Bolsonaro tem sofrido com perda no apoio popular. Ele sabe que no campo das ideias ele não convence o povo. Por isso propõe o programa de auxílio. Não há nada de errado em expandir o Bolsa Família, ou mesmo criar outros programas de distribuição de renda. O que deveria ser feito é taxar dos que tem mais para dar aos que tem menos. Mas esse programa de auxílio de Bolsonaro corta da educação! para Bolsonaro é mais fácil tirar dos pobres do que enfrentar os interesses dos bilionários no Congresso e fazer uma distribuição de renda verdadeira. E quem sofre com tudo isso é, como sempre, os mais pobres!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Meu CPF está irregular. Como me cadastrar para receber o auxílio?

É possível checar a situação do documento no site da Receita e regularizá-lo pela internet

Estar com o CPF regular é um dos pré-requisitos para o trabalhador informal receber o auxílio emergencial de R$ 600 do governo. Para checar se o seu CPF está regular é preciso consultá-lo no site da Receita Federal, preenchendo o CPF e a data de nascimento.

Mais de 23 milhões de pessoas já se inscreveram para receber o benefício, mas muitos relataram não ter conseguido completar o cadastro e questionaram se o motivo teria sido a exigência do CPF regular.

Como saber minha situação cadastral do CPF?

Acesse o site: http://www.receita.fazenda.gov.br/aplicacoes/atcta/cpf/consultapublica.asp

Por que meu CPF não está regularizado?

Você pode estar com pendências na declaração do imposto de renda ou com a Justiça Eleitoral (por exemplo, faltou em alguma eleição)

Se está com pendência na Justiça Eleitoral:

Acesse o site do TSE  (http://www.tse.jus.br/eleitor/titulo-de-eleitor/quitacao-de-multas)  e pague a multa.

O que significa os tipos de situação cadastral do CPF?

REGULAR: não há nenhuma pendência

PENDENTE DE REGULARIZAÇÃO:  você deixou de entregar alguma Declaração do Imposto Renda dos últimos cinco anos.

SUSPENSA: o cadastro está incorreto ou incompleto.

CANCELADA: o CPF foi cancelado por multiplicidade, em virtude de decisão administrativa ou judicial.

TITULAR FALECIDO: quando for incluído o ano de óbito

NULA: foi constatada fraude na inscrição e o CPF foi anulado.

Se o CPF estiver “Pendente de regularização”?

É só enviar a declaração de IR do ano ausente, ainda que em atraso.

Caso esteja o CPF esteja “Suspenso”?

A Receita pede que o contribuinte que possui título de eleitor regularize a situação em seu site (https://servicos.receita.fazenda.gov.br/Servicos/CPF/regularizar/Default.asp)

Sem o título de eleitor, o cidadão deve comparecer a uma agência do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios e pagar taxa de R$ 7,00.

Se o CPF estiver  desatualizado? 

A Receita recomenda:

  • Preencher um formulário no site: https://servicos.receita.fazenda.gov.br/Servicos/CPF/alterar/default.asp
  • Ou, dirigir-se, com os documentos pessoais (documento de identificação oficial com foto, título de eleitor, certidão de casamento e documento que comprove o CPF do solicitante) a uma agência dos Correios, Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil e pagar a taxa de R$ 7,00;
Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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