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Democracia sob risco!

Democracia sob risco!

Estão organizando um golpe. Quanto a isso não podem restar dúvidas. Neste dia 7 Bolsonaro anuncia organiza ações fascistas nas maiores cidades brasileiras. A retórica acompanha uma escalada nas declarações de Bolsonaro, em desrespeito ao STF e ao estado democrático de direito. Hoje, vimos mais uma mostra da gravidade das ameaças. Uma professora , em Cuiabá, foi suspensa de seu cargo apenas por emitir uma opinião contrária ao atual presidente. Houve resposta da comunidade escolar, em desacordo com a suspensão. Com o objetivo de intimidar os estudantes, um helicóptero da Secretaria de Segurança Pública (comandada por Policiais Militares) sobrevoou a escola, enquanto expunha uma bandeira do Brasil. 

Assista o vídeo:

   

O objetivo era claramente intimidar os profissionais da educação, alunos e seus cuidadores. Preocupa ainda mais, quando consideramos que Bolsonaro tenta aliança com os militares em sua tentativa de golpe. É importante não nos intimidarmos, e respondermos à altura, estando presentes no dia 7 de setembro no ato no Anhangabaú em São Paulo. Em todo o Brasil, iremos organizar atos para barrar o fascismo, e impedir um golpe!

Emitir uma opinião contra um presidente, está em clara conformidade com a liberdade de expressão, assegurada pela Carta Magna de 1988. Uma professora ser suspensa em razão de declaração do tipo, já é um tremendo absurdo constitucional. Mas mais grave ainda é o que se seguiu: os militares mandaram um helicóptero para sobrevoar a escola de rasante, com o objetivo de intimidar a comunidade escolar. O que o caso demonstra é que os policiais militares estão fechados com o Bolsonaro, e arriscam tensionar as instituições democráticas participando de ações em defesa ao presidente!

Neste dia 7, Bolsonaro convoca os seus apoiadores fascistas para um ato, em que já deu todas as pistas de que pretende dar um golpe. Entre os grupos em que Bolsonaro é mais popular, estão policiais militares e milícias armadas. No contexto, a intenção é clara no sentido de organizar um golpe militar! O caso da escola em Cuiabá demonstra que não devem ser poucos entre os militares que apoiarão Bolsonaro em seus planos fascistas!

Por conta do cenário, a resistência se faz fundamental. Não podemos recuar! Se ficarmos inertes, Bolsonaro entenderá que as ruas estão abertas para serem tomadas pelos fascistas. Mas se resistirmos, poderemos barrar o golpe!

Contamos com o apoio de cada um de vocês, nesse dia 7 de setembro, no vale do Anhangabaú às 14 horas! Estejam presentes para lutar pela democracia!

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Bolsonaro é um fascista e Doria é um hipócrita!

Bolsonaro é um fascista e Doria é um hipócrita!

Entenda porque Doria agora se fantasia de "democrata"

Bolsonaro está tentando dar um golpe! Isso não segredo. O desfile de blindados em Brasília foi sua última tentativa. Felizmente, dessa vez, o tiro saiu pela culatra. Bolsonaro esperava um apoio no exército sem respaldo na realidade. Mas Bolsonaro agora organiza mais uma tentativa de golpe no dia 7 de setembro. Para isso, busca apoio entre grupos armados mais perigosos e fanáticos que o próprio exército: as milícias carioca e os policiais militares. Sobre o último grupo, a coisa tem saído bastante do controle. Neste dia 22, o comandante geral Aleksander Lacerda da PM/SP convocou suas tropas para a tentativa de golpe do dia 7. O Doria deu de se fingir de democrata. Afastou o comandante fingindo não ter se grudado na imagem do Bozo pra se eleger. Por mais que, por conveniência, Doria tenha agido certo, a verdade é que Bolsonaro é um fascista e Doria é um hipócrita!

A ação do comandante Aleksander Lacerda foi muito grave. Em suas redes sociais publicou chamado para o “ato” dia 7 de setembro, convocado pelo Bolsonaro. Sabemos, já, que o próprio celular de Bolsonaro foi usado para a convocação. Mais ainda, sabemos que no chamado o presidente eleito anunciou explícitas intenções de organizar um golpe, nos moldes da tentativa de Donald Trump em janeiro de 2021 na invasão do capitólio nos Estados Unidos. Neste contexto, a postagem de Aleksander foi um claro estímulo para policiais militares participarem de um golpe. Principalmente quando consideramos que Lacerda comanda um efetivo de 5 mil policiais em São Paulo.

A reação de Doria seria exemplar, se não fosse hipócrita: afastou de imediato o comandante de suas funções. Agiu de forma certa, mas apenas por oportunismo. O mesmo Doria que agora se coloca em “defesa da democracia”, se elegeu com amplo apoio da polícia militar. Em fala de campanha, o atual governador chegou a afirmar que, a partir de quando fosse eleito, a polícia iria “atirar para matar”. Tão ruim quanto, promoveu, em sua campanha para prefeito, a dobradinha “Bolsodoria”, em claro apoio à presidência do genocida! na verdade, no fim, Bolsonaro é um fascista e Doria é um hipócrita!

O que mudou entre 2016 e os dias de hoje? O que faz o ex-apoiador do presidente, agora se colocar contra ele? Muito simples: a popularidade de Bolsonaro caiu! Doria é um marketeiro em eterna campanha política. Se apoiou em Bolsonaro, enquanto ele era popular em São Paulo. Agora, o presidente derrete, Doria pula o barco de ratos para pousar de “moderado”. E faz isso com apoio de amplos setores da mídia e da elite, que procuram uma alternativa para candidato à presidência que não esteja alinhado com algumas causas progressistas!

A verdade é que tanto Bolsonaro quanto Doria promovem a política das elites e da extrema direta. A diferença é que um faz isso no grito e na agressão, enquanto o outro o faz com a fala mansa. Um apela aos militares, o outro apela aos jornalistas da Globo. Um veste coturno o outro veste cachemire. Mas na hora do vamos ver, os dois servem às mesmas elites! Bolsonaro é um fascista e Doria é um hipócrita!

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Trabalhismo em Frangalhos

Trabalhismo em Frangalhos

Foi aprovado na Câmara dos Deputados Federais projeto que desmonta os direitos dos trabalhadores brasileiros! O projeto, com origem em uma Medida Provisória de Bolsonaro, cria novas modalidades de contratação com menos direitos, sem recolhimento para aposentadoria, e até mesmo sem carteira de trabalho! É um dos maiores retrocessos em termos de direitos sociais no Brasil! Com Bolsonaro na presidência, temos o trabalhismo em frangalhos!

A origem do projeto é a Medida Provisória 1.045 de Bolsonaro, editada no dia 6 de agosto. Assusta perceber a proximidade entre a edição da medida e a aprovação na primeira casa do Congresso. Apenas 6 dias após, o texto foi aprovado na íntegra com pleno apoio do centrão! 

O projeto permite que empresas troquem até 40% de suas forças de trabalho por novos empregados com salários menores e menos direitos. Faz isso a partir de três mecanismos: o Programa de Manutenção de Emprego e Renda (BEm), o  Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego (Priore) e o Regime Especial de Qualificação e Inclusão Produtiva (Requip). Não se deixem enganar pelos nomes “fofos”. Todos os regimes de contratação reduzem ou acabam com uma série de direitos históricos!

O BEm, é a reedição de um projeto temporário aprovado por mais 120 dias. Permite, em essência, a diminuição das jornadas de trabalho, com a consequente redução dos salários. Para ser justo, é verdade que o Governo deve pagar parte da diferença. Mas ainda com reduções nos salários. Mais que isso, o valor complementado pelo Governo sairia do seguro-desemprego.  Apesar de ser um projeto, em princípio, temporário, há sempre a possibilidade de uma aprovação de novo projeto, transformando-o em medida permanente! 

O segundo programa, o Priore, é ainda mais grave. Permite a criação de um empregado de “segunda categoria”. Os profissionais com idade entre 18 e 29 anos, e acima de 55 anos, poderiam ser contratados com perda em uma série de direitos trabalhistas. Perderia o direito de receber 50% do salário devido em caso de demissão antes de período; metade das contribuições para o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço); e ainda tira o direito à justiça trabalhista, uma vez que o novo modelo de contratação não configura vínculo empregatício.

O último e mais tenebroso dos programa é o Requip. Este prevê um regime de contratação de pessoas entre 16 e 29 anos, não por emprego mas por “bolsas” de valor de 550 reais – metade do salário mínimo! Isso também significa que trabalhadores de outras idades seriam forçados a concorrer com a mão de obra nesses novos regimes! No Requip não há recolhimento obrigatório de FGTS, nem previdência social. As férias também são trocadas por recesso apenas parcialmente remunerado, e o vale transporte, também, passa a ser pago apenas em parte! é um desmonte que deixa o trabalhismo em frangalhos!

Além disso tudo, o projeto ainda prevê redução no valor da hora extra para telefonistas, jornalistas, radialistas, taquígrafos e profissionais da área de saúde! É um pacote de retrocessos começados com uma Medida Provisória autoritária, prevendo a criação de empregados de segunda categoria! A proposta ainda deverá ser votada no Senado, e então sancionada pelo presidente. É muito triste ter que reconhecer que as melhores esperanças de travas na medida são ações pela via judicial. É bem possível que este seja o fim dos direitos trabalhistas para pessoas jovens. Temos no Brasil o trabalhismo em frangalhos!

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O Golpe é essa Semana!

O Golpe é essa Semana!

Entenda porque estamos na iminência de um golpe militar!

Bolsonaro já percebeu que dificilmente terá uma vitória nas urnas em 2022. Por isso ele está articulando um golpe militar! Percebam: graças a pressões da base bolsonarista, o Presidente da Câmara dos deputados, Arthur Lira, irá colocar para votar no Congresso nesta semana, (quinta-feira, dia 12/08) emenda à constituição propondo o voto impresso. A votação será dias depois, de um desfile organizado pelas Forças Armadas, com tanques e carros de guerra. O desfile será amanhã, terça-feira dia 10 de agosto. O golpe é essa semana!

Sobre o voto impresso…

Já cobrimos com mais detalhes os absurdos do voto impresso. A proposta claramente tem o objetivo de justificar um golpe por Bolsonaro (link do texto). Mas os novos desenvolvimentos assustam! Acontece que uma comissão especial na Câmara foi criada para avaliar a validade da proposta. o projeto foi votado contra por 23 votos a 11, indicando que a Câmara dificilmente o aprovaria. Ainda assim, Arthur Lira, presidente da Câmara dos deputados, ignorou o voto e anunciou votação aberta em plenário (incluindo todos os deputados) para esta semana, na próxima quinta. Diz Lira, que pretende fazer isso justamente para acabar com a proposta de uma vez por todas (tendo em vista que o projeto não deverá ser aprovado). O problema é que há uma coincidência muito curiosa quanto ao momento da decisão.

Nesta mesma semana, amanhã na terça-feira, o Ministério da Defesa realizará um desfile de blindados que passará em frente ao Palácio do Planalto. A desculpa para trazer o exército às ruas, seria celebrar a entrega de um convite a Bolsonaro e ao Ministro da Defesa Walter Braga Neto (aparentemente a direita acha que o Whatsapp e meios de comunicação digital servem apenas para disparar fake news). 

O exército nas ruas!

A proximidade das duas coisas, o desfile e a votação, é muito curiosa, e força a contemplação da possibilidade de um golpe. Estariam as Forças Armadas se organizando para invadir o Congresso, alegando necessidade do voto impresso? Se a resposta for sim, então não devem haver dúvidas: o golpe é essa semana!

As incógnitas ainda existem: o Arthur Lira pretende ser aliado do Golpe, ou realmente é ingênuo e teria intenções republicanas? O quão popular Bolsonaro permanece entre as forças armadas? Estariam elas dispostas a apoiar o genocida em seus planos macabros? Mas a questão mais importante a ser respondida, é onde está a resistência a toda essa palhaçada? Não podemos esperar de braços cruzados! É importante que todas e todos lendo este texto se abram para meios mais agressivos de luta e resistência. Já temos um texto tratando de algumas ideias com mais detalhes. Cada um tem que lutar, o golpe é essa semana, e não temos tempo a perder!

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6 razões porque voto impresso é golpe!

6 razões porque voto impresso é golpe!

Bolsonaro recentemente foi à mídia falar que sem voto impresso não reconhecerá as eleições de 2022. Entenda porque trata-se apenas de retórica para organizar um golpe

1) As urnas eletrônicas são mais seguras do que voto impresso!

Ao contrário do que Bolsonaro insiste em dizer, não há até hoje evidências de fraudes em eleições no Brasil com as urnas eletrônicas. Apenas para se ter uma ideia, de tempos em tempos o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) convoca hackers para tentarem invadir as urnas presencialmente (e a única forma seria presencialmente, já que as urnas nunca são conectadas à internet). Até hoje nenhuma tentativa de hackear obteve sucesso. O sistema é constantemente atualizado, conforme o que há de mais moderno em segurança eleitoral. Papel, por outro lado, poderia ser fraudado mais facilmente: bastaria o tipo certo de impressora e papel, e um bom arrombador de cofres. Não seria fácil de forma alguma, mas mais factível que adulterar a urna eletrônica.

2) A urna eletrônica é auditável!

Ao contrário da fake news que Bolsonaro insiste em propagar, as urnas eletrônicas são sempre auditadas! Ao final da votação, cada urna imprime um boletim relatando a contagem total de votos em cada candidato (sem revelar, é claro, o nome do eleitor, informação esta impossível de ser retirada da urna). Estes resultados são afixados nas portas de cada sessão eleitoral, permitindo que qualquer um compare os números com os divulgados no site do TSE. Esta auditoria é feita sem manipulação humana, ou seja, com zero chances de erro.

3) O processo de apuração das urnas é transparente e pesadamente fiscalizado!

Fiscais de partidos políticos podem verificar cada etapa do processo eleitoral. Segundo o site do TSE “Cada partido político ou coligação poderá nomear 2 delegados para cada município e 2 fiscais para cada mesa receptora”. Tudo isso é para garantir que o processo seja seguro e imparcial. É mais uma precaução mesmo, já que as urnas são super seguras, mas é o tipo de medida que deveria demonstrar a todos envolvidos que não há espaço para reclamações razoáveis. É claro que, no caso, não lidamos com um presidente razoável.

4) Não há voto computado antes do início das votações!

Outra fake news comumente propagada, afirma que antes das eleições de fato, algumas urnas poderiam já ter votos registrados para algum candidato. Mas as urnas, antes do início da votação, imprimem em papel todos os votos nela computados. O resultado, é claro, deve ser zero votos para todos os candidatos. Este documento é verificado pelos membros das seções eleitorais e pelos fiscais dos partidos presentes.

5) É pouco provável a aprovação da medida no congresso

A única forma de se ter o voto impresso, seria por meio de uma emenda constitucional. Este tipo de mudança na lei demora bastante para ser aprovada, e requer apoio de pelo menos ⅔ de cada uma das casas do Congresso Nacional. Atualmente, Bolsonaro conta com baixa popularidade e baixo apoio no congresso. As chances reais de um voto impresso ser aprovado são praticamente nulas. E Bolsonaro sabe disso! Justamente por isso insiste na medida: para lhe dar uma desculpa esfarrapada para negar os resultados das eleições em 2022 e tentar instaurar uma ditadura!

6) Não haveria tempo ou dinheiro para o voto impresso!

Segundo o próprio TSE, mesmo que o voto impresso fosse aprovado por meio de uma Emenda Constitucional, não haveria tempo hábil para viabilizar o voto impresso no Brasil até 2022. Além disso, custaria cerca de 2,5 bilhões de reais aos cofres públicos, dinheiro este, valioso demais para algo tão inútil em um tempo de pandemia e crise econômica. Tudo isso torna pouquíssimo provável a aprovação do voto impresso em 2022. Novamente, Bolsonaro sabe disso!

Como viram, não faz sentido pensar em um voto impresso! É mais provável que a medida tenha o fim explícito de desestabilizar o processo democrático, e justificar uma retórica golpista por Bolsonaro! E é por isso que cada um deve se preparar para lutar contra o fascismo!

 

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Fraude nas eleições: quando o PSDB fará a autocrítica? 

Fraude nas eleições: quando o PSDB fará a autocrítica? 

2021 e o presidente do Brasil – eleito pelas urnas eletrônicas em 2018 – insiste na cantilena de que “se não houver voto impresso ou auditável, não haverá eleições”.

Boa parte de seus seguidores, como um rebanho de gado aplaude, baba e ovaciona o tal mito como se ele estivesse dizendo algo extraordinário, como se tivesse descoberto a solução de todos os nossos problemas.

Bolsonaro tem mais de 30 anos de vida pública, boa parte desse tempo eleito através do voto na urna eletrônica, porém só agora começa a questionar as urnas e ameaçar a nossa democracia.

Bolsonaro já disparou que não haverá eleições em 2022 e que cogita não concorrer se os deputados não aprovarem o tal voto impresso ou auditável. O imoral presidente tensiona a democracia e os poderes, juntamente com os militares, para ver até onde pode levar suas ameaças.

É preciso cortar a cabeça da serpente imediatamente. Bolsonaro precisa sofrer alguma sanção por suas bravatas, não é hora de apostar se ele e os militares cumprirão as ameaças que fazem, a hora é de punir o presidente para que essa ideia torpe de fraude eleitoral não avance.

Voltando um pouco na história, precisamos dar crédito a quem merece pela idiota ideia de questionar as eleições: o PSDB de Aécio Neves e sua turma.

Isso mesmo que você leu, para quem tem a memória curta, em 2014 quando perdeu a eleição presidencial para Dilma, os tucanos lançaram dúvida sobre a idoneidade do nosso sistema eleitoral e das nossas urnas eleitorais.

Aquela emblemática foto da equipe de Aécio reunida acompanhando as eleições e as caras de frustração… dali, diante de mais uma derrota para o PT – a quarta consecutiva – veio a brilhante ideia de questionar as eleições e as urnas eleitorais.

Ali, naquele momento se desenhava todos os problemas que temos até hoje no Brasil. Ali, naquele momento era gestado o golpe que derrubou Dilma Rousseff, bem como jogou o Brasil na situação que vivemos hoje.

O PSDB, com amplo espaço e apoio da grande mídia, foi a todas as instâncias para desestabilizar o governo recém eleito e questionar o resultado das urnas. Assim como Bolsonaro, sem provas, e baseado somente em achismos.

O PSDB é pai dessa ideia absurda que agora Bolsonaro propaga como uma verdade absoluta. O PSDB não fará a sua autocrítica?

Cobra-se tanto autocrítica da esquerda, tanto autocrítica da esquerda que por alguns minutos esquecemos quem nos trouxe até a situação lastimável que vivemos hoje.

“Por conta disso, não é possível concluir se houve ou não fraude nas eleições. Não porque o sistema eleitoral brasileiro, nas palavras do líder Carlos Sampaio, ‘é inviolável, mas sim porque o sistema implantado pelo TSE é inaferível, inauditável’”, destaca o texto escrito no site do PSDB (leia o artigo completo aqui…)

Sei que alguns dirão “ain, não é hora de criticar os tucanos. Eles estão do nosso lado pelo fora Bolsonaro”, tenho lá minhas dúvidas. Os tucanos gestaram o golpe, pagaram pelo golpe (Janaína recebeu 45 mil pra escrever o pedido de impeachment de Dilma) e depois foram para o governo, tanto o Temer como até um dia desses no governo Bolsonaro.

Então, não há o que esquecer da prática tucana. O PSDB não sabe perder e começou esse discurso de questionamento das eleições e das urnas eletrônicas. Até agora não rolou autocrítica, não rolou um pedido de desculpas, não rolou um ‘erramos’.

Esse foi o início da degeneração que vivemos hoje. O início do discurso tucano, na boca do lunático Bolsonaro, jogou o Brasil na situação que vemos hoje com um risco de ruptura institucional em 2022.

Por isso fica a pergunta: quando o assunto é fraude eleitoral, quando o PSDB fará sua autocrítica?

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Tem dinheiro pra politicagem mas não tem para o auxílio!

Tem dinheiro pra politicagem mas não tem para o auxílio!

Saiba quem foram os políticos de São Paulo que votaram A FAVOR do fundão eleitoral, e saiba porque o PSOL votou CONTRA!

Foi aprovada lei que quase triplica o fundo eleitoral para 5,7 bilhões de reais! Isso mesmo, significa que em meio a uma pandemia com mais de meio milhão de mortos e 33,2 milhões sem emprego, a prioridade de Bolsonaro é comprar apoio do centrão com verbas eleitorais. Para ele, isso é mais importante que, por exemplo, pagar auxílio emergencial à população pobre! Este movimento ocorre, na verdade, porque ele quer se blindar de um processo de impeachment. A mensagem que Bolsonaro manda é clara: tem dinheiro pra politicagem mas não tem para o auxílio!

Milhões de brasileiros estão se sacrificando. 33,2 milhões de brasileiros estão desocupados, a fome volta a assolar o país com mais de 115 milhões de brasileiros com alguma dificuldade para pôr comida na mesa. Quem é pobre já está se sacrificando. Os ricos, e parte da elite política, por outro lado, parecem mais focados em garantir seus próprios interesses. Só durante a pandemia o número de bilionários saltou de 45 para 65! Enquanto o povo se sacrifica, os ricos fazem a festa! Estes caras têm que ser atacados, e o mandato do Toninho Vespoli está sempre atento e crítico a este tipo de absurdo!

Mas reconhecer o banquete dos ricos não pode nos impedir de olhar para o que ocorre nas cúpulas partidárias. O projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) da República foi aprovado, e prevê um aumento em 3,7 bilhões de reais para o fundo eleitoral, totalizando 5,7 bilhões! Ou seja, quer dizer que durante uma pandemia mortal, em que toda a hora falam que “não tem dinheiro” para programas sociais, os caras querem praticamente triplicar verbas para propaganda! Tem dinheiro pra politicagem mas não tem para o auxílio! Só o valor do aumento seria o suficiente para mais de 6 milhões de rendas emergenciais de 600 reais cada! É imoral um aumento assim durante um período tão frágil para o país!

O PSOL, como sempre, representou os interesses do povo. Os deputados de São Paulo pelo partido, a Luiza Erundina, o Ivan Valente, e a Sâmia Bomfim, votaram todos contra o aumento imoral! No Twitter Sâmia Bomfim denunciou o absurdo, ainda aproveitando para cutucar a base fascista de Bolsonaro “O Congresso Nacional votou a Lei de Diretrizes Orçamentárias com o aumento do fundão eleitoral para quase R$6 BILHÕES, no meio de uma crise econômica, em que o povo brasileiro sequer tem dinheiro pra comer. E adivinha quem votou SIM? A tropa do Bolsonaro. PSOL votou contra!”

E trás muito estranhamento a postura da turma do Bozo. Os caras se elegeram dizendo que iriam “acabar com o fundo eleitoral”. Mas na hora de comprar apoio de políticos eles aumentam de bom grado o valor! Acompanha a lista dos deputados federais de São Paulo que votaram A FAVOR de triplicar o fundão!

Abou Anni (PSL-SP)

Alex Manente (Cidadania-SP)

Alexandre Leite (DEM-SP)

Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)

Bozzella (PSL-SP)

Bruna Furlan (PSDB-SP)

Capitão Augusto (PL-SP)

Carla Zambelli (PSL-SP)

Carlos Sampaio (PSDB-SP)

Celso Russomanno (Republicanos-SP)

Cezinha Madureira (PSD-SP)

Coronel Tadeu (PSL-SP)

David Soares (DEM-SP)

EduardoBolsonaro (PSL-SP)

Eli Corrêa Filho (DEM-SP)

EuclydesPettersen (PSC-MG)

Fausto Pinato (PP-SP)

General Peternelli (PSL-SP)

Geninho Zuliani (DEM-SP)

Guiga Peixoto (PSL-SP)

Guilherme Mussi (PP-SP)

Henrique Paraíso (Republicanos-SP)

Herculano Passos (MDB-SP)

Jefferson Campos (PSB-SP)

Luiz Carlos Motta (PL-SP)

Marcio Alvino (PL-SP)

Marco Bertaiolli (PSD-SP)

Marcos Pereira (Republicanos-SP)

Maria Rosas (Republicanos-SP)

Miguel Lombardi (PL-SP)

Paulo Freire Costa (PL-SP)

Policial Sastre (PL-SP)

Pr Marco Feliciano (Republicanos-SP)

Renata Abreu (Podemos-SP)

Ricardo Izar (PP-SP)

Ricardo Silva (PSB-SP)

Roberto Alves (Republicanos-SP)

Vanderlei Macris (PSDB-SP) 

Vinicius Carvalho (Republicanos-SP)

Vitor Lippi (PSDB-SP)

O PSOL, diferentemente, possui uma postura muito consistente. Sempre foi favorável a algum tipo de verba eleitoral, capaz de garantir acesso a verbas para campanha para aqueles que não podem pagar por isso. Mas em meio a uma pandemia, um valor obsceno de quase 6 bilhões é um insulto ao povo que volta a passar fome! Quando se trata de comprar apoio, Bolsonaro deixa clara as suas prioridades: tem dinheiro pra politicagem mas não tem para o auxílio!

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MP pede investigação de Golpismo de Bozo

MP pede investigação de Golpismo de Bozo
Crédito: cartunista Bira Dantas

Entenda como ofício de Conselheiros do MP pode colocar mais um prego no caixão na gestão de Bolsonaro!

Não é segredo, nem teoria da conspiração dizer que Bolsonaro quer dar um golpe. Ele afirmou literalmente isso em 1994 quando concorreu à presidência pela primeira vez, não poupa elogios ao regime golpista e ditatorial do período militar, e mais recentemente afirmou que “se não tiver voto impresso, é sinal de que não vai ter eleição“. Além da própria retórica, as ações de Bolsonaro indicam um preparo para um golpe miliciano. O presidente estimula manifestações pedindo golpe militar, recusa entrevistas e coletivas com a imprensa (um dos rituais mais importantes da democracia), e dificulta, naquilo dentro de seus poderes, a ação de quaisquer figuras políticas que o critiquem. Bolsonaro é autoritário, genocida, ditatorial, ou, em uma palavra, fascista! Mas em ofício, MP pede investigação de Golpismo de Bozo. Isto pode resultar na impugnação da eleição!

Bolsonaro coleciona atentados antidemocráticos. Felizmente, ao menos, este compilado de falas e posturas foi o bastante para preocupar representantes do Conselho Superior do Ministério Público Federal. Estes encaminharam ofício para a Procuradoria Geral da República, recentemente, pedindo uma espécie de pré-investigação nas ações do presidente atentatórias contra a democracia. A depender dos resultados, pode ocorrer, até mesmo, uma eventual impugnação da candidatura de Bolsonaro!

O ofício foi assinado por 5 dos 10 membros do Conselho Superior do Ministério Público Federal, além de três Subprocuradores da República. A ideia é realizar um “procedimento preparatório” a fim de “identificar e coletar elementos potencialmente evidenciadores de abuso de poder de autoridade, atentatórios à existência e à normalidade da eleição presidencial de 2022” (conforme trecho do ofício).

Evidentemente, não se pretende impugnar a candidatura de Bolsonaro antes mesmo desta ser oficializada. Isto feriria as normas e procedimentos previstas pelo Tribunal Superior Eleitoral. O que se propõe, por enquanto, é apenas que seja feita uma investigação preliminar. Os resultados desta investigação podem ser usados para lastrear um pedido futuro pela inlegibilidade do atual presidente! E deveras, afinal tudo o que o Bolsonaro fez e disse até o momento seria o suficiente para justificar o seu afastamento em vários países.

Para os assinantes do ofício, a gota d’água foi a declaração do presidente indicando que não aceitaria resultado das eleições, se não tiver voto impresso. Bolsonaro age com o objetivo claro de gerar instabilidades. Ele provavelmente sabe que o voto impresso é seguro, e mais ainda que a proposta de voto impresso, mesmo que razoável (o que não é) levaria tempo para ser votada, regulamentada e implementada; provavelmente não sendo utilizada em 2022 (mesmo que aprovada em lei). Ou seja, o verdadeiro fim da afirmação é criar uma narrativa (particularmente sem noção) para “justificar” um golpe após sua provável derrota nas urnas. Ou seja, o ofício do MP pede investigação de Golpismo de Bozo.

Apesar da notícia ser animadora, ainda há um processo longo para que gere frutos. O Procurador Geral da República continua senso Augusto Aras, capacho de Bolsonaro. O que os procuradores e membros do MP esperam é “forçar” a mão de Aras. Ele vai ceder? Difícil de ter certeza. O barco de Bolsonaro parece que vai afundar. Quando isso ocorrer é possível que outras figuras próximas a Bolsonaro sejam investigadas. Se Ara quiser, ainda dá tempo de pular do barco.

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Nenhuma terra a menos!

Saiba porque a sua ajuda é importante para ajudar os povos das florestas

Ontem, dia 24 de junho, foi aprovado o desastroso projeto de lei 490/2007. O projeto, criado por ruralistas, reduz reservas indígenas e as abre para a ação de hidrelétricas e garimpos. Em luta contra o projeto, há dias povos originários protestam em Brasília e por todo o Brasil. Em São Paulo, os povos do pico do Jaraguá, da zona Norte da cidade, passaram o dia de hoje protestando no quilômetro 21 da rodovia dos Bandeirantes. A luta é fundamental, e o apoio de todos também. Temos que lutar! Nenhuma terra a menos!

O europeu é o invasor. A princípio, tudo deveria ser do nativo. Mas o homem branco adentrou mata a dentro com armas, germes e aço em estupro esplêndido. A grande maioria dos povos foram dizimados. Os que restaram foram, em muitos casos, expulsos de suas terras para as cidades grandes, ou confinados em reservas cercadas de ruralistas e garimpeiros.

A situação é menos que justa. Depois de séculos de exploração tudo o que os nativos pedem é o direito de cuidar das florestas brasileiras. Os nativos são os maiores defensores das florestas, e um dos principais responsáveis pela Amazônia ainda estar em pé. Mas para os ruralistas e garimpeiros isso é um “mau negócio”. Preferem destruir, poluir e desmatar tudo o que vêem pela frente. O lucro capitalista fala mais alto.

Foram esses os interesses escusos que trouxeram o PL 490/2007. O projeto, cujo o relator é o ruralista Arthur Maia (DEM/BA), determina que somente serão válidas terras indígenas declaradas até 1988. Amém disso torna o congresso (e não mais o executivo) responsável pela demarcação de novas terras, e ainda abre a possibilidade de atividades ruralistas, de mineração (incluindo o garimpo), estradas e mesmo hidrelétricas serem instaladas nas poucas reservas indígenas.

Em suma, o projeto reduz as reservas, dificulta que novas sejam criadas, e faz que as restantes possam ser ameaçadas por atividades predatórias. Não podemos aceitar isso! Juntos aos nativos precisamos lutar por nenhuma terra a menos!

Em resposta a tantos absurdos, a comunidade nativo brasileira reagiu. Organizou protestos em todo o Brasil contra a aprovação do projeto de lei. Entre as iniciativas, uma das mais marcantes é o acampamento indígena em Brasília, na Praça dos Três Poderes, próximo ao Congresso Nacional. Cerca de 500 nativos acampam, há 15 dias, em barracas no local.

Apesar dos esforços dos nativos, o Projeto de Lei foi aprovado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A grande mídia burguesa, e mesmo partes de movimentos sociais, estão sendo omissos aos esforços dos povos nativos. Enquanto falamos, milhares de indígenas ao redor do Brasil arriscam suas vidas em protestos contra o projeto de lei aprovado. Além de serem alvos fáceis para a polícia, são ainda vítimas de garimpeiros que querem silenciá-los. Eles precisam da sua ajuda! Por isso é importante que cada leitor se mantenha informado. Pesquise sobre as aldeias locais que estejam se organizando e, se possível, esteja presente em solidariedade.

Em São Paulo, os povos do pico do Jaraguá, da zona Norte da cidade, protestaram no quilômetro 21 da rodovia dos Bandeirantes. Eles estão lutando, como sempre lutaram, pelas suas casas e pela Mãe Terra. Ajude você também! Preste solidariedade, visite as aldeias de sua cidade e conheça as lideranças. Seja humilde e pergunte como você pode ajudar. Sem o empenho de cada um, eles perderão suas casas. E o Brasil e o mundo podem perder a Amazônia. Somente juntos

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Povo nas ruas: Bolsonaro vai cair!

ovo nas ruas: Bolsonaro vai cair!

Saiba como ajudar o Bolsonaro a cair!

Sábado, 19 de junho, ocorreu o segundo grande ato contra o Bolsonaro! Protestos ocorreram no Brasil e no mundo inteiro! Em São Paulo, o ato foi imenso, contando com a participação de cerca de 100 mil pessoas! Com o povo nas ruas: Bolsonaro vai cair! Temos que continuar protestando e ocupando as ruas! Sempre, é claro, tomando o cuidado de usar máscaras, lavar as mãos, e mesmo no protesto buscando algum distanciamento entre os camaradas.

Bolsonaro é um genocida. Isso já está estabelecido. São muitas posturas que custaram vidas. A negação dele em comparar vacinas disponibilizadas, a postura dele completamente contrária à ciência e ao isolamento social, para não entrar na insistência dele em utilizar a cloroquina, medicamento que não funciona contra a covid e aumenta risco de ataque cardíaco! E não é só “intriga da oposição” não. Um estudo recente assinado por cientistas da USP e de Harvard, e publicado na renomada revista Science, revela Bolsonaro como um dos maiores responsáveis pelas mortes do coronavírus.

Enquanto Bolsonaro continuar no poder, mais ações desastrosas ocorrerão, e mais vidas serão perdidas à toa! E o povo sabe disso! Por isso que estamos indo às ruas! Para tirar este genocida do poder!

Os protestos, que estão sendo puxados junto ao PSOL pela Frente Povo Sem Medo, articularam ativistas no mundo inteiro! Além de em mais de 400 cidades brasileiras, houveram manifestações em Berlim, Londres, Lisboa, Amsterdã, Dublin entre outras!

A mensagem está mais do que dada: Bolsonaro tem que cair! E se mais pessoas continuarem se unindo aos protestos, ele irá cair! Por isso, convidamos vocês a se unirem ao próximo ato, previsto para o dia 24 de julho! Em São Paulo a concentração ocorrerá à tarde, em frente ao MASP. Queremos o povo nas ruas: Bolsonaro vai cair!

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