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Escolas fechadas, vacina e lockdown!

Escolas fechadas, vacina e lockdown!

Entenda o que seria necessário para São Paulo vencer a Covid!

Graças à incompetência dos nossos mandantes, a pandemia voltou a um novo pico! Se nada for feito os hospitais irão entrar em colapso. A gestão durante a pandemia tem sido uma comédia de erros: o Doria não fechou as ruas em um lockdown sério, o Covas não abriu os cofres para garantir renda para o povo, e o Bolsonaro nem se fala. Ficou brincando de gato e rato com o Doria, enquanto os corpos empilharam… talvez se tivessem escutado Toninho Vespoli, não estaríamos tão mal. As escolas permaneceriam fechadas até que o retorno fosse seguro, haveria uma renda emergencial decente para quem perdeu o emprego, hospitais de campanha eficientes teriam sido construídos, e quem vive da cultura teria algum auxílio, apenas para mencionar algumas medidas. O que precisamos, na verdade, é de Escolas fechadas, vacina e lockdown Mas infelizmente a direita preferiu uma rota genocida. 

Não foi por falta de aviso!

Não foi por falta de aviso. Ainda no começo da pandemia, Toninho Vespoli protocolou o projeto de lei 186/2020 que determinaria um lockdown mais rígido, além que garantir um auxílio emergencial capaz de garantir renda para quem mais precisa. Em um momento em que profissionais da saúde precisam de reforços, Toninho também ativou o Ministério Público para exigir que os profissionais aprovados em concurso fossem chamados para atender o público.

De distribuição de kits de EPIs, à luta pelo atendimento em hotéis à população em situação de rua, não faltaram ações de Toninho para combater a pandemia. Mas a direita de Doria e Bruno Covas não quiseram dar ouvidos. Em uma retórica suicida, supostamente em apoio à economia, não levaram a pandemia a sério. Na verdade usaram (e ainda usam) a tragédia como mero palanque para campanhas eleitorais. Foi assim na campanha pra prefeito de Bruno Covas, e está sendo assim, novamente, na campanha para presidente de Doria.

Quem planta Bruno colhe covas!

Apesar de às vezes fazerem discursos bonitos, tanto Doria quanto Bruno Covas fizeram questão de retomar as aulas presenciais, muito antes de ser seguro. Isso mesmo depois de saírem pesquisas mostrando grave risco de problemas neurológicos em crianças que pegaram Covid. Precisaríamos, em um combate sério à covid, de Escolas fechadas, vacina e lockdown!

Agora, após passarem as eleições de 2020 negando haver segunda onda da pandemia, Doria e Covas voltam a engrossar o discurso contra o vírus – mas apenas o discurso: o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Jean  Gorinchteyn, já afirmou ser contrário ao lockdown. Talvez, pelo menos, a tragédia à luz clara seja o bastante para cancelarem a retomada das aulas presenciais. Mas as esperanças de uma gestão séria é pouca. São Paulo sofre o peso das urnas das últimas eleições: quem planta Bruno colhe covas.

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o anzol da direita, fez a esquerda virar peixe

Entenda porque a esquerda errou feio nas eleições para presidência da Câmara dos Deputados Federais

Já falava o Rapper Criolo em sua música Esquiva da Esgrima “Novas embalagens para antigos interesses; É que o anzol da direita, fez a esquerda virar peixe”. Foi isso que aconteceu ontem (dia 1º de fevereiro) na votação para presidente da Câmara dos Deputados Federais. A centro-direita liberalóide, supostamente a favor da democracia, fez lobby encima dos parlamentares de esquerda para apoiarem o candidato do centrão à presidência da Câmara, o Baleia Rossi. Parte da esquerda caiu no conto do vigário (uns por ingenuidade, outros por malícia, mas isso é outra história). Tudo isso para na hora H, a esquerda ficar sem candidato nenhum para a presidência, e todo mundo do centrão correr para a base governista em troca de cargos e verbas. Este caso deveria ser ensinado em todos os cursos de ciência política como exemplo do que não fazer na hora das negociações.

A tragédia já começou anunciada. A esquerda foi convencida a entrar no jogo com um poder de barganha baixo: desistiram de apoiar em peso alguma candidatura realmente progressista. Ter uma candidatura própria e forte não seria questão de ingenuidade. Muito pelo contrário: Deixaria a mão da esquerda mais forte na hora de negociar pautas e propostas com o centrão. Poderiam, por exemplo, desistir POSTERIORMENTE da candidatura própria se o centrão se comprometesse em apoiar um nome menos terrível que o Baleia Rossi (o cara votou junto com a base governistas mais até que o próprio Arthur Lira!). Na pior das hipóteses a esquerda poderia se consagrar como oposição séria e comprometida com seus valores e princípios. Esse tipo de coisa pesa no longo prazo, principalmente considerando o já conhecido chavão “político é tudo igual”. A esquerda perdeu uma chance de se diferenciar.

A esquerda virou massa de manobra

Mas a comédia de erros vai ainda mais além: a esquerda foi massa de manobra usada pelo centrão. Ao reforçar a ladainha de uma “frente ampla” (ampla demais) contra o Bolsonaro, o centrão, basicamente, ameaçou o presidente de dar prosseguimento ao processo de impeachment. Com isso o centrão conseguiu aumentar o seu poder de barganha (ao mesmo tempo que diminuiu o da esquerda). Em outras palavras valorizaram os seus votos a preço de ouro. E assim conseguiram garfar verbas e cargos públicos em troca de apoiarem o candidato do Bolsonaro.

Isso é, na verdade, política usual para o centrão. O trabalho deles não é facilitar, mas, a princípio, dificultar o andamento das coisas. Apenas para, posteriormente, usar seu apoio como barganha. Eles estão no negócio de criar dificuldades para vender facilidades. Mas isso todo mundo sabe. Era para a esquerda entender bem essas dinâmicas, e não cair na ladainha. A esquerda comprometida quer fazer a vida de Bolsonaro difícil não para ter ganhos próprios, mas para travar as des-reformas promovidas, enquanto lutam por mudanças sociais reais. Mais uma vez, “o anzol da direita, fez a esquerda virar peixe”. Que a esquerda, ao menos, dessa vez aprenda: se for para negociar com o capeta vá com alguma munição.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Deputados trocam apoio a Bolsonaro por verbas extras!

Deputados trocam apoio a Bolsonaro por verbas extras!

Entenda como a corrupção de Bolsonaro acontece a céu aberto!

Oras então. Aí está a tal da “nova política”. É na verdade a mesma coisa que a velha, só que de forma mais descarada! Logo depois de Bolsonaro dizer que criaria Ministérios em troca de apoio nas votações para presidente da Câmara e do Senado, deputados trocam apoio a Bolsonaro por verbas extras! E da maneira mais escancarada possível! Foram, ao todo, 3 bilhões de reais destinados a 285 deputados federais!

Lá se vão os dias dos grupos secretos do Telegram e das reuniões a sete chaves de políticos influentes. Agora, de fato, a coisa é diferente. A nova política chegou! Nessa eleição para presidente da Câmara dos Deputados Federais, circulou entre os parlamentares com uma planilha dos nomes dos deputados e os valores a eles alocados. Tudo da maneira mais escancarada possóvel. A própria mídia oficial teve acesso à planilha. A corrupção no Congresso está como o esgoto em São Paulo: a céu aberto! O Planalto fede em sordidez.

O cara quer se salvar

As verbas, no caso, são trocadas por votos para o Presidente da Câmara dos Deputados. Acontece que até as trocas acontecerem, o candidato apoiado por Bolsonaro estava perdendo. Agora, após uma rápida compra, os placares viraram. O candidato Baleia Rossi, em teoria representante de uma tímida “oposição” a Bolsonaro, ameaçava abrir o processo de impeachment contra o Bozo. Então, no caso, a compra de votos é para salvar a própria pele do Bolsonaro.

Acordos assim não são incomuns na política. Ocorrem, inclusive, em todas as casas dos poderes políticos, desde o Congresso nacional, até as Câmaras Municipais. O Toninho mesmo já denunciou diversos esquemas aqui em São Paulo. Mas antigamente os políticos buscavam, ao menos, disfarçar um pouco as coisas. É irônico pensar que justamente aquele que se vendeu como a “nova política” parece comprometido em preservar o que há de pior na política. A corrupção e o elitismo do Congresso Nacional.

O cenário não é esperançoso. Bolsonaro precisa cair, mas para isso acontecer não bastará ação no parlamento. Mais do que nunca na história do Brasil, é fundamental que o povo e una para lutar contra a tirania! Democracia de farda é ditadura militar. É este o cenário ao qual nos aproximamos. Tem hora para o diálogo. Agora é hora da Luta!

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A Corrupção Acabou?

A Corrupção Acabou?

Saiba um pouco sobre mais esse grande escândalo de corrupção!

“A corrupção acabou” Foi a frase mais engraçada proferida pelo presidente da república, Jair Bolsonaro. Hoje as contas do Governo Federal acumulam polêmicas. Uma das contratações mais curiosas, talvez tenha sido a compra de 15 milhões de reais em leite condensado.

Os escândalos nas contratações foram escancarados, pela primeira vez, a partir de matéria do Jornal Metrópoles. Desde então inúmeras agências de notícias, investigadores e civis independentes checaram e confirmaram as informações contidas nas denúncias. Em essência, tudo se resume a um laranjal de micro e pequenas empresas que movimentam quantias milionárias em contratos sem licitação com órgãos do Governo Federal.

 

Um dos casos curiosos, desvendado pelo perfil no Twitter de @boscadin, é o da empresa “Saúde e Vida Comercial de Alimentos Eireli”. A empresa foi contratada pelo valor de 12 milhões. Apesar do alto valor movimentado, a empresa está inscrita como microempresa individual, no nome de Azenate Barreto. Mesmo com a empresa sendo sediada em Brasília, Azenate Barreto vive em Campos dos Goytacazes, RJ. Familiares da “empresária”, seu marido e seu filho, também são donos de microempresas individuais, que também moveram dezenas de milhões de reais em contratos com o Governo. Ambos os parentes também moram em Campos de Goytacazes.

Esse caso é estranho por si só. Mas não é o único. Outro, também, bastante curioso, é o da empresa Freedom Soluções em Serviços LTDA. Apesar de existir há pouco mais de 10 meses, já firmou com o Ministério da Defesa de Bolsonaro contrato no valor de 472,7 milhões de reais para serviços de “consultoria”! E as estranhices não param por ai: o endereço registrado da empresa é …. Isso já seria curioso por si só. Uma empresa que move quase meio bilhões de reais se localizar em uma loja de um prédio comercial na cidade de menos de 20 mil habitantes de Porto Real, Rio de Janeiro. Mas a coisa fica completamente inexplicável quando é verificado que no endereço indicado não existe nada. Zero. Nem ao menos um prédio mequetrefe. O endereço fornecido é o de uma estrada de terra.

A coisa provavelmente vai muito mais longe que isso. E todos os que chegaram aqui são convidados a pesquisarem no site do Portal da Transparência para ajudar na apuração. Mas o que surpreende é a cara de pau da família Bolsonaro. Em resposta a essas acusações o melhor que Eduardo Bolsonaro (filho do Jair) conseguiu pensar em fazer foi sair em defesa d direito dos milicos de comerem leite condensado! Ele acha, ou finge achar, que é esse o problema, e não o fato das contratações terem pouca transparência, e envolverem empresas que não deveriam ter condições para moverem tanto dinheiro quanto movem.

Marcelo Freixo, Deputado Federal do PSOL RJ, quer abrir uma CPI para investigar esses e outros absurdos. As compras são mais do que estranhas. Ao todo estamos falando de 1,8 bilhão só em compras de supermercado pelo Governo Bolsonaro. Para se ter uma ideia de quão grosseiramente absurdo é o número, isso daria 500 reais por funcionário público que trabalha no Distrito Federal por mês! O suficiente para cada funcionário fazer um belo de um supermercado!

Com alguma sorte mais dados vão surgir sobre esse mega escândalo de corrupção. Será que vai ser o suficiente para, enfim, retirarem o Bolsonaro do poder? Ou será que, mais uma vez, o Congresso vai ser conivente, virar as costas, e fingir que não é com eles? E então Jair, a corrupção acabou?

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Os Bastidores do Próximo Golpe

Os Bastidores do Próximo Golpe

Entenda os riscos de se diminuir o controle sobre a polícia militar

O Congresso arrisca dar ainda mais impunidade a fardados que cometerem crimes. Esta seria uma consequência provável (e trágica) de dois projetos de lei sendo negociados nos anais do congresso. As medidas diminuiriam o controle civil da polícia militar, dificultariam (ainda mais) investigações de abusos de oficiais, e criariam conselhos nacionais com pouco controle cidadão local para controlar as polícias civis. Em um país em que a polícia já é extremamente criminosa, e em que o presidente é declaradamente favorável a um golpe militar, essas mudanças na lei são muito preocupantes. Anunciam os bastidores do próximo golpe.

Cada mudança proposta cria uma preocupação. Existe uma razão para a Constituição Federal prever que as polícias sejam controladas por chefes civis de poderes locais. “Art. 144, § 6º As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.” A ideia é simples: os militares não podem ter licença para fazerem o que bem entenderem. Devem ser controlados por um poder civil, eleito pelo povo. Dessa maneira há, ao menos em teoria, a capacidade de controle civil e social sobre aquilo que deveria ser o “monopólio do uso da força”.

Ao mesmo tempo, a Constituição proíbe controle centralizado da polícia militar e civil em autoridades federais. A ideia é que Brasília não mande, sozinha, no uso da força do país inteiro. Os constituintes entenderam que o poder de prender deve ser compartilhado, decentralizado e sob controle civil. Verdadeiro marco frente ao regime militar, anterior, em que os militares decidiam tudo a portas fechadas a partir do centro do país. Nada disso é o suficiente para garantir, sozinho, uma polícia verdadeiramente íntegra, e comprometida em proteger (e não em matar) o povo brasileiro. Mas voltar atrás nesses pontos agravaria, ainda mais, os problemas ligados às nossas polícias.

É, portanto, um grande retrocesso o que se discute hoje em Brasília. Uma das medidas propostas permitiria que os próprios oficiais da polícia militar indicassem o comandante da polícia em cada estado. O Governador poderia, apenas, indicar um nome de uma lista tríplice, enviada pelos próprios milicos. Uma tremenda trava ao controle civil da polícia. Além disso, os projetos debatidos dificultariam, bastante, a exoneração de comandantes da polícia militar. Por fim, quanto a investigações da polícia civil, debate-se proibir que os governos divulguem dados frutos de quebra de sigilo, facilitando, assim, casos de corrupção no interior da corporação.

Isoladas, as medidas podem parecer pouco relevantes. Mas é importante pensar, mais do que nunca, no valor simbólico das propostas: O Bolsonaro está polemizando, cada vez mais, com governadores do Brasil inteiro, mirando as reeleições de 2022. O Bolsonaro é bem capaz de perder no voto popular. Mas se ele seguir os passos de um de seus ídolos, o Donald Trump, que perdeu o pleito para as eleições Estadunidenses, ele é bem capaz de tentar liderar algo parecido com o que ocorreu recentemente no Capitólio dos Estados Unidos: um golpe movido por seus apoiadores mais fanáticos. Assim fica claro o que pode ser os bastidores do próximo golpe.

Se nos Estados Unidos a tentativa foi, ao que tudo indica frustrada, no Brasil o Bolsonaro conta com apoio expressivo de militares na maioria dos estados. Ou seja, se ele tentar um golpe, é bem capaz que os militares apoiem. A medida debatida no Congresso seria quase que uma luz verde para a polícia. Algo como “vocês não precisam obedecer aos governadores e ao poder civil”. A campanha para presidência já começou no Brasil faz tempo. Mas pelo menos um candidato não parece comprometido em seguir a voz das urnas.

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Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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E quando invadirem Brasília?!

E quando invadirem Brasília?!

Entenda porque a invasão do Congresso estadunidense pode por a democracia brasileira em jogo

Como todos sabem, esse dia 6 de janeiro terroristas armados invadiram o Congresso dos Estados Unidos. O objetivo era dar um golpe no país, e tornar Donald Trump, derrotado nas urnas, um ditador. Os terroristas – até agora – não tiveram sucesso. É provável que as instituições do país sejam, ao menos, suficientes para impedir algum desastre dessa magnitude. Mas preocupa bastante pensar que o Bolsonaro se espelha no Trump. Em 2022, quando Bolsonaro perder as eleições presidenciais, há risco real de ele tentar fazer o mesmo. Mas aqui ele contaria com apoio de milícias ligadas ao tráfico de drogas, além de grandes partes das polícias militares. E quando invadirem Brasília?! O risco de um golpe é real! não podemos abaixar a guarda e deixar para agir só em 2022! Bolsonaro precisa ser afastado. E isso precisa ser feito rápido!

Os terroristas dos Estados Unidos estavam armados, e preparados para a guerra. Foi um milagre terem morrido apenas 4 pessoas. Os manifestantes chegaram a tentar ameaçar e agredir deputados da oposição (além do próprio vice presidente de Trump, o Mike Pence). De dentro do salão em que ocorrem as votações do Congresso, seguranças chegaram a usar mesa para barrar a entrada na porta, enquanto se preparavam para reagir em caso dos terroristas armados a arrombarem. A intenção do protesto era clara: negar os resultados das últimas eleições e tornar Trump um ditador. Grande é o contraste com as manifestações pacíficas e organizadas da esquerda. No caso da direita, vários manifestantes estavam armados. O objetivo não era pressionar os políticos, mas ameaça-los de morte. Apenas porque não gostaram dos resultados das eleições, que revelaram Trump como o perdedor.

Trump incitou os terroristas!

Minutos antes da invasão acontecer, Trump fez discursos incitando os manifestantes. “Vocês têm que mostrar força e têm que ser fortes. Viemos exigir que o Congresso faça a coisa certa e conte apenas os eleitores que ‘votaram legalmente. Que votaram legalmente’ (sic.) Eu sei que todos aqui logo estarão marchando para o edifício do Capitólio” Para além do tom agressivo, é importante atenção ao contexto: Trump passou as semanas anteriores negando os resultados das eleições presidenciais, dizendo que ele teria ganho e que, na verdade, deveria ser o presidente. Obviamente é tudo mentira. E no contexto as mentiras escalaram para uma marcha violenta com o objetivo de fazer de Trump um ditador!

Tradução do tweet: "é isso que acontece quando eleições sagradas, ganhas de lavada, são arrancadas de grandes patriotas que foram tão mal e injustamente tratados por tanto tempo. vão para casa com amor e paz. Lembrem-se desse dia para sempre!"

Mesmo sem superestimar o valor da “democracia” liberal-burguesa que reina nos Estados Unidos, o evento é preocupante por si só. Há, ao menos em teoria (mesmo que na prática de forma bastante limitada) um pressuposto de que as instituições do país devam ser controladas pelo povo. Um ditador assumir seria o fim dos poucos aspectos democráticos no país, e teria consequências políticas e econômicas globais.

No Brasil o caso é ainda mais grave!

Mas o Brasil tem algo mais a temer: a saúde de suas próprias instituições democráticas. E quando invadirem Brasília?! Não é segredo algum que Bolsonaro gostaria de dar um golpe e assumir como ditador. Já afirmou, em mais de uma ocasião, ser favorável a um golpe e admirador da ditadora militar brasileira. Também não há dúvidas de que Bolsonaro se espelhe nas ações de Donald Trump (o seu ídolo). Bolsonaro chegou a bater continência à bandeira dos Estados Unidos, em forma, na verdade, de homenagem a Trump.

Mas aqui a situação seria ainda mais grave que nos EUA. E quando invadirem Brasília?! Não apenas nossas instituições democráticas são ainda mais frágeis que as de lá, como aqui o Bolsonaro já conta com apoio expresso de milícias armadas, muitas delas ligadas ao tráfico de drogas armas e pessoas. Mais que isso, Bolsonaro conta com o apoio do exército e das polícias militares do Brasil. Mobilizações recentes de sua base no Congresso para diminuir o controle civil das polícias militares podem ser vistas como preparo dele para um golpe em 2022.

Nós não podemos nos dar ao luxo de esperar até lá! Não podemos ficar quietos enquanto um fascista conspira um golpe contra o povo, a república, a democracia e a justiça! É importante agirmos agora! O caminho que devemos tomar é prosseguir com o impeachment de Bolsonaro o quanto antes, e cortar logo a cabeça da cobra do fascismo! Se não agirmos rápido, 2022 pode se tornar 1964!

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Apoio a Baleia ou candidatura própria, uma falsa polêmica

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Entenda porque nem Baleia nem Lira estão do lado do povo

Desde a eleição de Bolsonaro, a principal discussão dos progressistas no país é a composição de frentes amplas para derrotar o bolsonarismo. Essa discussão, tem se tornado um tema tão central no debate que é comum vermos os ditos analistas levantarem a bola de Doria, Moro, Huck, Mandetta e Maia como nomes ilibados para unirem o país contra o bolsonarismo.

Essa conversa vem crescendo como uma bola de neve e levado muita gente a acreditar que esse é o único caminho para 2022. O fim das eleições municipais de 2020 e o quadro de crescimento ou queda dos partidos colocou mais lenha nessa fogueira, mas nada se compara com a eleição para presidente da Câmara Federal que acontecerá em 1º de fevereiro.

A eleição pra presidência da Câmara dos deputados se tornou um ensaio para a eleição da presidência da república em 2022, e o que fica nítido é que querem empurrar uma escolha entre a direita fascista e a direita liberal e relegar a esquerda ou centro esquerda um papel de coadjuvante de todo esse processo.

Maia, uma falsa oposição a Bolsonaro

A afirmação desse intertítulo deve ser o que nos norteia. De fato, que oposição Rodrigo Maia fez a Bolsonaro? E podemos ir além, Doria, Moro, Huck e Mandetta, que estiveram no palanque bolsonarista até um dia desses que oposição fizeram, efetivamente, a esse governo?

Maia votou e aprovou todos os projetos de desmonte do Estado propostos por Bolsonaro, sem vergonha ou constrangimento tocou o projeto bolsonarista com orgulho. Agora, no apagar das luzes de seu mandato de presidente, banca o opositor fazendo críticas no twitter e xingando o presidente. Maia e Bolsonaro são dois lados de uma mesma moeda. A moeda do neoliberalismo entreguista, que ataca direitos sociais e os mais pobres para beneficiar os poderosos empresários.

Lira e Baleia, farinhas do mesmo saco

O deputado Arthur Lira é o candidato de Bolsonaro, porém, é Baleia Rossi, candidato de Maia quem mais votou favoravelmente aos projetos encaminhados por Bolsonaro a Câmara dos Deputados. Querem impor as esquerdas um candidato que sequer defendeu os interesses do povo contra as medidas do presidente nesses últimos dois anos de mandato.

De acordo com um levantamento feito pela consultoria ArkoAdvice, em 2019 Baleia votou a favor do governo em 90,24% das votações e contra em 9,75%. No mesmo ano, Lira votou a favor em 86,29% das vezes e contra em 13,70% das ocasiões. Portanto podemos cravar categoricamente: não há distinção entre Lira e Baleia. Maia sabe disso e apresenta Baleia como seu sucessor numa tentativa de constranger as esquerdas e dar o tom da eleição de 2022.

O que a esquerda deveria fazer? 

Essa é a pergunta do século, e não vale apenas para esse momento, mas diante do cenário nacional e internacional, essa é a pergunta que deve virar o mantra da esquerda: O que devemos fazer?

Antes de mais nada admitir que há uma tentativa de silenciamento e escanteamento do nosso campo por parte da grande mídia e dos liberais e neoliberais. Esses tentam fazer parecer que a culpa do estado bizarro de coisas que vivemos no país é da esquerda e, portanto, apenas eles ou uma aliança ampla e global pode salvar o país.

Não assumem que Bolsonaro e essa política de desmonte do Estado é fruto das ações de todos esses que agora bancam de salvadores da pátria. Temos que denunciar o genocídio de Bolsonaro, mas temos que igualmente denunciar Doria, Moro, Huck, Mandetta e Maia. Temos que denunciar o Estadão e seus colunistas que dias antes da eleição apregoavam o editorial: Uma escolha difícil.

É nosso papel enquanto esquerda permanecer aglutinando militantes e movimentos sociais na defesa da construção de um outro projeto político. Que caminhe ao lado da luta parlamentar, mas que entenda que o jogo de cena do Congresso Nacional é uma falsa dicotomia. Nem Lira e nem Baleia defenderão os interesses do povo quando isso for posto em pauta. Ambos defenderão o grande capital e seu representante.

A esquerda deveria defender outro projeto!

Por isso é necessário que a esquerda ocupe o espaço da candidatura a presidência da mesa diretora da Câmara dos Deputados e dialogue com a população para dizer o que ela defende. Sabemos que o voto para presidente das Casas Legislativas não é direto, são os parlamentares eleitos que elegem, entre seus pares, quem conduzirá o trabalho daquela instituição. Porém, ao ocupar um espaço entre as candidaturas postas, a esquerda conseguirá mais uma vez mostrar que defende um outro projeto.

A despeito disso, é necessário ressaltar que a eleição para a Câmara dos Deputados acontece em dois turnos, portanto ainda que, por hora, não tenhamos uma candidatura competitiva e com possibilidade de vitória, a eleição será decidida apenas no segundo turno, momento sim que podemos apoiar ou dar o voto crítico ao candidato que representa uma oposição maior ao bolsonarismo.

A esquerda deve apresentar o seu candidato, mostrar a sua cara o seu programa. Debater pra dentro e pra fora do parlamento a importância de frearmos o bolsonarismo, mas não para cair no canto da sereia do liberal moderado e sim, para caminharmos para um outro projeto social de país.

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli é Professor e Vereador pelo PSOL em São Paulo.

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Tem que vacinar, povo!

Tem que vacinar, povo!

Saiba porque a vacina é importante, e porque não é hora de politizar a saúde pública!

Apesar dos piores desejos de Bolsonaro, é bem provável que a vacina do coronavírus sairá em algum momento do ano que vem. Quando essa hora chegar, TODO MUNDO terá que se vacinar. Obviamente a ordem em que as pessoas tomam a vacina tenderá a priorizar os grupos de risco (idosos, pessoas com problemas respiratórios, profissionais da saúde etc). Mas o que não pode acontecer é gente achando que pode ficar sem tomar a vacina. Não apenas isso seria contra uma decisão do STF, como também seria um tremendo egoísmo! Pessoas que contraem o vírus, mesmo que assintomáticas, podem transmiti-lo. Não tomar a vacina é arriscar transmiti-la para outras pessoas que ainda não tomaram! Não falta gente querendo politizar a vacina de olho nas eleições de 2022. Mas para além do marketing, é fundamental que os melhores infectologistas do Brasil seriam ouvidos, e que a vacina chegue a TODAS E TODOS! Tem que vacinar, povo!

O Bolsonaro não liga para as vidas dos brasileiros. Falar isso, a essa altura, é apenas constatar o óbvio: o cara incentivou as pessoas a saírem de casa no momento mais crítico da pandemia; não quis usar máscara, mesmo quando em lugares movimentados; atrasou a liberação de testes para a população, deixando eles estragarem enquanto os barganhava por apoio político; e agora está desestimulando as pessoas a tomarem a vacina, que deve sair em algum momento do ano que vem. Chega disso! Vacina é questão de saúde, e saúde pública e comunitária! Uma pessoa vacinada não apenas deixa de ficar doente, como não corre risco de transmitir a doença para outros! Não tomar a vacina não é apenas sobre uma “liberdade individual”. É sobre o direito a vida de todos ao redor! E é assim que o supremo tribunal federal entendeu a questão: dia…/… o supremo decidiu que estados e municípios possuem o poder de obrigar a população a tomar a vacina. Decidiu isso por entender que liberdades individuais não podem implicar risco de vida às pessoas ao redor.

Obviamente, o ideal é que a vacina ocorra da maneira mais tranquila possível. Campanhas pedagógicas e de conscientização devem ter espaço para explicar ao povo a segurança e necessidade de se vacinar. Mas é importante que não haja confusão: vacina é questão de saúde pública e não de liberdade individual.

Também não podemos cair na ladainha de marketeiros. O governador João Doria, por exemplo, gasta tempo e recursos públicos para ficar trocando farpas com o presidente. Já anunciou (para “provocar” o Bozo) vacinação no primeiro mês de 2021. Mas não apresentou nenhuma espécie de plano de vacinação. É lógico que quanto mais cedo sair a vacina, melhor. Mas entre hoje e o último dia de janeiro são apenas 59 dias. Não é realista achar que isso seja tempo o suficiente para fabricar, estocar, distribuir e vacinar a população! Como quase tudo que o Doria faz, trata-se de mero marketing político, de olho em 2022!

Em uma situação assim, quem deveria ser ouvido são os profissionais de saúde, como os infectologistas e bioquímicos. Se ao invés de ficar brincando de gato e rato com o planalto, o Doria ouvisse o que os especialistas têm a dizer, teria garantido à população meios para fazer uma quarentena bem feita, com renda básica, garantia de acesso a internet e tudo o necessário para o povo conseguir ficar em casa. Talvez estivéssemos bem melhor a essa altura. Ao invés disso Doria prefere deixar para um dia depois da eleição a reavaliação da situação da Covid em São Paulo, enquanto tenta lucrar politicamente em cima da vacina! Esse não é o tipo de político que o povo merece!

A triste verdade é que estamos passando por uma segunda onda da Covid. A vacina virá, mas não será tão cedo. Até lá, quem puder, tente ficar em casa. E quando a vacina estiver disponível, será dever de cada cidadão toma-la! Tem que vacinar, povo!

Gabriel Junqueira

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Bolsonaro Não Privatizará o SUS

Bolsonaro Não Privatizará o SUS

Bolsonaro quer vender o SUS! É este o plano diabólico do presidente para a saúde no Brasil! Não bastasse estarmos numa crise pandêmica, temos que também lidar com um boçal desses! O Bozo assinou um decreto que permitiria a venda de UBSs para a rede privada. A proposta é, obviamente, inconstitucional e o PSOL no Congresso já entrou na justiça contra a medida. Mas a considerar a nossa política e “justiça” fascistóide, a única maneira de garantirmos o SUS será através de muita luta e mobilização popular! Bolsonaro Não Privatizará o SUS! Nós não deixaremos!

O Decreto assinado por Bolsonaro usa eufemismos bonitos para uma ideia bem simples e nociva: privatização. A ideia é elaborar estudos “de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de unidades básicas de saúde”. A medida, assinada apenas pelo presidente e pelo ministro da economia Paulo Guedes, passaram por cima da opinião de todos os médicos e especialistas de sua própria administração!

“Não aceitaremos a arbitrariedade do presidente da República”, reagiu o presidente da CNS (Conselho Nacional de Saúde), Fernando Pigatto. O Conselho é referência na luta por um SUS público e de qualidade. Fernando ainda informou que o Conselho vai tomar as medidas cabíveis para lutar contra tamanho absurdo!

Raposa cuidando do galinheiro

Paulo Guedes, o ministro da economia que empurrou a proposta, é um aventureiro amigo de banqueiros e seguradoras, como o Bradesco. Grupos desse tipo são os que mais tendem a lucrar em caso de privatização. É a raposa cuidando do galinheiro! Imagina como seria se toda a saúde fosse privatizada? Absolutamente tudo passaria a ser cobrado nos hospitais. E ainda sem uma concorrente pública e gratuita, as seguradoras não teriam vergonha em enfiar a faca até o fundo!

Mais que isso, a medida é flagrantemente inconstitucional! A Constituição diz muito claramente que o SUS é público e gratuito! A Constituição, ainda, veda que grupos privados lucrem ao administrar serviços públicos, e presa pela universalização do acesso à saúde. Privatizar seria o caos! Só seria interessante para a iniciativa privada atender gente em regiões ricas e em que circulasse bastante gente!

O PSOL, Partido Socialismo e Liberdade, é contra medidas privatizantes e irresponsáveis. O partido, em âmbito federal, já entrou com um PDL (Projeto de Decreto Legislativo) que revoga o decreto privatizante de Bolsonaro! Bolsonaro Não Privatizará o SUS! Mas temos que ficar muito atentos para o que mais vem pela frente! Com esse presidente são sempre possíveis mudanças de última hora em projetos legislativos, capazes de ferrar ainda mais o Brasil. Por isso é fundamental que cada um lendo isso fiscalize o Governo e fique esperto!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Russomano é fantoche de Bolsonaro!

Russomano é fantoche de Bolsonaro!

Entenda porque Russomano e Bolsonaro são duas faces da mesma moeda!

Em São Paulo o povo já tá sabendo que Bolsonaro não presta. A última pesquisa mostra que 73% da população paulistana não está do lado do genocida. O cara é tudo que não presta: machista, homofóbico, racista… Nem mesmo o auxílio de 600 reais ele queria. A princípio quis um auxílio de 200 reais! Foi a a oposição no Congresso, com destaque para o PSOL, que aumentou para 600. Mas o que muita gente ainda não sabe, é que o candidato a prefeito Celso Russomano, é fantoche de Bolsonaro!, o seu padrinho político! Russomano votou contra o auxílio emergencial; humilha gente pobre e preta, e disse, que morador de rua não pega covid por falta de banho! Tem tudo haver com Bolsonaro, mas não tem nada haver com São Paulo! Boulos 50, e o vereador Toninho 50650, não vão deixar que esse cara destrua nossa cidade!

Falar um pouco mais do óbvio: Bolsonaro não presta! O último absurdo foi ele ter negado a vacina contra a covid, por ela ter sido feita na China. Quando este texto for no ar, provavelmente, ele já vai ter feito alguma outra besteira. O Bolsonaro é um líder tão chulo e despreparado que daria para preencher uma Bíblia com os absurdos de seu governo (tipo a bíblia do anticristo). Mas o cara tá patinando na popularidade. Ele tá na corda bamba, e ele sabe disso. Para se blindar ele quer usar essas eleições municipais para aparelhar cidades no Brasil inteiro com gente tão escrota quanto ele. É bem aquela coisa da campanha permanente dele. Não liga para o que acontece com o povo paulistano. Só liga se, em 2022, ele vai ter o prefeito de São Paulo do lado dele para as eleições para presidente!

O defensor dos empresários

E por isso que ele escolheu Russomano para ser seu afilhado em São Paulo. O cara é quase tão ruim quanto Bozo. Votou com o Bolsonaro em 92% das votações no Congresso; ajudou a passar as reformas da Previdência e a Reforma Trabalhista; votou contra o auxílio emergencial, e agora vem se vender como defensor dos fracos e comprimidos. A verdade é que Russomano é fantoche de Bolsonaro! E por isso vai seguir feito um cachorrinho tudo o que seu dono mandar.

Russomano ficou famoso por programa dele, supostamente em defesa dos consumidores. O cara faz um show na frente das câmeras. Chegou a gritar com caixa de supermercado para que ela vendesse papel higiênico um rolo de cada vez! Isso por ser, na visão louca dele, “direito do consumidor”. Só que na hora de falar com os donos das redes ele fala fino, vai tomar cafezinho. Trata mal a caixa de supermercado, mas trata bem os donos da empresa! A verdade é que o cara odeia pobres! É isso que ele mostrou recentemente quando insinuou que moradores de rua não pegariam covid por não tomarem banho! Por trás de uma frase absurda assim, está, na verdade, um desejo secreto de que os mais pobres morram de covid. Nós não iremos deixar alguém assim tomar conta de São Paulo!

Tem outro jeito!

O cara lembra um Crivella paulistano. Tem uma fala mansa que não fala nada com nada. Embroma os discursos, mas na prática não tem proposta! Não vamos deixar São Pauylo virar Rio de Janeiro! São Paulo não precisa desse lacaio do Bolsonaro. Precisa, sim, de lideranças capazes de ouvir o povo, que vivem com o povo, e que sejam parte do povo! Pessoas que morem onde o povo está, capazes de se articular junto àqueles que fazem a cidade acontecer: servidores públicos, professores, profissionais da saúde! Precisa de gente como o Toninho Vespoli, 50650! Gente de luta, que enfrentou o Sampaprev, e luta contra as terceirizações!

Junto com Guilherme Boulos 50 prefeito, Toninho 50650 vai continuar a ser a voz do povo! Vai continuar na luta por uma cidade com menos aventureiros e genocidas, e mais amor e afeto com a periferia!

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