Boulos

‘Estou disposto a disputar o Governo de SP em 2022’, diz Boulos

Boulos é Toninho e Toninho é Boulos!

Saiba porque Boulos é a solução para 2022!

Texto publicado originalmente em https://www1.folha.uol.com.br/amp/colunas/monicabergamo/…

Depois de disputar a presidência da República em 2018 e de ter disputado o segundo turno da sucessão municipal na cidade de São Paulo, Guilherme Boulos afirma que está “disposto a assumir o desafio de disputar o Governo de São Paulo em 2022”. E animado para acabar com o “Tucanistão”, como se refere à sucessão de governos do PSDB no estado.

Nesta entrevista exclusiva, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto colunista da Folha prega a unidade do campo progressista para lançar um candidato único contra Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais do próximo ano.

Diz que o nome mais forte para disputar a sucessão presidencial hoje é Lula. E afirma que a unidade implica gestos. “Não é razoável que numa composição, numa aliança política, tenha um partido que seja a cabeça de chapa em todos os lugares, em nível nacional, em nível estadual. Não é razoável isso”, diz.

O cenário político mudou depois de sua campanha a prefeito de São Paulo, em 2020. Lula recuperou o direito de ser candidato e a epidemia do novo coronavírus se agravou. Como vê a situação?

O maior desafio que a gente tem hoje é tirar o Brasil desse pesadelo. O Brasil virou o cemitério do mundo. Nós temos um genocídio deliberado. É devastador a gente ver 4 mil pessoas morrendo por dia, ver colapso na saúde sabendo que a gente só não está pior do que isso por causa do SUS, por causa de milhares de profissionais de saúde se arriscando todos os dias. E por causa dos freios que, de algum modo, algumas instituições estão colocando ao [presidente Jair] Bolsonaro.

Por isso eu acho fundamental a instalação da CPI da pandemia. Se for séria, ela vai apontar crimes de responsabilidade do Bolsonaro ao ter negado a vacina, ter boicotado medidas de isolamento sanitário. E pode ser o primeiro passo para o impeachment.

Não dá para simplesmente esperarmos [a eleição de] 2022.

E nós estamos vivendo também uma pandemia da fome. São quase 20 milhões de brasileiros com fome, desemprego estourando, bujão de gás a R$ 100, inflação de alimentos. E nesse contexto o Bolsonaro corta o auxílio emergencial.

Um dos projetos ao qual tenho me dedicado muito é o das cozinhas solidárias do MTST. Viajei para Planaltina, no Distrito Federal, para Roraima, no extremo norte [do país] para inaugurar essas cozinhas, para combater a fome, para dar visibilidade a esse problema.

Numa crise dessa dimensão, o impeachment não traria ainda mais turbulência? E não é inviável o impedimento de um presidente com o apoio que Bolsonaro tem?

Não há turbulência pior para o Brasil do que 4 mil mortos por dia. Tirar o Bolsonaro é a possibilidade de o Brasil sair da crise, tanto econômica quanto sanitária. Com ele, não há saída para a crise que o Brasil enfrenta.

E acho que a lealdade do Centrão ao Bolsonaro tem limites. Aliás, seria inédito na história política brasileira que o Centrão fosse fiel até as últimas consequências. Eles vêem o Bolsonaro se desgastando como está, no pior índice de apoio social desde o início do governo.

O Centrão também está preocupado em reeleger seus deputados no ano que vem. Se o presidente vira tóxico, eles podem pular do barco e isso cria as condições para o impeachment. O trabalho tem que ser nesse sentido.

Seria o terceiro impeachment da história recente do Brasil. Não está na hora de o país talvez virar essa página de impedimentos e colocar as coisas em outros termos? Estamos a pouco tempo de uma eleição, em que o voto pode decidir o destino do presidente.

Se nós olharmos, o Bolsonaro fez coisas muito mais graves do que o [ex-presidente Fernando] Collor [que sofreu impeachment em 1993]. A Dilma [Rousseff] não cometeu crime e foi “impeachmada”.

É evidente que queremos estabilidade para a democracia brasileira. Agora, é possível estabilidade com um genocida no poder? É possível estabilidade democrática com alguém que defende ditadura militar e tortura? Eu acredito que não.

O senhor fala de unidade do campo progressista. Seis presidenciáveis de centro ou centro-direita assinaram recentemente um manifesto que incluiu o Ciro Gomes. Ele está no campo progressista ou no desses presidenciáveis?

O campo progressista é quem se coloca na oposição ao Bolsonaro tanto no seu autoritarismo político como também na sua política econômica neoliberal e anti-popular. Essa é uma definição importante.
Você ter uma frente democrática contra o Bolsonaro eu acho importante, bem como que figuras que sempre foram historicamente da direita ou da centro-direita também se oponham ao bolsonarismo nos dias de hoje.

Agora, isso não basta. Sobretudo se a gente fala de um processo eleitoral. Numa eleição você não vai dizer só o que você não quer. Você tem que apresentar para o povo o que você quer.

Não dá para ignorar o que trouxe o Brasil para 14 milhões de desempregados, com quase 20 milhões de pessoas com fome, com a economia devastada, o país está em pandarecos. O que trouxe a gente até aqui foi uma política neoliberal, uma política criminosa de cortes, de ajustes, que não se preocupa com o povo e amplia as desigualdades.

O corte importante para uma unidade progressista em 2022 é ter um projeto popular, de reconstrução nacional com retomada de investimentos públicos, com combate às desigualdades. E que hoje passa sem sombra de dúvidas também pela revogação do teto de gastos, de colocar na mesa a ampliação da base monetária a tributação progressiva. Esses são pontos importantes de demarcação?

O Ciro está lá ou cá?

Ele defende essas posições. Agora, Ciro busca um arco de alianças que eu francamente acredito que nem é possível [fechar]. Ou alguém acha que a centro-direita brasileira não vai ter uma candidatura própria? Eles vão ter.

E não seria o Ciro?

Eu vejo isso como bastante improvável, até mesmo pelas posições sobre política econômica que o Ciro expressa abertamente.

Eu acho importante que o [ex-ministro da Saúde Luiz Henrique] Mandetta, o [governador de São Paulo, João] Doria, o [governador do Rio Grande do Sul, Eduardo] Leite se coloquem contra o Bolsonaro. É melhor do que estarem a favor dele. Deixa o Bolsonaro isolado. Mas acho que é uma certa ilusão achar que esses setores possam estar juntos com a esquerda eleitoralmente em 2022. A direita brasileira, a centro-direita, terá candidatos.

E no segundo turno?

No segundo deles, eles se dividem [caso fiquem fora da disputa]. Uma parte deles pode compor com um projeto progressista. Por isso é importante ter pontes. Eu não rejeito essas pontes de diálogo. Mas não vejo possibilidade de aliança em primeiro turno. Tem uma diferença fundante [entre os dois grupos] que é a agenda econômica, a visão do país.

Em torno de quem se daria essa união que você prega do chamado setor progressista? Em torno do Lula, se ele for candidato, até mesmo por essa força incontrastável dele nesse campo?

Eu defendo essa unidade nacional do campo progressista. Temos que ver qual é o nome que vai ter melhores condições de derrotar o Bolsonaro em 2022.

Se for o do Lula… hoje é. Estamos a um ano e meio da eleição. É evidente que a unidade tem que ser construída em torno do nome com melhores condições de derrotar o Bolsonaro. Mas também em torno de um projeto.

A decisão sobre candidatura em 2022 também, da parte do PSOL, não é uma decisão individual minha. Ela vai passar pelo debate coletivo do partido. O partido tem congresso marcado para o segundo semestre e vai poder se definir.

O nosso foco tem que ser derrotar o bolsonarismo e apresentar um projeto de reconstrução nacional.
Isso passa por um debate de um projeto nacional. Unidade se constrói com gestos dos dois lados. Unidade é uma via de mão dupla.

Uma pesquisa do Ipespe divulgada pelo jornal Valor Econômico na semana passada mostrou que você aparece com 16% para o Governo de São Paulo. Seria um projeto para 2022?

Eu devo te confessar que tenho muita disposição de acabar com o “Tucanistão” [a sequência de governos do PSDB no estado].

Já deu. Tem um cansaço, um desgaste do PSDB com essa mesmice tucana governando o estado há mais de 30 anos. Uma capitania hereditária com histórico de roubalheira, máfia da merenda, do metrô, do Rodoanel.

Ontem mesmo a Folha colocou [uma reportagem que mostrava] 620 obras paralisadas no estado. E ainda enchem a boca para falar de gestão.

Derrotar o “BolsoDoria” [o slogan foi lançado pelo então candidato ao Governo de SP João Doria em 2018] em São Paulo é muito importante.

E muita gente me procurou depois das eleições de 2020 [em que Boulos disputou a Prefeitura de São Paulo], em que a gente teve mais de 2 milhões de votos.

Lideranças partidárias, lideranças sociais, colocam esse debate sobre uma candidatura ao governo do estado.

Tenho visto pesquisas que nos colocam inclusive em primeiro lugar, em empate técnico com outros candidatos.

Preciso fazer naturalmente esse debate com o meu partido. Mas eu estou disposto a assumir o desafio de disputar o Governo de São Paulo em 2022. E construindo uma unidade dos progressistas. Sem unidade é muito difícil derrotar a máquina do PSDB.

O que seria essa unidade? Uma aliança com o PT? Com que outros partidos?

Eu tenho dialogado e quero fortalecer esse diálogo com todos os partidos do campo progressista.
Eu não vou citar nominalmente até em respeito a eles, que devem estar discutindo também os seus caminhos, os seus projetos.

Mas quero fazer esse debate de ampliação do campo progressista para que a gente consiga acabar com essa hegemonia nefasta do PSDB em São Paulo.

Na disputa para prefeito, em 2020, você falava que se o Fernando Haddad fosse candidato, não entraria na disputa. Ele não foi, e você, sim. Manteria o seu nome mesmo com ele na cédula? Ou, depois de ter saído da eleição com 2 milhões de votos para prefeito em 2020, o diálogo hoje seria um pouco diferente?

Eu nunca condicionei o lançamento da minha candidatura a prefeito a outros nomes. Eu tenho muito respeito pelo Haddad, uma relação de amizade com ele.

Agora, em primeiro lugar acho que ele não vai ser candidato. O que tenho visto é que ele quer estar ajudando o Lula na construção de um projeto nacional.

Tem uma outra coisa: unidade tem que ser uma via de mão dupla. Unidade implica gestos.

Não é razoável que numa composição, numa aliança política, tenha um partido que seja a cabeça de chapa em todos os lugares, em nível nacional, em nível estadual. Não é razoável isso.

É claro que ainda está muito cedo. Estamos a um prazo longo da eleição. Nesse momento a minha preocupação é o enfrentamento à pandemia. É o enfrentamento à fome. Todas as minhas iniciativas políticas estão nesse lugar.

Ainda não é momento para campanha. Mas eu acho que nós temos, sobretudo após as eleições municipais, legitimidade para dialogar com esse campo político para buscar construir uma candidatura unitária que enfrente o PSDB.

Ou seja, não faria sentido ter um candidato do PT como cabeça de chapa para presidente, o PT como cabeça de chapa no governo do estado, e vocês como coadjuvantes.

É o que eu te disse: unidade tem que ter via de mão dupla e tem que passar por uma discussão de projeto.

Eu estou aqui colocando uma disposição inclusive por busca e procura de diálogo com um conjunto de lideranças do estado de São Paulo.

Essa disposição ainda precisa ser dialogada com o meu partido. Estamos a um ano e meio da eleição. Não é momento de a gente centrar a pauta política em eleição.

Acho que é momento de centrar a pauta da oposição em impeachment do Bolsonaro, em medidas contra a fome, em retomada do auxílio emergencial de R$ 600. Na vacinação do nosso povo. O foco é esse.

Agora, para se ter aliança, é preciso gestos de todos os lados.

Há sempre uma comparação da história do PT com a do PSOL. O PT veio lá de trás e foi ganhando aos poucos eleições, assumindo prefeituras, governos estaduais. E muitos quadros foram se formando, com experiência administrativa. O PSOL estaria preparado para assumir o Governo de São Paulo ou falta um pouco de músculo, de quadros, de experiência?

A gente juntou na candidatura à Prefeitura de São Paulo alguns dos maiores especialistas da cidade, que participaram de gestões públicas, que estão fazendo estudos diariamente na academia.

Para governar, você precisa ter equipe, um bom grupo. Estamos construindo um excelente grupo. Capacitado. Que conhece a realidade de São Paulo. Conhece a realidade do Brasil. A gente criou um gabinete paralelo que está acompanhando os problemas da cidade.

Tenho dialogado com muita gente que conhece os problemas do interior, construindo essas pontes.

Agora, até para fazer um paralelo: o PSDB se apresenta como bom de gestão. O Governo de SP tem o maior orçamento do país. Olha a situação da pandemia. Temos quase 100 mil mortos [por Covid-19] em São Paulo. Dá para dizer que é uma boa gestão?

O Doria é bom de marketing. Ele tenta capitalizar para ele pessoalmente a vacina do Instituto Butantan, enquanto ele queria privatizar o Butantan no início do governo.

Diz que defende a ciência e tentou cortar 1/3 da verba da Fapesp, que é o principal instituto de pesquisa científica do estado.

Diz que defende a vida, e disse em 2018 que a polícia tinha que atirar para matar. Tem uma condição errática, elitista da pandemia. R$ 245 bilhões de orçamento e não conseguiram dar respostas. Porque não basta, em uma pandemia, você dizer para as pessoas ficarem em casa. A conscientização é importante. Mas você tem que dar as condições para as pessoas ficarem em casa. Ainda mais em um país tão desigual como o nosso.

E o governo do estado, com todo o orçamento que tem, não fez, não deu apoio econômico.
Pega o [governador] Flávio Dino, no Maranhão. Com um orçamento muito menor, deu vale-gás para as pessoas comprarem butijão.

Precisaria ter em São Paulo um auxílio. A prefeitura criou um de R$ 100, que não dá nem para comprar um butijão de gás, e o Governo de SP criou um que vai atender a um percentual ínfimo das pessoas que precisam.

Precisaria ter medidas de apoio a pequenos empreendedores, microempresários, comerciantes que estão com as portas fechadas. Não teve nada. Repito: é uma condução errática e elitista.

A vacina contra a Covid-19 não é um trunfo do governador Doria?

Não deveria ser mérito de um político não ser negacionista. Deveria ser obrigação. Embora o governo dele tenha dado as condições, a vacina é mérito de milhares de servidores da saúde, de cientistas e pesquisadores públicos que colocaram ela em pé no Instituto Butantan.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Boulos Vai Vencer!

A Virada começou! Boulos dispara na última pesquisa do Ibope Datafolha (dia 08/10)! Cresceu em 50%, de 8 para 12 pontos percentuais na pesquisa estimulada. Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E isso apesar de todas as dificuldades que a direita e a mídia burguesa tem jogado contra Boulos e Erundina! Cancelaram os debates na Record, CNN, SBT e Rede TV. Estão ficando com medo! Medo da mudança e da Revolução Solidária que se encaminha. Mas juntos conseguiremos vencer! Boulos é o único candidato que pode vencer o BolsoDoria! Russomano é o candidato do Bolsonaro, o candidato do fascismo, das milícias, do racismo, machismo e LGBTQfobia! Covas é o candidato de Doria, o candidato do banho frio em moradores de rua, do desinvestimento na educação direta, da reforma da previdência municipal, da venda da cidade! Boulos vai mudar São Paulo! Boulos e Erundina são os candidatos da esperança, da solidariedade, dos conselhos populares, da luta por moradia, dos mutirões, do orçamento participativo... E juntos eles vão mudar para valer São Paulo! Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E juntos com Toninho cnseguirão mudar São Paulo!

Boulos encosta no Russomano rumo ao segundo turno!

Agora é pra valer! Boulos subiu ainda mais na última pesquisa do Datafolha (dia 22/10)! Cresceu para 14 pontos, e encostou em Russomano! Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! O Russomano está dando o seu vôo de galinha habitual, e agora desidrata! A periferia está percebendo o farsante que Russomano é, e preferindo gente como o Boulos e o Toninho Vespoli 50650! A direita e a grande imprensa estão morrendo de medo do Boulos no segundo turno! Medo da mudança e da Revolução Solidária que se aproxima. Mas juntos conseguiremos vencer!

Boulos é o único candidato que pode vencer o BolsoDoria! Russomano é o candidato do Bolsonaro, o candidato do fascismo, das milícias, do racismo, machismo e LGBTQfobia! Covas é o candidato de Doria, o candidato do banho frio em moradores de rua, do desinvestimento na educação direta, da reforma da previdência municipal, da venda da cidade!

Boulos vai mudar São Paulo!

Boulos e Erundina são os candidatos da esperança, da solidariedade, dos conselhos populares, da luta por moradia, dos mutirões, do orçamento participativo… E juntos eles vão mudar para valer São Paulo! Boulos é o candidato que mais cresce em São Paulo! E juntos com Toninho cnseguirão mudar São Paulo!

Os outros candidatos, Russomano e Bruno Covas começam com mais dinheiro, mais apoio na mídia e mais tempo de TV. Mas nós temos o apoio popular, de milhares de pessoas engajadas com a nossa campanha. E é assim que nós conseguiremos vencer o fascismo: com a força do povo!

Para ajudar Boulos a governar precisamos de uma Câmara forte e competente. Por isso que Toninho Vespoli precisa ser reeleito, para ajudar Boulos e Erundina a governarem São Paulo! Assim nós conseguiremos ir pra frente com a mudança! Vencer o Fascismo, a corrupção e o “jeitinho” da direita! Vamos juntos!

Doe para nos ajudar a fazer a construir a mudança na Câmara dos Vereadores!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Toninho Boulos e Erundina Vão Virar o Jogo!

Toninho Boulos e Erundina Vão Virar o Jogo!

Entenda por que esse trio é fundamental para virar o jogo em São Paulo!

Toninho Vespoli 50650 foi o primeiro vereador eleito pelo PSOL em São Paulo. Foi muito grande a alegria de poder acolher Guilherme Boulos no partido. Toninho está entusiasmado para poder continuar o seu trabalho de décadas ao lado de Erundina! Toninho 50650 Segurou por 8 anos a barra na Câmara Municipal como vereador de luta e resistência. Agora com Boulos e Erundina prefeito chegou a hora do jogo virar de vez, e da periferia virar centro!

A história de Toninho Vespoli 50650 e Erundina vem de longa data. Os dois trabalharam juntos para impedir o sucateamento do MOVA (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos). O programa tinha sido uma das maiores conquistas de Luiza Erundina enquanto prefeita de São Paulo. Mas as gestões coxinhas de Doria e Covas tentaram por tudo a perder! Quiseram extinguir o programa! Toninho Vespoli 50650 ajudou sua querida amiga Erundina, e entrou na justiça para impedir Covas de acabar com o MOVA. Quando pouco tempo depois, tentaram acabar com CECCO (Centros de Convivência e Cooperativa), outra conquista de Erundina, mais uma vez Toninho barrou o tucanato com outra ação na justiça! Toninho e Erundina tiveram sucesso em ambos os casos!

Toninho acolheu Boulos no PSOL

Boulos sempre foi uma liderança de movimentos sociais que Toninho admirava! Toninho vespoli 50650, morador de Sapopemba na periferia de Zona Leste, entende que a mudança só poderá vir de baixo para cima, da periferia para o centro. É essa uma das coisas que Toninho mais admira em Boulos: o cara desistiu da vida fácil em bairro chique no centro para viver ao lado do povo. Primeiro em ocupações, e depois na periferia no Campo Limpo. “enquanto tiver gente morando na rua, eu continuarei lutando” é uma frase que Boulos costuma dizer para Toninho Vespoli.

Os dois são lideranças incríveis, principalmente na área de moradia. Erundina revolucionou a cidade com a proposta de mutirões. Nada de projetos com empreiteiras bilionárias que superfaturam. Ao invés disso fez projeto com o povo, olho no olho. Nos mutirões as pessoas na periferia trabalharam na construção de  suas próprias casas! “façamos nós com nossas mãos, tudo que a nós nos diz respeito!”. Boulos segue a mesma linha. O cara ocupa terrenos abandonados para transforma-los em moradia popular. Uma tem a sabedoria que vem da experiência. O outro a paixão e garra que vem da juventude!

Toninho sempre admirou os dois, e esteve do lado deles para mudar São Paulo da periferia para o centro. Enquanto líder do PSOL na Câmara Municipal, acolheu Boulos no partido, e lhe deu o espaço necessário para se transformar na liderança política que é hoje! Junto esse trio, Toninho, Boulos e Erundina, vão colocar a periferia no centro da tomada de decisões! O jogo virou!

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Periferia Precisa de Toninho!

Periferia Precisa de Toninho!

Entenda porque sem Toninho a periferia vai passar mais perrengue

Quem é da quebrada sabe como ela está largada. Em plena pandemia, tem UBS e hospital fechado. Quem tá da ponte pra cá não pode fazer quarentena. Tem que ir trabalhar, por comida na mesa. O auxílio que era pouco, nem chegou em todo mundo que precisa. A prefeitura nada de complementar o auxílio. Quem mais morreu na pandemia em São Paulo é da perifa. Sapopemba, por exemplo, na Zona Leste, foi o distrito em que mais morreu gente! Toninho Vespoli 50650 tá segurando a maior barra. Aprovou 2,7 milhões em emendas parlamentares só em hospitais e UBSs de periferia! Também luta por renda emergencial de 1 salário mínimo para informais, além de ter desmascarado a máfia dos transportes. Mas todo esse trabalho só pode continuar se Toninho Vespoli 50650 e Guilherme Boulos 50 forem eleitos. Periferia precisa de Toninho! Do contrário a periferia vai continuar à deriva!

Toninho Vespoli 50650 nasceu e vive na periferia. Mora em Sapopemba, na Zona Leste. Não só mora na quebrada, como ouve a quebrada. Uma de suas iniciativas, por exemplo, é o Gabinete na Rua, em que o povo é convidado a conversar com Toninho 50650 sobre como tornar a cidade melhor para quem é da periferia! É por estar sempre em contato com o povo, que Toninho 50650 entende o que é que tem que ser prioridade. Ele sabe que na periferia os hospitais e UBSs contam conm estrutura precária e estão abandonados! Por isso que ele destinou 2,7 milhões de reais em emendas parlamentares para a saúde periférica! Dentre as emendas, foram R$ 180 mil para compra de equipamentos para o Complexo Sapopemba; R$ 500 mil para reforma da Casa de Parto e da UBS Reunidas I; R$ 560 mil para adequação da UBS Pastoral; entre várias outras emendas!

Com o Boulos e Toninho a periferia vai virar centro!

Toninho 50650 é, também, um dos mais ferrenhos defensores da renda básica. Vice Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de São Paulo, Toninho 50650 é autor de vários projetos de lei em favor da renda de 1 salário mínimo para os mais necessitados, ao menos durante a pandemia. A direita genocida não quer deixar essas propostas passarem. Ainda assim, Toninho 50650 conseguiu levar cesta básica para milhares de famílias. Periferia precisa de Toninho!

Toninho 50650 fez muito pela periferia. E conseguiria ter feito muito mais se não tivéssemos o coxinha do Bruno Covas como prefeito da cidade! O cara se articula junto com a direita para barrar emendas de Toninho 50650; não aprovam projetos populares escritos em conjunto com as comunidades; e age ativamente para impedir que cuidados médicos cheguem a quem precisa em um momento como o da pandemia! Celso Russomano é outro que odeia a periferia e quem é pobre! O cara faz há anos programas de TV em que humilha funcionários, a maioria negros e pobres, enquanto toma café e fala fino com os poderosos.

O triste é pensar que, no meio disso tudo, a prefeitura acumula 17 bilhões de reais em caixa! Prefeitura não é pra dar lucro! É pra servir as necessidades do povo! Mas com Guilherme Boulos 50 prefeito a coisa vai se diferente. Boulos, assim como Toninho 50650, mora na periferia. Ele é ativista, está sempre em luta ouvindo o povo. E por isso, junto com o vereador Toninho Vespoli 50650, vai virar o jogo em São Paulo, colocando a periferia no centro!

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A hora da virada começou!

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