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Corrupção de Bolsonaro no Twitter. Centrão agradece

Corrupção de Bolsonaro no Twitter. Centrão agradece

Entenda porque Bolsonaro é e sempre foi um político do centrão!

Subiu nos trendings do Twitter a #DerreteBolsonaro! O uso da hashtag é uma denúncia do teto de aprovação do Jair Bolsonaro. Não importa o que ele faça, a maior parte da população percebeu que ele não presta! Mais que isso, é uma denúncia às alianças do Bozo com o centrão. Admirem a ironia: o candidato que se elegeu com a promessa de fazer a “nova política”, agora está se aliando ao pior que há na velha política! Esse tipo de aliança se dá, inclusive, nas eleições municipais! Aqui em São Paulo, Bolsonaro está apoiando o deputado do centrão, Celso Russomano, para prefeito de São Paulo. O protegido do Bolsonaro é investigado por esquema de pirâmide e de corrupção. Tá dando pra ver a tal da “nova política”! No fim o que se percebe é a Corrupção de Bolsonaro no Twitter. Centrão agradece

Mas para quem pesquisou sobre Bolsonaro, fica claro que não houve mudança de qualquer tipo. Bolsonaro, na realidade, por mais de 30 anos ocupou os partidos do centrão. Ele sempre transitou com os fisiologistas do baixo clero da Câmara dos deputados. Ele sempre foi do centrão! Ainda assim, muitas pessoas se iludiram com a promessa de “uma nova política”.

O auge do fisiologismo!

Mas um novo auge do fisiologismo se deu nesse dia 3, quando Bolsonaro foi flagrado em um abraço “carinhoso” com o seu favorito para ocupar o cargo vago no Supremo Tribunal Federal, o desembargador Kássio Nunes. Kássio é o favorito do centrão. É mais político que juíz. Mais que isso, por terrível “coincidência”, foi aproximado de Bolsonaro pelo advogado de sua família, o Frederick Wassef. Só para refrescar a memória, Wassef foi o advogado que escondeu o laranja do Queiroz, ex-assessor de Carlos Bolsonaro (filho do Jair). Ou seja, Kássio é próximo ao advogado que ajudava a abafar o caso das rachadinhas!

Vale aqui um ponto de cuidado: não é só porque o Kássio é uma escolha ruim, que não poderiam haver outras piores. Bolsonaro, por exemplo, prometeu que o ministro indicado seria alguém “terrivelmente evangélico” e disposto a proferir decisões homofóbicas e machistas. Mas ainda assim, surpreende Bolsonaro preferir uma opção do centrão.

Já faz tempo que o rabo é preso

Esse não é um caso isolado. Como já coberto em outra matéria, desde que percebeu que sua popularidade começava a ruir, Bolsonaro começou a costurar alianças com o esgoto da política. E mais recentemente trocou a liderança do governo na Câmara por um político do PP, partido notoriamente do centrão.

Agora, nas eleições municipais, Bolsonaro continua o namorico com o centrão. Foi logo apoiar Celso Russomano, político do partido do centrão Republicanos. Para coroar a aliança, vale lembrar que Russomano foi acusado de envolvimento em casos de corrupção e de esquema de pirâmide. Ou seja, apesar de se vender com paladino da luta contra corrupção, o Bolsonaro se mostra aquilo que ele sempre foi: um político clássico do pior dos tipos! Percebe-se, como marcado pela #Bolsonaroderrete: Corrupção de Bolsonaro no Twitter. Centrão agradece

Toninho na luta contra o centrão

Aqui em São Paulo, a situação com o centrão, não é diferente! Durante a votação do Sampaprev, Toninho Vespoli denunciou que o centrão na Câmara Municipal estava negociando seus votos a custa de cargos na administração pública. A coisa é tão bizarra que basta olhar o Diário Oficial antes e depois da votação de projetos importantes e observar as exonerações e nomeações, respectivamente, para ter uma ideia do tamanho do fisiologismo.

Toninho Vespoli, na Câmara Municipal, sempre percebeu como o centrão é poderoso e perigoso. É um dos políticos mais íntegros da casa. Desde que foi eleito em 2012, luta por posições claras e objetivas, comprometidas com a escuta popular! Ele entende que para vencer o centrão, o fascismo e Bolsonaro, o único jeito é deixando os poderes nas mãos do povo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Bolsonaro lambe as botas do centrão!

Bolsonaro lambe as botas do centrão!

O hipócrita do Bolsonaro agora corre atrás do apoio do centrão. Entenda porque:

Na mira do impeachment, Bolsonaro corre atrás de apoio do centrão. Não precisa ser inimigo político do presidente pra entender que ele mais do que merece ser tirado do cargo. Da saudação dele à bandeira dos Estados Unidos (crime de lesa-pátria), à obstrução da justiça em inúmeros casos na polícia federal (crime de responsabilidade), às suas cotidianas defesas da ditadura (atentado contra as instituições democráticas) não faltam ofensas capazes de justificarem o impeachment do cara. Mas o rato de presidente ainda tem uma última carta na manga: em crise, Bolsonaro lambe as botas do centrão!

A ironia cobra, cedo ou tarde. Apesar de ter construído uma campanha para presidente baseada em ataques ao centrão do congresso, o Bolsonaro, agora, para tentar se manter no poder, distribui cargos entre partidos do centrão, como o PP, PL e o REPUBLICANOS. Além disso, já está articulando para apoiar Arthur Lira (PP) mas eleições para presidente da Câmara dos deputados em 2021. A razão é bastante evidente: está tentando comprar apoio contra um eventual processo de impeachment.

Centrão também não presta!

Não se trata aqui de querer defender o centrão: eles são algo vil na política. Se vendem para quem paga mais, além de estarem amarrados da cabeça aos pés com interesses de grandes bancos, latifundiários pecuaristas e mega empresas (ou seja, tudo o que não presta). Agora, ficar se fazendo de diferentão enquanto costura nos bastidores alianças com o que há de pior na política não é apenas hipocrisia, é também estelionato eleitoral!

O correto seria, ao invés do Bolsonaro lambe as botas do centrão, termos lideranças capazes de firmar pactos não com o centrão, mas também não com banqueiros como o ministro da economia Paulo Guedes, ou com a bancada agrária e os mega acionistas ligados à campanha do Bozo. O correto seria, ao invés, termos pactos com a população. Governos ativistas com protestos, greves, denúncia e transparência. Em suma, governos com aquilo que o Bolsonaro mais despreza: a democracia.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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