contra a privatização

A Direita Burra Privatiza Tudo

A Direita Burra Privatiza Tudo

Entenda porque só Toninho 50650 e Guilherme Boulos 50 podem garantir serviços públicos de qualidade!

Voltaram a debater sobre o leilão dos Correios! A ideia é péssima. Uma empresa privada tem interesses muito diferentes de uma empresa pública. O privado quer dar lucro, sempre, acima de tudo! o público possuí um interesse social: de entregar os serviços à população mais carente, que não pode pagar, da qual não daria para tirar lucros. Infelizmente, a direita prefere, antes, garantir os interesses de grupos privados! E não apenas o Bolsonaro, mas toda a direita! Hoje, também, foi votado o PL 529/2020 do governador João Doria, que extingue uma série de equipamentos públicos, inclusive a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo). Na cidade São Paulo, por fim, tanto o Bruno Covas quanto o Russomano são abertamente a favor de privatizações. A direita burra privatiza tudo. Apenas Boulos e Toninho Vespoli 5060 são capazes de frear este tipo de absurdo!

Absurdo privatizarem os Correios!

Os Correios são uma das empresas mais confiadas no Brasil. Considerando o pouco dinheiro que recebem fazem um serviço incrível! E a preço, inclusive se comparado com outros países, bastante baixos! Nenhuma empresa no Brasil consegue fazer o que os Correios fazem. O próprio Mercado Livre, que faz comercial dizendo que entrega em todo o Brasil, omite que usa, na verdade, os serviços dos correios no seu programa de entregas! Privatizar resultaria em preços maiores e em cobertura menor. A razão é muito simples: dessa forma daria mais lucro para os empresários. Acontece que empresa pública não é que nem empresa privada. O objetivo não é o lucro, e sim o atendimento a toda a população, independentemente de renda!

É lógico que para o ranço privatizante da direita a questão não são bons serviços, e sim dar mais lucro aos grandes empresários. Em todas as esferas de poder a direita tenta, feito criança teimosa, privatizar tudo o que pode. Hoje mesmo, por exemplo, a ALESP aprovou o PL 529/2020 que extingue 6 equipamentos públicos, entre eles a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU). O projeto foi, ainda, aprovado de madrugada, na calada da noite, justamente para que não houvesse debate e transparência com o povo. Naturalmente, o projeto não explica o que viria a substituir as empresas extinguidas. Apenas as extingue por que sim, e ponto final. Sem debate, sem transparência e sem razão! A direita burra privatiza tudo!

O ranço privatista da direita!

Pouco importa pensar se os serviços extintos vão ou não ser entregues ao povo. Estas questões são levadas a segundo plano, como se fosse um detalhe, a ser analisado e decido junto com o executivo, de cima para baixo. Certamente a solução adotada, seja qual for, tornará uns poucos empresários amigos muito ricos. Afinal, João Doria está lá a serviço da elite, e não a serviço do povo!

Bruno Covas não é diferente. Desde que assumiu a prefeitura tenta desviar dinheiro público para grupos privados. Faz assim na educação, na saúde, nos projetos culturais. E o povo nunca é consultado! Fez, ainda, de tudo para privatizar o complexo do Anhembi, além de tentar jogar as aposentadorias para os bancos privados, com a reforma da Previdência. Ou seja, tentou de tudo para vender São Paulo. 

Russomano é outro que quer privatizar tudo. Não liga para os pobres, para quem não teria dinheiro para comprar do privado! Ao invés já caminha encima do muro falando de privatizações e parcerias público privadas. É sempre assim que começa! A direita burra privatiza tudo. Não podemos esquecer que o Russomano é favorito do Bolsonaro, o cara que fez tudo, desde o começo da gestão, para privatizar o Brasil.

Boulos e Toninho são diferentes!

Toninho Vespoli 50650 sempre soube de como a direita quer privatizar tudo a torto e direito. Por isso o seu mandato de vereador atua com força para barrar esses absurdos. Foi a principal liderança na Câmara Municipal contra o SAMPAPREV, reforma da previdência que obrigaria os servidores públicos a procurar aposentadoria privada. Fiscaliza escolas terceirizadas e OSs, por saber que nesses grupos é comum ocorrer corrupção e desvios. Mas apenas no legislativo ele só consegue ir até um certo ponto.

Por isso que é importante que Boulos seja o nosso próximo prefeito. Boulos vai melhorar e expandir os serviços públicos, sempre em conjunto com a população. Expandirá os debates com o povo pobre de periferia, para que a gestão seja realmente democrática e popular. Toninho Vespoli 50650, Vereador de periferia, é a pessoa certa pra liderar esses esforços na Câmara Municipal. Boulos e Toninho, essa dupla vai colocar a periferia no centro!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Especial Correios Parte 1: A verdade sobre os subsídios

Saiba porque os Correios são importantes para o Brasil!

O murmurinho da privatização chegou aos Correios. Sim, a instituição consagrada como a mais confiável do Brasil* por 15 anos consecutivos, pode ser vendida à iniciativa privada por desejo do ministro da economia Paulo Guedes. Não e só o Brasil que passa pela sandice privatizante. Os Estados Unidos, a mando do Voldemort presidente Donald Trump também aposta na suposta Panacéia liberal. A ideia é péssima. Quando tratamos dos Correios, não apenas falamos de instituição premiada internacionalmente com um processamento imenso de postagens que chega a 2 milhões de entregas por dia(!), como falamos de uma instituição, na maioria dos anos, superavitária em seus gastos e ganhos!

Primeiro de tudo é importante tratar da importância dos Correios. Não é apenas sobre a entrega de cartas. Os Correios são parte fundamental do funcionamento do país. É graças a eles que benefícios como os cartões do Bolsa Família chegam nas residências de quem precisa. São também eles que estão ajudando a entregar medicamentos durante a pandemia em regiões carentes e, lógico, são eles que entregam a maioria das encomendas no Brasil.

Agora, é óbvio que estes serviços têm um custo. A maior parte deles são pagos com as próprias tarifas dos correios. Mas uma pequena parte das verbas da empresa precisam ser subsidiadas. Do contrário seria impossível os Correios fornecerem seus serviços em regiões carentes, em que a população não pode pagar por tarifas altas. A parte de entrega de cartas, por exemplo, é  uma que é bastante subsidiada nos Correios. E com razão!

Isso porque a Constituição Federal de 1988 determina de maneira bastante clara o direito civil e social ao acesso à informação. Alguns talvez menosprezem as cartas neste sentido, mas é importante lembrar que mais de 25% da população brasileira não tem acesso à internet. Essas pessoas necessitam, muitas vezes, das cartas para se comunicarem com pessoas de outros lugares do Brasil. São também, na maioria dos casos, pessoas pobres sem condições de pagar selos caros. Mas felizmente os Correios, graças aos subsídios, conseguem entregar cartas praticamente de graça, pelo valor simbólico de 1 centavo cada! Dessa forma qualquer pessoa no Brasil pode se comunicar com outras independentemente de localização e renda!

Mas mesmo com os subsídios os Correios são, na maioria dos anos, superavitários! Isso mesmo! Entenda na próxima parte do Especial Correios porque a estatal, na realidade, é fiscalmente responsável!

* Os últimos dados disponíveis são referentes ao ano 2017 em pesquisa da Datafolha. A partir de 2018, por razões que escapam do conhecimento do autor do presente texto, os Correios deixaram de ser inclusos nas pesquisas de confiança feitas pelo Datafolha. Por isso, não há dados de confiança dos Correios referentes aos anos 2018 e 2019.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter

6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico

6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico

Entenda o desastre da privatização da água!

Que o saneamento básico no Brasil não funciona todo mundo já sabe: 60% das população não tem saneamento e esgoto adequado. Alguns insistem em achar que a solução para tudo seja a privatização. Tal fetiche privatista está a todo o vapor no Brasil, levando a aprovação no senado, nesta quarta feira, dia 24/06, de lei que privatiza o saneamento básico. Mas o fato é que países e cidades ao redor do mundo que privatizaram o saneamento estão se arrependendo (e muito!). Na verdade, estudo citado pelo relator especial das Nações Unidas sobre o tema, o brasileiro Leo Heller; evidencia quão nefasta pode ser a privatização. Aqui mostramos apenas 6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico. Explicaremos, também, o que poderia ser feito para melhorar o saneamento no país.

  1. Cidade de Atlanta, Estados Unidos: Lá a privatização do saneamento já começou com demissão de metade dos funcionários. A empresa privada, ligando apenas para o lucro, aumentou as tarifas de saneamento e piorou a prestação dos serviços. A água, antes bem tratada, começou a sair amarelada nas casas da população. Foram necessários 4 anos de péssima gestão para a cidade reestatizar os serviços. 

  2. Paris, e outras cidades na  França: a privatização da água na França remonta a desde o século 19. No entanto, cidades podem optar por gerir o serviço publicamente. O que se percebe no país, como um todo, é que as cidades com menores tarifas e maiores coberturas na gestão dos serviços hídricos, tem sempre o controle da água pela gestão pública. Em Paris, especificamente, em 2010 a cidade reestatizou o saneamento. O resultado foi uma economia de 35 milhões de euros por ano, e uma redução em 8 % da tarifa no próximo ano! 

  3. Berlim, Alemanha: na cidade o controle da água se dava de forma mista, com participação majoritária do setor privado. A presença e fiscalização do poder público, entretanto, diminuía a capacidade da gestão privada de aumentar as tarifas e pegar mais dinheiro do povo. Ainda assim, em 2010, a população de Berlim decidiu que não queria mais correr riscos, e votou em um plebiscito exigindo o controle público da água, e redução de 15% nas tarifas. A votação passou com 98% dos votos favoráveis à municipalização. 

  4.  Manaus, Brasil: para quem acha que o texto só vale para os gringos, aqui no Brasil temos exemplos do fracasso da privatização. Em Manaus, o serviço privatizado de saneamento lidera ranking nacional de reclamações! Além disso, o serviço abastece apenas 12% da população da cidade, e tem sucessivos aumentos nas tarifas! Há urgência, na cidade, de municipalização. 

  5. Uruguai: depois de anos de água privatizada, o país mudou sua constituição para determinar que a água somente pode ser controlada pela gestão pública. Os resultados estão sendo diminuição nos custos de operação, e mais investimentos no aumento da cobertura do serviço. 

  6. São Paulo, Brasil: aqui, na nossa casinha, quem controla a água é a famosa Sabesp. A empresa é controlada por empresa privada cotada na bolsa de Nova York. A partir de 2014 houve, no estado, uma grande crise hídrica. Uma das principais razões: falta de investimentos em infraestrutura na captação de água. E pasmem: em plena crise hidra a empresa teve lucros recordes: 11,5% de aumento com relação ao ano anterior. Mas a infraestrutura do Estado não chegou a ver esse dinheiro.

Porque privatização não funciona?

O fracasso desses 6 lugares que se arrependeram de privatizar o saneamento básico, são apenas alguns entre tantos casos. Não é mero acidente, mas parte de como o capitalismo funciona. Já ouviu falar no termo “conflito de interesses”? É o que ocorre quando, por exemplo, os donos de uma empresa tem interesses muito diferentes daqueles da população a que empresa deveria servir. Uma empresa de saneamento vai ter o objetivo de aumentar seus lucros. Isso significa aumentar os preços, e diminuir a cobertura para apenas aqueles que possam pagar. A população não tem escolha senão aceitar os abusos, uma vez que ninguém vive sem água. 

Como Solucionar?

Quase todos os países, estados e municípios que tiveram sucesso em uma gestão pública do saneamento básico tiveram algumas coisas em comum: 1) a intensa participação popular, com pelo menos alguns mecanismos de gestão inspirados em democracia direta; 2) transparência nos gastos e prestação dos serviços 3) grandes investimentos públicos para garantir a prestação de serviços a toda população; e 4) integração dos serviços de saneamento com outros serviços públicos, como saúde, e assistência social. Este é o caminho a ser seguido se quisermos um saneamento capaz de atender a toda a população com qualidade e preço justo. E não a privatização!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é estudante de Direito, ativista pelo clima e estagiário do mandato do vereador Toninho Vespoli

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Faça parte da nossa rede

Quer ser um embaixador virutual e ajudar a educacão salvar vidas na cidade?
Venha conosco, inscreva-se e ajude a espalhar a campanha do Professor Toninho