coronavírus

Não Tem Emprego!

Não Tem Emprego!

Saiba porque o desemprego está tão alto, e como podemos supera-lo!

Brasil está com a menor porcentagem de gente trabalhando em sua história, segundo IBGE! Isso mesmo! Quando Bolsonaro, Doria e Covas disseram que uma das principais prioridades de seus governos seria garantir renda e trabalho, eles estavam mentindo pra você! O que eles queriam mesmo era garantir o deles, e beneficiar amigos banqueiros e mega ricos. Agora, com a pandemia, as coisas que já estavam péssimas vão de mal a pior. E mais uma vez os governos mostram a quem eles realmente servem! Há dinheiro para banqueiros. Mas e para o povo? Não tem emprego!

Estão lembrados do vídeo que vazou da reunião dos ministros do Bolsonaro? Aquela em que o (des)ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, falou que queria aproveitar a pandemia para “passar a boiada” (sic.) na floresta Amazônica. Era uma reunião a portas fechadas em que os ministros e o Bolsonaro se sentiram livres para tirar suas peles de cordeiro. E o ministro da economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, não foi exceção. Ele disse que o covil bolsonarista ia “ganhar muito dinheiro salvando grandes empresas”. Sobre as empresas pequenas falou que o dinheiro para salva-las seria “perdido”! 

Paulo Guedes não liga para empregos!

Oras, é malícia, falta de noção ou os dois juntos. Acontece que mais da metade de todos os empregos no Brasil são garantidos por micro e pequenas empresas! Além disso, 90% dos novos empregos criados em 2019 vieram dos micro e pequenos! Para Guedes, colocar dinheiro onde daria trabalho para o povo seria “perder dinheiro”, enquanto dar empréstios pra mega grupos se salvarem na pandemia é “ganhar dinheiro”. De fato, se você for um banqueiro ou trabalhar no mercado financeiro, como era o caso do Guedes antes de virar ministro, os empréstimos do governo te fazem ganhar mais. Já se você for do povo a história muda!

Em São Paulo a coisa não é diferente. Os tucanos João Doria e Bruno Covas até chegaram a prometer linha de crédito para pequenas e micro empresas paulistas. Mas não só o dinheiro não chegou a quem mais precisa como é muito pouco considerando a situação que estamos! A cara de pau fica mais dura quando nos lembramos que a cidade de São Paulo tem pelo menos 12 bilhões de reais em cofre, estocados pelo prefeito Bruno Covas! Oras, o maior programa de linha de crédito anunciado para os pequenos, foi de 150 milhões de reais, pelo governo estadual de João Doria. O dinheiro além de não chegar a todos é apenas 1,5% do que a cidade de São Paulo tem sozinha em caixa! É um descaso sem tamanho com o povo trabalhador! Dinheiro em caixa tem. Agora, não tem emprego pra trabalhador!

Não tem emprego para todo mundo!

Para além da pandemia é importante nos lembrarmos de um problema estrutural, no Brasil e em São Paulo: Não há trabalho para todo mundo! Mesmo ainda em 2019 o desemprego já estava em cerca de 12%! Isso sem nem considerar aqueles que desistiram de encontrar emprego. Se esse número for levado em conta o número ficava perto dos 25%! ¼ da força de trabalho sem ter como trabalhar.

Para resolver isso vai ser necessária uma gestão pública de qualidade, capaz de investir em setores da economia que realmente criam postos de trabalho decentes, além enfim implementar no Brasil o que é apenas uma expansão natural do Bolsa Família: a Renda Básica de Cidadania. Uma espécie de “mesada” que todos os brasileiros possam receber como recompensa por ajudarem a construir esse grande país! Como pagaremos por isso? Bem, não dá pra todo mundo ganhar dinheiro. Peguemos as verbas que Guedes, Doria, Covas e cia. dão para as megas empresas, e façamos a grana chegar no bolso de toda a população! O povo quer trabalho, o povo quer dinheiro, o povo quer comida! O bolo já tá grande demais. Passou da hora de reparti-lo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Corona Mata Pobres!

Corona Mata Pobres!

Entenda como o corona mata principalmente a periferia de São Paulo

O corona não atinge a todos de forma igual. Na verdade, apesar da doença ter sido trazida ao Brasil por pessoas ricas viajando pela Europa, hoje o pandemia mata a periferia mais do que outras regiões de São Paulo. O fato é que hoje, mais do que qualquer coisa, o corona mata pobres!

Durante a quarentena toda a narrativa da grande mídia e de grande parte dos políticos foi sobre jogar a culpa e responsabilidade nas costas do povo pobre. “Fique em casa” falaram eles de suas torres de marfim. Oras, é fácil falar de isolamento pra quem pode se dar ao luxo de trabalhar em casa, em apartamentos luxuosos com internet de alta velocidade. Mas para os mais pobres, muitos sem moradia digna, e precisando colocar comida na mesa, o isolamento não foi uma opção! Durante a pandemia as periferias foram obrigadas a sair de casa para trabalhar. Enquanto isso os mais ricos puderam ficar em casa, em uma espécie de “quarentena gourmet”. O resultado: se no começo da pandemia a maioria das vítimas do corona eram ricas, hoje a grande maioria dos mortos em São Paulo vive na periferia, como mostram dados oficiais da própria prefeitura. [insira dado atualizado] O corona mata pobres!

Podia ser diferente

Toninho Vespoli queria que as coisas fossem diferentes! Protocolou uma série de projetos de lei que garantiriam a renda básica de 1 salário mínimo para quem mais precisa. O benefício iria para milhões de desempregados, trabalhadores informais, pessoas de baixa renda, trabalhadores da cultura, entre outros tantos que se viram sem suporte durante a pandemia! O problema é que para essas normas serem aprovadas, seria necessário o apoio da maioria dos vereadores da Câmara Municipal. Estes políticos são muitas vezes corruptos a serviço dos mega ricos! Também não ajuda termos um prefeito inimigo do povo, que já vetou uma série de projetos que trariam mais benefícios à população paulistana! Por isso é  importante nessas eleições mudarmos as coisas! 

Guilherme Boulos, pré-candidato a prefeito pelo PSOL, seria capaz de dar continuidade a projetos populares como os de Toninho Vespoli! Para mudarmos São Paulo, e vencermos o corona, é importante todos estarmos com Toninho e Boulos, e assim garantir um governo a serviço do povo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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saúde também é afeto

saiba sobre os desafios emocionais da volta às aulas

estamos numa encruzilhada entre a manutenção de um ensino remoto e uma volta às escolas com restrições seríssimas de convívio. se por um lado o ensino de forma remota descaracteriza o que é a educação, por outro, a possibilidade de reabertura das escolas públicas e privadas trará o impedimento do que significa ser criança e adolescente.

como arteterapeuta, vejo os protocolos de retorno muito danosos à saúde emocional de estudantes e profissionais da educação que, além do risco de contágio, pode destruir profundamente o emocional e mental de quem estará na escola sem poder vivenciá-la como um todo. nós adultes temos apresentado muita dificuldade em cumprir o distanciamento social de forma responsável mesmo tendo condições para compreender o que isso significa. 

se para nós não poder abraçar ou estar com pessoas queridas é massacrante, o que significa isso na cabeça de uma criança? o que é a adolescência sem seu grupo, sem o estar de mãos dadas? qualquer pessoa que observe a vida escolar sabe que o brincar, correr, abraçar, ir junto ao banheiro, os namoricos da adolescência e os “bandos” amontoados são mais que um simples comportamento, são uma maneira de existir e até sobreviver aos muitos anos escolares da nossa vida.

quem não teve alguém na escola que fazia tudo junto? a solidão interna da descoberta do eu na adolescência é apaziguada pelas tantas outras solidões que se encontram e se transformam em grupo. as demonstrações de carinho na infância são o porto seguro de pequenas pessoas que sentem saudade de casa e da família e encontram no abraço a segurança para se desenvolver.

Não só de conteúdo vive uma escola

não só de conteúdo vive uma escola. é essencial que falemos disso. pois num mundo de produção excessiva, lucro e mercado de trabalho, é fácil esquecer nossa humanidade. portanto, se somarmos o medo do COVID-19 e da morte à proibição do correr, abraçar, brincar, praticar esporte, estar pertinho, ou seja, da essência do ser criança e adolescente, estaremos negando a própria humanidade na escola ao não poder vivenciar traços tão importantes da nossa cultura.

retornar presencialmente às escolas trará, além de mais casos de COVID-19, uma nova espécie de luto, a do existir. e com isso tenho a certeza que veremos também um aumento nos casos de depressão, isolamento interno, apatia, raiva, violência, automutilação e até suicídio. é importante que tenhamos a consciência de que, se escolhermos e permitirmos aulas presenciais neste momento, estaremos assassinando a nossa humanidade e a humanidade dessas crianças e adolescentes. você tem coragem de assumir essa responsabilidade?

ainda que o ensino remoto seja uma péssima alternativa, pois a impossibilidade do encontro é em si uma grande violência, ele é infinitamente mais seguro neste momento e para isso precisamos de ações verdadeiramente emergenciais, como o direito ao isolamento, acesso à internet e equipamentos para o seu uso, saneamento básico, alimentação, auxílio financeiro para as famílias, um acompanhamento pedagógico e afetivo de toda comunidade escolar, tempo de planejamento, reestruturação física das escolas…

defender a vida é defender a saúde emocional!

eu sei que a lista é grande, mas ela é a verdadeira emergência. não um projeto de lei hipócrita e privatista como o 452/2020 da prefeitura de São Paulo! e com certeza não é a obrigação de reabertura das escolas particulares sob a ameaça de demissão em massa de profissionais da educação. nós defendemos as aulas presenciais e queremos volta, mas não às custas da humanidade de estudantes, profissionais da educação pública e privada, e de nossas famílias.

defender a vida é defender o direito à saúde física, emocional, afetiva e mental da população. é direito de todes e é dever do poder público que nos representa garantir isso.

*Marília Moreno é professora da rede pública da cidade de São Paulo,
arteterapeuta, escritora, militante do gênero neutro e da minúscula no início
da frase e pode ser encontrada na internet pelo @textosdemarilia.

Marília Moreno

Marília Moreno é professora da rede pública da cidade de São Paulo, arteterapeuta, escritora, militante do gênero neutro e da minúscula no início da frase e pode ser encontrada na internet pelo @textosdemarilia.

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Os caminhos da fé em tempos de pandemia

Os caminhos da fé em tempos de pandemia

Entenda sobre como a fé pode ajudar durante a quarentena

Ola companheiros, pra quem não me conhece meu nome é Elias mais conhecido como Elias de Deus, minha missão era escrever esse artigo no começo da pandemia, porém aconteceram diversas coisas que me atrapalharam um pouco, e já vimos tantas coisas acontecerem nesse meio tento, ascensão do fascismo e ao mesmo tempo os antifascistas defensores da democracia se levantaram mesmo em meio a uma pandemia, isso é indignação, eu não fui as ruas por pessoas em casa que são do grupo de risco, mas admiro a coragem de quem foi defender nossa democracia, vimos o racismo sendo exposto de uma maneira tão brutal e triste, a desigualdade sendo desnuda, não temos ministro da saúde, dentre outros absurdos que aconteceram e ainda continuam acontecendo no nosso pais, eu moro na região da zona norte de SP, ( Brasilândia ) que é um dos lugares mais afetados pelo covid-19, mas nosso inimigo é mais antigo que esse a DESIGUALDADE, se nosso pais, nossa cidade, não fosse absurdamente desigual eu falo com certeza e convicção que muitas vidas seriam poupadas, aqui é um bairro chamado de periférico, em sua maioria negros, autônomos, donas de casa, trabalhadores informais, que ganham menos de um salário mínimo pra sobreviver , sem direitos trabalhistas e sem o privilegio do home oficce, muitos criticam a periferia por não estarem cumprindo rigorosamente a quarentena, mas de que jeito ? , e o feirante que tem que montar sua barraca pra ter o que comer? E a empregada que se não forem aos trabalhos os patrões não pagam? , e os trabalhadores de aplicativo? Os que não têm renda? São mais de 70 milhões de brasileiros na informalidade, esse mês são mais de 11 milhões de pessoas na fila do auxilio emergencial, o governo atual quer acabar com a pobreza SIM,  sabe como ? Exterminando, matando, e promovendo o genocídio nas comunidades mais carentes, se não houvesse tanta desigualdade que é nosso inimigo mais antigo o novo inimigo ( covid-19) não estaria avançando nessa guerra.

enfrentamos um dos piores momentos em nosso pais

Gostaria que nos encontrassemos em melhores situações, mas infelizmente enfrentamos um dos piores momentos em nosso pais, covid-19 e o desgoverno do atual presidente da republica, porém não quero mais trazer nessa mensagem o desespero e nem mais preocupações, e sim quero nessas poucas palavras trazer uma certa esperança a todos que estão lendo esse artigo, eu li uma carta de um homem chamado Tiago no que ele dizia: “ Feliz é a pessoa que um dia enfrenta uma crise e dentro dessa crise essa pessoa permanece forte e persevera, porque quando ela passar, todos que perseveraram terão em suas mãos a sua conquista e triunfante.”, e essa frase que Tiago escreveu se encaixa perfeitamente no cenário atual, e não é de hoje que enfrentamos momentos tão difíceis como disse anteriormente, o covid-19 é mais um problema que veio somar com os outros que já enfrentamos, problemas econômicos, sociais, retirada de direitos,  hegemonia fascista, racista, misoginia e entre outros, e sempre resistimos e enfrentamos todos esses problemas que vem ao nosso encontro, através da democracia conseguimos eleger pessoas em âmbito municipal,estadual e federal que nos ajudam nessa luta, esses problemas todos infelizmente  foram dados por aqueles que deveriam resolve-los, mas tudo me leva a frase que citei anteriormente é hiper necessário enfrentarmos juntos e sermos forte para conseguirmos vencer essa onda de problemas que esta sobre o nosso pais, se realmente queremos um resultado satisfatório, precisamos enfrentar com garra e com coragem, nem que isso signifique contrariar o presidente da republica que é contra o nosso sistema de saúde e a OMS 9 organização mundial da saúde ) colocando em risco nosso pais.

A maior conquista de um lutador não é o resultado final da luta, mas todo engajamento e esforço para enfrentar a guerra

Quero lhes trazer uma reflexão vejamos uma tempestade em alto mar, os animais marinhos passam por baixo dela, as aves passam por cima dela, o vento passa por dentro dela, o que todos têm em comum?  É que eles a enfrentam e JUNTOS, e quando a tempestade acaba e o sol bate nas águas e reflete no céu um arco-íris como sinal que a tempestade acabou, e vemos o quanto difícil e delicado foi o momento, mas enfrentamos, Caio Prado em seu livro A Revolução Brasileira disse e escreverei com minhas palavras para você entender melhor: A maior conquista de um lutador não é o resultado final da luta, mas todo engajamento e esforço para enfrentar a guerra.  Eu sei que todos estão sensíveis porque muitos de nos temos que abrir mão do trabalho, escola, família, convívio social e etc. Mas temos que visualizar o futuro, temos que olhar lá na frente, abrir mão de algo não é fácil, independente de como nós enfrentamos essa tempestade o importante é, permanecer firme, perseverar, significa ter esperança por mais mínima que seja, essa esperança vai ser a ponte que nos levara até o nosso arco-íris que simboliza muitas coisas como, por exemplo, por exemplo: pandemia estabilizada, economia firme, um pais menos desigual ,não importa a bandeira de luta que cada um levante, é essa esperança viva e ativa que vai nos fazer viver esses momentos que sonhamos e planejamos pro futuro do pais e pra nossa cidade.

Cristo ensinou e pregou a linguagem do amor

Eu como missionário cristão repudio com vigor, certos tipos de pastores que vão contra tudo que Cristo ensinou e pregou: a linguagem do amor, um grande mestre e muito inteligente disse uma vez: ‘’ama teu próximo como a si mesmo’’, só que ele não disse isso de uma forma narcisista, pois o amor é uma linguagem plural, diversificada, repleta de sinceridade e empatia, a forma de me amar pode ser diferente da forma que o meu próximo quer ser amado, é menos a forma e mais a intensidade, é proteger, é cuidar, é estender a mão por mais que essa forma em mim mesmo seja diferente da forma que amo o meu próximo, pois isso é uma das vertentes da forma do amor, mesmo que eu ache que ele não mereça ou que eu não mereça, eu assim o faço, porque o amor exige isso e se existem  lideres religiosos pregando o contrario: condenando, julgando, fazendo sinal de arma dentro de seus templos, apoiando atitudes fascistas, recebendo mais 30 milhões do governo pra suas emissoras com suas igrejas devendo mais de 100 milhões a união, como foi noticiado ontem 18/06 pra apoiar o governo em seus canais e seus templos , no meio de uma pandemia onde esse valor poderia ser revertido em saúde para salvar vidas, mas esta indo para o bolso de mercenários da fé, eles não possuem essa linguagem de amar que um dia nos foi ensinada na pele por Cristo que é puro amor e se eles estão fazendo o contrario do que cristo é eu afirmo, eles são seguidores do ANTI-CRISTO que é a aversão do que Cristo é/pregou/ensinou.

Ele foi humano, ele foi gente, andou, cuidou, protegeu e estendeu a mão para todo tipo de gente independente de qualquer coisa e hoje tentam deturpar essa atitude linda que andou entre nós um dia, que não tem nada de conservadora, pois ela não é restrita, não é guardada, não é contida e menos ainda privatizada, ela é sim compartilhada, aberta, oferecida mesmo com nossas limitações a oferece – lá, é repartida, é doada se chama GRAÇA, ele é gratuito essa linguagem de amar, ajudar/amar/cuidar/proteger mesmo que aos meus olhos seja imerecido, isso é o puro amor plural e imensurável deve ser retomada e anunciada em nossos dias, e agora com mais intensidade porque ela esta sendo esquecida, deturpada, diluída, depois de tanto esforço e suor pra faze – lá prevalecer, pessoas desumanas, governos desumanos, pessoas auto-intituladas seguidores de cristo se levantam dizendo portar essa linguagem, mas infelizmente são os que mais conseguem machucar e afastar a maioria das pessoas em que eles têm o contato, ainda mais no meio de uma crise como essa que o nosso dever é proteger e cuidar de nossos irmãos.

O que nos resta é termos a atitude de ‘’segurar a bronca’

É muito preocupante quando pessoa que tem certo tipo de influencia em nosso meio contraria uma crise mundial e põe em risco a vida das pessoas a qual eles dizem amar, isso é genocida, quando vemos essas pessoas convocarem outras para manifestações contra a democracia , cultos, reuniões, se aproveitando de uma pandemia dessas para acabar com nosso povo, eu faço um questionamento onde isso é amar? , dizem: Deus acima de tudo, acima de que? De todos mortos? Deus não compactua com isso NUNCA, querem culpar emissora de TV, querem culpar escolas de samba, querem culpar antigos governos, querem culpar lideres de outros países, e usam o nome de Deus pra isso, é inadmissível e inaceitável tal postura e nem preciso comentar que eles não possuem 1% do amor que falamos anteriormente, então o que nos resta,  a cada um de nós o qual sobrou a sanidade mental que falta neles,  termos a atitude de ‘’segurar a bronca’’, essa atitude de enfrentarmos juntos e firmes essa tempestade  e crer que vai  dar tudo certo e venceremos, enquanto eles  só pensam no dinheiro  que suas reuniões podem proporcionar e que é um dos motivos no qual eles repudiam o isolamento no meio dessa crise, nos temos que pensar no futuro e no presente de nossos filhos, netos, pais, avós, tios, isso sim é uma atitude de quem pensa verdadeiramente na família, que ao contrario do que eles pregam é bem diversificada e linda e merece ser protegida e cuidada, e isso não é conservador pois os conservadores sim querem destroçá-las em nome do seu deus que é o dinheiro.

Não podemos aceitar que esses governantes interrompam nosso progresso

O que eu quero, e imagino que a maioria de nós espera é o progresso, sempre ir pra frente e nunca retroceder, mesmo que os poderosos mecham seus pauzinhos pra ver o nosso retrocesso,  é esse o foco da nossa conversa desde o inicio, ficarmos sempre firmes pra resistir a essa opressão, permanecer  forte e em pé e esperançoso, mostrando a eles que não recuaremos e não aceitaremos nenhum direito a menos, e que esse período de pandemia também é resistência, somos resistência contra o genocídio em massa e a necro-politica de Bolsonaro e seus ministros, uma vez uma vereadora no rio de janeiro foi interrompida no meio do seu discurso por um seguidor desses governos fascista e ela bravamente rebateu e deu o recado: NÃO SEREI INTERROMPIDA, seu nome é Marielle Franco que deixou o seu legado e sua semente, é um ensinamento que vai prevalecer para todo sempre, não podemos aceitar que esses governantes interrompam nosso progresso menos ainda nossa esperança, a esperança de que teremos um pais menos desigual e uma ascensão dos direitos humanos e sociais,ela nos ensinou com a sua luta e devemos continuar lutando, não podemos tolerar a intolerância e sim combate-lá, e a combatemos permanecendo firmes, resistir a essa batalha invisível como temos resistido, vamos sim prevalecer e vencer essa guerra, por mais que uns ou outros dizem ao contrario, por mais que o desanimo venha, apenas um foco de esperança ira nos fazer vencer então não a perca, não pare de lutar.

Nós precisamos nos unir e nos fortalecer

Eu quero encerrar a nossa conversa propondo um desafio, pare e olhe o que tem agora ao seu redor, o que você sentiu?  Vazio? Solidão, Medo, insegurança? É realmente cada um de nós temos sentimentos diferentes em cada momento de nossas vidas, mas nesse momento eu quero  fazer você refletir mais uma vez, eu aprendi uma coisa estudando enfermagem que todo o alimento que consumimos bom ou ruim o nosso organismo vai separar coisas boas e ruins desse alimento, é como Yin-yang, duas energias opostas lado a lado, o que vai nos trazer uma certa diferença é qual vai prevalecer, é o que vamos aprender no meio dessa crise, qual vai ser nossa atitude no meio dela, é por isso que tenho falado de perseverança, luta, resistência, esperança, essa é a diferença, de um lado temos pessoas que decidiram colocar sua humanidade de lado e fazer as piores escolhas e seguir as piores linhas da vida, enquanto nos precisamos nos unir e se fortalecer escolhendo seguir a linha oposta deles, e seguir a esperança, o amor, a solidariedade, a empatia.

POVO BRASILEIRO TENHA FÉ, CONQUISTAMOS MAIS DE UMA VEZ A LIBERDADE E INDEPENDÊNCIA E NUNCA FOI FÁCIL, E ACREDITO QUE NUNCA VAI SER, SOMO UM POVO UNIDO MAIS DE 70%, SEMPRE TIVEMOS PESSOAS AMEAÇANDO NOSSO POVO, NOSSAS TERRAS, NOSSA CULTURA, NOSSA DIVERSIDADE, NOSSOS JOVENS, NOSSA SOBERANIA, TUDO, EU FAÇO UM APELO CONTINUEM ACREDITANDO EM UM FUTURO MELHOR, CONTINUEM CRENDO QUE O MELHOR ESTE POR VIR, MESMO QUE AS CIRCUNSTANCIAS SEJAM DESFAVORÁVEIS, SOMOS UM POVO FORTE DE SANGUE GUERREIRO EM NOSSAS VEIAS CORREM LUTA, SOMOS DESCENDENTES DE UM POVO SOBREVIVENTE, QUE NÃO NEGAMOS NOSSAS RAÍZES, SOFREMOS EM UM PASSADO DE ESCRAVIDÃO, DEPENDÊNCIA, TORTURA, MEDO, DOR  E ASSIM COMO FOI NO PASSADO, A HISTORIA NÃO ABSORVERA OS MAL FEITORES QUE TENTAM NOS DESTRUIR, CONTINUEM CRENDO NÓS TRIUNFAREMOS SOBRE O MAL NOVAMENTE. EU TENHO UM SONHO, E NESSE SONHO VENCEREMOS. RESISTA!!!

Elias de Deus

Elias de Deus

Elias de Deus é estudante de teologia bíblica e youtuber

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Saiba como ajudar na Greve dos Entregadores de Aplicativos!

É tempo de pandemia, e pra quase toda a população as coisas tem sido bem difíceis. Mas alguns puderam contar com o conforto e o luxo de ter tudo o que precisam entregue nas portas de suas casas. Trabalhadores de aplicativos viajam por toda a São Paulo diariamente entregando compras e comidas. Ao mesmo tempo muitos deles passam fome. As coisas não podem continuar assim. Por isso nós apoiamos a greve dos motoristas de aplicativo na próxima quarta dia 01/07. Pedimos para você também aderir ao movimento. Para isso é bem simples: não peça delivery AMANHÃ. Deixe para pedir hoje ou depois. Além disso poste nas suas redes sociais a #ApoioBrequeDosAPPs e avalie negativamente os aplicativos de delivery nas lojas de aplicativo.

cobrimos neste blog quão difíceis as coisas tem sido para os entregadores de aplicativo. Mas eles estão se organizando. A liderança Paulo Lima, mais conhecido como “Galo”, está organizando o Movimento dos Entregadores Antifascistas. A iniciativa ecoa o grito de “FOME”, e a busca de que as empresas garantam aos trabalhadores condições mínimas de vida.

Confira as principais demandas:

  1. Aumento do preço mínimo: a garantia de um valor mínimo e justo para o entregador ter em cada entrega.

  2. Aumento do preço por quilômetro rodado: recebendo as mixarias que recebem, muitos entregadores passam fome. Seria uma forma de aumentar seus ganhos.

  3. EPI: apesar do marketing, empresas como a Rappi e a iFood estão falhando em providenciar aos entregadores Equipamento de Proteção Individual, como máscaras e álcool em gel para os entregadores.

  4. Seguro de roubo, acidente e vida: atualmente se um entregador furar o pneu, for assaltado ou perder a vida a empresa não tem que arcar com nada! Isso é um absurdo e tem que mudar já!

  5.  Fim dos bloqueios indevidos: tudo é desculpa para os aplicativos bloquearem um entregador. Até coisas como um pneu furado ou uma tempestade inesperada podem custar ao entregador o direito de trabalhar por dias e até semanas.

Como VOCÊ pode ajudar!

Apesar de formada a pouco tempo o movimento já conta com núcleos e organização em dezenas de cidades brasileiras. Esse dia primeiro será histórico: os trabalhadores se levantarão para frear décadas de retrocesso e de uberização das condições trabalhistas! 

Faça você a sua parte, neste fim dia primeiro não compre de aplicativos. Respeite a greve, respeite os trabalhadores e mostre que você não vai aceitar que as pessoas te entregando comida estejam passando fome! Veja como ajudar:

  1. Não use o aplicativo amanhã (dia 01/07)

  2. Poste nas suas redes sociais a #ApoioBrequeDosAPPs

  3. Deixe uma avaliação ruim nas lojas de aplicativo em que você baixou pois apps de entrega. Aproveite para deixar um comentário falando que você não acha certo os entregadores passarem fome enquanto entregam comida. Use também a #ApoioBrequeDosAPPs

Importante: não é para deixar de usar os aplicativos indefinidamente. De acordo com o próprio Galo isso acabaria atingindo principalmente os trabalhadores. Mas se todas e todos, amanhã, deixarmos de usar os aplicativos estaremos mandando um recado claro em nome de dignidade, proteção social e comida para todas e todos!

“Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos!”

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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REFLEXÕES/CONSIDERAÇÕES E AÇÕES – PERÍODO DE SUSPENSÃO DE ATENDIMENTO/ATIVIDADES, DEVIDO A PANDEMIA DO COVID 19.

Conheça as trilhas da aprendizagem! E entenda como a educação pode ir para além das salas de aula

Isso tudo nos pegou de surpresa, estamos com medo e inseguros, diante de uma situação que não conhecemos e nem sequer, podemos recorrer a quem conhece, pois, ninguém na face da terra conhece de fato.

Talvez, nunca soubemos tão pouco sobre o que está por vir; assim, tudo que pensamos e falamos é: “Vai passar…”, e de um jeito ou de outro, vai mesmo.

Vale dizer, que o que estamos passando deixará marcas, memórias e lembranças, algumas muito boas, outras nem tanto, deste modo, consideramos que tudo depende de quem somos, de como enxergamos o mundo, de como nos conectamos uns com os outros, depende dos nossos recursos, das nossas concepções, das nossas limitações, assim como depende das nossas habilidades, dos nossos medos e das nossas ousadias.

Depende do que estamos dispostos a fazer durante este período, quem temos auxiliado e quem temos do nosso lado, oferecendo ajuda. Depende de como anda nossa paciência com as pessoas no supermercado; àquelas que insistem em se aproximar, mais do que o recomendado, e principalmente, de como está nosso entendimento de que nós mulheres/professoras, estamos carregando: o peso da administração da casa, dos animais, dos maridos, dos filhos, das plantas, dos nossos pais e/ou dos irmãos em nossas “costas largas”; sempre tão largas.

Para muitas mulheres estar em casa é também trabalho

Talvez os maridos estejam em home office, enquanto muitas de nós (a grande maioria na educação), trabalhando em casa, estamos em ”home-tudo” (sem ter no momento, a pretensão de tentar consertar, o que é uma luta há séculos), mas é fato, que entre tantos outros motivos, isto pode estar nos cansando e nos confundindo, pois não sabemos trabalhar sem o barulho das nossas crianças, sem administrarmos os conflitos existentes nas turmas de estudantes, sem olharmos cada um dos trinta e cinco como únicos, e identificarmos se estão felizes, animados, tristes, desanimados, receptivos ou tímidos.

Podemos neste momento sugerir, que o que mais faz falta no nosso fazer é trabalharmos o famoso “Currículo Oculto”, onde não há palavras que possam definir a diversidade e o encantamento que existem nas relações com os pequeninos, em suas descobertas, aprendizagens e reações. Professora é sim, um ser que fala com o olhar, que enxerga com o ouvido e que fala com o coração, no melhor sentido da palavra. Por estes motivos, que o nosso cuidado em não nos descaracterizarmos seja redobrado, durante esta separação social, à qual não escolhemos e muito menos provocamos.

Há poucos dias, tínhamos um espaço físico para trabalharmos, horários definidos, uma rotina para pensar nas crianças em suas especificidades, e para a partir delas, dos seus interesses, dos seus saberes e curiosidades, planejarmos nossas ações e nossos projetos de trabalho pedagógico.

Atualmente e por enquanto, temos um lugar de encontro que se chama Zoom, um canal de comunicação que se chama Facebook, um material que irá nortear o nosso trabalho e que se chama: Trilhas de Aprendizagem.

Sobre o Trilhas:

Ah, por que não nos consultaram antes? Teríamos pensado em tão boas ideias, possivelmente mais econômicas e mais eficazes para dialogar diretamente com as nossas crianças. Bastaria um bom livro de literatura infantil e um pequeno kit de brinquedos, contendo uma cordinha, uma peteca, um pião, uma bolinha, uma panelinha com colherinha, um carrinho, alguns papéis de diferentes tamanhos e texturas, cola, tesoura, lápis pretos e coloridos, fitas adesivas e giz de cera, ou seja, um pequeno kit-criatividade, mas enfim, o que está feito, feito está.

Contudo e infelizmente, era preciso rapidez para dar alguma resposta à sociedade letrada e ansiosa para saber como ficaria a situação escolar e assim, não houve tempo para pensar no que nossos pequeninos, de fato precisam, sobretudo, houve uma desconsideração no que se refere a uma infância com repertório próprio e com uma cultura própria, a quem o adulto acostumou-se a olhar de cima para baixo, mas então que passemos a analisar com profundidade o conteúdo proposto no Trilhas, que a nosso ver, dialoga até certo ponto com a família, como está posto.

Qual família?

Na nossa interpretação:

  • A família que tem endereço de fácil localização;
  • A família que consegue ler e interpretar os bilhetes que a escola envia, sem perguntar para Professora o que é, ou aquela que depois de ler o bilhete, não liga para a escola e pergunta do que se trata;
  • A família que lê textos no Facebook com mais de quatro parágrafos;
  • A família que tenha pelo menos um membro, que compreenda o papel da escola de Educação Infantil e ao folhear o Caderno/Trilhas, não irá questionar: a falta de desenhos prontos e estereotipados para serem pintados, os perversos traçados a serem contornados, os desenhos com copas de árvores para serem preenchidas com papel crepom verde colado em formato de bolinhas, bem arredondadas de preferência. Fazeres que pouco ou nada acrescentam para os pequeninos, pois eles os fazem sem nenhum desafio ou fazem, sem nada compreender e com interesses focados em outras coisas, como por exemplo: chamar atenção da professora ou do colega.
  • Família que tenha uma casa boa e confortável, com uma sala ampla, tapete aconchegante e uma enorme TV 32’ para mais, como traz a ilustração do Caderno Trilhas.
  • Família com estoque de alimentos suficiente, para testar uma receita de um delicioso bolo de chocolate;
  • Família que é familiarizada com o vasto e rico repertório da nossa música popular brasileira e que além das atuais músicas de cunho comercial e de rasas inspirações, costumam deixar que as crianças acessem o conhecimento que as canções podem ensinar;
  • Família que esteja habituada a ler para seus filhos e que tenham materiais em casa, para que uma caixinha com materiais diversos possa estar à disposição da criança;
  • Família que tenha um banheiro com box e um bom chuveiro, onde a criança possa brincar e se divertir com a água e aprender a estabelecer excelente relação entre hábitos saudáveis de higiene com diversão;
  • Família preocupada com a proteção da criança e que na verdade, não precisa do Trilhas para se orientar, pois intuitivamente já realiza todas as propostas contidas no Caderno Trilhas, de uma forma ou de outra.

Diante destas suposições, ainda temos o importante dado, de que demoramos por volta de duas horas ininterruptas para lermos o Trilhas de Aprendizagem, no qual estávamos bastante interessados.

Sobre nosso grupo de Professoras:

Eu quero que a escola se reinvente e se reinventar não significa transformar professor em youtuber, mas aprender a abrir mão do conteudismo, entender que a aprendizagem vai além do que é dado pela escola e aceitar que o ano letivo já não cabe mais em 2020.

Vivenciando a Pandemia, juntamente com todas as indagações, angústias e experiências que já citamos acima, estas mulheres, mesmo fora do seu habitat natural, corajosamente, buscaram de todos os recursos e meios possíveis para produzirem o que a princípio chamamos de atividades e agora já chamamos de “Histórias”, em um universo amedrontador e desconhecido para a maioria (tecnologias da internet) e assim, conectaram-se com as crianças que puderam ter acesso às nossas postagens no famoso canal de comunicação gratuito, também conhecido como Facebook, numa fanpage da nossa Unidade Escolar.

Juntaram-se em uma rede solidária de coleguismo e proteção, onde cada uma, à sua maneira, fez e ofereceu o melhor que pôde; isso ficou claro. Não sabemos com certeza, quantas crianças nos viram, quantas gostaram, nem tampouco, o que de fato conseguiram, mas é certo que alguns nos viram e ainda que tivesse sido uma única criança, já teria valido a pena.

Calculamos grosseiramente, que o tempo que as docentes levaram para realizarem tais produções, fora infinitamente menor do que o tempo que utilizaram para pensarem o que fariam, como fariam, e principalmente com qual objetivo fariam, enfim um precioso tempo.

Sobre nossas principais intenções para maio e junho/2020:

Avaliarmos conjuntamente as produções e postagens na fanpage do Facebook, durante este mês de abril e chegamos à conclusão de que urge: planejar uma escola SEM DIST NCIA dos nossos princípios, das nossas concepções, da nossa ética, da equidade, da gratuidade, do que é laico, da inclusão, das Artes, das brincadeiras, da infância, dos vínculos afetivos constituídos como inerentes aos nossos fazeres diários, e constantes em nosso PPP – Projeto Político Pedagógico.

Propiciar para as professoras, formações de caráter reflexivo e dentro de análises críticas do atual momento da Pandemia (vídeo da FEUSP), lives e palestras sobre a temática, que nos auxiliem acerca de como podemos nos situar de forma consciente sobre o papel da escola de Educação Infantil e os fazeres das professoras, durante este período tão atípico.

Elaborar de forma mais ampla e democrática, mais um canal de comunicação gratuito com as famílias, com objetivo de estabelecer um alcance possivelmente maior e mais apropriado para conhecermos de fato quem estaremos atingindo, criação de grupos de Whatsapp, administrados pela Equipe de Apoio e Equipe Gestora.

Estarmos atentos para acolhermos a equipe docente a toda comunidade escolar em suas necessidades, anseios, inquietações, sugestões, formando assim, uma rede de proteção dentro das nossas possibilidades.

Trilha sonora: Miséria – Titãs

Miséria é miséria em qualquer canto

Riquezas são diferentes

Índio, mulato, preto, branco

Miséria é miséria em qualquer canto

Riquezas são diferentes

Miséria é miséria em qualquer canto

Filhos, amigos, amantes, parentes

Riquezas são diferentes

Ninguém sabe falar esperanto

Miséria é miséria em qualquer canto

Todos sabem usar os dentes

Riquezas são diferentes

Miséria é miséria em qualquer canto

Riquezas são diferentes

Miséria é miséria em qualquer canto

Fracos, doentes, aflitos, carentes

Riquezas são diferentes

O Sol não causa mais espanto

Miséria é miséria em qualquer canto

Cores, raças, castas, crenças

Riquezas são diferenças

A morte não causa mais espanto

O Sol não causa mais espanto

A morte não causa mais espanto

O Sol não causa mais espanto

Miséria é miséria em qualquer canto

Riquezas são diferentes

Cores, raças, castas, crenças

Riquezas são diferenças

Índio, mulato, preto, branco

Filhos, amigos, amantes, parentes

Fracos, doentes, aflitos, carentes

Cores, raças, castas, crenças

Em qualquer canto miséria

Riquezas são miséria

Em qualquer canto miséria.

FIM

28 de Abril, 2020
EMEI PADRE NILDO DO AMARAL JUNIOR
EQUIPE GESTORA: Elaine Coutinho, Eloisa Ramires e Hélio Brasileiro

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A rebeldia da juventude e o coronavirus: epicurismo ou realidade?

A rebeldia da juventude e o coronavirus: epicurismo ou realidade?

Entenda o que está acontecendo com a juventude nas quebradas durante a pandemia

Uma das preocupações durante a quarentena entre os educadores, especialmente os que atuam no Ensino Fundamental e Médio, é sobre o que seus alunos que não estão interagindo nas plataformas virtuais estão fazendo. Se estão bem.

Não faltam relatos de ruas cheias de jovens empinando pipas, de fluxos lotados ou de colegas mudando as fotos de perfil nas redes sociais com mensagens de luto.

É importante pontuar que via de regra muitos jovens dos extremos periféricos estão sendo contaminados e parecem desafiar as regras de cuidados impostos durante a quarentena.

Por outro lado, já vivem em meio às piores expectativas de vida da cidade. São os que não têm acesso ao saneamento básico. São os que esperam por 9 horas para uma consulta simples. São os que são selecionados negativamente na vaga de emprego pelo CEP. São muitas vezes os que dividem um cômodo para 7 pessoas da família. São os que não possuem acesso a diferentes fontes de lazer que muitas vezes é proporcionado pelas interações na escola. São as maiores vítimas de morte violenta e de “erros” por parte do Estado, é neles que cabe a justiça com as próprias mãos, furto de chocolate vira chibatada, furto de carne gera tortura com choques.

Falar que estão arriscando as vidas e que podem morrer por um vírus significa o que na rotina de vida desses meninos?

Sabe aquele papo do aluno que não sabe se vale a pena ser como o “bandido” da vila, pois é respeitado, anda de moto, tem namoradas, tênis da moda e uma TV legal em casa? Ele te fala que sabe que provavelmente viverá pouco, mas terá aproveitado ao máximo.

Às vezes é exatamente essa a impressão deixada quando alguns compram pebolim ou churrasqueira durante a quarentena e festejam como se não tivesse amanhã.

Em tempos normais, com alguns dias de não comparecimento às aulas a escola tenta contato com família, com conselho tutelar. E durante a quarentena? O trabalho dos conselhos precarizados foi intensificado? Quais as ações foram pensadas pelo governo para a busca ativa desses nossos estudantes? Quais foram as estratégias reais de proteção a essas vidas e de prevenção a evasão? Provavelmente poucas ou nenhuma, afinal os que eram invisíveis antes da pandemia, continuam tristemente a sê-lo.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela esucação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um Auxiliar Técnico em meio à pandemia de corona vírus covid 19.

Eu me chamo William Silva Figueiredo, auxiliar técnico de educação, trabalhando na Prefeitura de São Paulo desde 2009 e no CEU Água Azul Cidade Tiradentes na Gestão desde 2015. Descreverei como estão sendo estes dia de trabalhos em tempo de pandemia, pois como é do conhecimento de todos, o Quadros de Apoio da Educação Municipal não obteve o direito ao isolamento e sendo assim continuamos trabalhando.

Com a pandemia, assim que tomei conhecimento das suspensões de todas as atividades e fechamento do CEU, confesso que de primeiro momento fiquei assustado por nunca ter visto algo de igual impacto, tudo ficou deserto e silencioso, os alunos das três escolas sumiram, a comunidade que frequentava diariamente as atividades físicas, teatrais entre outras também foram obrigadas a pararem de frequentar, mesmo com tudo isso acontecendo os trabalhos administrativos foram mantidos e tivemos (ATE’s e Gestão no Geral) que nos desdobrar para manter funcionando, pois além de todo o ocorrido tivemos que administrar a ausência dos companheiros de trabalho que mesmo sendo do quadro de apoio, fazem parte do grupo de risco e precisam do afastamento do trabalho presencial.

Batalhando com o risco de morte

O contato com a comunidade que era frequentemente realizado frente a frente passou a ser na maioria das vezes por telefone evitando o menor contato possível, e a convivência no local de trabalho com os servidores e funcionários, ficaram completamente diferentes e sempre repletas de incertezas em relação ao contagio do vírus, pois o CEU tem além dos servidores, um grande número de pessoas que compõe o quadro de limpeza e segurança, sem contar com os prestadores de serviços que nesse tempo de pandemia estão trabalhando na manutenção dos espaços. Cabe ressaltar que uma das esposas de um funcionário da segurança testou positivo para a COVID 19, e ele teve que ser afastado para cumprir o isolamento social. Graças a Deus, ele testou negativo e sua esposa e filhos estão bem.

Apesar de tudo, os ATE’s lutam para fazer a diferença!

Recentemente, dia 12/maio, perdemos um funcionário para a covid 19, também da segurança do período noturno, e diante de todos os ocorridos e relatados de usuários da comunidade que também testaram positivos uns internados, outros isolados, continuei no empenho de minhas obrigações habituais colaborando recentemente na entrega de cestas básicas referentes a um projeto de Rugby (esporte) onde foram doadas cestas de alimentos para os praticantes do referido esporte. Além dessa ação social está em prática outra, que também entregará cestas básica (Associação do bairro), essa ação será realizada às sextas-feiras, em horário comercial. Contamos também com fabricação de máscaras faciais, que são confeccionadas em um baú de uma carreta que está estacionada no
estacionamento do CEU (projeto do governo do Estado com parceria das ETECs).

O meu sentimento em estar trabalhando em plena pandemia e mesmo tomando todas as precauções e recomendações necessárias, é o de incerteza, pois nunca se sabe se fui ou não contaminado, mesmo que todos os cuidados estejam sendo tomados sempre temos contato com pessoas e objetos, isso me deixa extremamente preocupado e incerto, mas com a certeza que estou contribuindo com algo para que tudo isso passe e volte ao normal para que possamos usufruir de nossas vidas como comumente fazíamos.

Escrito por um ATE

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A dualidade entre o real e o ideal!

A dualidade entre o real e o ideal!

Entenda sobre o descaso da administração pública contra os professores e alunos!

Estamos diante de tantas incertezas que nos causam medo, dúvidas e indignação, por isso, gostaria de iniciar com uma frase de Darcy Ribeiro, antropólogo, escritor e político brasileiro: “só há duas opções nessa vida; se resignar ou se indignar.” E Darcy Ribeiro afirmou que não iria se resignar nunca! Assim como ele, eu também não posso me resignar, uma vez que ao professor é inerente professar! Não posso me omitir neste momento e digo que a nossa categoria, como um todo, está indignada diante deste contexto pelo qual a educação vem sendo submetida!

Como dizia Paulo Freire, “me movo como educador porque, primeiro, me movo como gente!” É como gente que me sinto indignada! – Pelo descaso à educação; – Pela falta de elementos pontuais aos trabalhadores da saúde; – Pelo descaso à população periférica e negra; – Pela mulher e a violência sofrida em silêncio mais do que nunca; – Pela falta de condições para que a população pudesse ficar em isolamento social; Enfim, não nos falta pelo que nos indignarmos! Trago uma afirmação da filósofa húngara Agnes Heller, foi professora de Sociologia na Universidade de Trobe, na Austrália, “Se agimos, somos responsáveis pelo que se realiza através de nossa ação; se nos afastamos da ação, somos responsáveis pelo que não fizemos.” (Carecimentos e valores, em “Para Mudar a Vida: Felicidade, Liberdade e Democracia”, Editora Brasiliense)…. 

A Secretaria Municipal de Educação contraria a OMS

Segundo a Instrução Normativa número 38, publicada pela Secretaria Municipal de Educação em 22/11/2019 sobre as diretrizes para a elaboração do calendário de atividades para o ano letivo de 2020 nas unidades escolares, o período destinado ao recesso escolar seria de 10 a 19/07. Contudo, em março, esse período foi antecipado para 23/03 a 09/04, medida adotada pela Secretaria Municipal de Educação como forma de enfrentamento inicial à pandemia, naquele momento adotar tal medida foi a solução mais simples tomada, que não exigiu esforço por parte da SME. Além de tardia, mostrava o despreparo no trato em relação à Covid 19, pois não foi eficaz, uma vez que sabíamos que não se tratava de uma “gripezinha”.

Sendo assim, o período destinado ao recesso escolar, seria, como de fato foi, insuficiente diante dessa realidade. Tanto que SME se viu na necessidade de publicar instruções normativas, em virtude da manutenção das escolas abertas visando a adequação ao trabalho de gestores e do pessoal do quadro de apoio, forçando-os a cumprirem plantões nas escolas, totalmente na contramão das orientações da Organização Mundial de Saúde, que pedia pelo isolamento social, ignorando os milhares de apelos pelo fechamento das escolas.

Cada vez mais SME apresenta justificativas para manter as escolas em funcionamento, inclusive contrariando sua própria orientação, pois na instrução normativa no 13/2020, no artigo 4o dispõe que não haverá atendimento ao público, e dessa maneira, desrespeita seus profissionais, expondo-os nesse enfrentamento, nas trincheiras pela educação, exercendo para além do nosso papel de educador e da escola enquanto instituição educacional, suprindo mais uma vez as faltas de políticas públicas do governo, e cada vez mais, absorvendo as mazelas sociais nunca tão visíveis e de forma tão escancarada. 

Os servidores públicos devem se orgulhar!

A equipe escolar (quadro de apoio e gestores) mantida como guarda patrimonial, vulneráveis à toda forma de violência social, ou à contaminação quando colocados num trato direto com a população para garantir uma prestação de serviço assistencial que não deveria ser de competência dos profissionais da educação. A naturalização da exclusão pela negação da realidade. Vitor Paro, professor da Faculdade de Educação da USP e grande especialista em gestão democrática, esteve recentemente num bate-papo com o vereador prof. Toninho Vespoli e foi veemente na questão do fechamento das escolas, pontuando duras críticas ao atual governo em relação a forma de gerir e ao sistematizar uma relação vertical, desconsiderando os profissionais envolvidos. 

Nós, servidores públicos, que estamos no atendimento direto à população, devemos nos orgulhar em conseguirmos cumprir com efetividade nossas funções, muitas vezes sem o mínimo necessário nas repartições públicas, mas realizando um serviço eficaz e garantindo ao munícipe um atendimento efetivo. 

É triste saber que a escola pública, tão sucateada, reflexo de anos de abandono, é e talvez seja sempre a única opção à população! Para Vygotsky, psicólogo bielorusso, o homem é um ser que se forma em contato com a sociedade. 

“Na ausência do outro, o homem não se constrói homem”. Sua compreensão é a de que a formação se dá na relação entre o sujeito e a sociedade a seu redor. Assim, o indivíduo modifica o ambiente e este o modifica de volta. 

A EAD ressalta as desigualdades

Numa pandemia, instituir uma EAD, estranha ao processo educacional e esvaziada de sentido, ressalta as desigualdades e as condições insalubres, evidenciando a falta de um ambiente favorável à alfabetização e as experiências cognitivas, culturais, sociais, afetivas e lúdicas diante de um processo histórico nas relações territoriais. Entretanto, quando falamos em educação, é fundamental abordamos as legislações pertinentes.

Recentemente acompanhei uma live com a professora Selma Rocha, prof.a da FEUSP, atuou na SME entre os anos de 1989 a 1992, também fez parte do Conselho Municipal de Educação. Em sua fala, ela resgata a importância dos marcos legais e o direito inalienável à educação, previstos nos artigos 205 e 206 da constituição nacional, a lei 9394/96, nossa LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e o Plano Nacional de Educação, que institui a educação como um direito de todos e dever do estado e da família dos 04 aos 17 anos, de forma presencial, e a Educação à distância, somente de forma complementar. 

Não há educação sem afeto

O parecer do CNE não caracteriza a educação remota, mas entende que há a necessidade da realização de atividades pedagógicas não presenciais, na tentativa de evitar uma ruptura ou lacuna no processo de aprendizagem, bem como a perda do vínculo com a escola que poderá levar à evasão… Precisamos pontuar a medida provisória 934/2020 que possibilitou a flexibilização do calendário escolar em carácter excepcional ao cumprimento dos 200 dias letivos, mantendo porém a exigência em relação às 800 horas. “Se você acha que educação é cara, experimente a ignorância!” Derek Bok. 

Se educar é impregnar de sentidos, garantir a permanência dos vínculos é fundamental na relação estabelecida entre o professor e seus alunos. Não há processo de aprendizagem sem os sujeitos de direitos exercendo amplamente suas potencialidades e capacidades, favorecidos por um diálogo de possibilidades, carregados de significados sob o olhar sensível do professor, fica ainda mais notório na educação infantil, que se impregna de sentido pelos cheiros, sons, sabores, cores, ao acalanto e toque das mãos dx educador(a)! 

“A primeira ideia que uma criança precisa ter é a da diferença entre o bem e mal. E a principal função do educador é cuidar para que ela não confunda o bem com a passividade e o mal com a atividade.” – Maria Montessori. 

O professor é o mediador de todo esse processo de aprendizagem e não um mero burocrata transmissor de conteúdo. 

Para tanto, há de fato uma importância da documentação pedagógica e o registro como forma fundamental de preservar e legitimar o processo construído, sem no entanto levar a uma burocratização enfadonha de planilhas e relatórios desconexos, sem nenhuma base científica, que nem de longe expressam a sistematização de um trabalho educacional, mas evidencia uma alienação, ainda que imposta, como uma justificativa documental. Mas o retorno à rotina escolar é inevitável… E está aí rondando às nossas portas e insistindo em nos tirar o pouco da preservação e serenidade que nos resta!

Se a educação se faz para além dos muros escolares, e assim entendemos quando acolhemos aos alunos e seus familiares, também precisamos saber como garantir dentro do espaço físico das escolas e de acordo com a sua realidade, como será essa volta. As escolas públicas, em particular as do município, tiveram redução do número de funcionários nas equipes de limpeza, e portanto é evidente que houve uma precarização dos serviços de higienização dos ambientes escolares e de todo o material ali contido, sobrecarregando os funcionários que são responsáveis pela realização do serviço. 

Precisamos pensar nos direitos dos alunos em sua totalidade

Importante destacar que alguns Centros de Educação Unificado, os CEU’s, estão acolhendo moradores em situação de rua em salas de aulas de suas unidades. De fato, tal acolhimento, recebe nosso respeito, mas como farão, diante dessa situação, quando retornarem às aulas? É pontual destacarmos outra questão em relação aos prédios escolares públicos, pois em regra, com raras exceções, a condição da estrutura física requer manutenção urgente e falta espaços externos. Para Paulo Sergio Fochi, professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e especialista em Educação Infantil, precisamos pensar nos direitos das crianças, os alunos em sua totalidade, e de seus familiares na construção deste retorno, o acolhimento e o afeto, a aceitação e adequações às possíveis mudanças nesse retorno, inclusive ao ambiente escolar, participar e compartilhar das decisões, serem orientados e receber as informações necessárias para se sentirem tranquilizados…

Mas quem fará esse processo em relação à nossa equipe escolar, até agora em plantão? Bem como aos professores que também precisam sentir que estão acolhidos, protegidos e saber que sua saúde e sua vida serão preservadas! Escola é um organismo vivo, onde todos devem conhecer as ações desenvolvidas, entender como ocorrem as relações, com criticidade para esse espaço e suas intencionalidades, e assim deveriam comungar das mesmas concepções. Clarice Lispector se referindo à educação: “Ela tem em si água e deserto, povoamento e ermo, fartura e carência, medo e desafio. Tem em si a eloquência e a absurda mudez, o requinte e a rudeza.” 

“Mais vale errar se arrebentando do que poupar-se para nada.” Darcy Ribeiro. 

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli é professora de educação infantil e ensino fundamental; pedagoga e Psicopedagoga Pós graduada em Direito Educacional. Atualmente ocupa o mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli

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A Alimentação Escolar durante a quarentena

A Alimentação Escolar durante a quarentena

Entenda o descaso dos governantes com crianças que passam fome!

A pandemia de covid- 19, dentre outras coisas, escancarou um papel que as escolas ocupam: espaço responsável pelas principais refeições de muitos dos estudantes.
Não são incomuns os relatos de professores recebendo mensagens de estudantes perguntando sobre alimentação durante as interações online. Outra realidade é a dos profissionais em plantões nas escolas ( gestores e quadro de apoio) que atendem telefonemas ou pessoas batendo nas portas das escolas em busca de informações sobre o cartão- alimentação ou a possibilidade de doação de cestas básicas.

A realidade financeira de muitas das famílias mudou devido ao contexto da quarentena, muitos com salários reduzidos ou com a perda dos empregos, mesmo fora das listas de beneficiários de programas sociais governamentais.

Mesmo que o direito à alimentação esteja garantido na Declaração dos Direitos Humanos, PIDESC, Constituição e ECA, a fome ainda é uma realidade e agravada devido aos estudantes não terem o direito à alimentação escolar garantido. Pelo contrário, governantes têm caminhado no sentido oposto, levando a alimentação escolar como direito de alguns.

Alimentação não é caridade, é dever do Estado!

É indiscutível a relação da garantia da alimentação como preceito para aprendizagem. O Programa de Alimentação Escolar gratuita e universal representa a maior e mais abrangente experiência em Políticas Públicas de alimentação e nutrição na América do Sul, além de ser um dos mais antigos no mundo.

Desta forma, é incompreensível num momento de agravo social e sanitário, impor a privação ao direito dos estudantes de se alimentarem de forma adequada. Argumentar sob o véu da legalidade contratual, quando de fato dados da própria prefeitura apontam o gasto efetivo realizado de pouco mais de 10% do valor total a ser recebido do governo federal chega a ser irresponsável, pois se trata de direito e não de caridade para alguns que estão nos critérios estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação que nem sequer são os mesmos adotados pela Assistência Social, que tem como característica o atendimento da população em maior vulnerabilidade.

Se a alimentação escolar é um direito universal aos alunos, em atividades remotas todos continuam a serem alunos e, portanto devem receber o equivalente à refeição realizada na escola. Essa equivalência precisa inclusive levar em conta que o poder de compra do governo e avulsa são diferentes. Ofertar alimentos aos estudantes seguindo os preceitos da FNDE torna-se mais que urgente para garantir a segurança alimentar dos estudantes que já são tão vulneráveis e estão prejudicados por diversas políticas de governo que não estão considerando-os como sujeitos de direitos e que precisam ter a proteção e ações voltadas para a universalização e em condições de igualdade.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela educação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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