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O apagamento da variante Delta e a volta às aulas

O apagamento da variante Delta e a volta às aulas

O último mês, concomitante ao aumento de contaminações e mortes em outros países pela variante Delta do vírus Covid-19, o Brasil tem anunciado o retorno presencial para 100% dos bebês e crianças nas escolas.

A chamada 3º onda tem sido anunciada por pesquisadores ainda no mês de setembro aqui no Brasil, o que pode aumentar de forma vertiginosa o número de internações e mortes, em especial entre a população não completamente vacinada. Mas afinal quem são os não-vacinados?

Justamente o público atendido nas escolas! Aliás, bebês e crianças de até 12 anos de idade não possuem nem sequer a expectativa de serem vacinados. Ou seja, mais uma vez, a experiência de outros países que poderia antecipar ações de combate ao vírus estão sendo ignoradas! E isso não tem partido, tem alinhamento político! Em São Paulo, por exemplo, apesar dos discursos um pouco distintos, as medidas negacionistas têm sido tomadas nas 3 esferas!

É fato recorrente a grande mídia e governo utilizarem argumentos de “especialistas” de que as perdas na aprendizagem escolar e isolamento são maiores para as crianças no contexto de pandemia. Isto é fato! Mas existe perda maior do que a vida? É proposital ignorar a ampla divulgação do número de internações, mortes e sequelas pós-Covid em cidadãos que, biologicamente e socialmente, ainda estão em fase de formação? A receita é simples: aumenta o risco pois aumenta a circulação, o contato e a transmissibilidade.

Uma analogia muito interessante feita pelo analista de dados Isaac Schrarstzhaupt é a de guerra: “se está havendo um bombardeio há um ano e meio, será que as pessoas vão perguntar se podem sair entre uma bomba e outra”?

Desde março de 2020 a maior cidade do país não conseguiu rever sequer o número de funcionários entre as equipes de limpeza, não conseguiu suprir as vagas de PAAIs e estagiários e nem oferecer máscaras adequadas em quantidade suficiente para funcionários e estudantes.

Além disso, pelo público atendido e número de estudantes por agrupamento, não há como esperar um “cenário perfeito” de cumprimento de protocolos. O distanciamento que vem sendo diminuído há cada novo documento norteador não é possível de ser realizado. Os profissionais ainda serão vacinados em segunda dose no mês de setembro e a imunização esperada será atingida somente após 28 dias da vacina (e com menor eficácia neste nova variante), lidando com um público não-vacinado e que todos podem continuar transmitindo… que tipo de resultado está sendo esperado com essa irresponsabilidade?

“Melhor” seria defender então tirar a decretação de situação de emergência e bancar as consequências do que estão fazendo mediante uma catástrofe anunciada com a população que deveria estar mais protegida e que carreguem o peso e assumam a carapuça do que realmente são: GENOCIDAS! Argumento chocante, não?

Plausível seria defender isso se não estivesse se falando em crianças e vidas e que existisse espaço para tentativa e erro. Assim sendo, enquanto não for controlada a pandemia e que a população em geral esteja vacinada, não há como defender com tranquilidade, amparado em qualquer argumento o retorno “normal” às aulas presenciais nas escolas sem que esteja em risco seja nosso bem mais precioso…

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Antivacinas são genocidas

Antivacinas são genocidas

Entenda porque é fundamental que TODOS se vacinem!

O Brasil parece fazer questão de acompanhar o resto do mundo quando o assunto é “modinhas” desastrosas. Foi assim que acabamos com apoiadores de ideias terríveis entre os nossos, como os que negam o aquecimento global, os defensores do neoliberalismo, e os jogadores de Fortnite. Ok, talvez uma dessas modinhas seja um pouco menos terrível. Mas brincadeiras à parte, a última delas é a recusa em reconhecer a eficácia científica das vacinas. O famoso movimento antivacina, ou em inglês, os “antivaxers”. Este tipo de comportamento está colocando vidas em jogo. E não só as das pessoas que recusam as vacinas. A saúde de todos está em risco. A verdade é que os antivacinas são genocidas!

Primeira coisa importante de se entender: vacinas funcionam. E não é uma questão de “acreditar”. As vacinas para serem disponibilizadas, mesmo que em regime emergencial, passam por rigorosos testes e controles de qualidade. Quando se trata do coronavírus, existem basicamente dois tipos principais de vacina (na verdade três, mas para simplificar aqui eu trato junto das vacinas de adenovírus e coronavírus inativado): o primeiro, e mais tradicional, se resume à inserção de pedaços do vírus na corrente sanguínea. O procedimento induz uma reação em quem recebe a vacina que estimula a produção de anticorpos capazes de combater o vírus. Dá pra pensar que é como se fosse uma daquelas simulações de incêndio. O corpo humano seria o prédio, e as pessoas seriam as células e os anticorpos. Quando o incêndio é simulado, as pessoas aprendem o que tem que fazer para se salvarem em caso de ameaças reais. Da mesma forma, os pedaços de vírus servem como um alarme falso, mas que “ensina” o corpo como se preparar para uma ameaça real. A tecnologia é segura, e funcionou para controlar e erradicar uma porção de doenças no mundo, como a febre amarela e a peste bubônica.

O segundo tipo de vacina é mais recente, porém igualmente seguro. Partículas microscópicas criadas em laboratório passam “instruções” para o núcleo das células fabricarem proteínas capazes de lutar contra o vírus. A tecnologia é inovadora, e pode, no futuro, ser utilizada para tratar, e mesmo curar, doenças como a AIDS e alguns tipos de câncer.

Ambos os tipos de vacina funcionam. Mas nenhuma delas funciona 100% das vezes. É possível, embora seja raro, uma pessoa vacinada ainda assim se infectar. Mas as chances são uma fração do que seriam se a pessoa não tivesse se vacinado. No entanto, para evitar riscos, é importante que, mesmo após a vacina, enquanto durar a pandemia, as pessoas que foram vacinadas continuem usando máscaras, evitando sair de casa sem necessidade e lavando as mãos sempre que possível.

Apesar de não existirem dúvidas sérias quanto ao funcionamento e segurança das vacinas, um número preocupante de brasileiros diz que não pretende tomá-las . Segundo pesquisa do Datafolha, 8% das pessoas não querem tomar a vacina. Alguns podem até achar bonito. Afinal, o cara só vai estar arriscando a sua vida, certo? Mas aí é que está. Não é bem assim. A pessoa que se vacina não está apenas se protegendo. Está, também, ajudando a proteger toda a sociedade. Acontece que quem não se vacina e se infecta com o vírus, corre o risco de transmiti-lo a outras pessoas que não puderam ainda se vacinar. Ou seja, se ainda não chegou o seu momento de se vacinar, as outras pessoas que forem receber a vacina estarão, também, diminuindo as suas chances de se contaminar. Do contrário, aquele que recusar a vacina estará atentando, mesmo, contra a vida de todos os outros que não a receberam ainda! Ou seja, os antivacinas são genocidas, na medida em que contribuem para a continuação da pandemia 

Mas você talvez diga “mas eu já me vacinei, então que se dane!” Também não é bem assim. Acontece que se o vírus ficar circulando por muito tempo, mesmo que fosse apenas entre as pessoas que se recusassem a tomar a vacina, aumentaria o risco de ocorrerem mutações no vírus, capazes de torná-lo resistente às vacinas já desenvolvidas. Até agora isso não parece ter ocorrido. Felizmente, todas as vacinas parecem ser eficazes contra todas as variantes descobertas até o momento. Mas não há garantia de que esse será sempre o caso. Há razão para se preocupar.

Em um mundo ideal este texto não seria necessário. Vacinas salvam vidas, e são a melhor arma contra a covid-19. Mas graças ao fanatismo ideológico vindo de setores anti ciência da extrema direita, torna-se necessário lembrar do óbvio. Quando chegar a sua vez, vacine-se. E se conhecer alguém que se recusa a se vacinar, fale com essa pessoa. Explica que não é apenas sobre ela, mas também sobre a saúde de toda a nação. Explica que os  antivacinas são genocidas. Não precisamos de mais mortes por uma doença que já tem cura.

 

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No Brasil, covid é genocídio

No Brasil, covid é genocídio

Saiba como classe, cor, renda e educação afetam suas chances de ser vítima da pandemia

Pessoa negra, pobre, de periferia, sem ensino básico completo. É esta a cara das vítimas da Covid no município de São Paulo, segundo novo estudo “trabalho, território e covid-19 no município de São Paulo”, do Instituto Pólis. Os resultados da pesquisa não foram surpresa nenhuma para qualquer um que estude o tema. Já desde março de 2020 sabíamos que a população da periferia era a que mais morria por Covid. Mas agora simplesmente não há mais como negar: no Brasil, covid é genocídio contra a população pobre e negra!

Primeiro de tudo, é importante olhar pra os dados: 76,7% das vítimas da covid em São Paulo não tinham ensino básico (fundamental + médio) completos! Mesmo considerando que a população sem ensino completo na região Metropolitana de São Paulo é de 58,9%, ainda assim percebe-se chance muito maior entre pessoas sem escolaridade do que com escolaridade. A título de contraste, quem possui ensino básico completo participa em 23,3% dos óbitos, sendo 41,1% da população. Ou seja, a chance de alguém sem ensino médio completo morrer por Covid é 2,3 vezes maior!

Além disso, estudo que analisou as mortes entre março e setembro de 2020 em São Paulo demonstrou que pessoas negras têm 81% mais chance de morrer do que pessoas brancas. Outra análise, demonstra que pessoas da periferia tem até 3 vezes mais chance de morrer!

Mas os recortes não param por aí! retornando para os dados da pesquisa da Pólis, as áreas profissionais com maiores riscos de morte, além de aposentados e donas de casa (grupos em que a maioria das vítimas foram idosos), foram a de motoristas de táxi e de aplicativos, e a de empregadas domésticas. Ou seja, ocupações “de bico”, com muita instabilidade, compostas, em grande parte, por pessoas desempregadas, desesperadas para trazer o sustento para os seus lares.

Tudo isso evidencia como as políticas (ou falta de políticas) praticadas pelos governantes acabaram por se mostrarem genocidas. A Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio de 1948, define como genocídio, entre outras coisas, “submeter intencionalmente o grupo [nacional, étnico, racial ou religioso] a condição de existência capazes de ocasionar-lhe a destruição física total ou parcial”.

A maioria dos dados expostos na matéria são antigos ou óbvios, o tipo de coisa que qualquer um minimamente interessado no bem estar da população deveria considerar. E as ações para mitigar os efeitos da pandemia entre os grupos mais afetados seriam, também, óbvias! Medidas como renda emergencial para todos que precisassem, durante um lockdown mais rigoroso e efetivo era exatamente o que especialistas no tema vinham recomendando desde o começo da pandemia! Só por aí, sendo tão grande a inépcia das forças públicas, já se torna razoável pensar em crime de genocídio (inclusive para as gestões municipal e estadual de São Paulo).

Mas mais que tudo isso, a recusa expressa de Bolsonaro em comprar vacinas sendo vendidas, entre outras, pela Pfizer e pela China, revelam um descaso total com a vida humana! E um descaso que afeta, desproporcionalmente, pessoas negras e pobres. Ou seja, a gestão de Bolsonaro foi genocida por submeter um grupo étnico e racial específico a condição de existência capaz de ocasionar-lhe a destruição física total ou parcial! Ou seja, graças a Bolsonaro, no Brasil, covid é genocídio!

Precisamos lutar contra o genocida!

Se você se indignou ao ler estes dados, ajude-nos a mudá-los! Amanhã, sábado, dia 29 de maio no MASP, venha para a manifestação contra Bolsonaro, e pela vacina! Juntos vamos vencer o genocida!

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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AUGE DE MORTES POR COVID 19 E Doria/COVAS QUEREM ESCOLAS ABERTAS. QUEM ESTÁ POR TRÁS DISSO?

AUGE DE MORTES POR COVID 19 E Doria/COVAS QUEREM ESCOLAS ABERTAS. QUEM ESTÁ POR TRÁS DISSO?

Entenda as verdadeiras razões para doria querer continuar com o retorno às aulas presenciais em São Paulo

O governador João Doria e o Prefeito Bruno Covas/ PSDB insistem no retorno irresponsável das aulas presenciais na rede pública, mesmo no momento em que o índice de contaminação aumenta batendo recordes de mortes diárias no Estado e no Brasil, em média 4.000 óbitos por dia no mês de abril de 2021. Portanto, segue a política genocida do Governo Bolsonaro.

Mas porque continuam forçando o retorno dos trabalhadores em educação, alunos em pleno auge da sindemia¹ de Covid-19 quando vários cientistas dizem que não é momento de abrir escolas?

Sabemos o por quê. O governo Bolsadoria e Covas defende os interesses da burguesia financeira, principalmente dos grandes empresários da educação e instituições que querem abocanhar a educação pública com objetivo de privatização e terceirização das atividades que envolvem a Educação. Instituições como “TODOS PELA EDUCAÇÃO” E “INSTITUTO AYRTON SENNA”, há muito tempo tentam entrar na educação pública para poderem inserir seus métodos de ensino e contratação de profissionais da educação.

Com efeito, é notório uma situação paradoxal na rede municipal e estadual, pois, por um lado as secretarias de educação em referência rechaçam a possibilidade de manutenção de ensino remoto. De acordo com estudiosos da área de saúde, trata-se de medida útil e vantajosa com vistas à suprimir índices elevadíssimos de pessoas infectadas no momento atual. Por outro lado, a ação de abertura das escolas conduz à investimento em maior escala de dinheiro público, logo, estamos presenciando escolas abertas com baixíssima frequência de estudantes, ocasionando um desperdício de verbas públicas. Vale ressaltar que em período de distopia a sociedade convive com o medo, pensar na proteção dos trabalhadores em educação é, sobretudo, um ato pedagógico.

E munidos de relatórios nitidamente distorcidos e pouco confiáveis sobre a contaminação de alunos e trabalhadores nas escolas, pressionam os governos a abrirem para poderem lucrar em duas frentes: a terceirização de mão-de-obra, que será cada vez mais frequente, e o fornecimento de todo tipo de recurso didático digital para a realização do famigerado ensino híbrido, que com certeza fará muitas dessas “ONGS”, aumentarem suas receitas.

Mas a máscara está caindo. Na última semana, pesquisadores e professores da Rede Escola Pública e Universidade – REPU, publicaram uma nota técnica contrapondo o relatório apresentado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento que afirma que não há aumento substancial de contaminações devido a abertura das escolas.

A nota técnica apresentada pela REPU questiona esse relatório afirmando que ele foi baseado em dados disponibilizados pelo Estado de São Paulo e que leva em consideração alunos que se quer foram para as escolas durante a o período da sindemia. Ou seja, para a REPU esses dados defendidos pelas ONGS citadas e também pelo “Movimento Escolas Abertas” (uma organização que representa as escolas da elite paulista), não representam a realidade. E para contrapor esse relatório, a REPU apresentou um estudo com 299 escolas mostrando que a incidência de contaminação entre os professores é o triplo da população entre 25 e 59 anos (excluiu-se os professores acima de 60 por terem ficado em trabalho remoto), sendo um absurdo imenso forçar a abertura das escolas.

Os dois únicos motivos que explicam este interesse de Covas e Doria em abrir escolas no pico de casos e mortes, é a pressão do mercado, que quer que os pais dos alunos tenham onde deixar seus filhos para produzir para seus patrões, mesmo que isso custe suas vidas e a vida de seus filhos. E também a pressão dessas ONGS que querem lucrar em duas frentes com a consolidação do ensino híbrido.

MOVIMENTO CARAVANA DA EDUCAÇÃO

 Nota de rodapé

A sindemia é a caracterização de interações biológicas, sociais e econômicas entre a população. Essas interações aumentam a suscetibilidade de uma pessoa prejudicar ou piorar seu estado de saúde, o que faz com que essa interação não seja apenas a comorbidade em si. 

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Greve dos metroviários: um exemplo de luta para a classe trabalhadora

Greve dos metroviários: um exemplo de luta para a classe trabalhadora

Por que algumas pessoas tiveram a impressão de que os trabalhadores do Metrô estavam contra o povo quando na verdade estavam lutando ao seu lado?

A greve dos metroviários mostrou mais uma vez a força da organização da classe trabalhadora. Tudo estava contra os metroviários, assim como tudo está contra qualquer trabalhador e trabalhadora brasileiros. E mesmo assim, a luta lhes rendeu uma nova proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), oferecendo reajuste salarial de 7,79% e pagamento da segunda parcela da Participação nos Resultados (PR) de 2019, em 2022.

Quando se diz que tudo estava contra eles, isso inclui os próprios trabalhadores. Ou pelo menos a maioria deles, influenciado pela mídia de massas por todos os cantos. No jornal Bom Dia São Paulo, por exemplo, os metroviários só apareceram para figurar como grande inimigo do povo trabalhador que acorda cedo e não vive sem o transporte público.

Rodrigo Bocardi tratou toda categoria como egoístas e irresponsáveis que querem um aumento salarial em meio à pandemia. Pois foi em meio à pandemia que 25 funcionários morreram e cerca de 700 ficaram doentes enquanto mantinham a operação do metrô. Isso não conta como prova de empatia? Em meio a pandemia, os metroviários tiveram que lutar, assim como outras categorias, para serem priorizados na vacinação.

Em nenhum momento, o jornal deu ênfase sobre o que o Governo de João Doria tem feito, como a tentativa de vender a sede do Sindicato dos Metroviários na rua Serra do Japi, no bairro de Tatuapé, zona leste. Ou então, a falta de diálogo quando o Metrô não enviou nenhum representante para as negociações no TRT. Não é de se assustar que a população em maioria é contra a greve.

Com os interesses alinhados, o discurso organizado pelo governo estadual, junto da mídia hegemônica, visava o tempo todo colocar trabalhador contra trabalhador, até que todos só conseguissem enxergar solução na privatização do serviço. “A linha 4 [privatizada] não parou”, diziam alguns comentários na internet. 

Haja ânimo e coragem para enfrentar uma guerra tão desequilibrada pela opinião pública. Enquanto os comentaristas no rádio, na TV e na internet colocavam o povo contra o povo, os metroviários se mobilizaram, fizeram piquetes e intervenções para explicar sua causa.

“Não faria nada diferente”, afirma com convicção Dagnaldo, metroviário que acompanhou a mobilização da categoria. “Você acha que se não houvesse disposição, se não estivéssemos no nosso limite, íamos conseguir parar?”

Mesmo aqueles que entendiam a reivindicação, e culpavam a gestão Dória, faziam questionamentos sobre as táticas do movimento: “Por que na pandemia? Por que não abriram as catracas?”. Dagnaldo explica que essa é uma exigência que se faz à empresa. A abertura das catracas pode acabar em piores punições, para os funcionários individualmente, do que a greve. Por isso, eles oferecem ao Metrô uma troca: se deixarem abrir as catracas, não há necessidade de greve.       

Os metroviários lutaram como puderam e usaram o direito constitucional de greve como arma. Resta o exemplo de que quando os trabalhadores se organizam, a elite se treme e interrompe suas disputas internas para tentar dissipar as forças que lutam por alguma dignidade. A cada dia mais pessoas têm consciência disso, e decidem que o tempo de recuar dos seus interesses de classe chegou ao fim. 

A suspensão da greve não é o fim da mobilização dos metroviários, nem dos ataques de João Doria a tudo que é público e passível de ser vendido a seus amigos da elite. A guerra está longe de acabar.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Breno Queiroz

Breno Queiroz

Estudante de Jornalismo com interesse em comunicação política e militante do PSOL.

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Carta da Professora Marcelle em apoio à greve dos professores!

Carta da Professora Marcelle em apoio à greve dos professores!

Primeiramente, desculpem, estou atrasada, acho que perdi o senso cronológico, perdida entre tantas atrocidades que estão acontecendo. Estamos distantes desde o ano passado, ou seja, desde 2020 e isto me faz mal. A escola não é mais aquela que conhecemos anteriormente, local com múltiplas vozes, cores, alegrias, divergências, projetos e aulas. O que é a escola agora?  Além de um ambiente insalubre, perigoso, triste, excludente e silencioso.

Na Rede Municipal de Educação de São Paulo, estamos em greve desde de 10 de fevereiro, travando uma luta contra a  necropolítica de Bolsonaro e do PSDB. Nunca é fácil estar em greve, já fiz algumas greves na vida e não me arrependo, foram importantes e trouxeram muito aprendizado, os movimentos grevistas que me antecedem foram responsáveis pelos direitos trabalhistas que conquistamos,  saudo aos que vieram antes e abriram os caminhos !

Infelizmente, estamos perdendo muitas batalhas, com o golpe de 2016, as coisas estão piores para nós, a fratura em nossa democracia e a  eleição de um genocida no Governo Federal traçaram caminhos difíceis, o desgoverno deliberou e intensificou a perseguição à trabalhadoras , quantas de nós, professoras,  não fomos e somos perseguidas em nosso ofício, chamadas de “doutrinadoras”?

Em São Paulo o governo do PSDB sucateia a educação pública, o que me surpreende: estão há  mais de 20 anos no poder, os mesmos homens brancos e ricos. Ano passado os governos se omitiram, não construíram alternativas para a crise sanitária,  fazendo tudo para nos silenciar.

Em 2020 a escola fechou, o ensino remoto emergencial foi (é) necessário, mas aprofundou de forma contundente as desigualdades sociais. A escola resistiu, nós trabalhadoras da educação, estudantes e toda comunidade escolar,  fomentamos experiências coletivas, elaboramos movimentos de resistências, tentamos sobreviver ao vírus. A vacina trouxe a esperança por um ano melhor em 2021, hoje eu pergunto,  ela ainda existe?   O que temos este ano? Caos, morte, desgoverno, fome, dor, etc.

As escolas por anos sucateadas, sem ventilação, com salas apertadas foram abertas arbitrariamente, o governo não consultou a comunidade. O que nos restou? Lutar.  Encarar a greve pela vida e cobrar do governo o  ensino remoto emergencial, a distribuição de aparelhos tecnológicos, internet, vacina para [email protected] e auxílio emergencial para população,  sabíamos que não seria fácil, nunca foi. Mas eles combinaram de nos matar e nós seguimos na resistência. O governo que nos considera números de registro funcional é o mesmo que despreza a categoria de trabalhadores da educação e estudantes.

Bom, eu tenho lado e escolhi que a luta vale à pena, sempre. É por isto que, não estou na escola, [email protected] estudantes.  A greve está longa, a pressão do governo está forte, o ponto de muitas trabalhadoras foi cortado, muitas colegas morreram, talvez vocês não saibam, afinal, a mídia garante a fala do governo e nos relega à invisibilidade.  Achei necessário contar para vocês. Desculpem se o texto ficou longo, eu queria escrever muitas coisas e não sei se consegui.

A luta tem sido dura, mas o direto à vacina para os colegas com mais de 47 anos  e os tablets com internet que vocês estão recebendo, são conquistas da nossa greve.

Despeço-me.
Esperançando sempre,  sem ficar de joelhos e na ânsia por dias melhores.

Professora Marcelle

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Professora Marcelle

Professora Marcelle

Professora Marcelle é mestra em filosofia pelo programa de Cultura e identidades brasileiras, IEB-USP.

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Dica de legislação: alunos com deficiência

Dica de legislação: alunos com deficiência

Saiba o que muda sobre os direitos dos alunos com deficiência!

Saiu a Instrução Normativa nº 14/2021 com os critérios para parceria entre OSC e Secretaria Municipal de Educação para atendimento dos alunos com deficiência na rede Municipal de São Paulo.

As atribuições da Auxiliar de Vida Escolar continuam as mesmas: orientada por terapeuta ocupacional, o trabalho da AVE é voltado para a higienização, locomoção e alimentação de crianças com deficiência que necessitem de seu auxílio. Ela deve atender de 2 a 6 crianças por período. Além disso, pode reposicionar na cadeira e diferentes ambientes da escola, ministrar medicação com a solicitação dos pais e autorização da Unidade escolar.

Além da AVE as equipes multidisciplinares do CEFAI também contarão com psicólogo, fonoaudiólogo e assistente social.

Quem é da Educação sabe que esse trabalho já existe e a publicação traz algumas frustrações: no trecho: alimentação, higienização E locomoção dá a entender que o estudante precisa ter as 3 necessidades para ter direito ao atendimento da AVE, o que muitas vezes não é realidade nas escolas. Às vezes pode ser um cadeirante com dificuldade na autonomia de locomoção mas que se alimenta sozinho, ou uma criança que ande mas que ainda não tenha a autonomia para a higienização de forma adequada; o ideal seria a contemplação em qualquer das necessidades de atribuição da função.

Outro ponto é o número reduzido de profissionais nas equipes multidisciplinares e ausência de AVEs nas Unidades Escolares que atendem bebês e crianças mais novos.

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Por que tantos profissionais de enfermagem morreram pela Covid-19 no Brasil?

Por que tantos profissionais de enfermagem morreram pela Covid-19 no Brasil?

Saiba como o negacionismo e negligencia do Governo contribuíram para a morte de profissionais da saúde!

Conforme dados do Conselho Federal de Enfermagem cerca de 54.836 profissionais de enfermagem foram contaminados pela Covid-19 no Brasil e destes cerca de 772 morreram vítimas desta doença. Estes dados alarmantes nos trazem uma triste realidade, aonde o nosso país está entre os países que mais perderam profissionais de enfermagem para a Covid-19 no mundo, e fato, muitas coisas estão erradas na condução desta crise sanitária e o resultado é muito trágico.

O contato direto com os doentes coloca os profissionais de enfermagem em uma situação muito arriscada, pois são esses profissionais que passam a maioria do seu tempo prestando a assistência aos doentes em estado crítico, seja realizando medicações como executando cuidados diretos como banho, troca de fraldas, curativos e mudanças de decúbito, além de dificilmente poderem se ausentar dos setores em que trabalham devido a necessidade dos pacientes.

Uma das explicações além do negacionismo do governo, está na falta de equipamentos de proteção individual aos trabalhadores (EPI’s), que logo no começo da pandemia ficou muito evidente, marcado pela dependência desses materiais provenientes do exterior, devido a produção escassa no país. E de fato a falta desses equipamentos colocaram muitos trabalhadores em riscos ainda maiores, e o resultado após pouco mais de um ano de pandemia é desastroso, aonde materiais simples que poderiam estar sendo produzidos pela nossa própria indústria têxtil, como máscaras e aventais, que são itens simples de serem produzidos e essenciais no dia a dia dos profissionais da saúde.

Mas além da questão da falta de EPI’s, existe também como um elemento a mais, as péssimas condições de trabalho que em muitos Estados e Municípios são oferecidas aos profissionais de saúde, desde a falta de uma maca para poder colocar um doente ao número excessivo de atendimentos em um único plantão, falta de medicamentos entre outros problemas. Muitos profissionais relatam que não conseguem até mesmo utilizar o banheiro durante a sua jornada de trabalho, devido a total intensificação de suas funções e óbvio que diante de situações tão precárias, o potencial de adoecimento das equipes de saúde aumenta de forma expressiva. Sendo a Enfermagem a maior categoria de saúde do Brasil, com cerca de 2 milhões de profissionais e sendo só no Estado de São Paulo mais de 600 mil profissionais inscritos no Conselho de classe, o número de profissionais vítimas da Covid-19 é muito expressivo.

Para proteger os profissionais de enfermagem é necessário ir muito mais além do que oferecer EPI’s, é necessário investir em melhores condições de trabalho, como um local adequado para esses profissionais descasarem no intervalo de uma jornada e outra, ter fiscalização efetiva pelas entidades de classe pensando no trabalhador e não somente nas instituições e governos, que em sua maioria são opressores a classe trabalhadora. Cabe ao nosso legislativo propor leis voltadas aos trabalhadores da saúde, para garantia dos direitos fundamentais de quem cuida de vidas. Nesse mês da Enfermagem, esperamos que seja um começo para mudanças que não só beneficiem aos trabalhadores, mas principalmente a quem precisa dos serviços prestados por esses profissionais tão essenciais e que cuidam de gente e precisam estar bem.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista, Pós Graduando em Saúde Pública e consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli.

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Porque achamos que o questionário escolar deveria ser adiado

Porque achamos que o questionário escolar deveria ser adiado

Entenda porque não é momento de preencher os Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana

Foram anos de diálogo com profissionais da educação, famílias, e alunos para chegar nos Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana. A proposta é mapear as necessidades particulares de cada escola, permitindo maior amparo pelo município. Os indicadores surgiram para ser uma ferramenta a favor da educação. Mas segundo profissionais da educação, o Fernando Padula, Secretário Municipal da Educação, utiliza os indicadores de forma irresponsável. Em um momento de pandemia do coronavírus, após quase dois anos sem a maioria das crianças entrarem em salas de aula, os indicadores podem ser utilizados como coação para o retorno antecipado das aulas presenciais.

Os Indicadores de Qualidade são fundamentais para o acompanhamento da educação municipal. A partir dessa conquista a comunidade escolar passou a ter mais voz dentro das unidades. Problemas como falta de infraestrutura, questões de segurança particulares de cada unidade de ensino, e mesmo as estratégias de interação entre corpo docente e famílias, podem ser comunicadas no relatório. A Secretaria tem, então, a função de analisar os apontamentos e pensar em estratégias a fim de tornar o ensino público cada vez melhor. É esta a função dos indicadores: permitir análise do curso escolar no ano anterior, e estabelecer demandas práticas para melhorar o ensino nos próximos anos.

Em tempos de pandemia, de acordo com professores, famílias, os indicadores perdem o sentido. “Não vejo sentido nos indicadores neste momento. Por exemplo o meu filho, foi matriculado no berçário mas nunca frequentou. Como estou em teletrabalho, eu consigo ficar com ele em casa. Eu não quero que ele frequente [a escola] enquanto estivermos no auge da pandemia. Eu não vejo sentido [no questionário]” disse em entrevista Luciana Santoni, mãe de criança pequena. Assim como vários outros familiares de crianças, Luciana não vê sentido em preencher um questionário feito para avaliar a situação de alunos em regime presencial.

Muitas das perguntas do questionário perdem completamente o sentido no contexto de uma pandemia

(imagem: print de perguntas que fazem pouco sentido no contexto vivido)

O envio do questionário, na opinião da professora de educação infantil Luciana Xavier, pode induzir mães e pais a enviarem as crianças para aulas presenciais antes de ser seguro. “enviar o questionário agora deixa a família em uma situação sensível ao que de fato ela poderia contribuir, pois os indicadores foi um ganho muito grande para a comunidade escolar, no que se refere ao ato participativo de entender e tentar melhorar os Espaços da educação infantil”

Em outro sentido, problemas escolares recentes, tanto ligados à pandemia quanto a ideias polêmicas da gestão do Secretário Municipal da Educação Fernando Padula, não foram sanados pela administração pública. É o que revela Daniela Porto, moradora da zona leste e mãe de duas crianças: “Eles estão tentando fazer as coisas de uma forma que está complicando mais ainda a vida da gente. Eu estou com duas crianças em casa, estou trabalhando de casa, está uma confusão. Daí eu fui ver: foi feito um cartão alimentação, e houve toda aquela demora para entrega; os tablets para as crianças estudarem até hoje ninguém recebeu; disponibilizaram em abril um aplicativo para cadastro e compra do material escolar, mas as aulas começaram em fevereiro; criaram um aplicativo para compra de uniformes. O lugar que tem disponível para comprar é lá no Capão Redondo [ela mora na zona leste]. Eu ainda, graças a Deus, tenho alguma facilidade com aplicativos, internet, essas coisas. E os familiares que não têm?!”. 

Conforme revela a fala, a prefeitura negligencia canais efetivos para a aquisição de bens e serviços, em teoria fundamentais para o ensino à distância, como “vale merenda”, em substituição à merenda escolar; e os tablets, promessa do secretário da educação Fernando Padula. Além destes serviços, outras dificuldades são criadas em razão das escolhas políticas da administração municipal. O prefeito insistiu em substituir, por exemplo, o sistema de compra e distribuição públicas de uniformes escolares, por um sistema de “vouchers”, em que as famílias devem comprar os uniformes com um valor cedido pela prefeitura. Em meio a problemas tão graves e tão novos, surpreende que a prefeitura insista em movimentar recursos para o envio dos questionários. Enquanto isso, os desafios apenas se acumulam. Famílias que não desejam colocar suas crianças em risco durante a pandemia, são forçados a conciliar trabalho e convívio constante com as crianças. Para ajudar essas famílias a prefeitura faz pouco.

Razões como as mencionadas balizaram o pensamento do Vereador Toninho Vespoli. Em face da nova realidade que as famílias paulistanas vivem, Toninho acredita que os indicadores devem ser adiados. Para ele não basta que a administração pública diga ser mero documento institucional de autoavaliação participativa. Os Indicadores são, muito mais, uma conquista para toda a Rede Municipal. A ideia seria que o preenchimento fosse feito pelos familiares em conjunto com a comunidade escolar ao longo de dias de reflexão. E não por cada familiar isolado, ainda mais em um momento tão atípico. O que está sendo tentado é uma instrumentalização dos indicadores para outros fins. Mais um ataque neste momento histórico, contra o qual Toninho Vespoli irá resistir. 

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GREVE DO METRÔ: Comunicado do Sindicato dos Metroviários

GREVE DO METRÔ: Comunicado do Sindicato dos Metroviários

Caros Companheiros

Nós metroviarios de São Paulo, estamos em campanha salarial.

Nossa categoria tem trabalhado durante toda a pandemia, transportando principalmente aqueles que estão arriscando a vida no combate da mesma.

Entre nós não é diferente, nossas vidas e de nossos familiares, estão sendo espostas no objetivo de salvar vidas infectadas.

Já temos quase mil infectados entre nós, e já tivemos 28 companheiros que faleceram vítimas da COVID-19.

Apesar de tudo isto, o governo de São Paulo na figura do senhor João Dória, e a direção do Metro, vieram para a mesa de negociação com a proposta de redução de todos os direitos conquistados por nós, ao longo de muitos anos de luta.

Além disso, o terreno onde está situada a nossa sede, palco de várias lutas dos movimentos sindicais, sociais e políticos, é um terreno que nos foi concedido na década de 80, e que agora o metro nos enviou carta solicitando o mesmo para leilão.

Em contra partida, o metro e o governo do estado, deram 1 milhão de reais para CCR, dinheiro este que ela utilizou para comprar duas linhas da CPTM.

Dão dinheiro para a iniciativa privada, e atacam os trabalhadores que arriscam suas vidas, no combate à pandemia.

Diante destes fatos, mesmo sabendo da responsabilidade que temos diante ao combate à pandemia, iremos a luta, estamos com greve marcada a partir das 0 hora do dia 13/05.

A responsabilidade da maior capital da América Latina ficar sem transporte, será do senhor Dória e da direção do metro.

Pedimos seu apoio e da instituição que representa, nesta luta que não entendemos ser só nossa, mas de todos que defendem a luta e a liberdade de lutar.
Grande abraço.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Sindicato dos Metroviários

Sindicato dos Metroviários

É um dos Sindicatos mais combativos e democráticos do Brasil. Possuí força e competência na luta pelos direitos da categoria.

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