covid

Bolsonaro é Contra Cura da Covid!

Bolsonaro é Contra Cura da Covid!

Entenda como Bolsonaro atrasar a cura da covid 19!

A vacina para o coronavírus pode estar próxima. E isso é uma ótima notícia! A vacina desenvolvida pela China está mostrando resultados promissores na fase de testes! Mas Bolsonaro é contra cura da covid! A estupidez do presidente pode dificultar as coisas! Bolsonaro se recusa a tornar a vacinação contra a covid obrigatória. A aversão do presidente à ciência pode, ainda, custar muitas vidas!

Não é a primeira vez que Bolsonaro menospreza a vacina. Já em agosto, quando os primeiros protótipos da vacina estavam sendo anunciados, Bolsonaro começou com a retórica contra a vacinação. Pode parecer até besteira, mas para parte do eleitorado Bolsonarista, uma afirmação como a “de que ninguém é obrigado a se vacinar” é capaz de ser entendida como conselho contra a vacina. E Bolsonaro sabe disso. Bolsonaro é contra cura da covid! Suas intenções são “cloroquinizar” a vacina, transformar, mais uma vez, questões puramente médicas em questões políticas, dando continuada à sua Guerra Híbrida de notícias falsas!

A retórica assassina de Bolsonaro tem surtido efeito: Pesquisa de 5 de setembro do IBOPE mostra que 25% da população brasileira resiste a tomar a vacina para a covid! Este fato é particularmente preocupante pois uma pessoa que não está vacinada pode transmitir a doenças para outras. Quem toma a vacina, então, está também protegendo as pessoas ao seu redor. Mas se um número muito grande de pessoas não tomarem a vacina, a doença pode continuar existindo em uma população, entre os não vacinados, por períodos indefinidos!

Além disso, é um problema pensar nas crianças, que, geralmente, não podem escolher se tomam ou não tomam a vacina. Esta decisão fica a critério dos pais. Mas quando têm-se pais fanáticos bolsonaristas, é possível que essa “escolha” ponha em risco a vida de crianças inocentes!

A única coisa decente a se fazer em uma situação dessas é tornar a vacina obrigatória! Evidente que deveria-se tomar os devidos cuidados de comunicação e educação à população sobre a importância de se tomar a vacina. Até mesmo para que não sejam repetidos desastres como na Revolta da Vacina. Mas é importante termos a seriedade de garantir que TODOS tomem a vacina, de uma forma ou de outra!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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SAÚDE PÚBLICA COMO PRIORIDADE

SAÚDE PÚBLICA COMO PRIORIDADE

Vereador Toninho Vespoli garante R$ 2,7 milhões em investimento para equipamentos de saúde da região

O distrito de Sapopemba registra o maior número de óbitos confirmados ou suspeitos por covid-19 na cidade. Até o dia 4 de agosto, eram 437 mortes pela doença. Sem dúvidas, se não houvesse o trabalho das UBSs e dos hospitais públicos da região, a situação poderia ser bem pior. 

Do ano passado pra cá, o vereador Toninho Vespoli apresentou dezenas de emendas parlamentares, totalizando R$ 2,7 milhões, para compra de equipamentos, reformas e ampliações de unidades básicas de saúde e hospitais das periferias da zona leste. 

Destacamos:  R$ 180 mil para compra de equipamentos para o Complexo Sapopemba; R$ 100 mil para a construção de farmácia para a UBS Teotônio Vilela;  R$ 60 mil para compra de equipamentos e R$ 200 mil para construção de anexo da UBS Hélio Moreira Sales – Jardim Eucaliptos; R$ 500 mil para reforma da Casa de Parto e da UBS Reunidas I; R$ 200 mil para compra de equipamentos da UBS Reunidas I;  R$ 595 mil para adequação da UBS Pastoral; R$ 100 mil para equipamentos para a sala de odontologia da UBS Jardim Sinhá; R$ 100 mil para compra de equipamentos para a UBS São Mateus; R$ 130 mil para reforma da UBS Reunidas II; R$ 150 mil para reforma da UBS Juta 1;  R$ 100 mil para UBS Iaçapé; R$ 200 mil para reforma e compra de equipamentos para a UBS Vila Heloísa. 

Mas afinal, o que são essas emendas?

O orçamento municipal estabelece onde será gasto o dinheiro público e, todos os anos, os vereadores podem sugerir à Prefeitura que use esses valores para projetos específicos de melhorias em diversas regiões da cidade. Essas emendas apresentadas pelo professor Toninho Vespoli foram aprovadas e algumas já estão sendo feitas pela Secretaria Municipal de Saúde.

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi

Juliana Ghizzi é Jornalista pela PUC-SP. Atualmente, trabalha como assessora de comunicação do Mandato Popular do Vereador Toninho Vespoli

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URGENTE! É votado HOJE PL de retomada escolar!

O silêncio ao desmonte da educação inclusiva

Ainda não é hora de voltar! Saiba mais:

Será votado hoje, dia 05/08, o projeto de lei do Covas que quer retomar as aulas, apesar da pandemia correr riscos de voltar com força! O projeto “aproveita” para fazer negócios com os direitos da população. O executivo incluiu no protesto a aprovação de sistema de vouchers pra rede privada, precarização dos serviços prestados ao aluno, e ainda contratos nebulosos para a compra de uniformes e materiais escolares. O vereador Toninho Vespoli não deixou barato. protocolou um substitutivo ao PL.

O substitutivo de Toninho não coloca vidas inocentes em risco. Ao invés disso condiciona qualquer retomada das atividades à liberação de vacinas para as crianças. Os jovens são o futuro do nosso país. Não podemos arriscar as suas vidas desse jeito!

Por ter sido professor de chão de escola, e conhecer bem como as coisas funcionam na prática, o Toninho sabe que o melhor jeito de fazer qualquer coisa na educação é ouvindo os profissionais, os alunos e os pais e mães. Por isso o seu Substitutivo, também determina que qualquer esforço de retomada tenha essas pessoas no centro das decisões.

O Substitutivo do Toninho também diferencia por determinar que profissionais concursados e que ainda não foram efetivados sejam chamados antes de qualquer contratação temporária. Além disso, acaba com ideias absurdas como oferecimento de vouchers aos alunos como solução para a educação pública, ou contratações de limpeza, uniformes e materiais escolares a toque de caixa.

Não é hora de retomar as atividades. Muitas vidas correm risco. A educação pode ser recuperada. Vidas de crianças não!

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O abismo entre o idealizar e o realizar!

O abismo entre o idealizar e o realizar!

Estamos a todo momento ouvindo, seja pelos noticiários ou por especialistas em saúde, que não é momento de flexibilização, que ainda não atingimos o platô de contaminação e que não é hora de retomada das atividades presenciais. Trago para a reflexão, nesse contexto de pandemia, a minuta apresentada pela SME, de protocolo de volta às aulas. O abismo entre o idealizar e o realizar!

Ao promover a escuta e assegurar que todos os segmentos da sociedade sejam ouvidos, é gritante o abismo entre o idealizar, pensado sob à ótica da teoria desvinculada da prática de quem realiza.  Contudo, é preciso vencer o estigma do senso comum, sair da zona de conforto e realizar um debate reflexivo embasado por pesquisas sérias que de fato sejam fundamentadas e significativas.

“Vygotsky afirma que o bom ensino é aquele que se adianta ao desenvolvimento, ou seja, que se dirige às funções psicológicas que estão em vias de se completarem.” (Rego, 2001)

Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) é um conceito elaborado por Vygotsky, e define a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver um problema sem ajuda e o Nível de desenvolvimento potencial determinado através de resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outro companheiro.

E, justamente numa dessas conversas on-line, trocava figurinha com uma das minhas companheiras de jornada terrena, Celia Cristina, profa. de Educação Infantil da Rede Municipal, falávamos sobre as concepções de aprendizagens, a EAD na infância, a realidade excludente, a questão do ano letivo e a falta de diálogo por parte de SME. Adoro ouví-la, e ela me fez apontamentos importantíssimos para pensarmos sobre a minuta apresentada pelos idealizadores e, como nós, profissionais da Educação, faremos para realizar…

Ela aponta justamente para esse abismo, da dicotomia de uma teorização elaborada por pessoas há tempos distanciadas das práticas de sala de aula, elencando apenas os aspectos do que se considera ideal, desconsiderando, ou ignorando, de fato a realidade.
A minuta evidencia diversas controvérsias, numa leitura tecnicista. Ora fala em distanciamento, ora fala em acolhimento…

Ora! Afinal como será feito?

Os documentos que norteiam a educação infantil municipal são pautados nas interações das relações, ou seja, nas trocas previstas num currículo integrador.
É um olhar de quem não acompanha uma atuação efetiva ou não está presente no chão de uma escola pública!

Se transpormos esse olhar para o ensino fundamental, do processo da construção da alfabetização até seu ciclo final, bem como as especificidades do aluno da educação de jovens e adultos, que em sua grande maioria é formada por trabalhadores da nossa população mais carente, que por ser periférica e por um governo sem uma política pública que leve em consideração esse cidadão, não teve direito ao isolamento social, precisa fazer uso do transporte público lotado pois precisam se deslocar até seus locais de trabalho. Isso aos que ainda detém seus empregos, pois uma grande parcela já se encontrava desempregada, e com a pandemia, essa parcela apresentou uma elevação gigantesca…

Sem uma higienização minuciosa, tão crucial nesse momento, obrigaremos o aluno trabalhador a permanecer nas escolas sem tal, depois de um longo dia de trabalho e o percurso realizado para esse tramite.

Assim, vemos igualmente tamanhas contradições por não respeitar o sujeito de direito em seu processo de aprendizagens em todas as etapas e desconsiderar seu protagonismo nesse espaço tão vivo que é a escola.

A quem vai servir essa minuta?

Esse protocolo reconhece as limitações impostas a um espaço que até então era rico em vivências e explorações?Espaço que oportunizava as relações humanas, às vezes a única que a criança vivia na rotina do seu dia-a-dia, pois tratamos aqui das regras e não das exceções. Um espaço agora limitado de potêncialidade e oportunidades!

A criança NÃO poderá ser criança! Seu direito cerceado!

SME diz que o plano foi montado sob orientação da saúde. Coloca situações que, na imensa maioria, são de difícil aplicação prática, jogando toda a responsabilidade para as escolas, inclusive questões estruturais, que envolvem verbas e manutenção e dependem das DREs e da SME. Sanitários, por exemplo, a diretriz é não deixar faltar material de higiene e garantir vasos e pias sem defeito, mas em nenhum local está dito que a SME garantirá manutenção das unidades com problemas estruturais, suprimento de materiais de higiene, a necessidade de funcionários, em número insuficiente, essa falta é algo crônico. Aproveito para abordar a homologação dos concursos de Auxiliar Técnico de Educação e Coordenadores Pedagógicos, além das chamadas dos que aguardam para os cargos de diretores de escola e Supervisores Escolares e o fornecimento de ítens de segurança. Fazemos um adendo aqui, pois no caso das máscaras, dá a entender que é problema de cada aluno e profissional.

Me causa a sensação de que o plano da prefeitura junto à SME, está montado para que, se algo der errado, o problema seja de falta de gerência da equipe escolar, que será responsabilizada por orientar adequadamente os profissionais, os alunos e as famílias. Garantir uma organização em relação ao fluxos de entrada e saída, intervalos e refeições será quase impossível em muitas unidades.

O Secretário de Educação, vem tardiamente a se reunir com os Sindicatos e de forma unilateral. Isso não é diálogo! É fundamental assegurar que nossa representatividade seja efetivada pelos sindicatos com empenho e ações pontuais, pensando em todos os segmentos de profissionais da Educação, cobrando de SME e demais órgãos, um canal permanente de diálogo das demandas da rede, bem como negociação por valorização da carreira. ]

E por isso enfatizo a importância em articular e fortalecer um conselho de escola participativo, atuante e que busque legitimar a voz da comunidade nos CRECEs regionais e central.

Termino com o seguinte questionamento:
-QUEM IRÁ RESPONDER PELAS VIDAS CEIFADAS?

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli é professora de educação infantil e ensino fundamental; pedagoga e Psicopedagoga Pós graduada em Direito Educacional. Atualmente ocupa o mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli

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#NÃOÉHORADEVOLTAR!

Retomada às aula? O que devemos considerar!

Foi realizada pelo site da Câmara Municipal de São Paulo, uma audiência pública, quando houve a explanação do Dr. Gonçalo Vecina, médico sanitarista, prof da USP, fundador da ANVISA e ex-secretário da Saúde, o qual foi enfático, com total fundamentação, a não retomada às aulas e a não reabertura das escolas.
Durante sua fala, fez importantes pontuações, como a questão das crianças serem vetores em potencial de transmissão da COVID 19, além da questão de não apresentarem sintomas e assim colaborarem para um aumento significativo nos números de pessoas contaminadas…

Citou que, de 1000 pessoas, entre 0 a 40 anos, 2 são contaminadas, e acima dos 80 anos, são 5 entre 100, vindo a óbito. Outro fato importante foi a questão de que, mesmo que seja garantindo o distanciamento físico e que não haja nenhum tipo de contato, o vírus pode ser propagado por via aérea, pelas
gotículas que são emitidas, de material biológico.

Um exemplo lúdico dessa situação é quando realizamos alguma atividade envolvendo tinta, glitter ou purpurina, o/a professor(a) realiza a atividade com sua turma e todas as demais crianças daquele turno parecem ter participado dessa atividade… Vão todas “enfeitadas” para casa! E assim se dará uma possível contaminação em massa, pois um professor ou um aluno contaminado, dentro de uma sala de aula, poderá contaminar, segundo dados apresentados, outras 5 pessoas… E assim se propagará esse ciclo de contaminação à diversas famílias.

Além do que, há outros fatores preponderantes quando falamos na realidade de uma escola pública:

  • Como assegurar o distanciamento físico necessário?
  • O uso contínuo e adequado das máscaras, sendo que nem o adulto realiza de forma correta?
  •  A questão da higienização do ambiente escolar, é outro grande nó para quem conhece essa realidade, sempre foi uma preocupação efetivar a limpeza dos espaços nas escolas públicas, levando em conta o fluxo contínuo de pessoas nesse lugar até a questão da redução no número de funcionários das equipes de limpeza, deixando óbvio que, aquilo que já se apresentava insuficiente, ficou de fato insalubre e não há uma eficácia que o  espaço esteja desinfectado.
  •  Na minuta de protocolo para o retorno às aulas, fica evidenciado o quanto dependerá de recursos humanos, o que não temos disponível na rede, seja pela defasagem no quadro de cada segmento, até mesmo por falta de homologação dos concursos vigentes ou chamada dos demais que aguardam para  tomar posse. Em tempo, destaco que todos esses concursos se tratam de cargos que já apresentavam um grande número de vagas, tanto que legitimaram um concurso público para o preenchimentos delas, pois esses cargos compõe segmentos de profissionais que estão trabalhando, em regime de plantão, as escolas permanecem abertas, cada hora sob uma justificativa, cartão alimentação, material Trilhas de aprendizagens, cestas básicas… Enfim, não se justifica o atraso na homologação do concurso de ATEs e CPs, e menos ainda na chamada de diretores e supervisores.
  • Fica notório que não houve diálogo entre as equipes que construíram os protocolos pedagógicos com os da saúde, aliás é evidente que não há por parte dessa gestão, uma construção pautada na escuta de quem está na linha de frente desse enfrentamento e conhece o chão da escola. A ambiguidade entre o idealizar e o realizar!
  •  A falta em ouvir a categoria tem um custo elevado, desde a elaboração das atividades pedagógicas, que demonstram desconsiderar principalmente a infância, seus repertórios e saberes com suas especificidades, até a realidade de nossos estudantes em seus territórios, causando uma lacuna enorme entre o real e o ideal, escancarando de forma nua e crua as desigualdades sociais e o quanto elas são excludentes. Se a EAD deve assegurar, um vínculo educacional ao mínimo, evitando a evasão escolar, se não houver um investimento para esse acesso em sua totalidade, ao contrário do que queríamos, podemos de fato acelerar esse processo de ruptura.
  •  Enquanto uma parte dos profissionais são mantidos como guardas patrimoniais ou assistentes sociais, em serviço nas escolas, quadro de apoio e o trio gestor, em trabalho remoto temos os professores, ensandecidos com uma cobrança desumana, plataforma complexa que exige um empenho descomunal, além de arcar com esse ônus, são punidos com redução salarial.

Prefeitura irresponsável

O descaso proposital do Secretário de Educação do Município ao participar da Audiência Pública somente ao término da fala do médico sanitarista, mostra o quanto desconsidera as orientações de especialistas em saúde, faz um discurso robotizado, descontextualizado, sem apresentar respostas e soluções aos questionamentos elencados, usando-se de uma narrativa política “empreendedora”, sem argumentos convincentes, diz que ouvirá os representantes de cada setor da educação por DREs e os respectivos sindicatos, mas apresenta de forma concluída os requisitos para uma possível retomada. Inquietudes que nos causam grande indignação! Contudo, existe algo que de fato é pior do que todo o relato descrito até agora. Trata-se da abordagem de uma parte da mídia,  que deveria assegurar uma informação séria e real dos fatos, mas que de forma tendenciosa, induz à fala numa indagação leviana de onde a população deixará seus filhos para irem trabalhar, demonstrando total desconhecimento com o real papel institucional da escola e os marcos legais ao direito à educação por parte dos estudantes, mascarando a realidade de um governo sem políticas públicas que obriga às escolas ao cumprimento de um papel de assistencialismo indevido, além de imputar aos profissionais da educação uma culpabilidade por algo que ocorreu de forma generalizada e mundialmente, que em nenhum país do mundo fora realizado de outra forma a não ser pelo fechamento das escolas e suspensão das aulas presenciais…

Como dizia nosso mestre Paulo Freire, de fato “Não basta saber ler que Eva viu a uva… É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem LUCRA com esse trabalho…”, in Pedagogia do Oprimido. Por isso pergunto:

_ É ,de fato, seguro voltar?

_ Será que os responsáveis, pais e mães, pelas crianças e adolescentes se sentem seguros em mandar seus filhos de volta à escola? E se foram ouvidos em todas as angústias?

Porque, para além das questões pertinentes sobre o ano letivo e as aprendizagens, a real pergunta que ecoa é:
_ E, seu eu perder minha vida em prol do ano letivo, terá valido a pena?

#NÃOÉHORADEVOLTAR!

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli é professora de educação infantil e ensino fundamental; pedagoga e Psicopedagoga Pós graduada em Direito Educacional. Atualmente ocupa o mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli

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Os caminhos da fé em tempos de pandemia

Os caminhos da fé em tempos de pandemia

Entenda sobre como a fé pode ajudar durante a quarentena

Ola companheiros, pra quem não me conhece meu nome é Elias mais conhecido como Elias de Deus, minha missão era escrever esse artigo no começo da pandemia, porém aconteceram diversas coisas que me atrapalharam um pouco, e já vimos tantas coisas acontecerem nesse meio tento, ascensão do fascismo e ao mesmo tempo os antifascistas defensores da democracia se levantaram mesmo em meio a uma pandemia, isso é indignação, eu não fui as ruas por pessoas em casa que são do grupo de risco, mas admiro a coragem de quem foi defender nossa democracia, vimos o racismo sendo exposto de uma maneira tão brutal e triste, a desigualdade sendo desnuda, não temos ministro da saúde, dentre outros absurdos que aconteceram e ainda continuam acontecendo no nosso pais, eu moro na região da zona norte de SP, ( Brasilândia ) que é um dos lugares mais afetados pelo covid-19, mas nosso inimigo é mais antigo que esse a DESIGUALDADE, se nosso pais, nossa cidade, não fosse absurdamente desigual eu falo com certeza e convicção que muitas vidas seriam poupadas, aqui é um bairro chamado de periférico, em sua maioria negros, autônomos, donas de casa, trabalhadores informais, que ganham menos de um salário mínimo pra sobreviver , sem direitos trabalhistas e sem o privilegio do home oficce, muitos criticam a periferia por não estarem cumprindo rigorosamente a quarentena, mas de que jeito ? , e o feirante que tem que montar sua barraca pra ter o que comer? E a empregada que se não forem aos trabalhos os patrões não pagam? , e os trabalhadores de aplicativo? Os que não têm renda? São mais de 70 milhões de brasileiros na informalidade, esse mês são mais de 11 milhões de pessoas na fila do auxilio emergencial, o governo atual quer acabar com a pobreza SIM,  sabe como ? Exterminando, matando, e promovendo o genocídio nas comunidades mais carentes, se não houvesse tanta desigualdade que é nosso inimigo mais antigo o novo inimigo ( covid-19) não estaria avançando nessa guerra.

enfrentamos um dos piores momentos em nosso pais

Gostaria que nos encontrassemos em melhores situações, mas infelizmente enfrentamos um dos piores momentos em nosso pais, covid-19 e o desgoverno do atual presidente da republica, porém não quero mais trazer nessa mensagem o desespero e nem mais preocupações, e sim quero nessas poucas palavras trazer uma certa esperança a todos que estão lendo esse artigo, eu li uma carta de um homem chamado Tiago no que ele dizia: “ Feliz é a pessoa que um dia enfrenta uma crise e dentro dessa crise essa pessoa permanece forte e persevera, porque quando ela passar, todos que perseveraram terão em suas mãos a sua conquista e triunfante.”, e essa frase que Tiago escreveu se encaixa perfeitamente no cenário atual, e não é de hoje que enfrentamos momentos tão difíceis como disse anteriormente, o covid-19 é mais um problema que veio somar com os outros que já enfrentamos, problemas econômicos, sociais, retirada de direitos,  hegemonia fascista, racista, misoginia e entre outros, e sempre resistimos e enfrentamos todos esses problemas que vem ao nosso encontro, através da democracia conseguimos eleger pessoas em âmbito municipal,estadual e federal que nos ajudam nessa luta, esses problemas todos infelizmente  foram dados por aqueles que deveriam resolve-los, mas tudo me leva a frase que citei anteriormente é hiper necessário enfrentarmos juntos e sermos forte para conseguirmos vencer essa onda de problemas que esta sobre o nosso pais, se realmente queremos um resultado satisfatório, precisamos enfrentar com garra e com coragem, nem que isso signifique contrariar o presidente da republica que é contra o nosso sistema de saúde e a OMS 9 organização mundial da saúde ) colocando em risco nosso pais.

A maior conquista de um lutador não é o resultado final da luta, mas todo engajamento e esforço para enfrentar a guerra

Quero lhes trazer uma reflexão vejamos uma tempestade em alto mar, os animais marinhos passam por baixo dela, as aves passam por cima dela, o vento passa por dentro dela, o que todos têm em comum?  É que eles a enfrentam e JUNTOS, e quando a tempestade acaba e o sol bate nas águas e reflete no céu um arco-íris como sinal que a tempestade acabou, e vemos o quanto difícil e delicado foi o momento, mas enfrentamos, Caio Prado em seu livro A Revolução Brasileira disse e escreverei com minhas palavras para você entender melhor: A maior conquista de um lutador não é o resultado final da luta, mas todo engajamento e esforço para enfrentar a guerra.  Eu sei que todos estão sensíveis porque muitos de nos temos que abrir mão do trabalho, escola, família, convívio social e etc. Mas temos que visualizar o futuro, temos que olhar lá na frente, abrir mão de algo não é fácil, independente de como nós enfrentamos essa tempestade o importante é, permanecer firme, perseverar, significa ter esperança por mais mínima que seja, essa esperança vai ser a ponte que nos levara até o nosso arco-íris que simboliza muitas coisas como, por exemplo, por exemplo: pandemia estabilizada, economia firme, um pais menos desigual ,não importa a bandeira de luta que cada um levante, é essa esperança viva e ativa que vai nos fazer viver esses momentos que sonhamos e planejamos pro futuro do pais e pra nossa cidade.

Cristo ensinou e pregou a linguagem do amor

Eu como missionário cristão repudio com vigor, certos tipos de pastores que vão contra tudo que Cristo ensinou e pregou: a linguagem do amor, um grande mestre e muito inteligente disse uma vez: ‘’ama teu próximo como a si mesmo’’, só que ele não disse isso de uma forma narcisista, pois o amor é uma linguagem plural, diversificada, repleta de sinceridade e empatia, a forma de me amar pode ser diferente da forma que o meu próximo quer ser amado, é menos a forma e mais a intensidade, é proteger, é cuidar, é estender a mão por mais que essa forma em mim mesmo seja diferente da forma que amo o meu próximo, pois isso é uma das vertentes da forma do amor, mesmo que eu ache que ele não mereça ou que eu não mereça, eu assim o faço, porque o amor exige isso e se existem  lideres religiosos pregando o contrario: condenando, julgando, fazendo sinal de arma dentro de seus templos, apoiando atitudes fascistas, recebendo mais 30 milhões do governo pra suas emissoras com suas igrejas devendo mais de 100 milhões a união, como foi noticiado ontem 18/06 pra apoiar o governo em seus canais e seus templos , no meio de uma pandemia onde esse valor poderia ser revertido em saúde para salvar vidas, mas esta indo para o bolso de mercenários da fé, eles não possuem essa linguagem de amar que um dia nos foi ensinada na pele por Cristo que é puro amor e se eles estão fazendo o contrario do que cristo é eu afirmo, eles são seguidores do ANTI-CRISTO que é a aversão do que Cristo é/pregou/ensinou.

Ele foi humano, ele foi gente, andou, cuidou, protegeu e estendeu a mão para todo tipo de gente independente de qualquer coisa e hoje tentam deturpar essa atitude linda que andou entre nós um dia, que não tem nada de conservadora, pois ela não é restrita, não é guardada, não é contida e menos ainda privatizada, ela é sim compartilhada, aberta, oferecida mesmo com nossas limitações a oferece – lá, é repartida, é doada se chama GRAÇA, ele é gratuito essa linguagem de amar, ajudar/amar/cuidar/proteger mesmo que aos meus olhos seja imerecido, isso é o puro amor plural e imensurável deve ser retomada e anunciada em nossos dias, e agora com mais intensidade porque ela esta sendo esquecida, deturpada, diluída, depois de tanto esforço e suor pra faze – lá prevalecer, pessoas desumanas, governos desumanos, pessoas auto-intituladas seguidores de cristo se levantam dizendo portar essa linguagem, mas infelizmente são os que mais conseguem machucar e afastar a maioria das pessoas em que eles têm o contato, ainda mais no meio de uma crise como essa que o nosso dever é proteger e cuidar de nossos irmãos.

O que nos resta é termos a atitude de ‘’segurar a bronca’

É muito preocupante quando pessoa que tem certo tipo de influencia em nosso meio contraria uma crise mundial e põe em risco a vida das pessoas a qual eles dizem amar, isso é genocida, quando vemos essas pessoas convocarem outras para manifestações contra a democracia , cultos, reuniões, se aproveitando de uma pandemia dessas para acabar com nosso povo, eu faço um questionamento onde isso é amar? , dizem: Deus acima de tudo, acima de que? De todos mortos? Deus não compactua com isso NUNCA, querem culpar emissora de TV, querem culpar escolas de samba, querem culpar antigos governos, querem culpar lideres de outros países, e usam o nome de Deus pra isso, é inadmissível e inaceitável tal postura e nem preciso comentar que eles não possuem 1% do amor que falamos anteriormente, então o que nos resta,  a cada um de nós o qual sobrou a sanidade mental que falta neles,  termos a atitude de ‘’segurar a bronca’’, essa atitude de enfrentarmos juntos e firmes essa tempestade  e crer que vai  dar tudo certo e venceremos, enquanto eles  só pensam no dinheiro  que suas reuniões podem proporcionar e que é um dos motivos no qual eles repudiam o isolamento no meio dessa crise, nos temos que pensar no futuro e no presente de nossos filhos, netos, pais, avós, tios, isso sim é uma atitude de quem pensa verdadeiramente na família, que ao contrario do que eles pregam é bem diversificada e linda e merece ser protegida e cuidada, e isso não é conservador pois os conservadores sim querem destroçá-las em nome do seu deus que é o dinheiro.

Não podemos aceitar que esses governantes interrompam nosso progresso

O que eu quero, e imagino que a maioria de nós espera é o progresso, sempre ir pra frente e nunca retroceder, mesmo que os poderosos mecham seus pauzinhos pra ver o nosso retrocesso,  é esse o foco da nossa conversa desde o inicio, ficarmos sempre firmes pra resistir a essa opressão, permanecer  forte e em pé e esperançoso, mostrando a eles que não recuaremos e não aceitaremos nenhum direito a menos, e que esse período de pandemia também é resistência, somos resistência contra o genocídio em massa e a necro-politica de Bolsonaro e seus ministros, uma vez uma vereadora no rio de janeiro foi interrompida no meio do seu discurso por um seguidor desses governos fascista e ela bravamente rebateu e deu o recado: NÃO SEREI INTERROMPIDA, seu nome é Marielle Franco que deixou o seu legado e sua semente, é um ensinamento que vai prevalecer para todo sempre, não podemos aceitar que esses governantes interrompam nosso progresso menos ainda nossa esperança, a esperança de que teremos um pais menos desigual e uma ascensão dos direitos humanos e sociais,ela nos ensinou com a sua luta e devemos continuar lutando, não podemos tolerar a intolerância e sim combate-lá, e a combatemos permanecendo firmes, resistir a essa batalha invisível como temos resistido, vamos sim prevalecer e vencer essa guerra, por mais que uns ou outros dizem ao contrario, por mais que o desanimo venha, apenas um foco de esperança ira nos fazer vencer então não a perca, não pare de lutar.

Nós precisamos nos unir e nos fortalecer

Eu quero encerrar a nossa conversa propondo um desafio, pare e olhe o que tem agora ao seu redor, o que você sentiu?  Vazio? Solidão, Medo, insegurança? É realmente cada um de nós temos sentimentos diferentes em cada momento de nossas vidas, mas nesse momento eu quero  fazer você refletir mais uma vez, eu aprendi uma coisa estudando enfermagem que todo o alimento que consumimos bom ou ruim o nosso organismo vai separar coisas boas e ruins desse alimento, é como Yin-yang, duas energias opostas lado a lado, o que vai nos trazer uma certa diferença é qual vai prevalecer, é o que vamos aprender no meio dessa crise, qual vai ser nossa atitude no meio dela, é por isso que tenho falado de perseverança, luta, resistência, esperança, essa é a diferença, de um lado temos pessoas que decidiram colocar sua humanidade de lado e fazer as piores escolhas e seguir as piores linhas da vida, enquanto nos precisamos nos unir e se fortalecer escolhendo seguir a linha oposta deles, e seguir a esperança, o amor, a solidariedade, a empatia.

POVO BRASILEIRO TENHA FÉ, CONQUISTAMOS MAIS DE UMA VEZ A LIBERDADE E INDEPENDÊNCIA E NUNCA FOI FÁCIL, E ACREDITO QUE NUNCA VAI SER, SOMO UM POVO UNIDO MAIS DE 70%, SEMPRE TIVEMOS PESSOAS AMEAÇANDO NOSSO POVO, NOSSAS TERRAS, NOSSA CULTURA, NOSSA DIVERSIDADE, NOSSOS JOVENS, NOSSA SOBERANIA, TUDO, EU FAÇO UM APELO CONTINUEM ACREDITANDO EM UM FUTURO MELHOR, CONTINUEM CRENDO QUE O MELHOR ESTE POR VIR, MESMO QUE AS CIRCUNSTANCIAS SEJAM DESFAVORÁVEIS, SOMOS UM POVO FORTE DE SANGUE GUERREIRO EM NOSSAS VEIAS CORREM LUTA, SOMOS DESCENDENTES DE UM POVO SOBREVIVENTE, QUE NÃO NEGAMOS NOSSAS RAÍZES, SOFREMOS EM UM PASSADO DE ESCRAVIDÃO, DEPENDÊNCIA, TORTURA, MEDO, DOR  E ASSIM COMO FOI NO PASSADO, A HISTORIA NÃO ABSORVERA OS MAL FEITORES QUE TENTAM NOS DESTRUIR, CONTINUEM CRENDO NÓS TRIUNFAREMOS SOBRE O MAL NOVAMENTE. EU TENHO UM SONHO, E NESSE SONHO VENCEREMOS. RESISTA!!!

Elias de Deus

Elias de Deus

Elias de Deus é estudante de teologia bíblica e youtuber

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Saiba como ajudar na Greve dos Entregadores de Aplicativos!

É tempo de pandemia, e pra quase toda a população as coisas tem sido bem difíceis. Mas alguns puderam contar com o conforto e o luxo de ter tudo o que precisam entregue nas portas de suas casas. Trabalhadores de aplicativos viajam por toda a São Paulo diariamente entregando compras e comidas. Ao mesmo tempo muitos deles passam fome. As coisas não podem continuar assim. Por isso nós apoiamos a greve dos motoristas de aplicativo na próxima quarta dia 01/07. Pedimos para você também aderir ao movimento. Para isso é bem simples: não peça delivery AMANHÃ. Deixe para pedir hoje ou depois. Além disso poste nas suas redes sociais a #ApoioBrequeDosAPPs e avalie negativamente os aplicativos de delivery nas lojas de aplicativo.

cobrimos neste blog quão difíceis as coisas tem sido para os entregadores de aplicativo. Mas eles estão se organizando. A liderança Paulo Lima, mais conhecido como “Galo”, está organizando o Movimento dos Entregadores Antifascistas. A iniciativa ecoa o grito de “FOME”, e a busca de que as empresas garantam aos trabalhadores condições mínimas de vida.

Confira as principais demandas:

  1. Aumento do preço mínimo: a garantia de um valor mínimo e justo para o entregador ter em cada entrega.

  2. Aumento do preço por quilômetro rodado: recebendo as mixarias que recebem, muitos entregadores passam fome. Seria uma forma de aumentar seus ganhos.

  3. EPI: apesar do marketing, empresas como a Rappi e a iFood estão falhando em providenciar aos entregadores Equipamento de Proteção Individual, como máscaras e álcool em gel para os entregadores.

  4. Seguro de roubo, acidente e vida: atualmente se um entregador furar o pneu, for assaltado ou perder a vida a empresa não tem que arcar com nada! Isso é um absurdo e tem que mudar já!

  5.  Fim dos bloqueios indevidos: tudo é desculpa para os aplicativos bloquearem um entregador. Até coisas como um pneu furado ou uma tempestade inesperada podem custar ao entregador o direito de trabalhar por dias e até semanas.

Como VOCÊ pode ajudar!

Apesar de formada a pouco tempo o movimento já conta com núcleos e organização em dezenas de cidades brasileiras. Esse dia primeiro será histórico: os trabalhadores se levantarão para frear décadas de retrocesso e de uberização das condições trabalhistas! 

Faça você a sua parte, neste fim dia primeiro não compre de aplicativos. Respeite a greve, respeite os trabalhadores e mostre que você não vai aceitar que as pessoas te entregando comida estejam passando fome! Veja como ajudar:

  1. Não use o aplicativo amanhã (dia 01/07)

  2. Poste nas suas redes sociais a #ApoioBrequeDosAPPs

  3. Deixe uma avaliação ruim nas lojas de aplicativo em que você baixou pois apps de entrega. Aproveite para deixar um comentário falando que você não acha certo os entregadores passarem fome enquanto entregam comida. Use também a #ApoioBrequeDosAPPs

Importante: não é para deixar de usar os aplicativos indefinidamente. De acordo com o próprio Galo isso acabaria atingindo principalmente os trabalhadores. Mas se todas e todos, amanhã, deixarmos de usar os aplicativos estaremos mandando um recado claro em nome de dignidade, proteção social e comida para todas e todos!

“Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos!”

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um Auxiliar Técnico em meio à pandemia de corona vírus covid 19.

Eu me chamo William Silva Figueiredo, auxiliar técnico de educação, trabalhando na Prefeitura de São Paulo desde 2009 e no CEU Água Azul Cidade Tiradentes na Gestão desde 2015. Descreverei como estão sendo estes dia de trabalhos em tempo de pandemia, pois como é do conhecimento de todos, o Quadros de Apoio da Educação Municipal não obteve o direito ao isolamento e sendo assim continuamos trabalhando.

Com a pandemia, assim que tomei conhecimento das suspensões de todas as atividades e fechamento do CEU, confesso que de primeiro momento fiquei assustado por nunca ter visto algo de igual impacto, tudo ficou deserto e silencioso, os alunos das três escolas sumiram, a comunidade que frequentava diariamente as atividades físicas, teatrais entre outras também foram obrigadas a pararem de frequentar, mesmo com tudo isso acontecendo os trabalhos administrativos foram mantidos e tivemos (ATE’s e Gestão no Geral) que nos desdobrar para manter funcionando, pois além de todo o ocorrido tivemos que administrar a ausência dos companheiros de trabalho que mesmo sendo do quadro de apoio, fazem parte do grupo de risco e precisam do afastamento do trabalho presencial.

Batalhando com o risco de morte

O contato com a comunidade que era frequentemente realizado frente a frente passou a ser na maioria das vezes por telefone evitando o menor contato possível, e a convivência no local de trabalho com os servidores e funcionários, ficaram completamente diferentes e sempre repletas de incertezas em relação ao contagio do vírus, pois o CEU tem além dos servidores, um grande número de pessoas que compõe o quadro de limpeza e segurança, sem contar com os prestadores de serviços que nesse tempo de pandemia estão trabalhando na manutenção dos espaços. Cabe ressaltar que uma das esposas de um funcionário da segurança testou positivo para a COVID 19, e ele teve que ser afastado para cumprir o isolamento social. Graças a Deus, ele testou negativo e sua esposa e filhos estão bem.

Apesar de tudo, os ATE’s lutam para fazer a diferença!

Recentemente, dia 12/maio, perdemos um funcionário para a covid 19, também da segurança do período noturno, e diante de todos os ocorridos e relatados de usuários da comunidade que também testaram positivos uns internados, outros isolados, continuei no empenho de minhas obrigações habituais colaborando recentemente na entrega de cestas básicas referentes a um projeto de Rugby (esporte) onde foram doadas cestas de alimentos para os praticantes do referido esporte. Além dessa ação social está em prática outra, que também entregará cestas básica (Associação do bairro), essa ação será realizada às sextas-feiras, em horário comercial. Contamos também com fabricação de máscaras faciais, que são confeccionadas em um baú de uma carreta que está estacionada no
estacionamento do CEU (projeto do governo do Estado com parceria das ETECs).

O meu sentimento em estar trabalhando em plena pandemia e mesmo tomando todas as precauções e recomendações necessárias, é o de incerteza, pois nunca se sabe se fui ou não contaminado, mesmo que todos os cuidados estejam sendo tomados sempre temos contato com pessoas e objetos, isso me deixa extremamente preocupado e incerto, mas com a certeza que estou contribuindo com algo para que tudo isso passe e volte ao normal para que possamos usufruir de nossas vidas como comumente fazíamos.

Escrito por um ATE

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A dualidade entre o real e o ideal!

A dualidade entre o real e o ideal!

Entenda sobre o descaso da administração pública contra os professores e alunos!

Estamos diante de tantas incertezas que nos causam medo, dúvidas e indignação, por isso, gostaria de iniciar com uma frase de Darcy Ribeiro, antropólogo, escritor e político brasileiro: “só há duas opções nessa vida; se resignar ou se indignar.” E Darcy Ribeiro afirmou que não iria se resignar nunca! Assim como ele, eu também não posso me resignar, uma vez que ao professor é inerente professar! Não posso me omitir neste momento e digo que a nossa categoria, como um todo, está indignada diante deste contexto pelo qual a educação vem sendo submetida!

Como dizia Paulo Freire, “me movo como educador porque, primeiro, me movo como gente!” É como gente que me sinto indignada! – Pelo descaso à educação; – Pela falta de elementos pontuais aos trabalhadores da saúde; – Pelo descaso à população periférica e negra; – Pela mulher e a violência sofrida em silêncio mais do que nunca; – Pela falta de condições para que a população pudesse ficar em isolamento social; Enfim, não nos falta pelo que nos indignarmos! Trago uma afirmação da filósofa húngara Agnes Heller, foi professora de Sociologia na Universidade de Trobe, na Austrália, “Se agimos, somos responsáveis pelo que se realiza através de nossa ação; se nos afastamos da ação, somos responsáveis pelo que não fizemos.” (Carecimentos e valores, em “Para Mudar a Vida: Felicidade, Liberdade e Democracia”, Editora Brasiliense)…. 

A Secretaria Municipal de Educação contraria a OMS

Segundo a Instrução Normativa número 38, publicada pela Secretaria Municipal de Educação em 22/11/2019 sobre as diretrizes para a elaboração do calendário de atividades para o ano letivo de 2020 nas unidades escolares, o período destinado ao recesso escolar seria de 10 a 19/07. Contudo, em março, esse período foi antecipado para 23/03 a 09/04, medida adotada pela Secretaria Municipal de Educação como forma de enfrentamento inicial à pandemia, naquele momento adotar tal medida foi a solução mais simples tomada, que não exigiu esforço por parte da SME. Além de tardia, mostrava o despreparo no trato em relação à Covid 19, pois não foi eficaz, uma vez que sabíamos que não se tratava de uma “gripezinha”.

Sendo assim, o período destinado ao recesso escolar, seria, como de fato foi, insuficiente diante dessa realidade. Tanto que SME se viu na necessidade de publicar instruções normativas, em virtude da manutenção das escolas abertas visando a adequação ao trabalho de gestores e do pessoal do quadro de apoio, forçando-os a cumprirem plantões nas escolas, totalmente na contramão das orientações da Organização Mundial de Saúde, que pedia pelo isolamento social, ignorando os milhares de apelos pelo fechamento das escolas.

Cada vez mais SME apresenta justificativas para manter as escolas em funcionamento, inclusive contrariando sua própria orientação, pois na instrução normativa no 13/2020, no artigo 4o dispõe que não haverá atendimento ao público, e dessa maneira, desrespeita seus profissionais, expondo-os nesse enfrentamento, nas trincheiras pela educação, exercendo para além do nosso papel de educador e da escola enquanto instituição educacional, suprindo mais uma vez as faltas de políticas públicas do governo, e cada vez mais, absorvendo as mazelas sociais nunca tão visíveis e de forma tão escancarada. 

Os servidores públicos devem se orgulhar!

A equipe escolar (quadro de apoio e gestores) mantida como guarda patrimonial, vulneráveis à toda forma de violência social, ou à contaminação quando colocados num trato direto com a população para garantir uma prestação de serviço assistencial que não deveria ser de competência dos profissionais da educação. A naturalização da exclusão pela negação da realidade. Vitor Paro, professor da Faculdade de Educação da USP e grande especialista em gestão democrática, esteve recentemente num bate-papo com o vereador prof. Toninho Vespoli e foi veemente na questão do fechamento das escolas, pontuando duras críticas ao atual governo em relação a forma de gerir e ao sistematizar uma relação vertical, desconsiderando os profissionais envolvidos. 

Nós, servidores públicos, que estamos no atendimento direto à população, devemos nos orgulhar em conseguirmos cumprir com efetividade nossas funções, muitas vezes sem o mínimo necessário nas repartições públicas, mas realizando um serviço eficaz e garantindo ao munícipe um atendimento efetivo. 

É triste saber que a escola pública, tão sucateada, reflexo de anos de abandono, é e talvez seja sempre a única opção à população! Para Vygotsky, psicólogo bielorusso, o homem é um ser que se forma em contato com a sociedade. 

“Na ausência do outro, o homem não se constrói homem”. Sua compreensão é a de que a formação se dá na relação entre o sujeito e a sociedade a seu redor. Assim, o indivíduo modifica o ambiente e este o modifica de volta. 

A EAD ressalta as desigualdades

Numa pandemia, instituir uma EAD, estranha ao processo educacional e esvaziada de sentido, ressalta as desigualdades e as condições insalubres, evidenciando a falta de um ambiente favorável à alfabetização e as experiências cognitivas, culturais, sociais, afetivas e lúdicas diante de um processo histórico nas relações territoriais. Entretanto, quando falamos em educação, é fundamental abordamos as legislações pertinentes.

Recentemente acompanhei uma live com a professora Selma Rocha, prof.a da FEUSP, atuou na SME entre os anos de 1989 a 1992, também fez parte do Conselho Municipal de Educação. Em sua fala, ela resgata a importância dos marcos legais e o direito inalienável à educação, previstos nos artigos 205 e 206 da constituição nacional, a lei 9394/96, nossa LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e o Plano Nacional de Educação, que institui a educação como um direito de todos e dever do estado e da família dos 04 aos 17 anos, de forma presencial, e a Educação à distância, somente de forma complementar. 

Não há educação sem afeto

O parecer do CNE não caracteriza a educação remota, mas entende que há a necessidade da realização de atividades pedagógicas não presenciais, na tentativa de evitar uma ruptura ou lacuna no processo de aprendizagem, bem como a perda do vínculo com a escola que poderá levar à evasão… Precisamos pontuar a medida provisória 934/2020 que possibilitou a flexibilização do calendário escolar em carácter excepcional ao cumprimento dos 200 dias letivos, mantendo porém a exigência em relação às 800 horas. “Se você acha que educação é cara, experimente a ignorância!” Derek Bok. 

Se educar é impregnar de sentidos, garantir a permanência dos vínculos é fundamental na relação estabelecida entre o professor e seus alunos. Não há processo de aprendizagem sem os sujeitos de direitos exercendo amplamente suas potencialidades e capacidades, favorecidos por um diálogo de possibilidades, carregados de significados sob o olhar sensível do professor, fica ainda mais notório na educação infantil, que se impregna de sentido pelos cheiros, sons, sabores, cores, ao acalanto e toque das mãos dx educador(a)! 

“A primeira ideia que uma criança precisa ter é a da diferença entre o bem e mal. E a principal função do educador é cuidar para que ela não confunda o bem com a passividade e o mal com a atividade.” – Maria Montessori. 

O professor é o mediador de todo esse processo de aprendizagem e não um mero burocrata transmissor de conteúdo. 

Para tanto, há de fato uma importância da documentação pedagógica e o registro como forma fundamental de preservar e legitimar o processo construído, sem no entanto levar a uma burocratização enfadonha de planilhas e relatórios desconexos, sem nenhuma base científica, que nem de longe expressam a sistematização de um trabalho educacional, mas evidencia uma alienação, ainda que imposta, como uma justificativa documental. Mas o retorno à rotina escolar é inevitável… E está aí rondando às nossas portas e insistindo em nos tirar o pouco da preservação e serenidade que nos resta!

Se a educação se faz para além dos muros escolares, e assim entendemos quando acolhemos aos alunos e seus familiares, também precisamos saber como garantir dentro do espaço físico das escolas e de acordo com a sua realidade, como será essa volta. As escolas públicas, em particular as do município, tiveram redução do número de funcionários nas equipes de limpeza, e portanto é evidente que houve uma precarização dos serviços de higienização dos ambientes escolares e de todo o material ali contido, sobrecarregando os funcionários que são responsáveis pela realização do serviço. 

Precisamos pensar nos direitos dos alunos em sua totalidade

Importante destacar que alguns Centros de Educação Unificado, os CEU’s, estão acolhendo moradores em situação de rua em salas de aulas de suas unidades. De fato, tal acolhimento, recebe nosso respeito, mas como farão, diante dessa situação, quando retornarem às aulas? É pontual destacarmos outra questão em relação aos prédios escolares públicos, pois em regra, com raras exceções, a condição da estrutura física requer manutenção urgente e falta espaços externos. Para Paulo Sergio Fochi, professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e especialista em Educação Infantil, precisamos pensar nos direitos das crianças, os alunos em sua totalidade, e de seus familiares na construção deste retorno, o acolhimento e o afeto, a aceitação e adequações às possíveis mudanças nesse retorno, inclusive ao ambiente escolar, participar e compartilhar das decisões, serem orientados e receber as informações necessárias para se sentirem tranquilizados…

Mas quem fará esse processo em relação à nossa equipe escolar, até agora em plantão? Bem como aos professores que também precisam sentir que estão acolhidos, protegidos e saber que sua saúde e sua vida serão preservadas! Escola é um organismo vivo, onde todos devem conhecer as ações desenvolvidas, entender como ocorrem as relações, com criticidade para esse espaço e suas intencionalidades, e assim deveriam comungar das mesmas concepções. Clarice Lispector se referindo à educação: “Ela tem em si água e deserto, povoamento e ermo, fartura e carência, medo e desafio. Tem em si a eloquência e a absurda mudez, o requinte e a rudeza.” 

“Mais vale errar se arrebentando do que poupar-se para nada.” Darcy Ribeiro. 

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli

Deborah Fasanelli é professora de educação infantil e ensino fundamental; pedagoga e Psicopedagoga Pós graduada em Direito Educacional. Atualmente ocupa o mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli

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A Alimentação Escolar durante a quarentena

A Alimentação Escolar durante a quarentena

Entenda o descaso dos governantes com crianças que passam fome!

A pandemia de covid- 19, dentre outras coisas, escancarou um papel que as escolas ocupam: espaço responsável pelas principais refeições de muitos dos estudantes.
Não são incomuns os relatos de professores recebendo mensagens de estudantes perguntando sobre alimentação durante as interações online. Outra realidade é a dos profissionais em plantões nas escolas ( gestores e quadro de apoio) que atendem telefonemas ou pessoas batendo nas portas das escolas em busca de informações sobre o cartão- alimentação ou a possibilidade de doação de cestas básicas.

A realidade financeira de muitas das famílias mudou devido ao contexto da quarentena, muitos com salários reduzidos ou com a perda dos empregos, mesmo fora das listas de beneficiários de programas sociais governamentais.

Mesmo que o direito à alimentação esteja garantido na Declaração dos Direitos Humanos, PIDESC, Constituição e ECA, a fome ainda é uma realidade e agravada devido aos estudantes não terem o direito à alimentação escolar garantido. Pelo contrário, governantes têm caminhado no sentido oposto, levando a alimentação escolar como direito de alguns.

Alimentação não é caridade, é dever do Estado!

É indiscutível a relação da garantia da alimentação como preceito para aprendizagem. O Programa de Alimentação Escolar gratuita e universal representa a maior e mais abrangente experiência em Políticas Públicas de alimentação e nutrição na América do Sul, além de ser um dos mais antigos no mundo.

Desta forma, é incompreensível num momento de agravo social e sanitário, impor a privação ao direito dos estudantes de se alimentarem de forma adequada. Argumentar sob o véu da legalidade contratual, quando de fato dados da própria prefeitura apontam o gasto efetivo realizado de pouco mais de 10% do valor total a ser recebido do governo federal chega a ser irresponsável, pois se trata de direito e não de caridade para alguns que estão nos critérios estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação que nem sequer são os mesmos adotados pela Assistência Social, que tem como característica o atendimento da população em maior vulnerabilidade.

Se a alimentação escolar é um direito universal aos alunos, em atividades remotas todos continuam a serem alunos e, portanto devem receber o equivalente à refeição realizada na escola. Essa equivalência precisa inclusive levar em conta que o poder de compra do governo e avulsa são diferentes. Ofertar alimentos aos estudantes seguindo os preceitos da FNDE torna-se mais que urgente para garantir a segurança alimentar dos estudantes que já são tão vulneráveis e estão prejudicados por diversas políticas de governo que não estão considerando-os como sujeitos de direitos e que precisam ter a proteção e ações voltadas para a universalização e em condições de igualdade.

Vivian Alves

Vivian Alves

Vivian Alves é filósofa, diretora de escola e ativista pela educação. Atualmente ocupa o mandado do Vereador Toninho Vespoli.

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