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A democracia irá vencer na Bolívia!

A democracia irá vencer na Bolívia!

Saiba como a democracia está se recuperando na Bolívia!

A democracia irá vencer na Bolívia! Já faz quase um ano que a Bolívia sofreu um golpe de Estado. Na ocasião, o governo autoritário ligado a setores reacionários das forças armadas, se negou a reconhecer os resultados das eleições para presidente. Através de ameaças a famílias e intimidações políticas, forçaram os representantes legítimos de esquerda a se afastarem de seus cargos. A ideia era, a princípio, tomar o poder. Mas graças ao ativismo e mobilização de tribos indígenas, novas eleições foram realizadas, com Luis Arce, candidato de esquerda, a frente nas pesquisas. A esquerda parece renascer  na Bolívia, em processo que talvez se espalhe por toda a América Latina (inclusive com Boulos 50 e Toninho 50650 em São Paulo).

As eleições de 2018 foram vencidas pelo candidato a reeleição, Evo Morales, pelo partido MAS (Movimento Pelo Socialismo). A direita acusou as eleições de fraude, e manipulou órgãos internacionais para entoarem o discurso. O que se sucedeu foi um complô organizado para ameaçar os familiares de políticos de esquerda para se afastarem de seus cargos. Quem assumiu, foi a direitista Jeanine Áñez. Em que pese as acusações de fraude, as primeiras preocupações do governo de Áñes não foram realizar novas eleições. Pelo contrário: ela desintegrou as estruturas para um novo pleito! O que a direita fez foi usar de seus poderes para perseguir políticos de esquerda, conforme relata representante da Anistia Internacional.

Política se faz nas ruas!

Mesmo assim a esquerda venceu na Bolívia. A democracia irá vencer na Bolívia! E irá vencer porque o povo entendeu que a política não é uma coisa que acaba com o voto. Política é o que se faz no dia a dia, na organização, na luta por um mundo melhor! Apesar de perder o poder oficial, a esquerda boliviana manteve pressão nas ruas. foram protestos, barricadas, e até confrontos com as forças armadas. Tudo pelo direito de o povo decidir! E é isso que está em curso em outros lugares da América Latina!

No Chile, também, a esquerda se organiza nas ruas, em massa, e exige uma nova constituição popular! Na Argentina, as mobilizações populares tiveram papel fundamental pela saída do governo de direita de Macrón no país! E aqui no Brasil não vai ser diferente! Temos no nosso horizonte a oportunidade de também colocar o povo na tomada de decisões! A possibilidade de conquistarmos uma política descentralizada, feita lado a lado com o povo, com orçamento participativo, e gestão democrática das políticas habitacionais e sociais! As minorias, negros, índios LGBTQ, todas e todos com espaço de fala! Todas e todos organizados para serem ouvidos! É isso que Boulos 50 propõe para a cidade de São Paulo! E é por isso que Toninho Vespoli 50650 luta como vereador de periferia! Com todos juntos, nas ruas e nas urnas, povo vai virar o jogo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Mandato Popular

mandato coletivo

Sabia que o Toninho Vespoli sempre teve um mandato popular e democrático? Saiba mais:

No período de eleições muitos vão começar a ouvir falar de “mandatos coletivos”. O termo da moda virou chamariz para votos na esquerda. Mas você sabia que o Toninho Vespoli sempre encabeçou um mandato coletivo? Na verdade o mandato dele é coletivo desde muito antes de ser “legal”. Já em 2012, quando foi eleito vereador pela primeira vez, Toninho decidia quase tudo no mandato de forma colegiada, chamando todas e todos interessados em participar! É só que ele prefere falar em mandato “popular” ao invés de “coletivo”. Afinal, falamos, também, de um mandato do povo!

A vida do vereador Toninho Vespoli é super atribulada! Acorda cedo e dorme tarde, com agenda em quase todos os fins de semana. Felizmente ele não tem que fazer tudo sozinho. Pode contar com a força e apoio de uma equipe super dedicada e participativa. Na hora de decidir tudo, desde qual agenda fazer até de que forma votar um projeto de lei polêmico, a equipe toda é convidada a para debater e, em caso de polêmica, votar o que deve ser feito. Toninho atua mais como um representante do grupo do que como um chefe. Sempre está disposto a ouvir, mesmo que não concorde com o que está sendo falado. No fim age de acordo com o que foi decidido coletivamente.

Toninho ouve todo mundo!

E a coletividade não se dá apenas entre os funcionários do mandato. Nos últimos tempos, percebendo a vontade e dedicação do povo em participar mais ativamente da vida pública, Toninho criou o Gabinete na Rua. Reuniões em feiras, ruas e escolas em que o povo foi ativamente chamado pelo Toninho para trazer suas ideias e demandas. Mas isso não vem de agora. Muito antes, desde que foi eleito em 2012, Toninho já ia toda a hora, junto com a sua equipe, visitar onde o povo está! Faz visitas nas escolas, nas periferias, nos sindicatos, nos movimentos sociais… E sempre busca ouvir e lutar pelo que é falado por quem mais entende do que o povo precisa: o próprio povo!

O mandato do Toninho foi, e continua sendo, coletivo, popular e periférico. E a tendência é só melhorar. Quando Guilherme Boulos for eleito pelo PSOL, partido de Toninho, para prefeitura de São Paulo, Toninho vai estar juntinho na criação e participação de comitês de gestão popular e participativa. Mandato popular é coletivo. E o mandato do Toninho é popular!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A esquerda paulista e a urgência de um novo tempo

Entenda porque não dá mais para a esquerda fazer "mais do mesmo"!

No dia 16, o Partido dos Trabalhadores (PT) definiu o seu candidato para disputar a prefeitura de São Paulo em 2020. A decisão é relevante para o cenário eleitoral, pois o PT já governou a cidade por três mandatos e ainda preserva força no município. Ao mesmo tempo, ela instiga reflexões dentro do que se convenciona chamar de esquerda ou de campo progressista, compreendendo, aqui, não somente os partidos, como também os movimentos sociais e a massa crítica da sociedade.

O Brasil enfrenta a maior crise sanitária, econômica, política e social de sua história. São Paulo, a maior cidade do país, é epicentro do coronavírus. Milhares de pessoas estão confinadas há semanas dentro de casa. Outras, abandonadas pelo Estado, precisam sair às ruas para trabalhar. Multidões morrem ou se infectam, perdem os empregos e passam fome, acima de tudo nas periferias.

Diante desse quadro, todos intuímos mudanças e perigos profundos. Todos ficamos, em geral, com a sensação correta de que “nada será como antes”, para citar a música de Milton Nascimento.

Mas se nada será como está, podem as decisões dos partidos políticos, especialmente os de esquerda, seguirem em frente como se tudo estivesse normal? Acredito que não. E creio que, olhando o caso do PT, podemos extrair algumas conclusões sobre os caminhos a seguir (ou não seguir).

O povo está cansado do político tradicional!

Há anos, a sociedade brasileira vem cansada da figura do “político tradicional”. Geralmente identificada com o rosto de um homem branco e rico, esse político, na verdade, é alguém que não fala sobre o destino de milhões de pessoas que sofrem num dia a dia de muitas privações na cidade. Para ele, o fundamental é controlar sua máquina partidária, garantir sua eleição e reeleição, além de colaborar com os grandes interesses econômicos, em nome dos quais governa ou legisla.

A desconexão dessa figura com a maioria do povo é real e só aumenta no atual contexto. Isso porque os cidadãos e cidadãs que sofrem com a pandemia, geralmente, têm um rosto bastante distinto. São as mulheres na linha de frente dos serviços essenciais, as negras e os negros que auto-organizam os bairros para sobreviver, a juventude que ocupa a internet para forjar novas formas de manifestação e contestar o presidente. São, ainda, as LGBTs, os povos indígenas, os movimentos sociais, os lutadores da cultura, da saúde, da educação, dos direitos humanos, das pessoas em situação de rua e do direito à cidade.

É obrigação da esquerda, portanto, encarnar um perfil e um programa que representem essas maiorias sociais, e não a casta política envelhecida. Também é momento de superar experiências que falharam no passado e que nos trouxeram para o labirinto desesperador em que nos encontramos.

A esquerda precisa entender as urgências do povo!

Para conquistar e movimentar pessoas que se movem por ideais progressistas e preocupadas com os perigos do bolsonarismo, é necessário primeiro perceber essas urgências. Só assim, pode-se defender um programa de esquerda, que combata privilégios e desigualdades e persista no caminho da igualdade, da justiça e da solidariedade entre as pessoas.

Não se pode deixar de apontar que, no passado recente tanto do Brasil como da cidade de São Paulo, foi por ter abandonado bandeiras programáticas históricas que uma parcela da esquerda se desmoralizou perante o povo. A propósito, o fenômeno não pertence apenas ao passado. Ainda hoje, nos estados em que governa, o PT e outros partidos aplicaram a reforma da previdência e, no fundo, colaboram com os interesses do grande empresariado e das oligarquias políticas.

Num período em que se debate tanto — e corretamente — a urgência de unidade para derrotar o bolsonarismo, não adianta tentar esquecer esses fatos. Apenas uma esquerda que enfrente, e não que se integre ao regime, pode reconquistar a esperança de milhões. E é claro que, ao tomar uma decisão como a que recentemente tomou em São Paulo, a direção do PT mostra que está muito distante de chegar a essas conclusões, decepcionando até mesmo parte de sua base. Cabe aos setores que nunca se renderam a essa lógica, então, tomar a dianteira dos processos de reorganização e inclusive de unidade.

As candidaturas não podem ser decididas pelas cúpulas partidárias!

Por fim, deve-se atentar para o aspecto da democracia interna para tomada de decisões. Não podemos naturalizar que a escolha de candidaturas se dê apenas pela cúpula partidária. Radicalizar a participação das bases é um caminho incontornável. Se estamos diante da impossibilidade de promover encontros presenciais por conta da pandemia, soluções criativas devem ser buscadas visando preservar, e não destruir, a democracia partidária.

O que está em jogo não é pouca coisa. Temos diante de nós os desafios de frear, nas cidades, a sanha autoritária do projeto de Bolsonaro; de dialogar com uma sociedade em estado de intensa transformação e de degradação, por causa da crise; e ainda, de apresentar, pela esquerda, um projeto viável para o futuro. O melhor da energia dos setores dinâmicos da sociedade, daquelas e daqueles que resistem apesar da barbárie, é o que deve nos mover.

Isso é infinitamente mais importante do que os velhos cálculos e interesses eleitorais.

Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim é Deputada Federal de São Paulo pelo PSOL. Junto a Toninho Vespoli, compôs a bancada dos vereadores do PSOL em São Paulo.

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