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Doria usa a Educação e a pandemia pra fazer marketing 

Doria usa a Educação e a pandemia pra fazer marketing 

Saiba o que está realmente por trás do “bolsa educação” de Doria

João Doria é um governador incansável. Verdade seja dita, ele não cansa e não desiste nunca de buscar maneiras marketeiras de se promover e enganar a população de São Paulo.

A bola da vez, mais uma vez na verdade, é a Educação. Antes de mais nada é preciso lembrar que Doria não criou nenhuma renda emergencial paulista para atender as pessoas nessa pandemia. Nenhum programa de atendimento aos mais pobres, desempregados ou aos micro e pequenos empresários que estão sofrendo com a Covid-19.

Agora, no desejo voraz de retomar as aulas presenciais, mesmo com os dados de morte na pandemia, o governador anunciou um programa chamado “Bolsa do Povo Educação”. Mais um nome bonito para o marketing do governo, mas sem muito efetividade.

A tal “Bolsa do Povo Educação” é uma iniciativa que irá contratar 20 mil responsáveis de alunos da rede estadual de ensino para prestar apoio geral às escolas, para o retorno das aulas presenciais, com um benefício mensal de R$ 500 por mês durante seis meses.

De acordo com o governo do estado, os pais contratados irão atuar principalmente no acompanhamento de protocolos sanitários, garantindo o retorno presencial seguro para estudantes e funcionários.

Tudo muito bonito. Porém temos que colocar algumas coisas em pratos limpos.

A questão dos protocolos sanitários não deveria se tratar apenas de uma pessoa cuidando da atenção ao protocolo, mas da melhoria de toda a estrutura das escolas estaduais e aí que está o pulo do gato.

A gestão Doria gastou somente 5% de verba para melhorar a rede física de escolas de SP em 2021. De acordo com a execução orçamentária estadual, de R$ 567 milhões orçados para melhorias, manutenção e ampliação da rede física escolar, R$ 29 milhões foram liquidados até agora.

Para se ter uma ideia é uma visão que essa prática tucana não é algo isolado, mas um projeto de ataque e destruição da Educação, a administração encerrou o ano de 2020 com gastos em mais de R$ 80 milhões abaixo do orçado para esse mesmo fim.

Ou seja, você pode colocar alguém na entrada das unidades oferecendo álcool em gel, mas no banheiro pode não ter pia, ou torneira ou água na torneira. É o famoso jogar a sujeira para debaixo do tapete.

Além disso, vale destacar que contratos emergenciais não resolvem o problema da falta de concurso para a rede estadual de Educação. Contratos emergenciais de pais de alunos, máscara o principal problema de sucateamento da escola pública que os tucanos promovem no estado.

Por isso, esse programa do Doria não passa de um nome bonito, com boa intenção. Mas como dizem os antigos “de boas intenções o inferno está cheio”, e conhecendo bem quem é João Doria e como são suas práticas, sabemos que ele não está preocupado com os pais, alunos ou com a Educação, a ideia dele e ter programas com nomes bem chamativos e marketeiros para usar em sua propaganda eleitoral em 2022.

 

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Dica de legislação: INSTRUÇÃO NORMATIVA SME Nº 20, DE 04 DE JUNHO DE 2021

Dica de legislação: INSTRUÇÃO NORMATIVA SME Nº 20, DE 04 DE JUNHO DE 2021

Estabelece procedimentos para a execução do projeto de produção e distribuição de refeições saudáveis e balanceadas para consumo imediato – marmitas, à população em situação de vulnerabilidade social da cidade atingida pela crise econômico-social causada pela pandemia do coronavírus, e dá outras providências.

A legislação organiza a elaboração e distribuição de marmitas todos os dias da semana em Unidades Educacionais pré-estabelecidas.

A DRE encaminhará servidor para acompanhar o processo diariamente.

As empresas terceirizadas destinam as cozinheiras e entregadores; Garantem a segurança alimentar e temperatura da comida;

As escolas disponibilizam o espaço.

CODAE, DREs e Unidades Educacionais pólo, divulgarão amplamente o impedimento da comercialização das marmitas recebidas.

Para evitar o desperdício dos alimentos produzidos as marmitas não entregues deverão ser distribuídas para as famílias pertencentes à comunidade local.

Nesse contexto de fragilidade financeira de grande parte da população, essa é uma ação que movimenta a rede de trabalhadores das empresas terceirizadas destinadas a questão da alimentação escolar e ainda colabora de forma ativa com as comunidades escolares.

É obvio que a escola tem finalidade própria, porém especificamente durante esse momento de pandemia pode ser importante ser pólo de capilaridade para políticas públicas.

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O currículo oculto e práticas escolares herdadas do militarismo

O currículo oculto e práticas escolares herdadas do militarismo

Saiba como o autoritarismo da ditadura militar pode ter afetado a educação dos adultos de hoje

“Carlo Ginzburg, em ensaio clássico, nos fala de um princípio indiciário. Método este extremamente difundido na comunidade acadêmica. Nele o historiador é equiparado a um detetive, pois é responsável pela decifração de um enigma, elucidação de um enredo e pela revelação de um segredo (…) presta atenção nas evidências, por certo, mas não entende o real como transparente. Aliás, refere Ginzburg, o próprio Marx afirmara que, se a realidade fosse transparente, não haveria necessidade de interpretá-la!” (PESAVENTO,2005.p.67)

É possível observar que os projetos educacionais passam sempre por intencionalidades contidas nos currículos de formas não explícitas. Pensar sobre mentalidades e currículos ocultos é sempre interessante, ainda mais quando o período delimitado é entre as décadas de 1960-1980, cheias de transformações sociais, culturais, estruturais e ideológicas inclusive no tocante da importância da Educação Infantil e na formação dos futuros cidadãos “pró- Estado” e progresso.

O período entre as décadas de 1960-1980 é conhecido como de grandes agitações sociais desde o início da República no Brasil. Dentre essas, o processo de ampliação da Escola de Educação Infantil e visão sobre a infância. É importante que se analise a relação entre as políticas educacionais e a formação do pensamento coletivo de credibilidade e ideia de progresso e disciplina. Para Foucault, disciplina são os métodos que permitem controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante das forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade. A disciplina aumenta ou diminui as forças do corpo de acordo com as intencionalidades de quem a rege. Foucault mostra uma percepção em relação à organização do espaço escolar semelhante ao de uma prisão.

Segundo ele, o sucesso desse controle disciplinar se deve ao uso de: olhar hierárquico, que se trata de uma relação de poder; sanção normatizadora, que utiliza o castigo para ordenação dos indivíduos e exame, por meio do qual são diferenciados e sancionados.

Tal definição deixa muito mais instigante pensar nessa relação com as crianças numa escola contextualizada no período da ditadura militar. Pensar em conceitos como disciplina, ordem, trabalho como condição para dignidade, progresso, e currículos com valorização às datas cívicas, heróis nacionais, obediência nas “inocentes” brincadeiras como formação de filas, “siga o mestre”, “ marcha soldado” ou “seu mestre mandou” em detrimento de formação de um pensamento livre, crítico e politicamente ativo.

Essa definição está claramente dentro da perspectiva positivista de Educação, perspectiva esta criada no século XIX e muito utilizada no militarismo e nas escolas do período, a fim de se estabelecer a “ordem” como algo imprescindível ao aprendizado. É importante que se perceba que essa definição pertence a um contexto específico: Ditadura e Guerra Fria.

Nesta perspectiva, qualquer manifestação de inquietação, questionamento, discordância, conversa ou desatenção por parte dos alunos é entendida como indisciplina, já que se busca  “obter a tranquilidade, o silêncio, a docilidade, a passividade das crianças de tal forma que não haja nada nelas nem fora delas que as possa distrair dos exercícios passados pelo professor, nem fazer sombra à sua palavra.” (Wallon, 1975, p.379).

“(…) durante o regime autoritário não havia espaço para optar (…) a opção era obedecer ou desobedecer; não havia espaço para debate ou inovações (…) na ansiedade de romper com o autoritarismo, tentamos passar de um regime no qual todas as decisões são centralizadas em uma só pessoa ou pequeno grupo de pessoas para um regime no qual todas as decisões são tomadas a partir de consulta e/ ou debate de todos interessados.” (D’ Antola, 1989. p.49-50).

“ (…) os alunos são punidos. A função da punição não é de resolver o problema, mas apenas conseguir que o aluno indisciplinado não incomode mais (…) nestas reticências vamos encontrar todo tipo de  ameaças, desde repreensões, retiradas dos alunos da sala de aula, diminuição da nota de aproveitamento, realização de exercícios escolares como castigo, até mesmo a expulsão do aluno (…)”.                (DÁntola, 1989. p. 51).

A escola não é isolada da sociedade. Interfere e interage com os contextos sociais e econômicos muito enraizados não somente no que o Estado impõe, mas nas práticas diretas de formação, de divulgadores de políticas educacionais pró-Estado, como o caso da Revista Escola, de posturas e valores das crianças nas escolas, inclusive de Educação Infantil, com a capa de que o foco principal seria prepará-las para o ensino fundamental e talvez novamente com a ideia de séculos anteriores de conceber crianças como adultos em miniaturas.

Nessa perspectiva, talvez seja possível  analisar a construção de uma identidade social fruto da ditadura militar no Brasil com a intencionalidade de formação de cidadãos formatados ao modelo de Estado partindo das escolas. Essas não como canais de agentes transformadores da realidade mas como objeto de manutenção do status quo.

Dicas de leitura sobre a questão da disciplina na escola:

 

ABUD, Maria; ROMEU, Sonia. A problemática da disciplina na escola : relato de experiência. In: D’ANTOLA,Arlette (Org.). Disciplina na escola. São Paulo : E.P.U., 1989.

D’Antola, Arlete. Disciplina democrática na escola. In: Disciplina na escola: autoridade versus autoritarismo. São Paulo: EPU, 1989.

­­­__________ (Org.). Disciplina na escola. São Paulo : E.P.U., 1989a.

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974.

__________. Educação e mudança. São Paulo : Paz e Terra, 1991.

FOUCALT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.

__________. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1977.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

VASCONCELLOS, Celso. Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 4. ed. São Paulo : Libertad, 1995.

VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

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Vitória de Toninho impede grupos que visem lucro de rodarem creches públicas

Vitória de Toninho impede grupos que visem lucro de rodarem creches públicas

Saiba como uma ação de Toninho barrou o lucro na educação pública

Prof. Toninho Vespoli garante vitória na Justiça contra o “Voucher da Educação” e organizações com fins lucrativos ficam de fora do programa

O vereador Professor Toninho Vespoli (PSOL) interpelou ação ao Tribunal de Justiça de São Paulo, em nome do Diretório Estadual do PSOL, pedindo para que fossem declarados inconstitucionais os artigos 6º a 11º e 17º a 26º, todos da Lei Municipal 17.437/20 que cria o Programa Mais Educação Infantil, conhecida como a “Lei dos Vouchers”.

O TJSP analisou o pedido e entendeu, após publicação de acórdão no dia 24 de maio, que o §3°, do artigo 7° fosse declarado inconstitucional. Como também considerou que os artigos 10º e 11º sejam interpretados conforme a Constituição Federal.

Isso significa que a Prefeitura vai ferir a Constituição se entregar dinheiro para entidades de caráter lucrativo e, além disso, terá que preservar o aluno com a continuidade do ensino, mesmo que este tenha sido desligado do programa.

O Programa Mais Educação foi aprovado em agosto na Câmara Municipal e foi sancionado no mesmo mês pela Prefeitura. A lei concede o benefício mensal pago individualmente por criança de 4 e 5 anos, diretamente a instituições de ensino previamente credenciadas.

O artigo 7º da “Lei dos Vouchers” determina os requisitos exigidos às instituições de ensino para o credenciamento ao Programa. Sendo o primeiro deles o critério de que estas instituições “ não tenham fins lucrativos, sejam comunitárias, confessionais ou filantrópicas, atendendo às condições do art. 213 da Constituição Federal”.

No mesmo artigo, há uma “brecha” na Lei, que foi considerada como inconstitucional pelo TJSP, no § 3º, que dispõe que se caso o número de instituições de ensino credenciadas seja insuficiente para atender à demanda, fica o Poder Executivo autorizado, a seu critério, a efetuar chamamento público para credenciamento de escolas que não se enquadrem neste primeiro critério.

“Ou seja, abre-se a porta para que instituições que visam o lucro possam receber dinheiro público com a ‘compra das vagas’”, declara o autor da ação, vereador prof. Toninho Vespoli. “Ao aplicar esta lei, a Prefeitura deixará, claramente, de investir grande monta de recursos na educação pública, na forma como dispõe a Lei de Diretrizes Bases, notadamente com a construção e manutenção de prédios escolares, uma vez que a verbas públicas, que poderiam ser destinadas a mencionada finalidade, serão, na prática destinada à iniciativa privada”.

A decisão do Tribunal de Justiça também analisou os Artigos 10 e 11, que abordam os casos em que “o benefício do Programa Mais Educação Infantil será cancelado”. De acordo com o acórdão, há “necessidade de interpretação conforme a Constituição, de modo a se garantir o regular exercício do direito ao acesso e à permanência na escola pelos alunos nas hipóteses legais de desligamento do programa”.

Portanto, a Prefeitura deverá fornecer meios para eliminar qualquer possibilidade de exclusão da criança do âmbito de atendimento da rede municipal de ensino, seja diretamente pelo Poder Público ou através de instituição privada regularmente credenciada.

“Trata-se a criança ou educando, assim, como mero objeto e não como sujeito de direitos, com a dignidade que a esta se deve. O que ocorrerá com a criança que tiver sua vaga cancelada? Será encaminhada a uma instituição diversa?”, questiona Toninho.

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Dica de legislação: A obrigatoriedade do pagamento do CREF

Dica de legislação: A obrigatoriedade do pagamento do CREF

Por meio do Comunicado nº 374, publicado no Diário Oficial da Cidade no dia 5 de março deste ano, o Secretário Fernando Padula, intimou professores de Educação Física a comprovar a inscrição no sistema Confef/Crefs. O prazo acaba agora, no próximo dia 5 de junho.

Trata-se de decisão judicial, uma ação que envolveu o CREF4/SP e a PMSP, com causa ganha ao CREF4/SP. Assim, a PMSP tem que cumprir a decisão e fazer cumprí-la, ou seja, exigir de todos os seus Profissionais de Educação Física, independente da forma do vínculo e da data do ingresso, o registro profissional no Sistema CONFEF/CREFs.

Para o CREF4/SP implica, em caso de fiscalização, se ele estiver atuando sem registro no CREF4/SP será autuado por exercício ilegal da profissão, podendo ser denunciado ao MPSP.

Na parte funcional implica no artigo 178, XI, da Lei nº 8989/79, sujeito a sanção disciplinar.

As penas disciplinares, segundo o artigo 184 da Lei nº 8.989/1979:

I – repreensão;

II – suspensão;

III – demissão;

IV – demissão a bem dos serviço público;

V – cassação de aposentadoria ou da indisponibilidade.

a) os referidos professores de ensino fundamental II e médio – Educação Física deverão apresentar o registro ou requerimento de registro no sistema Confef/Crefs ao diretor de escola da respectiva unidade escolar;

b) caberá ao diretor de escola proceder ao cadastramento do registro no sistema Escola On-Line/EOL, conforme segue:

c) ao final do prazo fixado neste comunicado, para apresentação do registro no Cref e cadastramento no EOL, a Secretaria Municipal de Educação encaminhará a JUD, a relação nominal dos professores que não apresentaram o documento comprobatório do registro.

O mandato do vereador Toninho Vespoli tem projeto de lei tramitando sobre essa matéria desde o ano de 2015, pois profissional da Educação está habilitado e legitimado a partir de concurso público e a formação da legislação é a licenciatura plena, o que já foi comprovado por todos e não era exigência nos editais dos concursos prestados.

O projeto foi aprovado nas comissões da Câmara Municipal e passando pelas duas votações, pronto agora para o prefeito sancionar.

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A Pandemia e os sacrifícios das mães

A Pandemia e os sacrifícios das mães

Saiba como mães estão lutando por dignidade em meio à pandemia!

A pandemia de Covid-19 escancarou abismos existentes na maior cidade do país. Ficou comprovado que mais de 40% dos estudantes não possuem acesso à internet, que a segurança alimentar é uma questão muito séria, que famílias mudaram a realidade financeira;

Dentro desse cenário também ficou vulgarizado para toda a população um programa de reinserção no mercado de trabalho para famílias mais vulneráveis. Na Educação conhecido como “Mães POT”.

É importante lembrar que mesmo antes do coronavírus, ainda em 2019, foi amplamente denunciado que as escolas municipais tiveram cortes de até 75% no número de funcionários nas equipes de limpeza. Ressalte-se também que após a aprovação da Reforma Trabalhista, em resumo, se os trabalhadores destas equipes não renderem o que é esperado pelas empresas, simplesmente são desligados sem qualquer intervenção de entidades representativas. Imaginem só 3 trabalhadores darem conta do trabalho de 12!

Dessa forma, com a chegada da pandemia e dos protocolos apresentados para garantir o mínimo de segurança nas escolas, ao invés de resolver o problema de insuficiência no processo de higienização e ventilação das Unidades, criaram uma nova categoria de profissionais: as mães!

Aliás, pouco se fala da carga que foi empregada nessas mulheres que muitas vezes são o arrimo, a chefia e a segurança das famílias que a rede municipal atende. Colocou-se uma responsabilidade nessas mães com dicotomias impensáveis em sociedades sérias como: assine um termo e seja responsável se seu filho ficar doente e morrer em decorrência de contaminação na escola; Trabalhe na escola presencialmente como uma sub trabalhadora num ambiente insalubre, sem orientação, sem apoio e sobreviva!

O desrespeito é tão grande que com a previsão de pagamento para o dia 15 de cada mês até agora não conseguiram prever sequer a necessidade de abertura de contas bancárias! O jogo de empurra-empurra na gestão tucana é conhecido, não é culpa das Secretarias, não é culpa dos bancos; No fim a culpa deve ser de novo da classe trabalhadora.

O governo finge que se preocupa com a vulnerabilidade dessas famílias e uma vez ao ano lembra que é importante enviar 1 cesta básica. Simula que está ajudando na questão financeira das famílias quando na verdade está expondo ao risco na condição de subemprego mães e alunos da rede. Em meio à greve pela vida, ver famílias em desespero aceitando fazer uma tarefa insalubre e impossível por diversos motivos já elencados nos últimos 13 meses é vergonhoso, absurdo e constrangedor.

Lutemos por renda, segurança e dignidade ao nosso povo! Toda solidariedade às mães da rede municipal!

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Legislação – Instrução Normativa n° 11

Legislação - Instrução Normativa n° 11

Quer saber como fica a distribuição de máscaras em escolas? Confira aqui:

A Instrução Normativa n° 11 que dispõe sobre a distribuição de máscaras aos educadores da Rede Pública Municipal e garantia da implementação dos protocolos sanitários nas Unidades Educativas ressalta a importância das interações presenciais nas escolas, informa que os trabalhadores receberão 2 máscaras no modelo kn95 e que as escolas devem utilizar o PTRF para garantir o cumprimento dos protocolos.

Ora, as escolas poderão contratar pessoas com essa verba? Afinal é inegável que praticamente não tem faltado verba para comprar álcool gel, o problema é quem vai passar o produto em todos os locais e com a frequência exigida.

Além disso, é sempre importante ressaltar que a estrutura dos prédios escolares muitas vezes não permite a ventilação natural, piorou ventilação cruzada. O que se vê são corredores fechados, (alguns ambientes mal passa luz natural) e um festival de grades e chapas para todos os lados.
Assim é mais uma dicotomia que se instala: sem vigilância é possível tirar telas e grades das janelas das escolas para que facilite a limpeza e amplie a abertura dos vidros nos espaços existentes?

Tantos problemas são fruto da invisibilidade que se deu sobre a importância da Educação que de prioridade não tem nada além de dar capilaridade a outros interesses.

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O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

9 Perguntas e Respostas Sobre a Antecipação do Recesso Escolar

1) Quem está trabalhando presencialmente pode usar a liminar para não trabalhar presencialmente segunda e terça?

  • Liminar não é uma decisão definitiva, cabe recurso dessa decisão. Não pode ser usada nesta segunda e terça-feira, pois o Município/Estado precisa ser intimado, só assim uma liminar pode ser cumprida.

2) É preciso quebrar a greve? A SME pode iniciar um processo de faltas com 30 dias de greve?

  • A greve é direito constitucional dos trabalhadores. Exceto poucas categorias, como militares, todos possuem esse direito. Se uma greve não está caracterizada como ilegal, não há processo de faltas.

3) Como está o processo movido por seis entidades sindicais que proibia a convocação de profissionais filiados durante a fase vermelha?

  • A Fazenda Estadual recorreu dessa sentença, e requereu o não cumprimento da sentença até o final do processo. Portanto, as escolas continuam abertas.

4)  Mesmo se uma escola não aderir à greve, um servidor pode aderir individualmente?

  • Sim. A decretação de greve feita pelos sindicatos pode ser atendida por qualquer servidor da categoria, independente da adesão da sua escola ou repartição.

5) Como será feita a negociação dos dias parados?

  • Após a greve as entidades sindicais negociam com o governo. Em geral é feito o pagamento dos dias parados mediante o compromisso da categoria com a comunidade escolar em fazer a reposição dos dias.

6) Como ficam as escolas particulares?

  • De acordo com a Instrução Normativa n° 7, unidades privadas deverão seguir a determinação de suspensão de atividades presenciais e organizar atividades online, podendo, a seu critério, reorganizar o calendário escolar.

7) É possível manter declarada greve durante o recesso?

  • Em tese não há greve no recesso (aos professores), mas não é preciso acabar com a greve. O movimento provavelmente se estenderá após esse período. Se a lei não fala que não pode fazer, então pode. O importante é sempre seguir as deliberações das entidades sindicais.

8) O que foi decidido pelos sindicatos na sexta (12/03)?

  • Manutenção da greve, dentre outras coisas, pela vida, por trabalho remoto para os gestores educacionais, quadro de apoio e analistas dos CEUs, durante e após o recesso.

9) Como fica a situação das escolas das redes parceira e indireta?

  • Recesso de 17 de março até 1º de abril, mantendo a equipe gestora em teletrabalho, podendo ser convocada para atividade presencial, se necessário.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

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9 Perguntas e Respostas Sobre a Antecipação do Recesso Escolar

1) Quem está trabalhando presencialmente pode usar a liminar para não trabalhar presencialmente segunda e terça?

  • Liminar não é uma decisão definitiva, cabe recurso dessa decisão. Não pode ser usada nesta segunda e terça-feira, pois o Município/Estado precisa ser intimado, só assim uma liminar pode ser cumprida.

2) É preciso quebrar a greve? A SME pode iniciar um processo de faltas com 30 dias de greve?

  • A greve é direito constitucional dos trabalhadores. Exceto poucas categorias, como militares, todos possuem esse direito. Se uma greve não está caracterizada como ilegal, não há processo de faltas.

3) Como está o processo movido por seis entidades sindicais que proibia a convocação de profissionais filiados durante a fase vermelha?

  • A Fazenda Estadual recorreu dessa sentença, e requereu o não cumprimento da sentença até o final do processo. Portanto, as escolas continuam abertas.

4)  Mesmo se uma escola não aderir à greve, um servidor pode aderir individualmente?

  • Sim. A decretação de greve feita pelos sindicatos pode ser atendida por qualquer servidor da categoria, independente da adesão da sua escola ou repartição.

5) Como será feita a negociação dos dias parados?

  • Após a greve as entidades sindicais negociam com o governo. Em geral é feito o pagamento dos dias parados mediante o compromisso da categoria com a comunidade escolar em fazer a reposição dos dias.

6) Como ficam as escolas particulares?

  • De acordo com a Instrução Normativa n° 7, unidades privadas deverão seguir a determinação de suspensão de atividades presenciais e organizar atividades online, podendo, a seu critério, reorganizar o calendário escolar.

7) É possível manter declarada greve durante o recesso?

  • Em tese não há greve no recesso (aos professores), mas não é preciso acabar com a greve. O movimento provavelmente se estenderá após esse período. Se a lei não fala que não pode fazer, então pode. O importante é sempre seguir as deliberações das entidades sindicais.

8) O que foi decidido pelos sindicatos na sexta (12/03)?

  • Manutenção da greve, dentre outras coisas, pela vida, por trabalho remoto para os gestores educacionais, quadro de apoio e analistas dos CEUs, durante e após o recesso.

9) Como fica a situação das escolas das redes parceira e indireta?

  • Recesso de 17 de março até 1º de abril, mantendo a equipe gestora em teletrabalho, podendo ser convocada para atividade presencial, se necessário.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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A “roleta russa” da volta às aulas presenciais

O anúncio da volta às aulas presenciais feita a pouco pelo prefeito e o novo Secretário de Educação de São Paulo, mostram a toada do que se deve esperar deste governo tucano pelos próximos quatro anos na nossa cidade.

Há poucos dias foi anunciado por representantes de entidades sindicais que o Secretário teria dito que o retorno aconteceria apenas após a autorização da Secretaria de Saúde.

Com um número de mortes perto de 50 mil pessoas, o Estado de São Paulo erra em anunciar a volta e, como tem sido desde que assumiu a prefeitura, Covas segue a vontade de seu padrinho político e brinca com a vida dos estudantes, trabalhadores da Educação e seus familiares.

É ridículo que esse público não esteja como prioritário na campanha de vacinação contra o Covid-19. É absurdo que a pressão de grupos privados seja maior que a preservação da vida. E absolutamente ninguém duvida que se o número de casos é enorme com as aulas presenciais suspensas e que disparará com essa retomada de atendimento presencial aos estudantes sem a imunização. Uma verdadeira roleta russa!

Por outro lado fica cada vez mais evidente o papel fundamental das escolas e da Educação. Não há tecnologia que substitua o afeto, não há apostila que substitua o professor; Isso foi constatado a duras penas e de forma inesperada a todos, inclusive aos defensores de homeschooling; Infelizmente dezenas de milhares de famílias em São Paulo também aprenderam que a vida não tem preço.

Durante praticamente todo o ano de 2020 temos debatido e ouvido diferentes especialistas afirmando o risco desse retorno sob as atuais circunstâncias. O prédio continua o mesmo, as equipes de limpeza continuam reduzidas, o módulo de servidores continua o mesmo, a vivacidade e características próprias das crianças continuam as mesmas. Infelizmente o prefeito continua o mesmo…

Não existe preciosismo quando o que está é jogo é o nosso bem maior, não existe excesso de zelo com a vida. O detrimento do direito à vida, proteção e saúde é uma triste constatação que falhamos enquanto cidade educadora e como sociedade.

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