ônibus na pandemia

Bruno Covas quer cancelar ônibus!

Bruno Covas quer cancelar ônibus!

Saiba porque o transporte público corre risco!

São Paulo precisa diminuir aglomeração por causa da pandemia! Qual a ideia “brilhante” de Bruno Covas? Diminuir a frota de ônibus, justamente quando ela é mais necessária! Isso mesmo, justamente neste momento tão crítico, Covas insinua diminuir a frota de ônibus em 46%. A essa altura, quem for sair de casa (por necessidade ou irresponsabilidade) não vai deixar de fazer isso por causa da frota reduzida. O que significa que a redução implicaria em maior aglomeração! 

Mesmo com menos pessoas saindo de casa, em respeito ao isolamento social, deveríamos ter o maior contingente possível de ônibus, a fim de garantir que todas as pessoas (idealmente) consigam ficar sentadas, e sem ninguém sentado do lado! Você pega ônibus e não conseguiu lugar para sentar? Ou só consegue sentar se for grudado em outra pessoa? Então não estamos com ônibus o suficiente! Muitas pessoas continuam precisando sair de casa. Seja por causa do trabalho, seja para fazer compras. Outros, ainda, são irresponsáveis e saem de casa sem precisar. Mas não é por causa de menos ônibus que essas pessoas vão deixar de sair!

São Paulo precisa do ônibus!

Atualmente a demanda por transporte público equivale a cerca de 46% da demanda antes da pandemia. Covas disse que pretende reduzir a frota de ônibus, tomando o dado como justificativa. Oras, se há menor demanda para ônibus temos a possibilidade de ofertar um transporte mais espaçado, com maior possibilidade de distanciamento! E não reduzir a frota para fazer o esquema de transporte “lata de sardinhas” em um momento de pandemia!

Outra questão para considerar, é se os subsídios para as grandes empresas de ônibus vai diminuir na mesma proporção da diminuição da frota (em medidas parecidas, no passado, isso não se verificou). O correto, na verdade, seria São Paulo sempre, independente de pandemia, ser capaz de prover um transporte de qualidade, e com conforto à população. Mas neste momento de crise, o sacrifício dos que permanecem em casa pode ajudar a situação daqueles que precisam sair. A questão é se o Estado se comportará como algoz, ou se permitirá que o próprio povo se ajude com base no pouco que é oferecido. Se diminuirá as migalhas cedidas com base na pandemia, ou se, incompetente demais para ajudar, pelo menos não irá atrapalhar.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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