pandemia

Dica de legislação: alunos com deficiência

Dica de legislação: alunos com deficiência

Saiba o que muda sobre os direitos dos alunos com deficiência!

Saiu a Instrução Normativa nº 14/2021 com os critérios para parceria entre OSC e Secretaria Municipal de Educação para atendimento dos alunos com deficiência na rede Municipal de São Paulo.

As atribuições da Auxiliar de Vida Escolar continuam as mesmas: orientada por terapeuta ocupacional, o trabalho da AVE é voltado para a higienização, locomoção e alimentação de crianças com deficiência que necessitem de seu auxílio. Ela deve atender de 2 a 6 crianças por período. Além disso, pode reposicionar na cadeira e diferentes ambientes da escola, ministrar medicação com a solicitação dos pais e autorização da Unidade escolar.

Além da AVE as equipes multidisciplinares do CEFAI também contarão com psicólogo, fonoaudiólogo e assistente social.

Quem é da Educação sabe que esse trabalho já existe e a publicação traz algumas frustrações: no trecho: alimentação, higienização E locomoção dá a entender que o estudante precisa ter as 3 necessidades para ter direito ao atendimento da AVE, o que muitas vezes não é realidade nas escolas. Às vezes pode ser um cadeirante com dificuldade na autonomia de locomoção mas que se alimenta sozinho, ou uma criança que ande mas que ainda não tenha a autonomia para a higienização de forma adequada; o ideal seria a contemplação em qualquer das necessidades de atribuição da função.

Outro ponto é o número reduzido de profissionais nas equipes multidisciplinares e ausência de AVEs nas Unidades Escolares que atendem bebês e crianças mais novos.

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Por que tantos profissionais de enfermagem morreram pela Covid-19 no Brasil?

Por que tantos profissionais de enfermagem morreram pela Covid-19 no Brasil?

Saiba como o negacionismo e negligencia do Governo contribuíram para a morte de profissionais da saúde!

Conforme dados do Conselho Federal de Enfermagem cerca de 54.836 profissionais de enfermagem foram contaminados pela Covid-19 no Brasil e destes cerca de 772 morreram vítimas desta doença. Estes dados alarmantes nos trazem uma triste realidade, aonde o nosso país está entre os países que mais perderam profissionais de enfermagem para a Covid-19 no mundo, e fato, muitas coisas estão erradas na condução desta crise sanitária e o resultado é muito trágico.

O contato direto com os doentes coloca os profissionais de enfermagem em uma situação muito arriscada, pois são esses profissionais que passam a maioria do seu tempo prestando a assistência aos doentes em estado crítico, seja realizando medicações como executando cuidados diretos como banho, troca de fraldas, curativos e mudanças de decúbito, além de dificilmente poderem se ausentar dos setores em que trabalham devido a necessidade dos pacientes.

Uma das explicações além do negacionismo do governo, está na falta de equipamentos de proteção individual aos trabalhadores (EPI’s), que logo no começo da pandemia ficou muito evidente, marcado pela dependência desses materiais provenientes do exterior, devido a produção escassa no país. E de fato a falta desses equipamentos colocaram muitos trabalhadores em riscos ainda maiores, e o resultado após pouco mais de um ano de pandemia é desastroso, aonde materiais simples que poderiam estar sendo produzidos pela nossa própria indústria têxtil, como máscaras e aventais, que são itens simples de serem produzidos e essenciais no dia a dia dos profissionais da saúde.

Mas além da questão da falta de EPI’s, existe também como um elemento a mais, as péssimas condições de trabalho que em muitos Estados e Municípios são oferecidas aos profissionais de saúde, desde a falta de uma maca para poder colocar um doente ao número excessivo de atendimentos em um único plantão, falta de medicamentos entre outros problemas. Muitos profissionais relatam que não conseguem até mesmo utilizar o banheiro durante a sua jornada de trabalho, devido a total intensificação de suas funções e óbvio que diante de situações tão precárias, o potencial de adoecimento das equipes de saúde aumenta de forma expressiva. Sendo a Enfermagem a maior categoria de saúde do Brasil, com cerca de 2 milhões de profissionais e sendo só no Estado de São Paulo mais de 600 mil profissionais inscritos no Conselho de classe, o número de profissionais vítimas da Covid-19 é muito expressivo.

Para proteger os profissionais de enfermagem é necessário ir muito mais além do que oferecer EPI’s, é necessário investir em melhores condições de trabalho, como um local adequado para esses profissionais descasarem no intervalo de uma jornada e outra, ter fiscalização efetiva pelas entidades de classe pensando no trabalhador e não somente nas instituições e governos, que em sua maioria são opressores a classe trabalhadora. Cabe ao nosso legislativo propor leis voltadas aos trabalhadores da saúde, para garantia dos direitos fundamentais de quem cuida de vidas. Nesse mês da Enfermagem, esperamos que seja um começo para mudanças que não só beneficiem aos trabalhadores, mas principalmente a quem precisa dos serviços prestados por esses profissionais tão essenciais e que cuidam de gente e precisam estar bem.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista, Pós Graduando em Saúde Pública e consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli.

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Porque achamos que o questionário escolar deveria ser adiado

Porque achamos que o questionário escolar deveria ser adiado

Entenda porque não é momento de preencher os Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana

Foram anos de diálogo com profissionais da educação, famílias, e alunos para chegar nos Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana. A proposta é mapear as necessidades particulares de cada escola, permitindo maior amparo pelo município. Os indicadores surgiram para ser uma ferramenta a favor da educação. Mas segundo profissionais da educação, o Fernando Padula, Secretário Municipal da Educação, utiliza os indicadores de forma irresponsável. Em um momento de pandemia do coronavírus, após quase dois anos sem a maioria das crianças entrarem em salas de aula, os indicadores podem ser utilizados como coação para o retorno antecipado das aulas presenciais.

Os Indicadores de Qualidade são fundamentais para o acompanhamento da educação municipal. A partir dessa conquista a comunidade escolar passou a ter mais voz dentro das unidades. Problemas como falta de infraestrutura, questões de segurança particulares de cada unidade de ensino, e mesmo as estratégias de interação entre corpo docente e famílias, podem ser comunicadas no relatório. A Secretaria tem, então, a função de analisar os apontamentos e pensar em estratégias a fim de tornar o ensino público cada vez melhor. É esta a função dos indicadores: permitir análise do curso escolar no ano anterior, e estabelecer demandas práticas para melhorar o ensino nos próximos anos.

Em tempos de pandemia, de acordo com professores, famílias, os indicadores perdem o sentido. “Não vejo sentido nos indicadores neste momento. Por exemplo o meu filho, foi matriculado no berçário mas nunca frequentou. Como estou em teletrabalho, eu consigo ficar com ele em casa. Eu não quero que ele frequente [a escola] enquanto estivermos no auge da pandemia. Eu não vejo sentido [no questionário]” disse em entrevista Luciana Santoni, mãe de criança pequena. Assim como vários outros familiares de crianças, Luciana não vê sentido em preencher um questionário feito para avaliar a situação de alunos em regime presencial.

Muitas das perguntas do questionário perdem completamente o sentido no contexto de uma pandemia

(imagem: print de perguntas que fazem pouco sentido no contexto vivido)

O envio do questionário, na opinião da professora de educação infantil Luciana Xavier, pode induzir mães e pais a enviarem as crianças para aulas presenciais antes de ser seguro. “enviar o questionário agora deixa a família em uma situação sensível ao que de fato ela poderia contribuir, pois os indicadores foi um ganho muito grande para a comunidade escolar, no que se refere ao ato participativo de entender e tentar melhorar os Espaços da educação infantil”

Em outro sentido, problemas escolares recentes, tanto ligados à pandemia quanto a ideias polêmicas da gestão do Secretário Municipal da Educação Fernando Padula, não foram sanados pela administração pública. É o que revela Daniela Porto, moradora da zona leste e mãe de duas crianças: “Eles estão tentando fazer as coisas de uma forma que está complicando mais ainda a vida da gente. Eu estou com duas crianças em casa, estou trabalhando de casa, está uma confusão. Daí eu fui ver: foi feito um cartão alimentação, e houve toda aquela demora para entrega; os tablets para as crianças estudarem até hoje ninguém recebeu; disponibilizaram em abril um aplicativo para cadastro e compra do material escolar, mas as aulas começaram em fevereiro; criaram um aplicativo para compra de uniformes. O lugar que tem disponível para comprar é lá no Capão Redondo [ela mora na zona leste]. Eu ainda, graças a Deus, tenho alguma facilidade com aplicativos, internet, essas coisas. E os familiares que não têm?!”. 

Conforme revela a fala, a prefeitura negligencia canais efetivos para a aquisição de bens e serviços, em teoria fundamentais para o ensino à distância, como “vale merenda”, em substituição à merenda escolar; e os tablets, promessa do secretário da educação Fernando Padula. Além destes serviços, outras dificuldades são criadas em razão das escolhas políticas da administração municipal. O prefeito insistiu em substituir, por exemplo, o sistema de compra e distribuição públicas de uniformes escolares, por um sistema de “vouchers”, em que as famílias devem comprar os uniformes com um valor cedido pela prefeitura. Em meio a problemas tão graves e tão novos, surpreende que a prefeitura insista em movimentar recursos para o envio dos questionários. Enquanto isso, os desafios apenas se acumulam. Famílias que não desejam colocar suas crianças em risco durante a pandemia, são forçados a conciliar trabalho e convívio constante com as crianças. Para ajudar essas famílias a prefeitura faz pouco.

Razões como as mencionadas balizaram o pensamento do Vereador Toninho Vespoli. Em face da nova realidade que as famílias paulistanas vivem, Toninho acredita que os indicadores devem ser adiados. Para ele não basta que a administração pública diga ser mero documento institucional de autoavaliação participativa. Os Indicadores são, muito mais, uma conquista para toda a Rede Municipal. A ideia seria que o preenchimento fosse feito pelos familiares em conjunto com a comunidade escolar ao longo de dias de reflexão. E não por cada familiar isolado, ainda mais em um momento tão atípico. O que está sendo tentado é uma instrumentalização dos indicadores para outros fins. Mais um ataque neste momento histórico, contra o qual Toninho Vespoli irá resistir. 

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GREVE DO METRÔ: Comunicado do Sindicato dos Metroviários

GREVE DO METRÔ: Comunicado do Sindicato dos Metroviários

Caros Companheiros

Nós metroviarios de São Paulo, estamos em campanha salarial.

Nossa categoria tem trabalhado durante toda a pandemia, transportando principalmente aqueles que estão arriscando a vida no combate da mesma.

Entre nós não é diferente, nossas vidas e de nossos familiares, estão sendo espostas no objetivo de salvar vidas infectadas.

Já temos quase mil infectados entre nós, e já tivemos 28 companheiros que faleceram vítimas da COVID-19.

Apesar de tudo isto, o governo de São Paulo na figura do senhor João Dória, e a direção do Metro, vieram para a mesa de negociação com a proposta de redução de todos os direitos conquistados por nós, ao longo de muitos anos de luta.

Além disso, o terreno onde está situada a nossa sede, palco de várias lutas dos movimentos sindicais, sociais e políticos, é um terreno que nos foi concedido na década de 80, e que agora o metro nos enviou carta solicitando o mesmo para leilão.

Em contra partida, o metro e o governo do estado, deram 1 milhão de reais para CCR, dinheiro este que ela utilizou para comprar duas linhas da CPTM.

Dão dinheiro para a iniciativa privada, e atacam os trabalhadores que arriscam suas vidas, no combate à pandemia.

Diante destes fatos, mesmo sabendo da responsabilidade que temos diante ao combate à pandemia, iremos a luta, estamos com greve marcada a partir das 0 hora do dia 13/05.

A responsabilidade da maior capital da América Latina ficar sem transporte, será do senhor Dória e da direção do metro.

Pedimos seu apoio e da instituição que representa, nesta luta que não entendemos ser só nossa, mas de todos que defendem a luta e a liberdade de lutar.
Grande abraço.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Sindicato dos Metroviários

Sindicato dos Metroviários

É um dos Sindicatos mais combativos e democráticos do Brasil. Possuí força e competência na luta pelos direitos da categoria.

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Pandemia e o Negacionismo

Pandemia e o Negacionismo

Saiba como o Bolsonaro estimulou o negacionismo, e entenda uma possível saída para o desastre em que estamos!

Em meio a maior crise dos últimos 100 anos, aonde só no Brasil chegamos a quase 362 mil mortos pela Covid-19, e no comando central está um governo federal que não sabe o que fazer, e o que faz, é desastroso. É um absurdo que um país que tem um dos sistemas de saúde mais completos do mundo, amargure a triste colocação de segundo país aonde as pessoas mais morrem no mundo, nesta pandemia.

Enfrentar a Pandemia requer além do discurso a prática de ações em defesa da vida, em sintonia com as demandas sociais que durante uma grave crise como a atual, se tornam muito mais evidentes e que o Estado é além de um tomador de decisões, é também o executor de políticas públicas em defesa de uma nação. Mas no Brasil o negacionismo vem tomado conta do discurso político de quem está no poder, ignorando o que diz a ciência e fazendo vista grossa para as demandas sociais.

O Brasil se tornou uma ameaça para o mundo pelo descontrole da Covid-19, com um avanço tímido da vacinação e batendo quase todos os dias o recorde de mais de 4 mil mortos em 24hs, a gripezinha que o Presidente da República disse já destruiu milhares de lares, além de não estimular a população a prevenção pelo uso de máscaras e distanciamento social, sendo ele o próprio exemplo, é um líder que faz tudo o que a ciência não recomenda e com isso também estimula aos seus seguidores ao próprio exemplo e o resultado está aí, para todos verem, um verdadeiro desastre para a humanidade.

O fato é que infelizmente muitas pessoas iriam morrer por Covid-19 no Brasil, seja por diversos motivos como o agravamento em quem é portador de doenças crônicas. Mas quantas mortes poderiam ser evitadas se simplesmente seguíssemos as recomendações técnicas? Sim, o negacionismo do Governo Federal ceifou milhares de vidas, mas o pior é que em meio a esse caos de um desgoverno, assim como Hitler obteve apoiadores, Bolsonaro ainda se mantém com muitos seguidores iludidos pelo antipetismo, e ainda pode ser reeleito em 2022. Mesmo diante da maior farsa política eleitoral que foram as eleições de 2018, aonde através das fakenews e de um golpe arquitetado pela classe dominante, movida pelo antipetismo e demonização das lutas socias, o Brasil elegeu um ser totalmente despreparado para ocupar o cargo de presidente, seja por falta de conhecimento, como também nas questões morais.

Agora o desafio é, unificar os campos progressistas, muito além das vaidades e sim pensar realmente nas causas coletivas, além dos discursos. O SUS, a Educação, os Direitos trabalhistas, a Assistência Social e tantos os outros campos de lutas sociais estão sendo brutalmente atacados em benefício dos interesses do grande capital Nacional e estrangeiro. A submissão do Governo Bolsonaro aos interesses não é à toa, tem sim relação com o complexo de vira lata que as elites brasileiras têm em sua raiz, tudo lá fora é melhor do que aqui, inclusive a nossa Amazônia, e assim seguimos afundados em uma crise sanitária e social com milhares de mortos, desempregos e famintos. Óbvio isso gera mão de obra barata para o grande capital Nacional e estrangeiro, quanto mais miseráveis tivermos, mais seremos competitivos para o mercado nacional e internacional de exploração de mão de obra barata.

É necessário construirmos uma saída para o barco não afundar de vez, e essa saída é unir as forças políticas que pensam no socialismo e progresso como uma forma de revolução, além do discurso político acadêmico que pouco faz pela sociedade se não for colocado em prática. O Campo progressista precisa sim construir um nome capaz de enfrentar tudo o que está sendo feito e isso passa sim por romper vaidades e  fazermos o que falamos e pregamos, que é a união e o respeito a quem pensa igual e a quem pensa diferente, deixando o extremismo para quem defende os interesses de submissão de um povo.

Ao serem recuperados os direitos eleitorais do ex presidente Lula, uma força já então construída na sociedade, ganha fôlego e voz, pois comprova que embora acertos e erros que tivemos na era petista, uma força social se consolidou. E para combater essa força social, somente um golpe poderia ser capaz de destruir o que fora conquistado, e isso se materializou com a eleição de um presidente despreparado em 2018, quando aquele que liderava as pesquisas foi preso injustamente para garantir que os planos da grande fraude eleitoral tivessem sucesso. Agora o desafio é recuperar as forças sociais que lá em meados de 2001 elegeram um torneiro mecânico, com pouco estudo e que durante os seus dois mandatos como presidente foi considerado pelos índices de aprovação o melhor presidente da história democrática brasileira.

A Força social que elegeu Lula precisa ser recuperada, pois somente com ela conseguiremos mudar o destino trágico que o Brasil segue nas mãos de um governo negacionista e despreparado. E para isso, não cabe vaidades e sim uma construção que coloque quem é do povo novamente no poder, independente de qual seja o nome nas eleições de 2022, urge a necessidade do campo progressista construir uma solução coletiva e que resgate o poder do povo e os seus direitos.

Douglas Cardozo é Economista, Pós-Graduando em Saúde Pública e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista, Pós-Graduando em Saúde Pública e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli

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Os Comensais da Morte

Os Comensais da Morte

Saiba como os ricos estão lucrando com a pandemia!

A situação não está fácil pra ninguém, né? Bem, pra ninguém não. Se você for um mega rico, a pandemia não só não atrapalhou como ajudou! Enquanto passamos de 4 mil mortos por dia por causa da pandemia, o Brasil adicionou mais 20 nomes na lista dos bilionários!! Enquanto o Congresso negocia cortes de impostos que devem beneficiar principalmente os mais ricos! São os comensais da morte que atuam nos bastidores do capitalismo, impedindo o bem-estar do povo, enquanto multiplicam suas fortunas!

Talvez você tenha se indignado com o Projeto de Lei recentemente aprovado na Câmara dos Deputados que permite às empresas furarem a fila da vacina. Mas não é apenas assim que os ricos estão tendo a melhor! Há décadas os bilionários encontram truques para não pagar a sua parte dos impostos. Só entre 2007 e 2018 os bilionários deixaram de pagar 650 bilhões de reais em imposto! Só este valor seria o suficiente para pagar o auxílio emergencial à 67,7 milhões de brasileiros por um período de 1 ano e 4 meses! É bom ter em mente que esses números são apenas uma estimativa, considerando que os desvios fiscais costumam ser difíceis de rastrear. É bem possível que o número seja, na realidade, bem maior.

Lucro Pandêmico

Mesmo agora, durante a pandemia, os bilionários estão aumentando suas fortunas! Só entre o ano passado e este ano a fortuna dos bilionários brasileiros aumentou em 56,21%, em 164,1 bilhões de dólares! Além disso, no mesmo período, surgiram 20 novos bilionários no Brasil. Ao mesmo tempo, o desemprego bate recordes, e a fome volta a ser um problema, com 116 milhões de brasileiros (mais da metade) ficando sem ter o que comer. E tem ainda quem queira achar que ter mais mega ricos é bom para o país!

Parte do dinheiro dos bilionários veio de cortes fiscais dados aos mais ricos durante a pandemia. Ocorre que o Governo federal, em 2020, promoveu reduções em uma série de impostos, como o PIS, COFINS, Contribuição Previdenciária Patronal, e Débitos e Créditos Trabalhistas. Estes cortes, se dirigidos apenas aos milhões de microempresas, que contribuem para o grosso das ocupações do Brasil, poderiam até ser positivos. Melhor ainda seria continuar com a mesma arrecadação, mas distribuir os frutos desses impostos diretamente aos mais pobres, em programas de distribuição de renda. Mas ao invés disso os cortes foram para todas as empresas. O problema, no entanto, é ainda maior. Conseguir estas reduções é um processo burocrático, complicado. Na prática, quem está em melhores condições para consegui-las (seja ativando a justiça com advogados, seja conhecendo as pessoas certas) são justamente os mais ricos!

Os comensais da morte

Isso tudo para não entrar nos bilionários que lucraram diretamente com a pandemia. Empresas de delivery e comércio, por exemplo, como o Ifood e o Mercado Livre, conseguiram transformar a pandemia em “oportunidade”. Super-exploraram trabalhadores de aplicativos, e micro e pequenas empresas, para sugar o maior valor possível dos bolsos de quem pode se dar ao luxo de permanecer em casa.

Alguns poderiam dizer “mas uma ocupação ruim é melhor do que nem uma”. Mas sabe o que é melhor ainda? Uma ocupação decente, com os cuidados sanitários necessários para que o menor número possível de pessoas tenha que morrer por trabalhar em uma atividade considerada essencial! O que seria perfeitamente possível se o Estado reconhecesse os entregadores como trabalhadores das empresas de aplicativo! Atualmente ao invés, essas empresas conseguem super-explorar os trabalhadores, fingindo que eles não trabalham para as empresas. Desse jeito conseguem dar o mínimo a quem se mostrou tão essencial durante estes tempos!

Isso tudo acontece enquanto o número de pobres do Brasil só aumenta. Durante a pandemia, o Brasil bateu um recorde de desigualdade, se tornando o sexto país mais desigual do mundo. Atualmente, apenas 1% da população concentra 28.3% da riqueza.

Bolsonaro está a serviço dos ricos!

O Bolsonaro fez tudo o que pode para piorar a situação. Tentou barrar o auxílio emergencial, aprovou cortes nos impostos que beneficiam os mais ricos, perdoou dívidas dos super ricos, enviou bilhões de reais em empréstimos que acabaram chegando, principalmente, em grandes empresas, sem impacto observado na melhora das condições dos pobres. Enfim, ele é com certeza parte do problema, mas não podemos nos esquecer: ele está a serviço dos comensais da morte, dos mega ricos.

Não à toa que Bolsonaro recentemente foi ovacionado em jantar com com grandes empresários e os mega ricos. Apesar de sua gestão horrível, estes “homens de negócio” tiveram a falta de escrúpulos necessária para aplaudir o genocida. O Bolsonaro adora ser elogiado, feito um cachorro bobinho que recebe um biscoito (com todo o respeito aos cachorros).

Dando nome aos bois

Não podemos deixar a situação quieta. O Bolsonaro é tão inimigo quanto aqueles que mantém sua presidência. Durante o Jantar estavam presentes o David Safra, do Banco Safra; o Luis Carlos Trabuco, do Bradesco; o André Esteves, do banco BTG Pactual; o Rubens Menins, do Banco Inter (e que também está por trás da CNN Brasil); o Rubens Ometto, da COSAN Brasil (empresa mãe da COMGAS); o Carlos Sanchez, da EMS Farmacêutica; o Paulo Skaf, da FIESP; o Alberto Leite, da FS Security; o Ricardo Faria, da Granja Faria; o João Camargo, do Grupo Alpha; o Washington Cinel, do Grupo Gocil; o Alberto Saraiva, do Habibs; o Candido Pinheiro do Hap Vida; o Cláudio Lottenberg, do Hospital Albert Einstein; o Tutinha Carvalho, da Jovem Pan; o José Isaac Peres, da Multiplan; o Flávio Rocha da Riachuelo e o José Roberto Maciel, do SBT.

Muitos destes nomes podem ser desconhecidos. Talvez seja hora de começar a aprende-los. São tão responsáveis pela nossa situação quanto o Bolsonaro. São os comensais da morte!

Toda essa situação torna mais urgente do que nunca o debate a respeito de medidas redistributivas. São várias, e todas são urgentes. taxação de grandes fortunas, IPTU progressivo no tempo, taxação dos lucros e dividendos, Imposto de Renda em que os megas ricos paguem mais, revisão nos impostos de grandes templos/negócios em que mega ricos lucram com a fé do povo, entre várias outras. Do contrário os comensais da morte continuarão a lucrar da morte do povo!

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Por que este feriado é uma péssima ideia

Entenda porque nós não deveríamos antecipar os feriados!

São Paulo está na fase mais grave da pandemia. Na data de publicação 10 dos 27 hospitais municipais já estão com lotação além de 100%! Toninho avisou. Lutou por uma quarentena mais séria lá atrás, e pela criação de auxílios emergenciais para todos que precisassem. Mas ao invés de dar ouvidos a Toninho Bruno Covas editou medidas fáceis e esdrúxulas. Lembram da expansão do rodízio por exemplo? Agora, no auge da segunda onda, Bruno Covas volta a editar propostas mirabolantes, que prometem atrapalhar mais do que ajudar. É o caso da antecipação dos feriados em São Paulo.

Já começa errada pela medida ter sido editada de uma hora ara a outra, de cima para baixo. Mesmo em períodos de pandemia, seria razoável que esse tipo de medida fosse considerada em público (inclusive antes de ela poder ser considerada relevante). Assim a comunidade científica e a própria população teriam tido tempo de entender a ideia e permitir que a prefeitura ponderasse a sua postura. Também permitiria uma melhor coordenação com outras cidades.

Isso sem nem entrar no mérito da medida em si. Desde o começo da pandemia os feriados e fins de semana forma marcados por viagens de paulistanos a praias no litoral. Muitos especialistas advertem que esse tipo de turismo pode ter ajudado a agravar a pandemia. Antecipar os feriados em uma época em que paulistanos estão cansados de ficar em casa pode ser a pior medida possível!

Outra questão é que muitos micro empreendimentos (que correspondem à maioria das ocupações em São Paulo) podem se ver sem como fechar os estabelecimentos nos feriados. A prefeitura fazer algo assim sem garantir algum tipo de auxílio a micro-empresários e à população pobre que depende desses estabelecimentos é uma tremenda sacanagem! Acontece que feriados são momentos de alta no consumo de bens e serviços, justamente por que muitas pessoas estão folgando. Mas em um momento de pandemia, em que é crucial que todos fiquem em casa, adiantar os feriados pode ter o efeito contrário do desejado. Micro empresários se verão forçados a abrirem as portas, e a população, cansada de ficar em casa, pode sentir uma tentação grande demais para sair!

Talvez uma medida como essa poderia até fazer algum sentido se Covas tivesse garantido meios de sustento à população e aos microempresários. Desde o começo da pandemia, pequenos estabelecimentos comerciais estão tentando, sem sucesso, conseguir empréstimos e auxílios. Ao mesmo tempo, Covas continua sem cobrar as dívidas de grandes bancos e empresas como o BANESPA, a faculdade UNIMEED e o Itaú. Juntos, só esses grupos devem mais de 7,5 bilhões! Não cobrar uma dívida é o mesmo que dar o dinheiro. A diferença é apenas a direção em que você olha, mas o efeito é o mesmo! Ou seja, é como se o município estivesse dando bilhões de reais a grandes empresas, sem dar nada ao trabalhador comum e aos microempreendedores. Isso também é uma escolha política, em favor das elites e contra o restante da população.

Se os especialistas realmente tivessem sido ouvidos, São Paulo teria feito um lockdown sério e rígido no começo da pandemia, ao mesmo tempo que garantiria renda a toda a população. Teria saído mais barato, e a essa altura as coisas estariam bem mais tranquilas. Mas houve, desde cedo, uma pressão considerável de grandes empresas e bancos em São Paulo (por coincidência alguns dos mesmos que devem milhões) para não fazer o lockdown. A razão é muito simples: com o lockdown as pessoas diminuiriam suas capacidades de consumo e paralisariam alguns setores da economia, implicando em perdas para estes grandes grupos. Isso os reis da mina e da fornalha não iriam permitir. Já algo como uma antecipação de feriado, para empresas com capital acumulado não é visto como algo negativo. Pelo contrário, algumas empresas podem até ver como um bom negócio: 2021 será um ano com muito menos descansos aos trabalhadores, e portanto menos interrupções nas linhas de produção. Mas o microempresário e o trabalhador, que não tem capital acumulado, estes pagam a conta.

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Bruno Covas quer cancelar ônibus!

Bruno Covas quer cancelar ônibus!

Saiba porque o transporte público corre risco!

São Paulo precisa diminuir aglomeração por causa da pandemia! Qual a ideia “brilhante” de Bruno Covas? Diminuir a frota de ônibus, justamente quando ela é mais necessária! Isso mesmo, justamente neste momento tão crítico, Covas insinua diminuir a frota de ônibus em 46%. A essa altura, quem for sair de casa (por necessidade ou irresponsabilidade) não vai deixar de fazer isso por causa da frota reduzida. O que significa que a redução implicaria em maior aglomeração! 

Mesmo com menos pessoas saindo de casa, em respeito ao isolamento social, deveríamos ter o maior contingente possível de ônibus, a fim de garantir que todas as pessoas (idealmente) consigam ficar sentadas, e sem ninguém sentado do lado! Você pega ônibus e não conseguiu lugar para sentar? Ou só consegue sentar se for grudado em outra pessoa? Então não estamos com ônibus o suficiente! Muitas pessoas continuam precisando sair de casa. Seja por causa do trabalho, seja para fazer compras. Outros, ainda, são irresponsáveis e saem de casa sem precisar. Mas não é por causa de menos ônibus que essas pessoas vão deixar de sair!

São Paulo precisa do ônibus!

Atualmente a demanda por transporte público equivale a cerca de 46% da demanda antes da pandemia. Covas disse que pretende reduzir a frota de ônibus, tomando o dado como justificativa. Oras, se há menor demanda para ônibus temos a possibilidade de ofertar um transporte mais espaçado, com maior possibilidade de distanciamento! E não reduzir a frota para fazer o esquema de transporte “lata de sardinhas” em um momento de pandemia!

Outra questão para considerar, é se os subsídios para as grandes empresas de ônibus vai diminuir na mesma proporção da diminuição da frota (em medidas parecidas, no passado, isso não se verificou). O correto, na verdade, seria São Paulo sempre, independente de pandemia, ser capaz de prover um transporte de qualidade, e com conforto à população. Mas neste momento de crise, o sacrifício dos que permanecem em casa pode ajudar a situação daqueles que precisam sair. A questão é se o Estado se comportará como algoz, ou se permitirá que o próprio povo se ajude com base no pouco que é oferecido. Se diminuirá as migalhas cedidas com base na pandemia, ou se, incompetente demais para ajudar, pelo menos não irá atrapalhar.

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Carta aberta: Quando as diferenças não custam vidas

Carta aberta Toninho: Quando as diferenças não custam vidas

Amarelo ou azul, Parceira ou Direta, CEMEI ou CEI e EMEI, concurso ou contrato, voucher ou o produto. Podemos ter posicionamentos diferentes sobre a organização da Educação e da nossa cidade. Dessa forma é comum dentro do campo das ideias e das possibilidades institucionais defender o que se acredita com respeito, responsabilidade e legitimidade.

Dito isso é fundamental apontar que este não é um momento de simples discussão retórica de pontos de vista. Acompanhamos pronunciamentos oficiais sobre a incapacidade estrutural do governo em garantir leitos para todos que precisarem devido ao alto número de contaminação, em especial entre jovens, da nova variante do coronavirus, até por isso foram decretadas medidas mais restritivas na cidade de São Paulo.

Por que manter unidades abertas nos próximos dias?

Além disso, durante todo o ano de 2020 as escolas ficaram abertas. Já foi garantida a entrega de cartões e materiais para a comunidade. A população já foi orientada e a parceria e o uso de tecnologias já foi inserido (mesmo com tablets em quantidade insuficientes) como necessidade para garantir o acesso às aulas remotas por um número maior de estudantes.

Questiono-me então, por que manter as unidades escolares abertas nos próximos dias? Por que tratar de forma diferente gestão da rede direta e parceira, permitindo o teletrabalho para uma e o presencial para outra? Por que insistir em suscetibilizar os trabalhadores mais precarizados da Educação (limpeza, cozinha, quadro de apoio) no pior momento da pandemia até agora.

A vida é um sopro!

Independente de qualquer logística agora é hora de complementar propostas para garantir o bem maior. Todo o restante se ajusta, muita coisa se pode esperar. A vida é um sopro e é responsabilidade das instituições cuidarem do seu povo.

Outro ponto fundamental é a garantia de subsistência mínima. Muita gente adotando no discurso a dicotomia “vírus ou fome”. Trabalhadores da cozinha recebendo, por exemplo, um pouco mais de 400 reais na maior cidade do país é absurdo, transportadores escolares em desespero por medo de faltar o pão também.

Por fim, clamo à Pasta mais importante de todas que seja exemplo de escuta, cuidado, sensibilidade e humanidade que feche os equipamentos de Educação e estenda inicialmente o recesso a todos os trabalhadores, do analista à AVE, do agente escolar aos cargos técnicos para reduzirmos a disseminação do vírus e as mortes entre os nossos. É preciso ainda que “a última a fechar” também tenha prioridade real na vacinação, para que todos possam voltar o quanto antes à prática presencial que tanto amam e que todos aguardam.

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli é Professor e Vereador da cidade de São Paulo

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O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

9 Perguntas e Respostas Sobre a Antecipação do Recesso Escolar

1) Quem está trabalhando presencialmente pode usar a liminar para não trabalhar presencialmente segunda e terça?

  • Liminar não é uma decisão definitiva, cabe recurso dessa decisão. Não pode ser usada nesta segunda e terça-feira, pois o Município/Estado precisa ser intimado, só assim uma liminar pode ser cumprida.

2) É preciso quebrar a greve? A SME pode iniciar um processo de faltas com 30 dias de greve?

  • A greve é direito constitucional dos trabalhadores. Exceto poucas categorias, como militares, todos possuem esse direito. Se uma greve não está caracterizada como ilegal, não há processo de faltas.

3) Como está o processo movido por seis entidades sindicais que proibia a convocação de profissionais filiados durante a fase vermelha?

  • A Fazenda Estadual recorreu dessa sentença, e requereu o não cumprimento da sentença até o final do processo. Portanto, as escolas continuam abertas.

4)  Mesmo se uma escola não aderir à greve, um servidor pode aderir individualmente?

  • Sim. A decretação de greve feita pelos sindicatos pode ser atendida por qualquer servidor da categoria, independente da adesão da sua escola ou repartição.

5) Como será feita a negociação dos dias parados?

  • Após a greve as entidades sindicais negociam com o governo. Em geral é feito o pagamento dos dias parados mediante o compromisso da categoria com a comunidade escolar em fazer a reposição dos dias.

6) Como ficam as escolas particulares?

  • De acordo com a Instrução Normativa n° 7, unidades privadas deverão seguir a determinação de suspensão de atividades presenciais e organizar atividades online, podendo, a seu critério, reorganizar o calendário escolar.

7) É possível manter declarada greve durante o recesso?

  • Em tese não há greve no recesso (aos professores), mas não é preciso acabar com a greve. O movimento provavelmente se estenderá após esse período. Se a lei não fala que não pode fazer, então pode. O importante é sempre seguir as deliberações das entidades sindicais.

8) O que foi decidido pelos sindicatos na sexta (12/03)?

  • Manutenção da greve, dentre outras coisas, pela vida, por trabalho remoto para os gestores educacionais, quadro de apoio e analistas dos CEUs, durante e após o recesso.

9) Como fica a situação das escolas das redes parceira e indireta?

  • Recesso de 17 de março até 1º de abril, mantendo a equipe gestora em teletrabalho, podendo ser convocada para atividade presencial, se necessário.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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