povo

As coisas não podem voltar ao normal!

As coisas não podem voltar ao normal!

Entenda porque o "normal" não é bom, e porque as coisas deveriam ser diferentes

A crise que vivemos é terrível. Milhões de pessoas morrerão, outras tantas irão para a extrema pobreza. Mas a crise ao menos nos lembra o quanto errada é a nossa sociedade. “Tudo vai voltar ao normal” tranquiliza campanha publicitária de um grande banco. Mas o normal não é bom. Em meio a crise é importante entendermos a necessidade de consertar o nosso país! Criar um país melhor em que todos tenham um sistema de saúde de qualidade. Em que ninguém tenha que escolher entre manter um emprego que ponha sua vida em risco, ou a fome. Em que a fortuna, o conforto e isolamento de uns poucos não exista apenas a custo da miséria de muitos. Essa crise vai passar, mas os nossos problemas não. Ao final os ricos continuarão enriquecendo, e os pobres empobrecendo. A não ser que façamos diferente. As coisas não podem voltar ao normal!

Se esquecem da Constituição!

O primeiro passo é seguir a constituição. Hoje isso parece batido, clichê. E talvez não seja o suficiente para conseguirmos uma sociedade realmente justa. Mas é um começo. Na constituição está escrito de forma clara, a previsão da taxação de grandes fortunas. Mas graças à influência de alguns banqueiros e empresários, a norma constitucional nunca foi efetivada. Virou “letra morta” O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo. Muito se diz sobre como pagar pela crise, mas o que nunca é falado é que 5% da população mais rica do Brasil tem tanto dinheiro quanto os 95% mais pobres! Segundo economistas um imposto sobre grandes fortunas renderia ao menos 100 bilhões de reais por ano! Só isso já seria quase o suficiente para pagar os 600 reais da bolsa auxílio por três meses

Outra coisa que a constituição prevê é a redução das desigualdades sociais e o fim da miséria. Hoje, com a crise do corona, mais do que nunca falta dinheiro para quem mais precisa! Se a nossa sociedade não fosse tão desigual, o povo não estaria sofrendo tanto. Mas não dá para chorar pelo leite derramado. O momento pede união. Contra o corona, mas também contra os problemas que o vírus causa. Ao invés de dar bilhões de reais de incentivo para grandes e ricos latifundiários continuarem envenenado o Brasil e o mundo com vegetais lotados de agrotóxicos, deveríamos colocar dinheiro em quem mais precisa.

A saúde tem que ser para todos!

A Constituição também prevê a saúde como direito de todos, e não apenas de uma minoria com dinheiro para pagar por bons planos. Ocorre que seguradoras privadas fazem lobby em todas as esferas do poder para fazer com que pouco dinheiro vá para o SUS. Tudo para que consigam continuar cobrando preços altíssimos em planos de saúde, na maioria das vezes, de qualidade duvidosa. Para o capitalismo selvagem o marketing vale mais do que o serviço entregue. Assim, muitas vezes, os serviços oferecidos pelas seguradoras privadas nem são bons. Vale lembrar: uma das principais razões para não sabermos o número certo de infectados e mortos pelo covid-19, é justamente o fato de hospitais particulares e seguros privados não quererem divulgar os dados inteiros, temendo como suas imagens podem ser afetadas.

A Espanha, um dos países que mais sofreram com a crise até agora, já percebeu a necessidade de nacionalizar os hospitais particulares, garantindo, assim, serviços para um número maior de pessoas. Na cidade de Niteroi, no Rio de Janeiro, a prefeitura já fez o mesmo. Cabe a nós decidirmos se respeitaremos o valor moral da vida, ou se priorizaremos os lucros de alguns poucos hospitais e seguradoras.

Não é o suficiente

Seguir, enfim, a constituição federal garantiria melhoras imensas, e que menos pessoas morressem em função da covid-19! Mas não seria o suficiente. Qualquer medida aprovada pode ser desfeita, tão logo as pressões por mudança parem. Por isso é importante nunca baixarmos a guarda! Precisamos pressionar (por ora de dentro de casa) os nossos políticos. Escrever e-mails, fazer ligações e denunciar em redes sociais e jornais. Mas a pressão não pode acabar junto com o corona. Tão logo a crise passe precisamos nos organizar em nome de um programa que faça sentido para o povo brasileiro! Um programa feito a muitas mãos, por todos dispostos a somar! Um programa manifesto, com pé na rua e cabeça nos céus! a pressão constante de um povo que tome as rédeas de seu destino! O corona vai passar. Mas as coisa s não podem voltar ao normal! Nós não podemos deixar que voltem!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!

Está na hora de termos leis do povo!

Está na hora de termos leis do povo!

Entenda a necessidade urgente de termos mais leis do povo!

No meio da pandemia do novo coronavírus, uma coisa fica mais claro do que nunca. As leis votadas na política raramente contemplam a necessidade do povo. Estou falando do povo de verdade, que vive nas periferias, favelas e barrancos. Este povo raramente é ouvido. As leis votadas representam só uma minoria. Está na hora de mudar o jogo. Está na hora de termos leis do povo!

Mas o que são leis do povo? Mais fácil pegar um exemplo. Exemplo, infelizmente raro, mas ainda assim exemplo de como as coisas poderiam ser: o PL 186/2020 do Vereador Popular Toninho Vespoli. O projeto luta pelo que o povo precisa em um momento de crise como o que passamos. Por exemplo, cria renda emergencial de um salário mínimo para ambulantes, informais e desempregados de São Paulo. É uma proposta para o povo, porque entende que a fome não respeita quarentena. Mas também entende que ninguém em sã consciência deveria se arriscar a pegar o vírus.

O projeto também entende a malícia de alguns. Por ser do povo e para o povo, sabe que tem gente aproveitadora. Inclusive uns aumentando os preços dos alimentos durante a pandemia. Aproveitadores que querem lucrar com o vírus! E por entender isso, o projeto propõe que os ítens essenciais tenham os preços fixados para como estavam antes da pandemia começar. Mas tem gente que discorda. Vão citar os “especialistas” da economia defendendo o “livre mercado”. Mas com fome não há liberdade! É preciso saber priorizar o que é mais importante. Isso também é ser do povo!

Leis do povo têm que ter pé no chão e no barro!

Mas e o álcool em gel? Parte do povo não tem dinheiro pra isso! Fora que o álcool em gel acabou nas farmácias. Daí que o Projeto de Lei propõe que sejam colocados dispensers de álcool gel nos terminais de ônibus e metrô. A triste verdade é que vai ter gente que o patrão não vai deixar ficar em casa durante a pandemia. Por isso é importante deixar álcool gel em locais em que grande parte do povo trabalhador passa: os terminais de transporte. 

É também, por ser um projeto do povo, que a proposta é de que os banheiros dos terminais fiquem abertos. Mesmo se interromperem o transporte público. Isso porque parte do povo, infelizmente, mora nas ruas e das ruas. Esse povo também vai precisar lavar as mãos durante a pandemia! Deveriam haver mais banheiros públicos espalhados por São Paulo. Mas em tempos de pandemia, os poucos banheiros que existem, têm que ficar abertos!

Uma imensa parte do povo quase não tem dinheiro. Por isso tem que ser feito algo sobre as contas de luz, água e gás. Ainda mais se vão perder parte do que recebem. Por isso que um Projeto para o povo tem que interromper a cobrança dessas contas. Oras! Onde já se viu ter que ficar em quarentena, em casa, mas sem ter como cozinhar, lavar as mãos ou acender uma luz?! O povo precisa de uma ajuda.

Como veem, dá sim pra ser popular. Dá pra fazer leis do povo! É questão do povo se unir, se organizar, eleger dos seus, e nunca parar de lutar! Vamos povo! Por uma cidade popular!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Um mandato popular!

Conheça mais sobre o que nos move!
Para além de combater a Covid, vamos combater o neoliberalismo

Faça parte da nossa rede

Quer ser um embaixador virutual e ajudar a educacão salvar vidas na cidade?
Venha conosco, inscreva-se e ajude a espalhar a campanha do Professor Toninho