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A Corrupção Acabou?

A Corrupção Acabou?

Saiba um pouco sobre mais esse grande escândalo de corrupção!

“A corrupção acabou” Foi a frase mais engraçada proferida pelo presidente da república, Jair Bolsonaro. Hoje as contas do Governo Federal acumulam polêmicas. Uma das contratações mais curiosas, talvez tenha sido a compra de 15 milhões de reais em leite condensado.

Os escândalos nas contratações foram escancarados, pela primeira vez, a partir de matéria do Jornal Metrópoles. Desde então inúmeras agências de notícias, investigadores e civis independentes checaram e confirmaram as informações contidas nas denúncias. Em essência, tudo se resume a um laranjal de micro e pequenas empresas que movimentam quantias milionárias em contratos sem licitação com órgãos do Governo Federal.

 

Um dos casos curiosos, desvendado pelo perfil no Twitter de @boscadin, é o da empresa “Saúde e Vida Comercial de Alimentos Eireli”. A empresa foi contratada pelo valor de 12 milhões. Apesar do alto valor movimentado, a empresa está inscrita como microempresa individual, no nome de Azenate Barreto. Mesmo com a empresa sendo sediada em Brasília, Azenate Barreto vive em Campos dos Goytacazes, RJ. Familiares da “empresária”, seu marido e seu filho, também são donos de microempresas individuais, que também moveram dezenas de milhões de reais em contratos com o Governo. Ambos os parentes também moram em Campos de Goytacazes.

Esse caso é estranho por si só. Mas não é o único. Outro, também, bastante curioso, é o da empresa Freedom Soluções em Serviços LTDA. Apesar de existir há pouco mais de 10 meses, já firmou com o Ministério da Defesa de Bolsonaro contrato no valor de 472,7 milhões de reais para serviços de “consultoria”! E as estranhices não param por ai: o endereço registrado da empresa é …. Isso já seria curioso por si só. Uma empresa que move quase meio bilhões de reais se localizar em uma loja de um prédio comercial na cidade de menos de 20 mil habitantes de Porto Real, Rio de Janeiro. Mas a coisa fica completamente inexplicável quando é verificado que no endereço indicado não existe nada. Zero. Nem ao menos um prédio mequetrefe. O endereço fornecido é o de uma estrada de terra.

A coisa provavelmente vai muito mais longe que isso. E todos os que chegaram aqui são convidados a pesquisarem no site do Portal da Transparência para ajudar na apuração. Mas o que surpreende é a cara de pau da família Bolsonaro. Em resposta a essas acusações o melhor que Eduardo Bolsonaro (filho do Jair) conseguiu pensar em fazer foi sair em defesa d direito dos milicos de comerem leite condensado! Ele acha, ou finge achar, que é esse o problema, e não o fato das contratações terem pouca transparência, e envolverem empresas que não deveriam ter condições para moverem tanto dinheiro quanto movem.

Marcelo Freixo, Deputado Federal do PSOL RJ, quer abrir uma CPI para investigar esses e outros absurdos. As compras são mais do que estranhas. Ao todo estamos falando de 1,8 bilhão só em compras de supermercado pelo Governo Bolsonaro. Para se ter uma ideia de quão grosseiramente absurdo é o número, isso daria 500 reais por funcionário público que trabalha no Distrito Federal por mês! O suficiente para cada funcionário fazer um belo de um supermercado!

Com alguma sorte mais dados vão surgir sobre esse mega escândalo de corrupção. Será que vai ser o suficiente para, enfim, retirarem o Bolsonaro do poder? Ou será que, mais uma vez, o Congresso vai ser conivente, virar as costas, e fingir que não é com eles? E então Jair, a corrupção acabou?

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Não é hora de voltar!

Não é hora de voltar!

Entenda porque ainda não devemos voltara com as aulas presenciais!

Não é possível afirmar que a Educação é o futuro e caminho do progresso de uma nação e ao mesmo tempo acreditar que professores sejam aproveitadores baratos da maior crise sanitária que já presenciamos para não trabalhar.

Todo mundo se lembra da mandona, do fedido, do bonzinho, do brigão; Os professores lembram daquele aluno que convulsionou na sala de aula, do que precisou correr para o hospital depois de cortar a testa na trave da quadra, daquela que “presenteou” com uma cesta básica às escondidas, daquele que não tinha chuveiro em casa ou dividia o tênis com o irmão, daquele que foi aconselhado a não ficar fumando na porta da escola, daquele que precisava trabalhar calibrando pneus no posto de gasolina, daquele que faleceu devido ao contexto de vulnerabilidade social.

Isso acontece porque na prática é possível observar que o acesso à Saúde não é para todos, a Assistência Social não chega a todos que dela necessitam, assim como a Habitação digna, políticas esportivas e culturais. A escola é atualmente o espaço de todos, é o direito garantido. É a voz do Estado que mais abrange as famílias. Prova disso são as campanhas de vacinação, entrega de cestas básicas e outras políticas públicas, comumente realizadas em escolas, atingindo de forma mais ampla a população.

Ver movimentos de grupos privatistas fazendo carreatas pressionando pela volta às aulas presenciais e acusando professores de “folgados” que não querem retomar a “normalidade” é simplesmente enxergar que esses grupos não conhecem a realidade das nossas escolas e trabalhadores (públicas e muitas privadas de pequeno porte que atuam nas periferias).

Uma característica genérica bem plausível de professor é a capacidade de se realizar no outro, criar condições para que o outro seja livre e autônomo, e que para isso interfere e pensa sobre a realidade concreta.

Desde março quando as aulas passaram a serem remotas, as escolas permaneceram abertas, cumprindo função de facilitadora de políticas sociais e a parte burocrática, representada pelas equipes gestora, apoio e limpeza. Foi feito um enfrentamento muito forte para o fechamento total das Unidades. Isso não foi considerado, expondo a vida desses trabalhadores; Mas é fato que ter os alunos presencialmente sem vacina aumenta ainda mais esse risco.

Fica, portanto, evidente a total irresponsabilidade de Bruno Covas e João Doria ao insistirem na retomada antecipada das aulas presenciais. O descaso é grande, e não apenas com os profissionais da saúde que tanto alertam sobre os riscos de se desistir do isolamento físico antes da vacinação, mas também com todos os servidores da educação e os alunos de São Paulo. O risco de vida é grande. Covas e Doria tem sangue em suas mãos.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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O Fiasco do ENEM

O Fiasco do ENEM

Entenda porque essa edição do ENEM pode ser um triste presságio sobre outros fiascos a se desdobrarem na educação pública

O fiasco do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), em sua última edição, talvez tenha sido a maior tragédia promovida pelo ministério da educação de Bolsonaro (e olha que a competição é grande!). Mais da metade dos inscritos no ENEM não compareceram à prova. A principal razão foi um medo justificado dos inscritos de se contaminarem com a Covid-19. Alunos que realizaram os testes relataram salas de exames lotadas, com pouca circulação de ar. Ambiente perigosíssimo em tempos de pandemia. O Ministério da Educação teve a oportunidade de adiar as provas. Inclusive, ação do Ministério Público de abril do ano passado pedia ao INEP (Instituto que organiza as provas do ENEM) exatamente isso, isto é, que as provas fossem adiadas. Não podemos deixar esse tipo de fundamentalismo continuar arriscando vidas inocentes. Que sirva de lição: a retomada presencial de atividades educacionais só deve ocorrer depois da vacina chegar a todos!

Não foi por falta de aviso!

Não foi por falta de aviso que ocorreu o fiasco do ENEM. O Ministério Público já havia pedido ao INEP que adiasse as provas para março. Na época o INEP respondeu com um comunicado dizendo que “a realização do exame na data marcada é perfeitamente possível e segura para todos os envolvidos, não havendo riscos de ordem sanitária”. Apesar das garantias do Instituto, no dia de aplicação da primeira fase da prova do ENEM alunos registraram em vídeos aglomerações nas entradas, e mesmo no interior das salas dos locais em que as provas foram realizadas.

Não é como se adiar as provas não fosse uma opção. É difícil entender o que deve ter passado na cabeça da gestão bolsonarista para aplicar uma prova dessa importância em tempos de pandemia. Uma das razões pode ser possível lobby das universidades privadas no Ministério da Educação. Acontece que o ENEM é prova necessária para a aprovação de financiamento e empréstimos públicos em universidades particulares (por exemplo, através do FIES e do PROUNI). Com a prova adiada para data posterior, as faculdades poderiam perder parte de seus recursos. É triste pensar que nossa gestão parece arriscar vidas para garantir os lucros de grupos privados.

Covas e Doria, como sempre, seguem os passos de Bolsonaro

É também bastante preocupante pensar que não se trata de projeto apenas de Bolsonaro. A ideia de adiantar a retomada de atividades presenciais ligadas à educação antes que seja seguro, parece iniciativa almejada pelo prefeito Bruno Covas e pelo Governador João Doria. Ambos já liberaram planos de retomada das aulas, enquanto passamos por uma segunda onda da Covid-19. A decisão é trágica, e deve custar muitas vidas!

É grave, também, pensar que aqueles que acreditam na ciência, e não querem correr riscos desnecessários podem acabar sendo prejudicados. Na aplicação da prova do ENEM, por exemplo, aqueles que não fizeram a prova tiveram que arcar com a taxa de inscrição. Aqui em São Paulo a situação será semelhantes: os jovens, mães, pais e profissionais da educação que prezarem pelas suas saúdes, correrão riscos de ficarem em desvantagem acadêmica frente aos outros jovens, ou mesmo de perder os seus empregos.

Não é razoável arriscar dessa forma a vida de nossas crianças e servidores da educação. A retomada só deve ocorrer quando a vacina chegar para todas e todos!

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Os Bastidores do Próximo Golpe

Os Bastidores do Próximo Golpe

Entenda os riscos de se diminuir o controle sobre a polícia militar

O Congresso arrisca dar ainda mais impunidade a fardados que cometerem crimes. Esta seria uma consequência provável (e trágica) de dois projetos de lei sendo negociados nos anais do congresso. As medidas diminuiriam o controle civil da polícia militar, dificultariam (ainda mais) investigações de abusos de oficiais, e criariam conselhos nacionais com pouco controle cidadão local para controlar as polícias civis. Em um país em que a polícia já é extremamente criminosa, e em que o presidente é declaradamente favorável a um golpe militar, essas mudanças na lei são muito preocupantes. Anunciam os bastidores do próximo golpe.

Cada mudança proposta cria uma preocupação. Existe uma razão para a Constituição Federal prever que as polícias sejam controladas por chefes civis de poderes locais. “Art. 144, § 6º As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.” A ideia é simples: os militares não podem ter licença para fazerem o que bem entenderem. Devem ser controlados por um poder civil, eleito pelo povo. Dessa maneira há, ao menos em teoria, a capacidade de controle civil e social sobre aquilo que deveria ser o “monopólio do uso da força”.

Ao mesmo tempo, a Constituição proíbe controle centralizado da polícia militar e civil em autoridades federais. A ideia é que Brasília não mande, sozinha, no uso da força do país inteiro. Os constituintes entenderam que o poder de prender deve ser compartilhado, decentralizado e sob controle civil. Verdadeiro marco frente ao regime militar, anterior, em que os militares decidiam tudo a portas fechadas a partir do centro do país. Nada disso é o suficiente para garantir, sozinho, uma polícia verdadeiramente íntegra, e comprometida em proteger (e não em matar) o povo brasileiro. Mas voltar atrás nesses pontos agravaria, ainda mais, os problemas ligados às nossas polícias.

É, portanto, um grande retrocesso o que se discute hoje em Brasília. Uma das medidas propostas permitiria que os próprios oficiais da polícia militar indicassem o comandante da polícia em cada estado. O Governador poderia, apenas, indicar um nome de uma lista tríplice, enviada pelos próprios milicos. Uma tremenda trava ao controle civil da polícia. Além disso, os projetos debatidos dificultariam, bastante, a exoneração de comandantes da polícia militar. Por fim, quanto a investigações da polícia civil, debate-se proibir que os governos divulguem dados frutos de quebra de sigilo, facilitando, assim, casos de corrupção no interior da corporação.

Isoladas, as medidas podem parecer pouco relevantes. Mas é importante pensar, mais do que nunca, no valor simbólico das propostas: O Bolsonaro está polemizando, cada vez mais, com governadores do Brasil inteiro, mirando as reeleições de 2022. O Bolsonaro é bem capaz de perder no voto popular. Mas se ele seguir os passos de um de seus ídolos, o Donald Trump, que perdeu o pleito para as eleições Estadunidenses, ele é bem capaz de tentar liderar algo parecido com o que ocorreu recentemente no Capitólio dos Estados Unidos: um golpe movido por seus apoiadores mais fanáticos. Assim fica claro o que pode ser os bastidores do próximo golpe.

Se nos Estados Unidos a tentativa foi, ao que tudo indica frustrada, no Brasil o Bolsonaro conta com apoio expressivo de militares na maioria dos estados. Ou seja, se ele tentar um golpe, é bem capaz que os militares apoiem. A medida debatida no Congresso seria quase que uma luz verde para a polícia. Algo como “vocês não precisam obedecer aos governadores e ao poder civil”. A campanha para presidência já começou no Brasil faz tempo. Mas pelo menos um candidato não parece comprometido em seguir a voz das urnas.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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E quando invadirem Brasília?!

E quando invadirem Brasília?!

Entenda porque a invasão do Congresso estadunidense pode por a democracia brasileira em jogo

Como todos sabem, esse dia 6 de janeiro terroristas armados invadiram o Congresso dos Estados Unidos. O objetivo era dar um golpe no país, e tornar Donald Trump, derrotado nas urnas, um ditador. Os terroristas – até agora – não tiveram sucesso. É provável que as instituições do país sejam, ao menos, suficientes para impedir algum desastre dessa magnitude. Mas preocupa bastante pensar que o Bolsonaro se espelha no Trump. Em 2022, quando Bolsonaro perder as eleições presidenciais, há risco real de ele tentar fazer o mesmo. Mas aqui ele contaria com apoio de milícias ligadas ao tráfico de drogas, além de grandes partes das polícias militares. E quando invadirem Brasília?! O risco de um golpe é real! não podemos abaixar a guarda e deixar para agir só em 2022! Bolsonaro precisa ser afastado. E isso precisa ser feito rápido!

Os terroristas dos Estados Unidos estavam armados, e preparados para a guerra. Foi um milagre terem morrido apenas 4 pessoas. Os manifestantes chegaram a tentar ameaçar e agredir deputados da oposição (além do próprio vice presidente de Trump, o Mike Pence). De dentro do salão em que ocorrem as votações do Congresso, seguranças chegaram a usar mesa para barrar a entrada na porta, enquanto se preparavam para reagir em caso dos terroristas armados a arrombarem. A intenção do protesto era clara: negar os resultados das últimas eleições e tornar Trump um ditador. Grande é o contraste com as manifestações pacíficas e organizadas da esquerda. No caso da direita, vários manifestantes estavam armados. O objetivo não era pressionar os políticos, mas ameaça-los de morte. Apenas porque não gostaram dos resultados das eleições, que revelaram Trump como o perdedor.

Trump incitou os terroristas!

Minutos antes da invasão acontecer, Trump fez discursos incitando os manifestantes. “Vocês têm que mostrar força e têm que ser fortes. Viemos exigir que o Congresso faça a coisa certa e conte apenas os eleitores que ‘votaram legalmente. Que votaram legalmente’ (sic.) Eu sei que todos aqui logo estarão marchando para o edifício do Capitólio” Para além do tom agressivo, é importante atenção ao contexto: Trump passou as semanas anteriores negando os resultados das eleições presidenciais, dizendo que ele teria ganho e que, na verdade, deveria ser o presidente. Obviamente é tudo mentira. E no contexto as mentiras escalaram para uma marcha violenta com o objetivo de fazer de Trump um ditador!

Tradução do tweet: "é isso que acontece quando eleições sagradas, ganhas de lavada, são arrancadas de grandes patriotas que foram tão mal e injustamente tratados por tanto tempo. vão para casa com amor e paz. Lembrem-se desse dia para sempre!"

Mesmo sem superestimar o valor da “democracia” liberal-burguesa que reina nos Estados Unidos, o evento é preocupante por si só. Há, ao menos em teoria (mesmo que na prática de forma bastante limitada) um pressuposto de que as instituições do país devam ser controladas pelo povo. Um ditador assumir seria o fim dos poucos aspectos democráticos no país, e teria consequências políticas e econômicas globais.

No Brasil o caso é ainda mais grave!

Mas o Brasil tem algo mais a temer: a saúde de suas próprias instituições democráticas. E quando invadirem Brasília?! Não é segredo algum que Bolsonaro gostaria de dar um golpe e assumir como ditador. Já afirmou, em mais de uma ocasião, ser favorável a um golpe e admirador da ditadora militar brasileira. Também não há dúvidas de que Bolsonaro se espelhe nas ações de Donald Trump (o seu ídolo). Bolsonaro chegou a bater continência à bandeira dos Estados Unidos, em forma, na verdade, de homenagem a Trump.

Mas aqui a situação seria ainda mais grave que nos EUA. E quando invadirem Brasília?! Não apenas nossas instituições democráticas são ainda mais frágeis que as de lá, como aqui o Bolsonaro já conta com apoio expresso de milícias armadas, muitas delas ligadas ao tráfico de drogas armas e pessoas. Mais que isso, Bolsonaro conta com o apoio do exército e das polícias militares do Brasil. Mobilizações recentes de sua base no Congresso para diminuir o controle civil das polícias militares podem ser vistas como preparo dele para um golpe em 2022.

Nós não podemos nos dar ao luxo de esperar até lá! Não podemos ficar quietos enquanto um fascista conspira um golpe contra o povo, a república, a democracia e a justiça! É importante agirmos agora! O caminho que devemos tomar é prosseguir com o impeachment de Bolsonaro o quanto antes, e cortar logo a cabeça da cobra do fascismo! Se não agirmos rápido, 2022 pode se tornar 1964!

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Gabriel Junqueira

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Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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tem dinheiro pra propaganda mas não tem para servidor!

tem dinheiro pra propaganda mas não tem para servidor!

Entenda como o Doria está priorizando publicidade ao invés de trabalhos!

O Doria está aproveitando a pandemia para sucatear o Estado na surdina! A última sacanagem do Governador foi adiar, por meio de decreto (ou seja, de forma autoritária), os concursos e contratações públicos. Faz isso sem indicar momento de retomada dos concursos, ou seja, por prazo indeterminado, e ainda por cima deixa um tom de ameaça às universidades no final do decreto, falando de “iminente redução de suas receitas” (cenas do próximo episódio). Ao mesmo tempo, o governador aumentou em quase 70% (aumento em 62,5 mi) as verbas de publicidade do governo estadual. Ou seja, tem dinheiro pra propaganda mas não tem para servidor!

É de notório saber para qualquer servidor público que o Doria é inimigo do serviço público de qualidade! A sua sanha privatista (sem fundamentações econômicas e sociais) afetou setores importantíssimos para São Paulo, como a SPTuris e os Mercados Municipais! Agora também se articula para privatizar o Parque Ibirapuera (obra, ironicamente, projetada pelo comunista Oscar Niemayer com o objetivo de ser um espaço de descanso ao povo trabalhador paulistano).

Passou dos limites!

Mas esse decreto passa de todos os limites! faltam funcionários em todos os setores do serviço público! Além disso, justamente por causa da crise econômica, é importante manter as pessoas com dinheiro para que o consumo continue acontecendo. Emprego público é, historicamente, uma das formas de garantir concorrência com os empregos formais da iniciativa privada quanto a direitos e garantias dos trabalhadores. Em outras palavreas, com menos empregos públicos a iniciativa privada inteira possui um estímulo para diminuir os salários, por diminuir a concorrência com condições (minimamente) decentes de emprego oferecidas no setor público. Menos empregos significam menos pessoas com dinheiro para consumir, para girar a economia. Ou seja, todo mundo perde com a medida de Doria (inclusive a economia).

Ao mesmo tempo Doria acha de bom tom aumentar as verbas para publicidade! O aumento foi em 70% (de 153,2 milhões em 2021 ante aos R$ 90,7 milhões projetados em 2020) Oras, quer dizer que tem dinheiro pra propaganda mas não tem para servidor! É muita cara de pau!

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Gabriel Junqueira

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F0#@-$& a Ford!

F0#@-$& a Ford!

Entenda porque a Ford está traindo e explorando o Brasil

A mídia tradicional não se cansa de chorar as mágoas pela saída da Ford no Brasil. Na verdade a empresa empregava pouca gente perto dos subsídios e empréstimos entregues pela federação. O setor automobilístico, como um todo, saqueou as contas públicas em troca de benefícios que não vieram até agora. É bem possível, ainda que, mesmo sem os auxílios, as montadoras teriam ficado no Brasil do mesmo jeito. Essas empresas fazem lobby no Congresso enquanto financiam o marketing de grandes grupos como a Rede Globo. Tudo para conseguir dar o mínimo ao povo brasileiro, enquanto retiram o máximo possível. Se aproxima, em verdade, bastante das ações coloniais de grupos ocidentais na África e nas Américas. Agora, em um momento em que milhares de micro e pequenas empresas fecham as portas, com aumentos recordes no desemprego no país, querem fazer parecer que é tudo sobre a Ford. F0#@-$& a Ford! Quem sustenta o país são os micro e pequenos, e não os grande e mega empresários!

Nem empregos e nem PIB! A Ford não cumpre o seu lado do acordo!

Alguns talvez tenham ouvido que o setor automobilístico é um dos que mais empregam no Brasil. Isso é tecnicamente verdade, mas apenas porque os empregos no Brasil estão muito pulverizados, principalmente entre micro e pequenas empresas. As montadoras e concessionárias empregavam, todas juntas, menos de 150 mil pessoas em 2015 (o número diminuiu desde então). Enquanto isso, em 2019, 75% dos empregos formais vinham de micro e pequenas empresas. Ou seja, os empregos do setor automobilístico são uma gota no oceano.

Outros talvez se impressionem ao ouvir que as montadoras são responsáveis por 22% do PIB industrial do país. De novo, a informação é incompleta: acontece que o PIB industrial representa apenas 22% do PIB total. Ou seja, se você fizer os cálculos, o setor inteiro é responsável por, ao todo, 4,84% do PIB (0,22 X 0,22). Para efeitos de comparação, o setor de serviços, que é composto principalmente pelas micro e pequenas empresas, corresponde a mais de 70% do PIB nacional! É desproporcional essa preocupação com a Ford em contraste com quase que um silenciamento da mídia e das autoridades sobre os empregos vindos das empresas menores.

A conta não fecha! Ford recebe muito e entrega pouco!

Isso tudo sem nem entrar nos subsídios e empréstimos que o país deu ao setor automobilístico nos últimos anos. Ao todo essas cifras giram em torno de 50 bilhões de reais, de acordo com a própria Globo. Segundo análise feita por bacharel do curso de Graduação em Ciências Econômicas da Universidade Federal do Paraná, a conta não fecha. O Brasil cedeu mais do que recebeu da indústria automobilística. Além disso, segundo o mesmo estudo, não há indícios de que as políticas de incentivo tenham feito alguma empresa realmente se instalar no Brasil. São empregos e imposto que o Brasil poderia ter de qualquer jeito.

Por fim, não foi por falta de submissão do Brasil que a Ford decidiu fechar as portas das fábricas brasileiras. A medida, provavelmente, está muito mais relacionada com a decisão da montadora de focar, praticamente, apenas na produção de SUVs e picapes; produção, esta, já bem instalada em outros países latino-americanos, como a Argentina. Basicamente, a Ford está recebendo em subsídios e empréstimos do Governo e se eximindo da contrapartida: ajudar com a economia  e com os empregos no Brasil.

Fica muito pouco para o Brasil

Sobre aqueles que acreditam que a Ford, e outras montadoras, ajudariam na inovação e produção tecnológica no Brasil, trata-se, também, de definitivo engano. Os grandes conhecimentos técnicos foram desenvolvidos em outros países (como os Estados Unidos), além de serem, em grande medida, patenteados. Além disso, fica tudo sobre controle direto das fábricas e montadoras. É muito pouco que, realmente, “sobra” para o Brasil.

Apesar de bem menos relevante que as microempresas que fecham as portas, não por liberalidade ou opção de negócios, mas pela grave crise econômica que passamos, a Ford, ainda assim, sai do Brasil deixando 5 mil desempregados, após ter recebido fortunas do governo em forma de subsídios e empréstimos. Mas a Ford é, também, uma grande e importante anunciante da Globo e de outros grandes veículos de imprensa (junto com outras montadoras). Talvez isso, mais do que verdadeira relevância econômica e social, explique o alarde feito pela mídia. Querem mostrar serviço a seus financiadores.

“Custo Brasil” subsidiado!

É triste ter que assistir a Andreia Sadi (suposta progressista, e jornalista da Globo) anunciando, em tom emotivo, como a Ford seria mais uma vítima do “custo Brasil”. A verdade é que a Ford obteve pesados descontos no tal do “custo Brasil”, enquanto micro e pequenos empreendimentos foram colocados em segundo plano nas políticas econômicas do país. Apenas a título de exemplo a Ford recebeu sozinha, entre 2004 e 2019, cerca de 5,5 bilhões de reais a título de empréstimos do BNDES, fora dezenas de bilhões de reais em subsídios fiscais. As micro e pequenas empresas, por outro lado, são as que menos recebem verbas do BNDES. Ou seja, os pequenos negócios, efetivamente, subsidiam o custo Brasil dos grandes empreendimentos!

A verdade é que não precisamos da Ford! F0#@-$& a Ford! O que gera tecnologia, conhecimento e economia é investir em universidades e em micro, pequenas e médias empresas em ramos tecnológicos, como produção de eletrônicos ou de máquinas utilizadas na produção industrial. Lógico que esses são setores da economia que o Bolsonaro negligencia. Mas se o Brasil quiser crescer de verdade, não vai ser graças a empresas gringas explorando o nosso capital!

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Apoio a Baleia ou candidatura própria, uma falsa polêmica

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Entenda porque nem Baleia nem Lira estão do lado do povo

Desde a eleição de Bolsonaro, a principal discussão dos progressistas no país é a composição de frentes amplas para derrotar o bolsonarismo. Essa discussão, tem se tornado um tema tão central no debate que é comum vermos os ditos analistas levantarem a bola de Doria, Moro, Huck, Mandetta e Maia como nomes ilibados para unirem o país contra o bolsonarismo.

Essa conversa vem crescendo como uma bola de neve e levado muita gente a acreditar que esse é o único caminho para 2022. O fim das eleições municipais de 2020 e o quadro de crescimento ou queda dos partidos colocou mais lenha nessa fogueira, mas nada se compara com a eleição para presidente da Câmara Federal que acontecerá em 1º de fevereiro.

A eleição pra presidência da Câmara dos deputados se tornou um ensaio para a eleição da presidência da república em 2022, e o que fica nítido é que querem empurrar uma escolha entre a direita fascista e a direita liberal e relegar a esquerda ou centro esquerda um papel de coadjuvante de todo esse processo.

Maia, uma falsa oposição a Bolsonaro

A afirmação desse intertítulo deve ser o que nos norteia. De fato, que oposição Rodrigo Maia fez a Bolsonaro? E podemos ir além, Doria, Moro, Huck e Mandetta, que estiveram no palanque bolsonarista até um dia desses que oposição fizeram, efetivamente, a esse governo?

Maia votou e aprovou todos os projetos de desmonte do Estado propostos por Bolsonaro, sem vergonha ou constrangimento tocou o projeto bolsonarista com orgulho. Agora, no apagar das luzes de seu mandato de presidente, banca o opositor fazendo críticas no twitter e xingando o presidente. Maia e Bolsonaro são dois lados de uma mesma moeda. A moeda do neoliberalismo entreguista, que ataca direitos sociais e os mais pobres para beneficiar os poderosos empresários.

Lira e Baleia, farinhas do mesmo saco

O deputado Arthur Lira é o candidato de Bolsonaro, porém, é Baleia Rossi, candidato de Maia quem mais votou favoravelmente aos projetos encaminhados por Bolsonaro a Câmara dos Deputados. Querem impor as esquerdas um candidato que sequer defendeu os interesses do povo contra as medidas do presidente nesses últimos dois anos de mandato.

De acordo com um levantamento feito pela consultoria ArkoAdvice, em 2019 Baleia votou a favor do governo em 90,24% das votações e contra em 9,75%. No mesmo ano, Lira votou a favor em 86,29% das vezes e contra em 13,70% das ocasiões. Portanto podemos cravar categoricamente: não há distinção entre Lira e Baleia. Maia sabe disso e apresenta Baleia como seu sucessor numa tentativa de constranger as esquerdas e dar o tom da eleição de 2022.

O que a esquerda deveria fazer? 

Essa é a pergunta do século, e não vale apenas para esse momento, mas diante do cenário nacional e internacional, essa é a pergunta que deve virar o mantra da esquerda: O que devemos fazer?

Antes de mais nada admitir que há uma tentativa de silenciamento e escanteamento do nosso campo por parte da grande mídia e dos liberais e neoliberais. Esses tentam fazer parecer que a culpa do estado bizarro de coisas que vivemos no país é da esquerda e, portanto, apenas eles ou uma aliança ampla e global pode salvar o país.

Não assumem que Bolsonaro e essa política de desmonte do Estado é fruto das ações de todos esses que agora bancam de salvadores da pátria. Temos que denunciar o genocídio de Bolsonaro, mas temos que igualmente denunciar Doria, Moro, Huck, Mandetta e Maia. Temos que denunciar o Estadão e seus colunistas que dias antes da eleição apregoavam o editorial: Uma escolha difícil.

É nosso papel enquanto esquerda permanecer aglutinando militantes e movimentos sociais na defesa da construção de um outro projeto político. Que caminhe ao lado da luta parlamentar, mas que entenda que o jogo de cena do Congresso Nacional é uma falsa dicotomia. Nem Lira e nem Baleia defenderão os interesses do povo quando isso for posto em pauta. Ambos defenderão o grande capital e seu representante.

A esquerda deveria defender outro projeto!

Por isso é necessário que a esquerda ocupe o espaço da candidatura a presidência da mesa diretora da Câmara dos Deputados e dialogue com a população para dizer o que ela defende. Sabemos que o voto para presidente das Casas Legislativas não é direto, são os parlamentares eleitos que elegem, entre seus pares, quem conduzirá o trabalho daquela instituição. Porém, ao ocupar um espaço entre as candidaturas postas, a esquerda conseguirá mais uma vez mostrar que defende um outro projeto.

A despeito disso, é necessário ressaltar que a eleição para a Câmara dos Deputados acontece em dois turnos, portanto ainda que, por hora, não tenhamos uma candidatura competitiva e com possibilidade de vitória, a eleição será decidida apenas no segundo turno, momento sim que podemos apoiar ou dar o voto crítico ao candidato que representa uma oposição maior ao bolsonarismo.

A esquerda deve apresentar o seu candidato, mostrar a sua cara o seu programa. Debater pra dentro e pra fora do parlamento a importância de frearmos o bolsonarismo, mas não para cair no canto da sereia do liberal moderado e sim, para caminharmos para um outro projeto social de país.

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli é Professor e Vereador pelo PSOL em São Paulo.

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Toninho cresceu nas eleições

Toninho cresceu nas eleições

Entenda o que move o mandato do Vereador mais comprometido com a periferia em São Paulo!

Agradecemos a sua confiança e o seu voto! Graças a este empenho, Toninho Vespoli não apenas foi reeleito como cresceu seus votos em mais de 60%! Isso em uma eleição em que a maioria dos vereadores perderam votos. Toninho cresceu nas eleições bastante! Cresceu entre os tios e tias do transporte escolar, cresceu entre ativistas engajados pela causa animal, cresceu entre profissionais da educação, cresceu entre as Pessoas com Deficiência na luta por uma cidade mais inclusiva, cresceu entre os profissionais da cultura que lutam pelos 3% na pasta… Mas, acima de tudo, cresceu nas periferias! Toninho cresceu em 95% dos distritos da cidade. Os poucos em que ele não cresceu foram os distritos do centro, enquanto os que ele mais cresceu foram aqueles na periferia! Agora, Toninho está pronto para seguir liderando o PSOL na Câmara Municipal e, junto a Boulos, transformar São Paulo na Capital da Esperança!

Toninho cresce na periferia!

Nós crescemos  em São Paulo! fomos de 16 mil votos em 2016, para 26 mil em 2020! Mas mais do que isso, é interessante analisar como crescemos. E nós crescemos na periferia, com mão e pé no barro, junto do povão! As 10 áreas que Toninho teve mais votos foram todas da periferia, com destaque para os eleitores da Zona Leste! O PSOL, como um todo, cresceu nessas eleições. Mas a maioria dos vereadores eleitos pelo PSOL receberam, praticamente, apenas votos no centro da cidade. É muito importante e relevante o PSOL estar se expandindo, furando bolhas e conquistando corações e mentes! Mas é o Toninho que representa um PSOL periférico, um PSOL do povo, democrático e socialista!

Essa eleição foi acirradíssima! Foi a eleição com mais candidaturas a vereador desde 2008! E muita gente não conseguiu se reeleger. Vereadores que ficaram achando que daria pra conquistar votos de trás de suas escrivaninhas rodaram. Vereadores que recebem votos de cabresto, agindo como coronéis na periferia rodaram! E rodaram porque acharam que o momento de mostrar trabalho é só há poucos dias da eleição! Toninho foi reeleito porque mostrou serviço ao povo! Foram 2,7 milhões de reais em emendas para área da saúde, mais de 50 Projetos de lei aprovados, e mais de 300 projetos apresentados! E muito do que ele fez foi a serviço da periferia!

Por uma educação pública, gratuita e de qualidade!

Toninho Vespoli também foi eleito porque demonstrou que está a serviço de uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade! A partir da Caravana da Educação, Movimento de escuta aos servidores da educação encabeçado pelo Toninho, ele visitou mais de 300 escolas públicas! Ouviu o chão da escola, quem se dedica dia após dia para fazer com que as crianças de São Paulo recebam uma educação de qualidade! E seu comprometimento com a categoria, se revela também na sua prática na Câmara: É dele, por exemplo, o PL 208/2018 que reduz a jornada de trabalho dos ATEs, em conformidade à jornada dos quadros do magistério. É por conhecer esse trabalho de anos que servidores da educação votaram no Toninho Vespoli! É assim que Toninho cresceu nas eleições!

Toninho fez muito. E graças ao voto de confiança, de cada vez mais paulistanos, vai continuar a fazer cada vez mais! A frase chave nessas eleições é fazer a periferia virar centro! É essa a maior proposta de Guilherme Boulos para prefeito de São Paulo! Por isso, a vitória de Toninho Vespoli foi fundamental! Toninho será vínculo constante entre a periferia, a Câmara Municipal, e a Prefeitura de Guilherme Boulos! Lutará ativamente, como sempre fez, para que os 60% da cidade que moram na periferia, tenham força e voz na maior cidade da América Latina!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Filie-se ao PSOL de Erundina, Toninho e Boulos

Filie-se ao PSOL, de Guilherme Boulos e Toninho

Saiba como se filiar ao PSOL e ser a mudança que você quer ver!

Graças ao seu empenho, luta e voto Boulos foi para o segundo turno! Boulos encantou corações e mentes e mostrou que a esperança pode, sim, vencer o ódio em São Paulo! Mas há ainda muito o que lutar. O congresso nacional continua dominado por fascistas, e quando Boulos for eleito prefeito, precisaremos de muita força popular para pressionarmos a direita da Câmara Municipal para fazer o que é certo para o povo! E por isso, precisamos da SUA ajuda! Filie-se ao PSOL, de Guilherme Boulos e Toninho, para juntos expulsarmos os fascistas do poder e criarmos um poder popular, democrático e socialista!

Filiar-se ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) é muito simples! Qualquer pessoa que possa votar, também tem o direito de se filiar a um partido político! A única exceção são Servidores da Justiça Eleitoral. Para se filiar ao PSOL, basta preencher e assinar este formulário de pedido de filiação! Após isso nós te enviaremos um e-mail, pedindo que você assine e envie uma Ficha de Filiação!

Núcleos e coletivos

Uma vez enviada a Ficha, você já pode começar a participar de reuniões dos núcleos regionais do PSOL! Nos núcleos é que as ações e resoluções do PSOL são debatidas a nível local! Por exemplo, eles estão agora a todo o vapor organizando ações de campanha para eleger Guilherme Boulos prefeito! Bora participar?

Convidamos, por fim, que você conheça o Coletivo Raiz Popular do PSOL! É o coletivo de que o Toninho Vespoli faz parte! A Raiz Popular é o coletivo do partido mais representante da periferia! Com Boulos prefeito, é o coletivo que vai liderar a luta para a periferia virar centro!

Quase todos os membros da Raiz Popular moram na periferia! Propomos uma política mais popular, capaz de fazer uma luta por um país em que os periféricos tenham vez! Somos bastante abertos, acolhedores e transparentes! Assim que se filiar, acesse esse Facebook, e mande uma mensagem na página perguntando sobre como se engajar na Raiz Popular!

Setoriais

Se você se interessar por alguma pauta em específico, o PSOL tem ainda os setoriais. Setoriais são grupos que se organizam para debater e tratar de temas importantes ao partido. Atualmente, temos 8 setoriais: Ecossocialista, Jurídico, LGBTQIA+, Masculinidades, Mulheres, Negras e Negros, Pessoas com Deficiência, e Segurança Pública! Para participar de algum setorial basta seguir etse link, entrar no Facebook do setorial de que pretende participar, e mandar uma mensagem para a página! Lembrando que participar de setoriais só é possível após a filiação.

Pronto! Agora você já sabe como se filiar, e os primeiros passos a tomar uma vez filiado! Agora, filie-se ao PSOL, de Guilherme Boulos e Toninho e entre em ação! Contamos com você! Te vemos na luta, camarada!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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