rachadinhas

Bolsonaro é corrupto!

Bolsonaro é corrupto!

Saiba o que o Bolsonaro não quer que você saiba sobre sua história de corrupto!

Parece até piada pensar que Bolsonaro se elegeu prometendo “acabar com a corrupção”. O cara, junto com sua família, tem décadas de esquemas nas suas costas. A propósito, é bom perguntar pra não perder o hábito: por que o Queiroz depositou 89 mil na conta da Michele Bolsonaro? Mas os esquemas vão desde bem atrás, quando o Bolsonaro era apenas um vereador do Rio de Janeiro. Rachadinhas, esquemas com milícia, funcionários fantasmas e doações de empresas corruptas são todos escândalos dos quais a família Bolsonaro sempre fez parte! A verdade é que Bolsonaro é corrupto!

Comecemos pelo que já é notório saber popular, as rachadinhas. Elas funcionaram assim: a família Bolsonaro usava dinheiro público para contratar funcionários em seus gabinetes, e pegava parte dos salários para ela! No caso do filho, o Flávio Bolsonaro, esse esquema está na ponta da língua do povo, mas os escândalos vão de longa data, com participação do atual presidente: enquanto ele era apenas um vereador na capital carioca Bolsonaro já tinha contratado o irmão como funcionário fantasma, provavelmente praticando esse tipo de crime!

Bolsonaro e as milícias

Também tão grave quanto as rachadinhas, é a relação que elas têm com o crime organizado no Rio de Janeiro. Queiroz, quem organizava as rachadinhas, tem relações profundas com as milícias cariocas. Que o dinheiro era desviado, isso já não restam dúvidas. Mas um detalhe ainda não esgotado é para onde exatamente ia o dinheiro. O que já sabemos é que a família Bolsonaro inteira é amiga das milícias no Rio de Janeiro. Jair desde que era vereador elogiava esses grupos criminosos em declarações absurdas à imprensa, além de morar no mesmo condomínio que Ronnie Lessa, miliciano que é um dos principais suspeitos de matar Marielle Franco. A propósito, também para não perder o hábito: Quem mandou matar Marielle Franco?

Outra coisa pra ficar atento: as doações que Bolsonaro recebeu pra suas campanhas políticas. A própria JBS, empresa famosa por escândalos de corrupção, chegou a doar dinheiro que beneficiou campanha de Jair Bolsonaro. O pilantra ainda tem a cara de pau de tentar negar. Acontece que ele repassou a doação para o partido dele, e depois recebeu o mesmo valor do partido na hora da eleição. A “lavagem” feita com o dinheiro não convence: no fim dinheiro da JBS financiou campanha do Jair para deputado federal. E isso não parece ter sido um caso isolado: segundo investigação da folha de São Paulo a campanha presidencial de Jair pode ter sido financiada, em grande parte, por doações ilegais de empresas corruptas! Essas doações financiam as máquinas de fake news da família Bolsonaro!

Não importa o ângulo analisado. Bolsonaro é, e sempre foi o pior que há na política. Recebeu dinheiro de quem não devia, desviou dinheiro público, e está amarrado a grupos criminosos! Tanto legalmente como moralmente Jair Bolsonaro é um corrupto de marca maior!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Sérgio Moro o rato mais impressionante

Sérgio Moro o rato mais impressionante

Entenda o que há por trás da saída de Sergio Moro do Governo Bolsonaro.

Enquanto o capitão leva o barco para o precipício, os ratos são rápidos em pular. O Doria, por exemplo, que na sua campanha para governador até cunhou o slogan “bolsodoria”, não perde tempo em se disfarçar de oposição (de olho em 2022). O Rodrigo Maia, que fez passar a reforma da previdência encomendada pela gestão do Bozo, não se cansa de xingar o presidente no Twitter. Mas, sem dúvida, é Sérgio Moro o rato mais impressionante. O ex-ministro e ex-juiz não só saiu do navio, mas aproveitou para denunciar ações ilegais do capitão.

Pra quem já se esqueceu, vamos só recapitular: o Moro ficou famoso por liderar a operação lava jato, que culminou no golpe contra Dilma, na prisão ilegal do Lula e na ascensão ao poder do Bolsonaro. Agora, percebendo o navio a caminho do precipício, Moro aproveita a saída do barco para denunciar o que todo mundo já sabia: que o presidente queria mexer no controle da polícia federal.

Bolsonaro queria se blindar

A história é a seguinte: a família do bozo está no meio de uma série de investigações criminais. Tem inquérito no STF investigando espalhamento de notícias falsas que beneficiaram a campanha do Bolsonaro; tem suspeita de esquema de “rachadinhas”no Rio de Janeiro envolvendo o filho do Jair, o Flávio Bolsonaro; tem suspeita de envolvimento da família no assassinato da vereadora carioca Marielle Franco; e tem investigações sobre participação da família nas milícias do Rio de Janeiro (mas que currículo!). Todas essas investigações passam, em algum momento, pela polícia federal. 

Por isso, o Bolsonaro queria tirar, na polícia federal, o diretor geral Maurício Valeixa, e o superintendente do Rio de Janeiro Ricardo Saad. Também queria trocar o superintendente de Pernambuco. Esse último porque o líder do governo no senado, o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho, estava no alvo de investigações da polícia federal pernambucana.

Na versão do Moro ele jura de pés juntinhos que ele estava lutando contra a interferência do Bolsonaro e pela independência da polícia. O problema é que o Moro não falou nada que já não fosse conhecido, nem quis saber de apresentar provas concretas. Tudo o que mostrou foram conversas de whatsapp em que o Bozo falava o mesmo que já tinha falado para repórteres: que queria mudar o comando da PF. De uma forma ou de outra não há dúvida de que as ações do Bolsonaro tenham sido criminosas. Ele querer interferir na polícia federal constitui abuso de autoridade, obstrução da justiça, e improbidade administrativa. Mas esperava-se que o Moro fosse ajudar com provas mais robustas. Pra ver como as coisas são: o Moro até quando está certo é ruim de prova.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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