serviço público

A Iniciativa Privada é Pior!

A iniciativa privada é pior!

Entenda porque, na verdade, a privatização não resolve os problemas!

No Brasil são muitos que ainda caem na ladainha da privatização. Mas será que a ideia dá certo? Será que a gestão privada é tão eficiente quando alguns defensores dizem?  A resposta pode te surpreender. Não só a gestão pública, em muitos casos, é mais eficiente como mais barata que a iniciativa privada! Em muitos casos, sem dúvida alguma, a iniciativa privada é pior!

Os países que privatizaram os correios, por exemplo, estão sofrendo as consequências. A Alemanha, citada como “case de sucesso” pelos entusiastas do “livre mercado”, registraram aumentos de 400% ao mês(!) nas tarifas de postagens para usuários comuns. E isso tudo sem o governo alemão deixar de pagar subsídios à empresa privada! 

O privado não resolve!

Tem uns que, em plena pandemia, defendem, ainda, a privatização da saúde, como saída. Oras, seria dar uma sentença de morte aos mais pobres! Pega, por exemplo, os Estados Unidos. Lá toda a saúde é privada. Mesmo o famoso Obamacare (lei que regulamentou o serviço de saúde no país) apenas criou subsídios para a população mais pobre contratar os serviços privados. Por isso, 33% das pessoas lá deixam de buscar tratamento para a covid, por medo dos custos. Além disso, na lógica privada, não vale a pena manter camas vazias para caso de situações de emergência (como uma pandemia). Por isso o país já começou a lidar com a crise do corona com menos leitos para atender o povo. E detalhe: lá apenas usam os leitos quem pode pagá-los. Neste caso, claramente, a iniciativa privada é pior!

Além desses, são muitos os outros os desastres do serviço privado. Daria para falar de privatizações desastrosas do saneamento básico, das antenas de rádio, das telecomunicações, das estradas e rodovias, do transporte público… Vários desses exemplos daria para pegar em experiências brasileiras. A privatização quase sempre piora os serviços e aumenta os custos!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A destruição do serviço público estável

Especial Correios Parte 1: A verdade sobre os subsídios

Entenda como Bolsonaro está destruindo o serviço público!

A Reforma Administrativa proposta por Bolsonaro e Guedes e apoiada por Rodrigo Maia, é o ato final de destruição do serviço público estável, condição para políticas sociais universais, de qualidade e constituídas como direito. Ela viabiliza, ao menos de duas formas, os interesses do grande capital, que se apropria dos recursos públicos. O esquema da dívida pública, que transfere a rentistas, obscuramente, cerca de metade de todo orçamento federal, e a transformação em mercadoria, sem limites, dos serviços sociais.

Ao mesmo tempo, as prestações públicas serão tornadas residuais, descontínuas, objeto de benemerência e, sobretudo, ingrediente de reprodução da política clientelista e corrompida que controla o Estado Brasileiro. O fim do funcionalismo estável é o fim de toda proteção aos direitos sociais, individuais, ao ambiente sustentável, que será apropriado por máfias politicas e milicias.

Como fiadores do desmonte definitivo dos direitos dos servidores e dos cidadãos, serão precisamente preservados os privilégios dos dirigentes dos poderes, em especial os do Judiciário e Legislativo, estes preservados como “carreiras de Estado”.

E não bastasse a esmagadora maioria dos servidores viverem de salários e aposentadorias decrescentes, muito baixos ou miseráveis, pois 96 % destes sequer alcançam o teto do INSS, ainda são intencionalmente confundidos com aqueles privilegiados, que serão intocados, como parte da campanha de difamação sistemática a que estão submetidos, sem direito sequer de resposta.

A reforma, contudo, é epílogo, não começo.

A título de exemplo, hoje, fora do quadro da Educação, temos somente cerca de um terço de servidores concursados em atividade, na PMSP. Aproximadamente 40 mil, num universo de quase 120 mil vagas. E já estamos nos referindo a um quadro bastante defasado, de cerca de três décadas, que não acompanhou o crescimento da população. Destes que restam em atividade, a maioria já está em condições de se aposentar ou no final da carreira.

A Reforma Administrativa é só a pá de cal formal do extermínio do funcionalismo, como fixado na Constituição de 88. A terceirização já fez o trabalho de liquidação, promovida pela maioria das forças políticas e seus governos, nas duas últimas décadas, com o aval pleno do Judiciário.

Agora, a conta deve ser suportada pela maioria de aposentados e pela minoria de ativos que, provavelmente, sequer se aposentará, com aumentos sucessivos de idades mínimas e alíquotas suplementares sobre salários e proventos, formas de cruel confisco que também já foram convalidadas pelo Judiciário.

 

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