solidariedade

o povo contra o corona!

o povo contra o corona!

Saiba o que VOCÊ pode fazer para combater o coronvírus!

O Governo está ajudando pouco. Enrola para liberar uma bolsa auxílio de valor minúsculo enquanto perdoa dívidas de grupos que poderiam passar bem toda a crise. Não ajuda o Bolsonaro achar que o corona é algum tipo de  grande conspiração chinesa comunista (sério!). Também não ajuda o lobo em pele de cordeiro Rodrigo Maia; o duas faces do Planalto de faz de amigo atacando o Bozo, enquanto conspira contra o povo nos bastidores para permitir a redução salarial. Em São Paulo, também, pouco se faz pelos mais pobres. A dupla tucana Doria e Covas apesar do mérito de prolongar a quarentena, não promovem ações sociais capazes de prover aos mais necessitados (apesar de verbas bilionárias em caixa). Mais uma vez, a periferia não pode contar com os poderosos. Mas tem gente da gente tentando fazer a diferença! Selecionamos aqui 13 iniciativas que mostram a luta do povo contra o corona!
  1. Cesta do Amor do Kombi:

    A liderança ativista de periferia Kombi Linspector há muito tempo luta pelos profissionais da educação. Atualmente assessor parlamentar junto ao mandato do Professor Vereador Toninho Vespoli, Kombi é explo de toda a solidariedade de que os profissionais da educação são capazes! Ele, que já trabalhou como professor, entende que o melhor que os educadores podem fazer nesse momento é dar o exemplo para os mais jovens. Por isso decidiu ajudar arrecadando verbas para a compra e distribuição de cestas básicas na periferia da Zona Leste! Tudo é feito por voluntários por meio de um grupo de Whatsapp. Se você pode contribuir com qualquer valor, entre no grupo e ajude a divulgar. Ajude a espalhar o link, coloque no grupo do seu trabalho e família. Copie e envie para os seus amigos
    Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/FWLEcOT7IJcCYUHbTYYDwx

  2. Mães da Favela:

    a iniciativa agora também está na luta contra o novo coronavírus. Grupo de ação social ligado ao CUFA (Central Única das Favelas), já vem há vários lutando pela distribuição de renda nas favelas de São Paulo, sempre priorizando verbas para as mulheres. Agora, mais do que nunca, as favelas precisam de ajuda. A região será uma das mais afetadas pela covid-19. Falta saneamento básico, e muitas casas não tem nem água encanada. Sem renda, e com as demissões que tendem a acontecer, muita gente nas favelas vai correr risco de passar fome! Por isso, se você pode, doe! As mães da favela agradecem!
    https://www.maesdafavela.com.br/doar

  3. USP (Universidade de São Paulo):

    A ciência ocupa papel central nos desafios apresentados pela pandemia da covid-19, que tem trazido impactos em todo o mundo. Diante dessa que pode ser considerada a pior crise dos últimos tempos, as universidades, centros e laboratórios de pesquisa têm desempenhado sua missão de modo extraordinário na busca incessante para encontrar meios de conter a doença. Sua doação é a chave para progredirmos. Você poderá escolher em que pesquisa prefere doar – aplicar no desenvolvimento de vacina; em ações diagnósticas; no desenvolvimento de novos fármacos; em material de proteção para pacientes, profissionais da saúde e a sociedade em geral; ou no desenvolvimento de equipamentos. Pode, ainda, direcionar sua doação para um fundo único para que o Comitê Gestor aplique na pesquisa mais avançada no momento.
    https://www5.usp.br/uspvida/

  4. MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto)

    O mundo passa por uma grande crise sanitária. A pandemia de Coronavirus, nesse momento, cresce em diversos países. Pensando nos impactos da pandemia de Coronavirus para os sem teto e nas periferias do Brasil, o MTST iniciou no dia 19 de março um Fundo de Emergência. O objetivo é, através da solidariedade, arrecadar recursos para apoiar famílias no enfrentamento do Coronavirus. Os recursos estão sendo destinados para a compra de cestas básicas, álcool em gel 70% e material de limpeza. Em parceria com outras instituições, o MTST também faz a distribuição de alimentos para a população em situação de rua. Essas ações já começaram em São Paulo, juntamente com o Padre Julio Lancelotti, e em Aracaju.
    https://mtst.org/enfrentando-o-corona-na-periferia/

  5. Apoie os povos indígenas

    A humanidade vai enfrentar seus piores momentos desde a 2ª Guerra Mundial. Epidemias são terríveis para a sociedade, mas sabemos que para os povos indígenas o impacto é ainda maior. A gripe, a varíola e o sarampo foram algumas das doenças introduzidas em nossos territórios por não indígenas e que exterminaram muitos dos nativos. Trata-se de pessoas negligenciadas por todas as esferas do Brasil. Por isso a APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), está organizando doações para esse público. Com o valor arrecadado irão comprar alimentos, remédios e material de higiene para aldeias nativas.
    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/apoie-os-povos-indigenas

  6. Casa Chama

    A população transgênero, transexual e travesti, é extremamente vulnerável. Com o agravamento de uma pandemia como a gerada pelo COVID-19, a situação piora ainda mais. Muitos estão desempregados, outros sendo despejados. Muitos são forçados à prostituição. A Casa Chama é uma organização civil que tem o objetivo de fortalecer ações pelo fortalecimento de pessoas trans. Só em 2019 foram 344 ações segmentadas nas áreas de formação de rede, atendimentos de saúde, projetos culturais e assistências jurídicas. Ao todo atingiram cerca de 4.000 pessoas diretamente! O objetivo, frente ao corona, é iniciar o envio de cestas básicas para alimentação, produtos de higiene pessoal e limpeza, além de frascos de álcool gel, medicamentos e máscaras protetoras para essas pessoas atravessarem a quarentena com o mínimo de necessidades básicas.
    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/fundo-de-emergencia-para-pessoas-trans-1-3  

  7. Renda mínima pros catadores

    Os catadores estão em uma situação terrível: se eles continuarem trabalhando nas ruas [, estão expostos ao corona. S eles deixarem de coletar, não ganham dinheiro. Para resumir: os que não sofrerem com o corona vão sofrer com a fome. Pensando em como proteger esses seres humanos, a iniciativa Pimp My Carroça está lançando essa campanha para garantir uma renda mínima aos catadores. Serão quase 3 mil catadores beneficiados do Cataki Brasil afora.
    https://canalpimp.catarse.me/renda_minima_catadores?ref=user_contributed&project_id=112108&project_user_id=48898

  8. Igreja do Carmo – Itaquera

    Estamos em situações limites. Por isso a Coordenação Pastoral Paroquial decidiu pedir a colaboração daqueles que tiverem condições de ajudar no combate contra o coronavírus. A inciativa deve ajudar a população mais pobre de Itaquera a sobreviver em meio à trágica pandemia que vivemos. Devemos prosseguir na esperança compartilhada e criativa, sobretudo, em favor dos irmãos e irmãs mais pobres. Afinal, Jesus Cristo disse que devemos amar o próximo. A doação se faz pela conta na imagem:
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  9. Artesãs da periferia

    Em Itaquera, o Coletivo Meninas Mahin já está há anos lutando pelo empreendedorismo de mulheres negras na periferia. Além de realizar oficinas, cursos, palestras e eventos culturais, o coletivo auxilia na produção e venda de roupas e itens de artesanato! Ajudam ensinado e oferecendo espaço para mulheres negras que queiram participar. Mas com o coronavírus, as vendas vêm diminuindo cada vez mais. Por isso, com o objetivo de ajudar as mulheres durante a pandemia, o coletivo iniciou uma campanha de arrecadação.
    https://www.catarse.me/artesas_da_periferia_resistindo_ao_corona_2670?ref=user_contributed&project_id=111973&project_user_id=1279074

  10. Adote uma Diarista

    Na favela de Paraisópolis, grande parte da população é autônoma e informal. A situação das diaristas ainda é mais complicada, já que elas representam 42,1% do total das trabalhadoras domésticas. Em Paraisópolis elas também são muitas e na maioria dos casos são responsáveis pelo sustento de toda a família. Por isso, uma série de lideranças e coletivos de Paraisópolis decidiu que é importante ajuda-las o quanto antes!
    https://www.esolidar.com/br/crowdfunding/detail/6-adote-uma-diarista-durante-o-coronavirus-covid19?lang=br

  11. Brigadas de Solidariedade

    Moradores de Mauá e militantes de movimentos sociais organizaram uma arrecadação de alimentos e produtos de limpeza para as Brigadas de Solidariedade. Você está fora do grupo de risco e não convive com ninguém dele? Participe com a gente e garanta a sobrevivência de várias famílias! A iniciativa pretende arrecadar alimentos não perecíveis e produtos de limpeza para a população mais vulnerável.
    https://www.facebook.com/brigadasolidariasp/

  12. Uneafro Brasil

    A não garantia do Estado por condições de moradia, saúde, emprego, saneamento básico e alimentação à população negra e periférica, é GENOCÍDIO! Não há quarentena sem o direito à condições mínimas de existência! Mas como sabemos que estamos lidando com políticos genocidas, não temos escolhas a não ser tomar o nosso destino em nossas próprias mãos. Por isso a Uneafro Brasil está organizando uma campanha de arrecadação para a população que mais deve sofrer por conta do coronavírus no Brasil. A meta agora é atender famílias negras e periféricas através da ação dos movimentos Uneafro Brasil, Rede UBUNTU, MSTC, AMPARAR, Ong Herdeiros Humanísticos, Batalha do Paraisópolis e Comunidade Evangélica Voz que Prega no Deserto, de Heliópolis, nos territórios onde atuam.
    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/campanha-de-solidariedade-em-tempos-de-coronavirus

  13. Projeto Teotônio

    Já faz anos que o Projeto Teotônio luta, lado a lado do Toninho Vespoli, na construção de uma cidade que funcione para as periferias. Agora, em meio à crise do coronavírus, o grupo todo está unindo forças para comprar alimentos e kits de limpeza para dar à população da Vila Teotônio.
    https://www.facebook.com/pg/Projeto-Teot%C3%B4nio-100951404666932/about/?ref=page_internal

  14. Ajax F.C. da Vila Rica e união de times da Cidade Tiradentes

    Os tradicionais times de várzea da Zona Leste também estão se mobilizando contra o corona. Diante da pandemia, o Ajax, clube que representa a região dos bairros de V. Antonieta, Jd. St. Eduardo, V. Bancária, Jd. Machado. V. N. York, Jd. Sta. Terezinha e região, está organizando uma arrecadação de doações de cestas de alimentos, álcool gel e produtos de higiene. A ajuda pode ser feita diretamente na sede (tome os cuidados caso opte por ir até lá) ou solicitando a retirada com pré agendamento com a equipe do clube na sua casa. Quer fortalecer o Ajax para conseguir mais essa vitória? Mais informações em:

    https://www.facebook.com/ajaxdavilarica/

    Além do Ajax F.C, outros consagrados times da Cidade Tiradentes também se mobilizaram e estão marcando um golaço fora de campo. O Sedex juntamente com outros times também se juntaram contra o corona e estão arrecadando alimentos e produtos de higiene para a população em vulnerabilidade da Cidade Tiradentes. Veja no link como ajudar. 

    https://www.facebook.com/Sedexcidadetiradentes/

 
 

Com a sua ajuda, e a periferia organizada, vamos conseguir fazer a diferença! juntos, e com o povo contra o corona! F.C

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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A REVOLUÇÃO DO CUIDADO COMO RESPOSTA

Saiba como as comunidades católicas de base estão lutando contra o novo coronavírus

Durante essa quaresma – ocupada de supetão pela quarentena contra o COVID-19 – as comunidades católicas de todo o Brasil estão refletindo a Campanha da Fraternidade, que esse ano parece genérica, mas só parece. Com o tema “Fraternidade e Vida: dom e compromisso” e o lema inspirado na parábola do Samaritano a Campanha provoca o compromisso com a defesa das vidas, de todo forma de vida.

Ao longo dos anos, a Campanha da Fraternidade motivou políticas públicas, estimulou discussões e colaborou na elaboração de soluções para situações existenciais do povo brasileiro. O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, o Estatuto do Idoso, a política de proteção dos menores em situação de vulnerabilidade são alguns dos exemplos.

Esse diálogo fé, vida e comunidade possibilitou que a Igreja fosse vanguarda de momentos históricos do Brasil. Em 1978, com a Campanha “Fraternidade no mundo do trabalho – Trabalho e justiça para todos” houve um incentivo para a luta sindical e organização do operariado. Em 1981, o mote “Saúde para Todos” engajou – sobretudo as mulheres – a formarem Movimentos Populares de Saúde que foi a principal força para reivindicar um sistema de saúde universal e gratuito e que se concretizou na 8º Conferência Nacional de Saúde, em 86.

Globalização da Indiferença

A Campanha de 2020 nos chama a atenção para a anestesia social que se vive diante de tantas realidades de morte em nosso meio. Os “novos” valores promovidos pelo capitalismo, como o individualismo e o intimismo – e já cristalizados na realidade urbana presente – provocam, ainda que involuntariamente, uma incapacidade de perceber as dores, os gritos e a escravidão de milhões de irmãos nossos. Isso o Papa Francisco chama de Globalização da Indiferença.

A raiz dessa atitude é a mesma causa que gera uma multidão de excluídos, largados à própria sorte: Uma Economia da Exclusão. Em 2013, na Exortação Apostólica A Alegria do Evangelho (Evangelii Gaudium), Francisco reforça com entusiasmo as pragas produzidas pelo capitalismo e escreve “Essa Economia MATA”, convidando a romper com a economia da exclusão e da desigualdade.
Ora, se o Evangelho nos exige um compromisso concreto com a defesa da vida e a Igreja nos mostra que o motor deste sistema de morte é a Economia Capitalista, temos aí um imperativo moral: Destruir o capitalismo.

Alguém, então, poderia dizer que não, que o real problema que gera morte no mundo é a violência. Mais uma vez vem Francisco e lembra (nº59 EG) que “será impossível” acabar com a violência sem eliminar a exclusão e a desigualdade. “Se cada ação tem consequências, um mal embrenhado nas estruturas de uma sociedade sempre contém um potencial de dissolução e de morte”, finda. Está dito, com esse sistema não há vida plena.

“Os poucos de cima esmagam a base”

É essencial fazer esse recorte “econômico” para que a gente possa perceber que todas as formas de violência que são mais tangíveis e visíveis brotam dessa relação de poder, de acumulção e exclusão. Vejamos: Muitas de nossas comunidades se sentiram convidadas a uma ação concreta com os moradores em situação de rua, por ser o grupo vulnerável que mais se assemelha com a pessoa que foi cuidada pelo samaritano.

Pois bem, na maioria das vezes nós falhamos porque ficamos no cuidado superficial. As ações assistenciais são muito importantes e traduzem um cuidado com o irmão, mas são paliativas. Para essas ações conseguimos mobilizar um pouco mais. Mas, se ousarmos a questionar o porquê a esses irmãos foi negado direitos a teto, terra, trabalho e pão muitos vão nos acusar de “discurso político” e a ação parece se distanciar da caridade.

Aqui cabe a máxima de dom Helder Câmara: “Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo. Quando pergunto porque eles são pobres, chamam-me de comunista”. O desafio está em perceber e construir uma política que seja retrato da caridade e que o único interesse seja o cuidado com a vida. Isso porque, a superação das causas estruturais que geram a pobreza não pode esperar.

Rostos sofridos x Direitos Humanos

Há pouco mais de 40 anos, a III Conferência do Episcopado Latino-americano apresentou os efeitos da dominação imperialista do capital na figura dos rostos sofridos da América Latina. É triste pensar que depois de quatro décadas não só continuam esses rostos a sofrer, como se somam tantos outros vítimas da opressão, da ganância, da mentira e do preconceito.

Atingidos por barragens, refugiados, trabalhadores vítimas da “uberização” neoliberal, e populações inteiras sem direito a saúde se enfileiram lado a lado com os rostos já conhecidos que sofrem com a violência de gênero, com o racismo, com o desemprego, com o assalto da esperança e projeto de vida. Todos esses rostos se encontram e se assemelham na classe. Todos estão na base da pirâmide, sendo usado de escada para uns poucos.

Essa reflexão nos adverte a urgência de trabalharmos com nossas comunidades, grupos e coletivos a realidade dos Direitos Humanos. No senso comum os DH parece ser uma pessoa, uma instituição e não um conceito. Talvez por culpa nossa, que ao invés de traduzir esse acúmulo de debate na concretude na vida cotidiana, criamos chavões academicistas para nossa bolha social.

Precisamos mostrar que permanecer em seu território, interrompendo um projeto de mineração que vai sacrificar todo um ecossistema e as comunidades nativas; é direito humano. Que ter direito a um sistema de seguridade social que o permita sobreviver mesmo diante do desemprego e subemprego; é direito humano. Que ter um atendimento de saúde básica que trabalhe a prevenção; é direito humano.

Revolução do Cuidado

O educador Paulo Freire dizia que “Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si”. Pois bem, podemos parafraseá-lo e pregar que diante dessa situação de globalização da indiferença, ninguém salva ninguém, ninguém salva a si mesmo, mas que todxs se salvam entre si. É nossa tarefa diária se perceber parte de um todo e que podemos – juntos – cuidar uns dos outros.

A Campanha deve nos incomodar e nos fazer perceber qual tem sido nosso compromisso – de cuidar – nas dimensões pessoal, comunitária, social, econômica e ecológica. A busca por novos caminhos é o convite a Revolução do Cuidado.
Cuidado vem do latim cogitare, que é pensar. O prefixo “co” significa junto e “gitare” deriva de agere, agir. Olha só o que traduz nossa atitude de cuidado: Pensar fazendo; fazer aquilo que pensou; construir o planejado para gerar vida. Pensar novos caminhos também é cuidar.

Essa revolução do cuidado vai nos fazer romper com toda realidade de morte: de escravidão e dominação, de exploração e concentração. Somos convidados a construir um mundo de todos e para todos. Nosso compromisso com a vida deve ser, necessariamente, um compromisso anticapitalista e anti-neoliberal.

Peterson Prates

Peterson Prates

Peterson Prates é jornalista, Conselheiro - Subprefeitura Sapopemba e assessor do gabinete do Professor Vereador Toninho Vespoli

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Vale a pena sorrir

Vale a pena sorrir

As coisas não estão fáceis. Ninguém quer negar isso. Mas é nestes momentos trágicos que é importante manter a esperança. Mesmo que o futuro seja incerto, é necessário acreditar que a primavera irá florear. Mesmo que o prato esteja vazio é necessário acreditar que o feijão chegará à mesa da gente. Mesmo que o coração esteja doendo é necessário acreditar que vale a pena sorrir 🙂

E é para ajudar a manter a esperança que a equipe do blog 2 litrão selecionou algumas iniciativas incríveis durante a pandemia. Veja só:

Os Tios e Tias do transporte escolar são incríveis! Uma coisa importante para os grupos de risco fazerem durante a pandemia é tomar a vacina da gripe. Apesar de não combater o novo coronavírus, ajuda na hora do médico fazer o diagnóstico. Mas como, em períodos de pandemia garantir que os profissionais da saúde consigam chegar em todos os postos de vacinação? Aí que entram os motoristas do teg (transporte escolar gratuito).

Milhares desses profissionais se voluntariaram para ajudar na campanha de vacinação. Além de transportarem os profissionais da saúde e os equipamentos médicos, em alguns casos eles estão ajudando no transporte dos idosos e deficientes até os postos de vacinação! Mesmo sabendo dos riscos de estarem entrando em contato com pessoas infectadas, esses heróis estão fazendo tudo em seus alcances para fazer a vacinação funcionar! 

Viva a solidariedade! Em toda a crise quem mais sofre são os pobres. Em particular quem vive na e das ruas. Com o novo coronavírus a coisa não é diferente. Para começar quem não tem casa não pode ficar em casa. A quarentena não é uma opção. Além disso são pessoas que, muitas vezes, vivem de bicos ou de doações. Durante a pandemia a renda deles, que já é baixíssima, chega próxima de zero. A fome bate. O frio gela a espinha.

A única solução real são investimentos públicos em moradia, abrigos e rendas emergenciais. Mas enquanto isso não acontece, várias iniciativas já estão se mobilizando para arrecadar doações e suprimentos para os que têm pouco. O padre Júlio Lancellotti, por exemplo, tradicional liderança católica, está trabalhando junto ao Guilherme Boulos e outras lideranças para fazer alimentos e itens básicos chegarem aos moradores de rua. Não apenas o padre criou uma petição online para pressionar a prefeitura a cumprir com o seu dever, ele também está recebendo doações em dinheiro, comida, roupas e cobertores.

As Brigadas de Solidariedade, grupo social e político, também estão tentando conseguir doações para os setores mais vulneráveis. No final do texto confira uma lista de apenas algumas das iniciativas que buscam o exercício da solidariedade nestes tempos tão conturbados!

Universidades em ação! Não é pra ter falsas esperanças. A vacina para a Covid-19 deve demorar pelo menos um ano para ficar pronta. Enquanto isso medidas de isolamento e quarentena serão essenciais. Mas universidades em todo o mundo estão unindo esforços para encontrar uma vacina.

Aqui no Brasil, inclusive, cientistas da Universidade pública, USP, estão liderando um dos estudos mais promissores para a criação de uma vacina! Que bom que existe tanta “balburdia” para ajudar a encontrar soluções!

Universidades em ação 2! Máscaras apenas para doentes ou para quem está em contato com doentes!!! Infelizmente, muita gente não entendeu a mensagem, o que diminuiu drasticamente o estoque de máscaras para quem realmente precisa. 

Mas enquanto as fabricantes não dão conta de produzir mais máscaras, algumas universidades estão ajudando. A solução está sendo imprimir máscaras em impressoras 3d! Várias universidades tem os equipamentos necessários para isso. A Universidade Federal Fluminense, por exemplo, deve produzir entre 30 e 60 máscaras por dia. A Universidade de Brasília também está ajudando, assim como a Unifesp aqui em São Paulo

Como veem, apesar dos pesados pesares, há esperança! Os tempos não serão fáceis, e está tudo bem ficar triste às vezes. Mas são nesses momentos trágicos que manter um sorriso no rosto pode ser fundamental. Pois como diria o cineasta e poeta Charles Chaplin “Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas sorrir”! Vale a pena sorrir!

Listinha de grupos para doar:

Doações para iniciativa do padre Júlio Lancelotti

Para ajudar as Brigadas de Solidariedade:

Para ajudar a Central Única das Favelas:

https://www.cufa.org.br/noticia.php?n=MjY0

Doações para o Fundo Emergencial para a Saúde:

https://www.bsocial.com.br/causa/fundo-emergencial-para-a-saude-coronavirus-brasil

(essa lista é de apenas algumas entre muitas iniciativas precisando de doações para o combate ao novo coronavírus. A inclusão resultou meramente de pesquisa do redator desta matéria. O fato da iniciativa estar presente no artigo não denota, necessariamente, qualquer parceria profunda entre o mandato do vereador Toninho Vespoli e o grupo anunciado. Tampouco a ausência de alguma iniciativa significa ausência de parceria com o vereador). 

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Xenofobia não é a Solução!

Xenofobia não é a Solução!

A extrema direita não tem um mínimo de valores morais! Enquanto o mundo inteiro, e milhões de brasileiros, lutam contra o novo coronavírus, alguns parecem mais interessados em ganhos políticos, através da xenofobia! Começou com o líder mundial do preconceito, o presidente estadunidense, Donald Trump. Apesar do nome oficial do vírus, Covid 19, já ter sido declarado pela OMS, Trump preferiu se referir à pandemia como o “vírus chinês”. Tamanho tipo de desrespeito não resolve nada. Xenofobia não é a solução.

Como os fascistas se atraem, Carlos Bolsonaro, filho do presidente brasileiro, foi rápido em imitar o apelido xenofóbico do líder estadunidense. A moda, infelizmente, parece ter pego. No mundo inteiro líderes de extrema direita estão usando o da pandemia para justificar ações xenofóbicas, inclusive para não prestar cuidados a refugiados de todo o mundo.

Não se trata apenas de uma tremenda falta de solidariedade com outros povos. Trata-se, também, de ações ineficazes contra o vírus: não apenas países como a China estão sendo muito mais eficientes no combate à pandemia, como países de onde saem os refugiados têm sido, até o momento, menos afetados do que países ricos pelo vírus. O problema, realmente está invertido: são os imigrantes e refugiados que se arriscam de pegar a Covid 19 indo para esses outros países.

Pandemia é problema global!

E tanto é o caso que agora, tudo indica, que a China já lidou com a transmissão interna de infecção. Na verdade, agora o debate da China é se promove ou não um controle de turistas americanos, que parecem já ter trazido o vírus para outros pontos do país chinês.

Além disso é importante apontar que grande parte dos equipamentos de combate à pandemia (respiradores, testes, medicamentos etc) são made in China. Ou seja, o mundo inteiro depende da China para ajudar no combate ao vírus.

Em última instância, a OMS declarou tratar-se de pandemia. Isso significa que o problema é global. Não iremos vencê-lo com xenofobia e segregacionismo, mas com solidariedade e trabalho em equipe. Intercâmbio de médicos e cientistas, ajuda humanitária para países que podem, no futuro, não conseguir se proteger da pandemia, ações conjuntas entre governos para pensar nas melhores medidas a serem tomadas, são essas as medidas que nos ajudarão a vencer a Covid 19. Estamos todos no mesmo barco. Xenofobia não é a solução!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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