trabalho

Renda básica

Renda básica

Saiba como a renda básica poderia solucionar o desemprego!

Trabalhamos cada vez mais e ganhamos cada vez menos. Em todas as áreas do trabalho, somos forçados a competir com máquinas e inteligência artificial para mantermos nossos postos. Nunca se produziu tanto, mas também nunca houve tanta desigualdade. Em uma sociedade tão focada no trabalho já passou da hora de nos perguntarmos: Quando poderemos descansar? E descansar com dignidade? A resposta pode ser mais simples do que você pensa: que se faça uma renda básica!

Já sei o que muitos estão pensando. “Mas de onde vai sair o dinheiro?”; “mas as pessoas não iriam parar de trabalhar?”; “e a meritocracia?”. As inseguranças são comuns, e não estão aí por acaso. Desde a revolução industrial a humanidade sofreu uma lavagem cerebral para acreditar que a única fonte de valor é o trabalho humano (diga-se de passagem, nem Karl Marx conseguiu sobreviver a essa tendência). Isso significa, que na visão dominante, um ser humano só tem valor se passar a maior parte de sua vida dando duro em trabalhos pesadíssimos. 

A armadilha do trabalho

A armadilha foi posta para manter a maioria trabalhando enquanto alguns poucos, no topo, conseguem viver vidas de luxo! Não precisa ser assim. Cada vez mais as máquinas se tornam capazes de fazer tarefas pesadas e repetitivas. Se numa perspectiva capitalista isso significa que o valor relativo do trabalho humano acaba diminuindo (já que máquinas costumam ser mais baratas do que a mão de obra equivalente); em uma perspectiva mais libertadora, o mesmo dado significa que podemos nos aproximar de uma sociedade em que o trabalho se torne algo prazeroso, uma opção e não uma obrigação!

Existe dinheiro pra isso sim! Se taxarmos grandes fortunas, os lucros e dividendos dos mega ricos, e garantirmos uma gestão pública mais eficiente e em contato direto com o povo, podemos pagar por uma renda básica! O dinheiro não seria perdido: impulsionaria o consumo, o que aqueceria a economia e aumentaria a arrecadação do Estado. E no processo seria garantida uma sociedade mais justa, em que todas e todos tivessem, ao menos, um mínimo de dignidade!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um ATE

Relato de trabalho de um Auxiliar Técnico em meio à pandemia de corona vírus covid 19.

Eu me chamo William Silva Figueiredo, auxiliar técnico de educação, trabalhando na Prefeitura de São Paulo desde 2009 e no CEU Água Azul Cidade Tiradentes na Gestão desde 2015. Descreverei como estão sendo estes dia de trabalhos em tempo de pandemia, pois como é do conhecimento de todos, o Quadros de Apoio da Educação Municipal não obteve o direito ao isolamento e sendo assim continuamos trabalhando.

Com a pandemia, assim que tomei conhecimento das suspensões de todas as atividades e fechamento do CEU, confesso que de primeiro momento fiquei assustado por nunca ter visto algo de igual impacto, tudo ficou deserto e silencioso, os alunos das três escolas sumiram, a comunidade que frequentava diariamente as atividades físicas, teatrais entre outras também foram obrigadas a pararem de frequentar, mesmo com tudo isso acontecendo os trabalhos administrativos foram mantidos e tivemos (ATE’s e Gestão no Geral) que nos desdobrar para manter funcionando, pois além de todo o ocorrido tivemos que administrar a ausência dos companheiros de trabalho que mesmo sendo do quadro de apoio, fazem parte do grupo de risco e precisam do afastamento do trabalho presencial.

Batalhando com o risco de morte

O contato com a comunidade que era frequentemente realizado frente a frente passou a ser na maioria das vezes por telefone evitando o menor contato possível, e a convivência no local de trabalho com os servidores e funcionários, ficaram completamente diferentes e sempre repletas de incertezas em relação ao contagio do vírus, pois o CEU tem além dos servidores, um grande número de pessoas que compõe o quadro de limpeza e segurança, sem contar com os prestadores de serviços que nesse tempo de pandemia estão trabalhando na manutenção dos espaços. Cabe ressaltar que uma das esposas de um funcionário da segurança testou positivo para a COVID 19, e ele teve que ser afastado para cumprir o isolamento social. Graças a Deus, ele testou negativo e sua esposa e filhos estão bem.

Apesar de tudo, os ATE’s lutam para fazer a diferença!

Recentemente, dia 12/maio, perdemos um funcionário para a covid 19, também da segurança do período noturno, e diante de todos os ocorridos e relatados de usuários da comunidade que também testaram positivos uns internados, outros isolados, continuei no empenho de minhas obrigações habituais colaborando recentemente na entrega de cestas básicas referentes a um projeto de Rugby (esporte) onde foram doadas cestas de alimentos para os praticantes do referido esporte. Além dessa ação social está em prática outra, que também entregará cestas básica (Associação do bairro), essa ação será realizada às sextas-feiras, em horário comercial. Contamos também com fabricação de máscaras faciais, que são confeccionadas em um baú de uma carreta que está estacionada no
estacionamento do CEU (projeto do governo do Estado com parceria das ETECs).

O meu sentimento em estar trabalhando em plena pandemia e mesmo tomando todas as precauções e recomendações necessárias, é o de incerteza, pois nunca se sabe se fui ou não contaminado, mesmo que todos os cuidados estejam sendo tomados sempre temos contato com pessoas e objetos, isso me deixa extremamente preocupado e incerto, mas com a certeza que estou contribuindo com algo para que tudo isso passe e volte ao normal para que possamos usufruir de nossas vidas como comumente fazíamos.

Escrito por um ATE

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Escravidão 2.0!

ESCRAVIDÃO 2.0!

Entenda porque com aplicativos como a Uber, vem um novo tipo de exploração!

A febre começou com a Uber. A nova “startup” de motoristas. “Seja o seu próprio chefe”, eles prometeram, “trabalhe quando você quiser!”. Mas o canto da sereia escondia uma perigosa armadilha: a escravidão 2.0!

Não entenda mal. Para muitas pessoas que ficaram desempregada após as crises dos bancos ceifarem as carreiras de tantos brasileiros, iniciativas como a Uber serviram de bote salva-vidas. Só a Uber serve hoje de ganha pão para 600 mil brasileiros. Mas não deixem isso disfarçar esse novo tipo de exploração. 

Acontece que esse tipo de plataforma tira de quem realiza o serviço, o poder de definir quanto pretende cobrar. Este poder passa a ser dos donos dos novos meios de reprodução do capital: os donos de aplicativos. Ao mesmo tempo, assim como os antigos meeiros, os aplicativos absorvem a mais-valia dos trabalhadores na forma de taxas que podem chegar a quase 50%!

E o problema não é só com a Uber. Cada vez mais serviços estão sendo legados a essa lógica. Do ponto de vista do consumidor é uma festa: motorista particular, passeador de cães, e agora até mesmo faxineiras, tudo ao alcance dos dedos. E aos preços mais baixos do mercado! 

Para os trabalhadores, em momento de crise de desemprego, os aplicativos acabam sendo a única saída. Mas os ganhos reais acabam sendo muito mais baixos do que o tradicional! E sem nenhum tipo de garantia! Se uma empresa de contratação de motoristas tradicional contratasse um motorista, teria que garantir, além do salário, aposentadoria e coisas como seguro desemprego. Ainda mais, teria que se responsabilizar pelo motorista em casos de acidentes e roubos no trânsito. Mas na prática, o descaso da empresa é total! Tamanha exploração, para alguns especialistas, pode configurar trabalho escravo. A escravidão 2.0!

As empresas de aplicativo sustentam a farsa do “empreendedorismo”. O que ocorre é a Escravidão 2.0!

Já a Uber, apenas recentemente começou a recolher contribuições para INSS (por imposição legal), enquanto outros benefícios continuam sendo negados. Um motorista do aplicativo, em uma rua deserta durante à noite, não pode contar com ninguém a não ser ele mesmo. Isso ganhando um valor mensal líquido de cerca de 2000 reais, trabalhando 12 horas por dia!

A forma que essas empresas conseguem se safar, é alegando que não são elas contratando os motoristas. Ao invés disso, elas alegam serem apenas “parceiras”, os motoristas sendo tratados como “empreendedores”. Oras, para além da violação de princípios trabalhistas como o da primazia da realidade, trata-se, em termos simples e claros, de uma tremenda cara de pau!

Alguns vão argumentar “mas essa é a única forma desses aplicativos viabilizarem seus serviços”. Isso faz parte de uma narrativa mentirosa que sugere as empresas como a Uber como coitadinhas, sendo explorada por todas as partes. Tremenda inversão de valores que tenta fazer parecer o explorador explorado, e o explorado explorador.

A verdade é que empresas como a Uber cobram, no Brasil, taxas muito maiores do que em várias outras partes do mundo, produzindo lucros imensos para uns poucos acionistas. É imoral e injusto que bilionários, donos de megacorporações se recusem em pagar o seu quinhão dos impostos, enquanto trabalhadores de aplicativo são forçados a viver com salários baixos, em situações precárias! Chegou a hora de dizermos em alto em bom som que não aceitaremos tamanha exploração!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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