vacinação

Os Erros não devem ser generalizados, respeitem a enfermagem

Por que tantos profissionais de enfermagem morreram pela Covid-19 no Brasil?

Entenda porque é necessário defender a enfermagem contra ataques!

Com o início da campanha de vacinação contra a COVID-19, o que obviamente gerou muita esperança entre os profissionais de saúde e a população em geral, aonde só no Brasil já alcançamos a triste marca de mais de 353  mil mortos em pouco mais de 1 ano de pandemia. A descoberta de vacinas e o início da vacinação da população é sem dúvidas alguma a chave para vencermos esse momento sombrio em que vive a humanidade.

Porém os profissionais de enfermagem que em determinado momento foram considerados heróis por enfrentarem este momento na linha de frente do atendimento aos doentes acometidos pela COVID-19, na maioria das vezes sem os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI’s) necessários, pois muitos Estados e Municípios não disponibilizaram destes equipamentos em quantidades suficientes para proteção destes profissionais, e que colocou o nosso país nas primeiras colocações do ranking de mortes de profissionais da saúde pelo CORONAVÍRUS. Agora vemos nas grandes mídias circularem notícias sobre profissionais que ao atuarem na campanha de vacinação adotaram posturas inadequadas ao não administrarem as vacinas, o que de modo algum deve ser considerado correto, mas também não deve ser generalizado como vem sendo feito pelas grandes mídias, que todos os profissionais possam cometer o mesmo erro. Vale lembrar que os profissionais de enfermagem em sua formação recebem conhecimento técnico científico para poderem exercer a profissão e submetidos ao CÓDIGO ÉTICO DE ENFERMAGEM.

Os enfermeiros estão na linha de frente contra o coronavírus£

Os profissionais de enfermagem organizam e conduzem a muitos anos as campanhas de imunização pelo SUS, sendo o modelo de imunização Brasileiro seguido por diversos países devido ao sucesso que obtivemos durante todos esses anos, aonde a enfermagem é fundamental nesse processo, não somente na administração das vacinas a população, quanto no preparo e armazenamento, inclusive participando de pesquisas como cientistas ou voluntários, como aconteceu agora nos testes das vacinas contra o coronavírus e que só se tornou uma realidade porque tivemos estes profissionais que além de serem linha de frente nesta pandemia também se dispuseram a muito mais, ao ajudarem no desenvolvimento dos imunizantes.

Ao generalizar um erro, a grande mídia estimula casos de violência contra os profissionais de saúde, em destaque de enfermagem, o que já vem acontecendo a muito tempo, pois é certo que erros não devem ser  amenizados e sim investigados e punidos caso sejam comprovados e para isso os Conselhos Regionais de Enfermagem de cada Estado Brasileiro tem este papel fundamental de receber denúncias e apurar os fatos, sejam eles na esfera ética ou por encaminhamentos cíveis, para proteção da sociedade e para zelar pela imagem dos profissionais que atuam na enfermagem.

Erros acontecem em qualquer profissão

Ao não administrar a vacina como os vídeos que estão circulando nas redes sociais apontam, sem dúvidas os profissionais envolvidos, supostamente cometem um erro, cabendo quem presenciou o fato, denunciar aos CORENS o ocorrido, qualquer cidadão comum pode fazer a denúncia e cabe aos conselhos determinar a imediata investigação do ocorrido, garantindo o direito de acusação e ao contraditório, para então ser efetuado o julgamento. O que é notório que a grande imprensa divulga fatos resumidos e não em sua íntegra na maioria das vezes, o que sem sombra de dúvidas geram diversas interpretações para a sociedade.

Erros acontecem, e o pior profissionais da saúde também erram pois afinal são humanos e na condição de humanos estão sujeitos a errar. Mas a reduzir os riscos de erro é fundamental para as instituições de saúde, e existem diversas maneiras de serem implementadas uma política de Segurança do Paciente, que sem dúvidas é essencial para a prestação de uma assistência segura e livre de erros, quando acontece o erro na ponta, na maioria das vezes temos o erro iniciado no processo de trabalho e como resultado de um processo de trabalho inadequado o erro se torna é uma consequência.

Não se deve generalizar um fato ocorrido e sim investiga-lo. O que ocasionou o erro? pode ser um erro individual? Sim, pode ser. Pode ser um erro de processo de trabalho? Sim, também pode ser. Então antes do julgamento precisamos garantir o direito dos envolvidos a acusação e ao contraditório, mas infelizmente primeiro a sociedade julga e depois ouve, isso é muito prejudicial a imagem de todos os profissionais ao generalizar um fato ocorrido. Estava assistindo ao Noticiário antes de escrever este texto e o apresentador, revoltado pelo fato ocorrido de um suposto erro de um profissional, dizia aos seus telespectadores que filmassem os profissionais de enfermagem, no momento da vacinação, para garantir que as vacinas realmente estavam sendo aplicadas. Aí me venho a inquietude, é direito de alguém usar da nossa imagem sem a sua autorização, no exercício profissional? Vamos lá, o que diz o CÓDIGO ÉTICO DE ENFERMAGEM?

É preciso seguir o Código Ético de Enfermagem

Conforme previsto no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução Cofen 564/2017), é direito dos profissionais: “Art. 21 Negar-se a ser filmado, fotografado e exposto em mídias sociais durante o desempenho de suas atividades profissionais”. As situações a que os profissionais sejam expostos também devem ser encaminhadas aos CORENS.

Ou seja pelo Código Ético dos Profissionais de Enfermagem, esta garantido o direito em recusar se a ser exposto em mídias, no exercício da profissão, o que obviamente não significa que aqueles que supostamente comentem erros não devem ser denunciados, sim devem ser denunciados pois o objetivo de uma assistência segura e livre de erros deve ser um pacto social, mas os erros não podem ser generalizados penalizando todos que atuam na saúde e sim responsabilizando conforme apuração dos fatos e não através de um julgamento antecipado.

A Enfermagem é a que faz as campanhas de imunização acontecerem, ao longo de mais 30 anos de SUS, somos nós profissionais de enfermagem exclusivamente responsáveis por garantir que a nossa população esteja protegida contra inúmeras doenças. Esse trabalho não é feito sem uma equipe multiprofissional, porém é a enfermagem a maior categoria de saúde do Brasil e não podemos aceitar que nossos profissionais sejam criminalizados pelas grandes mídias por supostos erros, que de fato se apurados e comprovados que ocorreram, sejam os envolvidos punidos, porém posso garantir que os erros são mínimos, pois os profissionais de enfermagem temos um compromisso histórico com a vida e devem sim serem respeitados e valorizados.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardoso

Douglas Cardoso

Douglas Cardozo é Economista e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli.

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O SUS sonhado por Sérgio Arouca

O SUS sonhado por Sérgio Arouca

Hoje 7 de Abril de 2021, dia mundial da saúde, em meio a maior pandemia da história da Humanidade, com cerca de 2,87 milhões de mortes e com mais 131 milhões de pessoas que foram contaminadas pela Covid-19 em todo mundo até o presente momento. O dia simbólico da saúde nos traz a reflexão de que o sistema capitalista e sua velocidade do lucro estão em choque mediante a uma catástrofe mundial.

Pensar em saúde é muito além do que pensar em assistência médica e leitos hospitalares, mas também reflete pensar em prevenção e promoção em saúde. No Brasil o Sistema Único de Saúde, criado através da Constituição Cidadã de 1988, aonde foi garantido saúde como um direito e não um privilégio de quem pode pagar, através da luta popular e da reforma sanitária, mudou se o conceito de saúde para os brasileiros.

SUS é patrimônio nacional!

O SUS é um patrimônio do povo brasileiro, é fruto de muitas lutas sociais contra os interesses capitalistas que visam saúde como um produto de mercado e não como um direito humano. Mas é óbvio que esse sistema de saúde não está completo, seria total incoerência com a realidade fazermos aqui essa afirmação, porém mesmo sabendo que este sistema está em construção, as suas raízes são estruturas fortes que resistiram e resistem até hoje. Grandes nomes da saúde pública lutaram e lutam até hoje em defesa do SUS. Daqueles que foram a base de uma reforma sanitária no Brasil, não podemos deixar de citar o grande mestre Sérgio Arouca, médico sanitarista que dedicou a sua vida na construção de políticas públicas voltadas a saúde e em seu discurso histórico na 8° Conferência Nacional de Saúde, realizada entre 17 a 21 de Março de 1986, faz aqueles que sonhavam por um sistema público de saúde que atendesse a todos sem exceção, a sonharem e lutarem por saúde como um direito de todos.

Foto do mestre Sergio Arouca

De lá pra cá muitas coisas aconteceram, mas mesmo em meio as tempestades o SUS sobrevive até hoje, muitos daqueles que lutaram naquela época já não estão mais entres nós, mas enfim isso faz parte do viver, mas muitas novas lideranças se formam a cada dia. O orgulho de ter um Sistema Público de Saúde ainda é muito acanhado em nossa sociedade, e não daria para pensar diferente diante de tantos ataques durante sua existência, hospitais cheios, falta de profissionais, insumos, condições precárias de estruturas e por aí vai. Mas de fato essa é uma luta que mexe com os interesses do grande capital e sua busca por mais lucros, mesmo que seja com vidas que necessitam de socorro imediato, não tem limites.

Por um SUS para todos os brasileiros!

Pelos nossos grandes mestres e pelas nossas famílias, continuaremos essa luta em construir um SUS para todos, continuaremos esse sonho lutando por uma sociedade mais justa e igualitária, aonde pessoas tenham mais valor, do que as coisas. Hoje em meio a todo esse caos é o SUS e os seus profissionais que são responsáveis por garantir a assistência de saúde para mais de 80% dos brasileiros, imaginem se tivéssemos o SUS? Quantos mortos não teríamos a mais? Tá eu sei, não tá fácil mais de 4 mil mortes em um período de 24hs é assustador, mas tenho plena certeza que se não tivéssemos o SUS, teríamos muito mais.

A todos aqueles que sonharam e sonham por um SUS cada dia melhor, dedicamos esse dia mundial da saúde, gratidão Sérgio Arouca e a todos os reformistas, movimentos sociais e políticos, muitas vidas foram e estão sendo salvas por esse projeto em construção chamado SUS.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor

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Vacinar no SUS é um direito de todas e todos e um dever do Estado

Neste momento de crise sanitária internacional e nacional devido à pandemia de
Covid-19 – somos o segundo país do mundo em número de mortos por essa
doença –, é fundamental nos concentrarmos na luta pela vacinação já, com
equidade. A equidade é importante como a garantia de justiça social, mas
também como requisito para o tão esperado controle da pandemia. Que seja,
portanto, garantida igualdade de acesso às cidadãs e cidadãos brasileiros na
vacinação contra a Covid-19.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) do Sistema Único de Saúde (SUS) tem
um histórico de grande sucesso, com experiência bem-sucedida em campanhas
de âmbito nacional e com reconhecimento internacional. Somente o pleno apoio e
adequado incentivo financeiro e operacional ao PNI pode garantir equidade no
acesso efetivo e seguro da população à vacina.

Devido à magnitude desta campanha de vacinação que tem como meta cobrir
toda a população e a limitação da oferta de vacinas no mercado internacional,
países como o Brasil têm definido um modelo de prioridades para sua
implementação com base em critérios epidemiológicos e de vulnerabilidade social.
Somente o SUS, por intermédio do PNI, poderá garantir a vacinação de toda a
população brasileira com base nesses critérios. Seringas, agulhas, insumos de
biossegurança e adequada logística e competência são necessárias para
atingirmos este objetivo. As vacinas objetos dos acordos de compra e
transferência de tecnologia já estabelecidos com as empresas Sinovac e
AstraZeneca devem formar a espinha dorsal da campanha de vacinação no País
sob a coordenação do PNI.

Numa sociedade como a nossa, marcada por grotescas desigualdades sociais, é
moralmente inaceitável que a capacidade de pagar seja critério para acesso
preferencial à vacinação contra a Covid-19. Caso isso ocorra, uma fila com base
em riscos de se infectar, adoecer e morrer será desmontada. É inadmissível,
portanto, permitir que pessoas com dinheiro pulem a fila de vacinação por meio
da compra de vacinas em clínicas privadas.

Assim, causa preocupação o anúncio feito no dia 3 de janeiro que clínicas
privadas negociam a importação de 5 milhões de doses de vacinas em
desenvolvimento na Índia pelo laboratório Bharat Biotech.
No Reino Unido, para evitar a ocorrência de desigualdade social no acesso à
vacina contra a Covid-19, governo e empresas elaboram acordos para não
permitir que vacinas sejam compradas por clínicas privadas, pelo menos
enquanto uma grande parte da população não tiver sido vacinada pelo Sistema
Nacional de Saúde (NHS). Este é o exemplo que podemos seguir.

Consequências nefastas da venda de vacinas contra a Covid-19 por clínicas
privadas, como as destacadas abaixo, vão além do aprofundamento do abismo
social brasileiro:

 Num momento de imensa necessidade de fortalecimento do SUS, renunciase ao seu potencial para vacinar a população brasileira com equidade,
efetividade, eficiência e segurança, em prol do fortalecimento do mercado
setor privado de saúde.

 O detalhado acompanhamento da cobertura vacinal e a farmacovigilância
para o monitoramento de eventos adversos, de grande importância
principalmente no caso das vacinas contra a Covid-19 com aprovação pelas
agências reguladoras em prazos recordes, tornam-se mais difíceis ou
mesmo se inviabilizam.

 O aumento do número de pessoas com doses incompletas de vacina (sem
tomar as duas doses) tem maior probabilidade de ocorrer entre as pessoas
vacinadas no setor privado, diminuindo a eficácia e a efetividade da
vacinação.

A sociedade brasileira e suas instituições democráticas estão alertas. A
abertura da vacinação para clínicas privadas pode impactar negativamente o
controle da pandemia, aumentar as desigualdades sociais na saúde e os riscos
inerentes ao prolongamento da circulação do vírus na população. A
mercantilização da vacina não será tolerada por um Brasil que luta pela vida,
por um país mais justo e solidário.

#VacinaçãoJÁ #VacinaparaTodaseTodos #VacinaçãoSomentenoSUS
#ObrasilprecisadoSUS

05 de janeiro de 2021

Entidades signatárias:
Associação Brasileira de Economia de Saúde – Abres
Associação Brasileira de Educação Médica – Abem
Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco
Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais – Abrato
Associação Brasileira Rede Unida – Rede Unida
Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – Cebes
Conselho Nacional de Saúde – CNS
Federação Nacional dos Farmacêuticos – Fenafar
Instituto de Direito Sanitário Aplicado – Idisa
Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares – RNMP
Sociedade Brasileira de Bioética – SBB
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade – SBMFC

Tem que vacinar, povo!

Tem que vacinar, povo!

Saiba porque a vacina é importante, e porque não é hora de politizar a saúde pública!

Apesar dos piores desejos de Bolsonaro, é bem provável que a vacina do coronavírus sairá em algum momento do ano que vem. Quando essa hora chegar, TODO MUNDO terá que se vacinar. Obviamente a ordem em que as pessoas tomam a vacina tenderá a priorizar os grupos de risco (idosos, pessoas com problemas respiratórios, profissionais da saúde etc). Mas o que não pode acontecer é gente achando que pode ficar sem tomar a vacina. Não apenas isso seria contra uma decisão do STF, como também seria um tremendo egoísmo! Pessoas que contraem o vírus, mesmo que assintomáticas, podem transmiti-lo. Não tomar a vacina é arriscar transmiti-la para outras pessoas que ainda não tomaram! Não falta gente querendo politizar a vacina de olho nas eleições de 2022. Mas para além do marketing, é fundamental que os melhores infectologistas do Brasil seriam ouvidos, e que a vacina chegue a TODAS E TODOS! Tem que vacinar, povo!

O Bolsonaro não liga para as vidas dos brasileiros. Falar isso, a essa altura, é apenas constatar o óbvio: o cara incentivou as pessoas a saírem de casa no momento mais crítico da pandemia; não quis usar máscara, mesmo quando em lugares movimentados; atrasou a liberação de testes para a população, deixando eles estragarem enquanto os barganhava por apoio político; e agora está desestimulando as pessoas a tomarem a vacina, que deve sair em algum momento do ano que vem. Chega disso! Vacina é questão de saúde, e saúde pública e comunitária! Uma pessoa vacinada não apenas deixa de ficar doente, como não corre risco de transmitir a doença para outros! Não tomar a vacina não é apenas sobre uma “liberdade individual”. É sobre o direito a vida de todos ao redor! E é assim que o supremo tribunal federal entendeu a questão: dia…/… o supremo decidiu que estados e municípios possuem o poder de obrigar a população a tomar a vacina. Decidiu isso por entender que liberdades individuais não podem implicar risco de vida às pessoas ao redor.

Obviamente, o ideal é que a vacina ocorra da maneira mais tranquila possível. Campanhas pedagógicas e de conscientização devem ter espaço para explicar ao povo a segurança e necessidade de se vacinar. Mas é importante que não haja confusão: vacina é questão de saúde pública e não de liberdade individual.

Também não podemos cair na ladainha de marketeiros. O governador João Doria, por exemplo, gasta tempo e recursos públicos para ficar trocando farpas com o presidente. Já anunciou (para “provocar” o Bozo) vacinação no primeiro mês de 2021. Mas não apresentou nenhuma espécie de plano de vacinação. É lógico que quanto mais cedo sair a vacina, melhor. Mas entre hoje e o último dia de janeiro são apenas 59 dias. Não é realista achar que isso seja tempo o suficiente para fabricar, estocar, distribuir e vacinar a população! Como quase tudo que o Doria faz, trata-se de mero marketing político, de olho em 2022!

Em uma situação assim, quem deveria ser ouvido são os profissionais de saúde, como os infectologistas e bioquímicos. Se ao invés de ficar brincando de gato e rato com o planalto, o Doria ouvisse o que os especialistas têm a dizer, teria garantido à população meios para fazer uma quarentena bem feita, com renda básica, garantia de acesso a internet e tudo o necessário para o povo conseguir ficar em casa. Talvez estivéssemos bem melhor a essa altura. Ao invés disso Doria prefere deixar para um dia depois da eleição a reavaliação da situação da Covid em São Paulo, enquanto tenta lucrar politicamente em cima da vacina! Esse não é o tipo de político que o povo merece!

A triste verdade é que estamos passando por uma segunda onda da Covid. A vacina virá, mas não será tão cedo. Até lá, quem puder, tente ficar em casa. E quando a vacina estiver disponível, será dever de cada cidadão toma-la! Tem que vacinar, povo!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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