vacinas

Antivacinas são genocidas

Antivacinas são genocidas

Entenda porque é fundamental que TODOS se vacinem!

O Brasil parece fazer questão de acompanhar o resto do mundo quando o assunto é “modinhas” desastrosas. Foi assim que acabamos com apoiadores de ideias terríveis entre os nossos, como os que negam o aquecimento global, os defensores do neoliberalismo, e os jogadores de Fortnite. Ok, talvez uma dessas modinhas seja um pouco menos terrível. Mas brincadeiras à parte, a última delas é a recusa em reconhecer a eficácia científica das vacinas. O famoso movimento antivacina, ou em inglês, os “antivaxers”. Este tipo de comportamento está colocando vidas em jogo. E não só as das pessoas que recusam as vacinas. A saúde de todos está em risco. A verdade é que os antivacinas são genocidas!

Primeira coisa importante de se entender: vacinas funcionam. E não é uma questão de “acreditar”. As vacinas para serem disponibilizadas, mesmo que em regime emergencial, passam por rigorosos testes e controles de qualidade. Quando se trata do coronavírus, existem basicamente dois tipos principais de vacina (na verdade três, mas para simplificar aqui eu trato junto das vacinas de adenovírus e coronavírus inativado): o primeiro, e mais tradicional, se resume à inserção de pedaços do vírus na corrente sanguínea. O procedimento induz uma reação em quem recebe a vacina que estimula a produção de anticorpos capazes de combater o vírus. Dá pra pensar que é como se fosse uma daquelas simulações de incêndio. O corpo humano seria o prédio, e as pessoas seriam as células e os anticorpos. Quando o incêndio é simulado, as pessoas aprendem o que tem que fazer para se salvarem em caso de ameaças reais. Da mesma forma, os pedaços de vírus servem como um alarme falso, mas que “ensina” o corpo como se preparar para uma ameaça real. A tecnologia é segura, e funcionou para controlar e erradicar uma porção de doenças no mundo, como a febre amarela e a peste bubônica.

O segundo tipo de vacina é mais recente, porém igualmente seguro. Partículas microscópicas criadas em laboratório passam “instruções” para o núcleo das células fabricarem proteínas capazes de lutar contra o vírus. A tecnologia é inovadora, e pode, no futuro, ser utilizada para tratar, e mesmo curar, doenças como a AIDS e alguns tipos de câncer.

Ambos os tipos de vacina funcionam. Mas nenhuma delas funciona 100% das vezes. É possível, embora seja raro, uma pessoa vacinada ainda assim se infectar. Mas as chances são uma fração do que seriam se a pessoa não tivesse se vacinado. No entanto, para evitar riscos, é importante que, mesmo após a vacina, enquanto durar a pandemia, as pessoas que foram vacinadas continuem usando máscaras, evitando sair de casa sem necessidade e lavando as mãos sempre que possível.

Apesar de não existirem dúvidas sérias quanto ao funcionamento e segurança das vacinas, um número preocupante de brasileiros diz que não pretende tomá-las . Segundo pesquisa do Datafolha, 8% das pessoas não querem tomar a vacina. Alguns podem até achar bonito. Afinal, o cara só vai estar arriscando a sua vida, certo? Mas aí é que está. Não é bem assim. A pessoa que se vacina não está apenas se protegendo. Está, também, ajudando a proteger toda a sociedade. Acontece que quem não se vacina e se infecta com o vírus, corre o risco de transmiti-lo a outras pessoas que não puderam ainda se vacinar. Ou seja, se ainda não chegou o seu momento de se vacinar, as outras pessoas que forem receber a vacina estarão, também, diminuindo as suas chances de se contaminar. Do contrário, aquele que recusar a vacina estará atentando, mesmo, contra a vida de todos os outros que não a receberam ainda! Ou seja, os antivacinas são genocidas, na medida em que contribuem para a continuação da pandemia 

Mas você talvez diga “mas eu já me vacinei, então que se dane!” Também não é bem assim. Acontece que se o vírus ficar circulando por muito tempo, mesmo que fosse apenas entre as pessoas que se recusassem a tomar a vacina, aumentaria o risco de ocorrerem mutações no vírus, capazes de torná-lo resistente às vacinas já desenvolvidas. Até agora isso não parece ter ocorrido. Felizmente, todas as vacinas parecem ser eficazes contra todas as variantes descobertas até o momento. Mas não há garantia de que esse será sempre o caso. Há razão para se preocupar.

Em um mundo ideal este texto não seria necessário. Vacinas salvam vidas, e são a melhor arma contra a covid-19. Mas graças ao fanatismo ideológico vindo de setores anti ciência da extrema direita, torna-se necessário lembrar do óbvio. Quando chegar a sua vez, vacine-se. E se conhecer alguém que se recusa a se vacinar, fale com essa pessoa. Explica que não é apenas sobre ela, mas também sobre a saúde de toda a nação. Explica que os  antivacinas são genocidas. Não precisamos de mais mortes por uma doença que já tem cura.

 

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No Brasil, covid é genocídio

No Brasil, covid é genocídio

Saiba como classe, cor, renda e educação afetam suas chances de ser vítima da pandemia

Pessoa negra, pobre, de periferia, sem ensino básico completo. É esta a cara das vítimas da Covid no município de São Paulo, segundo novo estudo “trabalho, território e covid-19 no município de São Paulo”, do Instituto Pólis. Os resultados da pesquisa não foram surpresa nenhuma para qualquer um que estude o tema. Já desde março de 2020 sabíamos que a população da periferia era a que mais morria por Covid. Mas agora simplesmente não há mais como negar: no Brasil, covid é genocídio contra a população pobre e negra!

Primeiro de tudo, é importante olhar pra os dados: 76,7% das vítimas da covid em São Paulo não tinham ensino básico (fundamental + médio) completos! Mesmo considerando que a população sem ensino completo na região Metropolitana de São Paulo é de 58,9%, ainda assim percebe-se chance muito maior entre pessoas sem escolaridade do que com escolaridade. A título de contraste, quem possui ensino básico completo participa em 23,3% dos óbitos, sendo 41,1% da população. Ou seja, a chance de alguém sem ensino médio completo morrer por Covid é 2,3 vezes maior!

Além disso, estudo que analisou as mortes entre março e setembro de 2020 em São Paulo demonstrou que pessoas negras têm 81% mais chance de morrer do que pessoas brancas. Outra análise, demonstra que pessoas da periferia tem até 3 vezes mais chance de morrer!

Mas os recortes não param por aí! retornando para os dados da pesquisa da Pólis, as áreas profissionais com maiores riscos de morte, além de aposentados e donas de casa (grupos em que a maioria das vítimas foram idosos), foram a de motoristas de táxi e de aplicativos, e a de empregadas domésticas. Ou seja, ocupações “de bico”, com muita instabilidade, compostas, em grande parte, por pessoas desempregadas, desesperadas para trazer o sustento para os seus lares.

Tudo isso evidencia como as políticas (ou falta de políticas) praticadas pelos governantes acabaram por se mostrarem genocidas. A Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio de 1948, define como genocídio, entre outras coisas, “submeter intencionalmente o grupo [nacional, étnico, racial ou religioso] a condição de existência capazes de ocasionar-lhe a destruição física total ou parcial”.

A maioria dos dados expostos na matéria são antigos ou óbvios, o tipo de coisa que qualquer um minimamente interessado no bem estar da população deveria considerar. E as ações para mitigar os efeitos da pandemia entre os grupos mais afetados seriam, também, óbvias! Medidas como renda emergencial para todos que precisassem, durante um lockdown mais rigoroso e efetivo era exatamente o que especialistas no tema vinham recomendando desde o começo da pandemia! Só por aí, sendo tão grande a inépcia das forças públicas, já se torna razoável pensar em crime de genocídio (inclusive para as gestões municipal e estadual de São Paulo).

Mas mais que tudo isso, a recusa expressa de Bolsonaro em comprar vacinas sendo vendidas, entre outras, pela Pfizer e pela China, revelam um descaso total com a vida humana! E um descaso que afeta, desproporcionalmente, pessoas negras e pobres. Ou seja, a gestão de Bolsonaro foi genocida por submeter um grupo étnico e racial específico a condição de existência capaz de ocasionar-lhe a destruição física total ou parcial! Ou seja, graças a Bolsonaro, no Brasil, covid é genocídio!

Precisamos lutar contra o genocida!

Se você se indignou ao ler estes dados, ajude-nos a mudá-los! Amanhã, sábado, dia 29 de maio no MASP, venha para a manifestação contra Bolsonaro, e pela vacina! Juntos vamos vencer o genocida!

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Os Erros não devem ser generalizados, respeitem a enfermagem

Por que tantos profissionais de enfermagem morreram pela Covid-19 no Brasil?

Entenda porque é necessário defender a enfermagem contra ataques!

Com o início da campanha de vacinação contra a COVID-19, o que obviamente gerou muita esperança entre os profissionais de saúde e a população em geral, aonde só no Brasil já alcançamos a triste marca de mais de 353  mil mortos em pouco mais de 1 ano de pandemia. A descoberta de vacinas e o início da vacinação da população é sem dúvidas alguma a chave para vencermos esse momento sombrio em que vive a humanidade.

Porém os profissionais de enfermagem que em determinado momento foram considerados heróis por enfrentarem este momento na linha de frente do atendimento aos doentes acometidos pela COVID-19, na maioria das vezes sem os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI’s) necessários, pois muitos Estados e Municípios não disponibilizaram destes equipamentos em quantidades suficientes para proteção destes profissionais, e que colocou o nosso país nas primeiras colocações do ranking de mortes de profissionais da saúde pelo CORONAVÍRUS. Agora vemos nas grandes mídias circularem notícias sobre profissionais que ao atuarem na campanha de vacinação adotaram posturas inadequadas ao não administrarem as vacinas, o que de modo algum deve ser considerado correto, mas também não deve ser generalizado como vem sendo feito pelas grandes mídias, que todos os profissionais possam cometer o mesmo erro. Vale lembrar que os profissionais de enfermagem em sua formação recebem conhecimento técnico científico para poderem exercer a profissão e submetidos ao CÓDIGO ÉTICO DE ENFERMAGEM.

Os enfermeiros estão na linha de frente contra o coronavírus£

Os profissionais de enfermagem organizam e conduzem a muitos anos as campanhas de imunização pelo SUS, sendo o modelo de imunização Brasileiro seguido por diversos países devido ao sucesso que obtivemos durante todos esses anos, aonde a enfermagem é fundamental nesse processo, não somente na administração das vacinas a população, quanto no preparo e armazenamento, inclusive participando de pesquisas como cientistas ou voluntários, como aconteceu agora nos testes das vacinas contra o coronavírus e que só se tornou uma realidade porque tivemos estes profissionais que além de serem linha de frente nesta pandemia também se dispuseram a muito mais, ao ajudarem no desenvolvimento dos imunizantes.

Ao generalizar um erro, a grande mídia estimula casos de violência contra os profissionais de saúde, em destaque de enfermagem, o que já vem acontecendo a muito tempo, pois é certo que erros não devem ser  amenizados e sim investigados e punidos caso sejam comprovados e para isso os Conselhos Regionais de Enfermagem de cada Estado Brasileiro tem este papel fundamental de receber denúncias e apurar os fatos, sejam eles na esfera ética ou por encaminhamentos cíveis, para proteção da sociedade e para zelar pela imagem dos profissionais que atuam na enfermagem.

Erros acontecem em qualquer profissão

Ao não administrar a vacina como os vídeos que estão circulando nas redes sociais apontam, sem dúvidas os profissionais envolvidos, supostamente cometem um erro, cabendo quem presenciou o fato, denunciar aos CORENS o ocorrido, qualquer cidadão comum pode fazer a denúncia e cabe aos conselhos determinar a imediata investigação do ocorrido, garantindo o direito de acusação e ao contraditório, para então ser efetuado o julgamento. O que é notório que a grande imprensa divulga fatos resumidos e não em sua íntegra na maioria das vezes, o que sem sombra de dúvidas geram diversas interpretações para a sociedade.

Erros acontecem, e o pior profissionais da saúde também erram pois afinal são humanos e na condição de humanos estão sujeitos a errar. Mas a reduzir os riscos de erro é fundamental para as instituições de saúde, e existem diversas maneiras de serem implementadas uma política de Segurança do Paciente, que sem dúvidas é essencial para a prestação de uma assistência segura e livre de erros, quando acontece o erro na ponta, na maioria das vezes temos o erro iniciado no processo de trabalho e como resultado de um processo de trabalho inadequado o erro se torna é uma consequência.

Não se deve generalizar um fato ocorrido e sim investiga-lo. O que ocasionou o erro? pode ser um erro individual? Sim, pode ser. Pode ser um erro de processo de trabalho? Sim, também pode ser. Então antes do julgamento precisamos garantir o direito dos envolvidos a acusação e ao contraditório, mas infelizmente primeiro a sociedade julga e depois ouve, isso é muito prejudicial a imagem de todos os profissionais ao generalizar um fato ocorrido. Estava assistindo ao Noticiário antes de escrever este texto e o apresentador, revoltado pelo fato ocorrido de um suposto erro de um profissional, dizia aos seus telespectadores que filmassem os profissionais de enfermagem, no momento da vacinação, para garantir que as vacinas realmente estavam sendo aplicadas. Aí me venho a inquietude, é direito de alguém usar da nossa imagem sem a sua autorização, no exercício profissional? Vamos lá, o que diz o CÓDIGO ÉTICO DE ENFERMAGEM?

É preciso seguir o Código Ético de Enfermagem

Conforme previsto no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução Cofen 564/2017), é direito dos profissionais: “Art. 21 Negar-se a ser filmado, fotografado e exposto em mídias sociais durante o desempenho de suas atividades profissionais”. As situações a que os profissionais sejam expostos também devem ser encaminhadas aos CORENS.

Ou seja pelo Código Ético dos Profissionais de Enfermagem, esta garantido o direito em recusar se a ser exposto em mídias, no exercício da profissão, o que obviamente não significa que aqueles que supostamente comentem erros não devem ser denunciados, sim devem ser denunciados pois o objetivo de uma assistência segura e livre de erros deve ser um pacto social, mas os erros não podem ser generalizados penalizando todos que atuam na saúde e sim responsabilizando conforme apuração dos fatos e não através de um julgamento antecipado.

A Enfermagem é a que faz as campanhas de imunização acontecerem, ao longo de mais 30 anos de SUS, somos nós profissionais de enfermagem exclusivamente responsáveis por garantir que a nossa população esteja protegida contra inúmeras doenças. Esse trabalho não é feito sem uma equipe multiprofissional, porém é a enfermagem a maior categoria de saúde do Brasil e não podemos aceitar que nossos profissionais sejam criminalizados pelas grandes mídias por supostos erros, que de fato se apurados e comprovados que ocorreram, sejam os envolvidos punidos, porém posso garantir que os erros são mínimos, pois os profissionais de enfermagem temos um compromisso histórico com a vida e devem sim serem respeitados e valorizados.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardoso

Douglas Cardoso

Douglas Cardozo é Economista e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli.

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O SUS sonhado por Sérgio Arouca

O SUS sonhado por Sérgio Arouca

Hoje 7 de Abril de 2021, dia mundial da saúde, em meio a maior pandemia da história da Humanidade, com cerca de 2,87 milhões de mortes e com mais 131 milhões de pessoas que foram contaminadas pela Covid-19 em todo mundo até o presente momento. O dia simbólico da saúde nos traz a reflexão de que o sistema capitalista e sua velocidade do lucro estão em choque mediante a uma catástrofe mundial.

Pensar em saúde é muito além do que pensar em assistência médica e leitos hospitalares, mas também reflete pensar em prevenção e promoção em saúde. No Brasil o Sistema Único de Saúde, criado através da Constituição Cidadã de 1988, aonde foi garantido saúde como um direito e não um privilégio de quem pode pagar, através da luta popular e da reforma sanitária, mudou se o conceito de saúde para os brasileiros.

SUS é patrimônio nacional!

O SUS é um patrimônio do povo brasileiro, é fruto de muitas lutas sociais contra os interesses capitalistas que visam saúde como um produto de mercado e não como um direito humano. Mas é óbvio que esse sistema de saúde não está completo, seria total incoerência com a realidade fazermos aqui essa afirmação, porém mesmo sabendo que este sistema está em construção, as suas raízes são estruturas fortes que resistiram e resistem até hoje. Grandes nomes da saúde pública lutaram e lutam até hoje em defesa do SUS. Daqueles que foram a base de uma reforma sanitária no Brasil, não podemos deixar de citar o grande mestre Sérgio Arouca, médico sanitarista que dedicou a sua vida na construção de políticas públicas voltadas a saúde e em seu discurso histórico na 8° Conferência Nacional de Saúde, realizada entre 17 a 21 de Março de 1986, faz aqueles que sonhavam por um sistema público de saúde que atendesse a todos sem exceção, a sonharem e lutarem por saúde como um direito de todos.

Foto do mestre Sergio Arouca

De lá pra cá muitas coisas aconteceram, mas mesmo em meio as tempestades o SUS sobrevive até hoje, muitos daqueles que lutaram naquela época já não estão mais entres nós, mas enfim isso faz parte do viver, mas muitas novas lideranças se formam a cada dia. O orgulho de ter um Sistema Público de Saúde ainda é muito acanhado em nossa sociedade, e não daria para pensar diferente diante de tantos ataques durante sua existência, hospitais cheios, falta de profissionais, insumos, condições precárias de estruturas e por aí vai. Mas de fato essa é uma luta que mexe com os interesses do grande capital e sua busca por mais lucros, mesmo que seja com vidas que necessitam de socorro imediato, não tem limites.

Por um SUS para todos os brasileiros!

Pelos nossos grandes mestres e pelas nossas famílias, continuaremos essa luta em construir um SUS para todos, continuaremos esse sonho lutando por uma sociedade mais justa e igualitária, aonde pessoas tenham mais valor, do que as coisas. Hoje em meio a todo esse caos é o SUS e os seus profissionais que são responsáveis por garantir a assistência de saúde para mais de 80% dos brasileiros, imaginem se tivéssemos o SUS? Quantos mortos não teríamos a mais? Tá eu sei, não tá fácil mais de 4 mil mortes em um período de 24hs é assustador, mas tenho plena certeza que se não tivéssemos o SUS, teríamos muito mais.

A todos aqueles que sonharam e sonham por um SUS cada dia melhor, dedicamos esse dia mundial da saúde, gratidão Sérgio Arouca e a todos os reformistas, movimentos sociais e políticos, muitas vidas foram e estão sendo salvas por esse projeto em construção chamado SUS.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor

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