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Para Bruno Covas praça de rico vale mais que a vida de pobres

Para Bruno Covas, praça de rico vale mais que a vida de pobres

Entenda o que Toninho Vespoli está fazendo para fiscalizar a reforma faraônica do Vale do Anhangabaú

Enquanto nega dar o amparo necessário à população carente, a prefeitura de São Paulo prefere gastar o dinheiro público com uma reforma cara, feia e possivelmente superfaturada na praça do Anhangabaú, no centro. Para Bruno Covas, praça de rico vale mais que a vida de pobres. Para dar um basta nos abusos Toninho Vespoli ativou o Ministério Público, o TCM e luta para a criação de uma CPI na Câmara Municipal.

Anhangabaú, da feliz cidade

O vale do Anhangabaú sempre foi conhecido por habitantes do centro como uma das poucas áreas verdes restantes na região. Até a reforma, a vista para o vale revelava a suave confluência de três rios que banhavam áreas de árvores e gramados. Não há dúvida de que a área precisava de alguma manutenção. Assim como a maioria das áreas públicas da cidade, Bruno Covas também abandonou o vale. Ainda assim, medidas simples de zeladoria como poda da grama e das árvores, manutenção e colocação de bancos, limpeza do lago natural do vale entre outras coisas simples e baratas bastariam para ressaltar a beleza e exuberância da região.

Bruno Covas não gostou. Queria por que queria gastar dinheiro público em uma reforma total na área. Uma mudança feia, de um “modernismo” datado e bruto. As reformas incluem o soterramento dos rios na região, em preferência de um estilo cinza e feio. Por que as mudanças? Só podemos especular. Mas é bem possível que tenha relação com os interesses de imobiliárias no centro. O plano talvez fosse o de criar uma área elitizada de lazer e turismo, e ao mesmo tempo tornar o ambiente concretado e hostil para a população de rua. 

Na esquerda como era e na direita como ficou

Reforma sem fim

Sejam quais fossem as motivações, Bruno Covas colocou, até agora, 105,6 milhões do dinheiro público na reforma. E detalhe: o valor já é 32% maior do que o combinado no momento da contratação. E isso porque a reforma ainda nem está pronta! Era para a obra ser finalizada em junho de 2020. Atrasou, em teoria, para o dia 30 de outubro. Na data, a prefeitura declarou haver necessidade de “ajustes finais”. A pandemia serviu como panaceia dos incompetentes: é a justificativa oficial para os atrasos.

Não há dúvida de que os gastos com a reforma são mal esclarecidos e desproporcionais. O Tribunal de Contas do Município concluiu isso em relatório próprio, de agosto de 2020. Como reação ao relatório, a prefeitura interrompeu as obras, apenas para retomá-las semanas depois.

Toninho Vespoli diz basta!

Para o Professor Toninho Vespoli isso tudo foi demais. Já durante a pandemia a prefeitura que nega caixa para auxiliar a população mais carente, alegando falta de dinheiro, foi gastar mais de 100 milhões em uma reforma desnecessária de uma praça para os riquinhos do centro? Isso ainda em um projeto feio com problemas estruturais e ambientais. A própria natureza fez questão de protestar: dia 31 de outubro, no dia seguinte a uma das muitas datas de entrega da reforma, uma chuva (nem particularmente forte) fez a praça amanhecer alagada. É lógico! É isso que acontece quando se concreta uma área banhada por rios!

Para Bruno Covas, praça de rico vale mais que a vida de pobres. E é assim que ele escolhe gastar o dinheiro do povo. Toninho Vespoli não vai deixar quieto. 

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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[NOTA TÉCNICA] PL 5.595/2020, que torna educação atividade essencial, representa um risco à vida e aos profissionais da educação e deve ser rejeitado pelo Senado Federal

[NOTA TÉCNICA] PL 5.595/2020, que torna educação atividade essencial, representa um risco à vida e aos profissionais da educação e deve ser rejeitado pelo Senado Federal

Campanha Nacional pelo Direito à Educação analisou o projeto de lei em termos jurídicos e de impacto e considera irresponsável a aprovação pela Câmara dos Deputados e recomenda que o Senado Federal rejeite o projeto

Nos âmbitos jurídicos, sanitários e de pactuação e colaboração federativa, o PL 5.595/2020, que torna educação atividade essencial, representa um risco representa um risco à vida e aos profissionais da educação. Por isso, deve ser rejeitado pelo Senado Federal em votação que deve ocorrer nesta quinta (29).

“Há uma tentativa de manipulação narrativa, já que no conceito jurídico ‘essencial’ não é sinônimo de ‘importante’. Não há dúvidas de que a educação é importante, mas ela não pode ser considerada serviço essencial porque ao obrigar a reabertura de escolas em massa e sem seguir os protocolos, haverá um risco enorme de ainda maior descontrole da pandemia e milhares de mortes por Covid-19. Aprovar esse PL é coadunar com o negacionismo”, afirmou Andressa Pellanda, coordenadora geral da Campanha.

É o que mostra Nota Técnica da Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgada nesta terça (27). Leia-a aqui.

Análise jurídica do PL 5.595/2020 mostra que “o serviço do ensino presencial não pode ser enquadrado nos termos da delimitação constitucional de serviços essenciais, como necessidade inadiável, porque não se vincula, de forma imediata, à risco iminente à integridade física das pessoas e à segurança pública”.  O PL também tem o efeito prático de ameaça ao direito de greve, segundo a análise.

Há também conflito de pactuação e colaboração federativa, pois “sem delegar à União a responsabilidade de atuar colaborativamente para a execução das ações previstas no campo educacional” pode impossibilitar a ação territorializada por parte de governantes subnacionais.

Dessa forma, em contexto de descontrole da pandemia, não se pode esperar que os sistemas de educação básica tenham condições de prover equipamentos de proteção individual para o enfrentamento da crise sanitária. “Sem colaboração federativa em termos de financiamento, não será possível garantir as obras necessárias. O governo federal caminha na contramão dessa premissa, bloqueando verbas na educação – em primeiro lugar em bloqueio em relação a outras pastas”, diz a Nota Técnica.

A Nota Técnica ainda ressalta que vivemos um cenário crítico e de alto risco que determina parâmetros sanitários e condições específicas para a reabertura das escolas. Entre dados epidemiológicos apresentados, destaca-se que “as novas variantes do coronavírus têm mudado o perfil dos pacientes internados e dos que estão indo a óbito, muitos inclusive que não possuíam nenhuma comorbidade”.

Outro dado alarmante é que existe uma “falsa ilusão de segurança gerada pelo fato de que a Covid-19 atinge menos os mais jovens e sua taxa de letalidade ter estado inicialmente atrelada a comorbidades, tem causado a morte de milhares de crianças no Brasil desde o início da pandemia“.

Em razão desse alto risco, o documento aponta que, para o retorno seguro às atividades presenciais, “O caminho mais correto para qualificar essa agenda é por meio dos Projetos de Lei 3477 [Conectividade nas escolas] e 2949, com aperfeiçoamentos [mais recursos para infraestrutura no contexto de pandemia]”.

Ainda sobre o PL 5.595/2020, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação emitiu posicionamento públicoanálise comparada de votos na Câmara dos Deputados e promove mobilização nesta semana por sua rejeição no Senado Federal.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Dicas de Legislação – tablets para estudantes (Instrução Normativa nº10/21)

Dicas de Legislação - tablets para estudantes (Instrução Normativa nº10/21)

Está sabendo sobre como devem funcionar a entrega de tablets para estudantes da rede pública? Confira aqui e não seja enganado pela prefeitura:

A Instrução Normativa nº 10/21 que dispõe sobre as diretrizes para distribuição de tablets aos estudantes traz em seu conteúdo algumas informações bem importantes:
– Os equipamentos deverão ser entregues em até 72h após a configuração;
– Os equipamentos devem ser incorporados como bens materiais das escolas;
– As famílias deverão assinar comodato, devolver em caso de transferência e ao final do ano; caso não queiram o empréstimo dos equipamentos deverão garantir o acesso às atividades online.
– Em caso de perda ou roubo a família deverá fazer boletim de ocorrência e entregar na escola;

Os tablets foram prometidos há um ano pela prefeitura de São Paulo e só estão chegando nas unidades por pressão do movimento de greve pela vida. É mais uma demonstração de que a luta vale a pena e que disponibilizar equipamentos tecnológicos neste momento de descontrole da pandemia é imprescindível por não haver perspectiva de vacinação para toda a população, em especial o público atendido pelas escolas municipais e condições estruturais e de recursos humanos que inviabilizam o cumprimento de qualquer protocolo de segurança que pretenda a preservação de vidas.

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Pandemia e o Negacionismo

Pandemia e o Negacionismo

Saiba como o Bolsonaro estimulou o negacionismo, e entenda uma possível saída para o desastre em que estamos!

Em meio a maior crise dos últimos 100 anos, aonde só no Brasil chegamos a quase 362 mil mortos pela Covid-19, e no comando central está um governo federal que não sabe o que fazer, e o que faz, é desastroso. É um absurdo que um país que tem um dos sistemas de saúde mais completos do mundo, amargure a triste colocação de segundo país aonde as pessoas mais morrem no mundo, nesta pandemia.

Enfrentar a Pandemia requer além do discurso a prática de ações em defesa da vida, em sintonia com as demandas sociais que durante uma grave crise como a atual, se tornam muito mais evidentes e que o Estado é além de um tomador de decisões, é também o executor de políticas públicas em defesa de uma nação. Mas no Brasil o negacionismo vem tomado conta do discurso político de quem está no poder, ignorando o que diz a ciência e fazendo vista grossa para as demandas sociais.

O Brasil se tornou uma ameaça para o mundo pelo descontrole da Covid-19, com um avanço tímido da vacinação e batendo quase todos os dias o recorde de mais de 4 mil mortos em 24hs, a gripezinha que o Presidente da República disse já destruiu milhares de lares, além de não estimular a população a prevenção pelo uso de máscaras e distanciamento social, sendo ele o próprio exemplo, é um líder que faz tudo o que a ciência não recomenda e com isso também estimula aos seus seguidores ao próprio exemplo e o resultado está aí, para todos verem, um verdadeiro desastre para a humanidade.

O fato é que infelizmente muitas pessoas iriam morrer por Covid-19 no Brasil, seja por diversos motivos como o agravamento em quem é portador de doenças crônicas. Mas quantas mortes poderiam ser evitadas se simplesmente seguíssemos as recomendações técnicas? Sim, o negacionismo do Governo Federal ceifou milhares de vidas, mas o pior é que em meio a esse caos de um desgoverno, assim como Hitler obteve apoiadores, Bolsonaro ainda se mantém com muitos seguidores iludidos pelo antipetismo, e ainda pode ser reeleito em 2022. Mesmo diante da maior farsa política eleitoral que foram as eleições de 2018, aonde através das fakenews e de um golpe arquitetado pela classe dominante, movida pelo antipetismo e demonização das lutas socias, o Brasil elegeu um ser totalmente despreparado para ocupar o cargo de presidente, seja por falta de conhecimento, como também nas questões morais.

Agora o desafio é, unificar os campos progressistas, muito além das vaidades e sim pensar realmente nas causas coletivas, além dos discursos. O SUS, a Educação, os Direitos trabalhistas, a Assistência Social e tantos os outros campos de lutas sociais estão sendo brutalmente atacados em benefício dos interesses do grande capital Nacional e estrangeiro. A submissão do Governo Bolsonaro aos interesses não é à toa, tem sim relação com o complexo de vira lata que as elites brasileiras têm em sua raiz, tudo lá fora é melhor do que aqui, inclusive a nossa Amazônia, e assim seguimos afundados em uma crise sanitária e social com milhares de mortos, desempregos e famintos. Óbvio isso gera mão de obra barata para o grande capital Nacional e estrangeiro, quanto mais miseráveis tivermos, mais seremos competitivos para o mercado nacional e internacional de exploração de mão de obra barata.

É necessário construirmos uma saída para o barco não afundar de vez, e essa saída é unir as forças políticas que pensam no socialismo e progresso como uma forma de revolução, além do discurso político acadêmico que pouco faz pela sociedade se não for colocado em prática. O Campo progressista precisa sim construir um nome capaz de enfrentar tudo o que está sendo feito e isso passa sim por romper vaidades e  fazermos o que falamos e pregamos, que é a união e o respeito a quem pensa igual e a quem pensa diferente, deixando o extremismo para quem defende os interesses de submissão de um povo.

Ao serem recuperados os direitos eleitorais do ex presidente Lula, uma força já então construída na sociedade, ganha fôlego e voz, pois comprova que embora acertos e erros que tivemos na era petista, uma força social se consolidou. E para combater essa força social, somente um golpe poderia ser capaz de destruir o que fora conquistado, e isso se materializou com a eleição de um presidente despreparado em 2018, quando aquele que liderava as pesquisas foi preso injustamente para garantir que os planos da grande fraude eleitoral tivessem sucesso. Agora o desafio é recuperar as forças sociais que lá em meados de 2001 elegeram um torneiro mecânico, com pouco estudo e que durante os seus dois mandatos como presidente foi considerado pelos índices de aprovação o melhor presidente da história democrática brasileira.

A Força social que elegeu Lula precisa ser recuperada, pois somente com ela conseguiremos mudar o destino trágico que o Brasil segue nas mãos de um governo negacionista e despreparado. E para isso, não cabe vaidades e sim uma construção que coloque quem é do povo novamente no poder, independente de qual seja o nome nas eleições de 2022, urge a necessidade do campo progressista construir uma solução coletiva e que resgate o poder do povo e os seus direitos.

Douglas Cardozo é Economista, Pós-Graduando em Saúde Pública e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista, Pós-Graduando em Saúde Pública e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli

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Carta aberta: Quando as diferenças não custam vidas

Carta aberta Toninho: Quando as diferenças não custam vidas

Amarelo ou azul, Parceira ou Direta, CEMEI ou CEI e EMEI, concurso ou contrato, voucher ou o produto. Podemos ter posicionamentos diferentes sobre a organização da Educação e da nossa cidade. Dessa forma é comum dentro do campo das ideias e das possibilidades institucionais defender o que se acredita com respeito, responsabilidade e legitimidade.

Dito isso é fundamental apontar que este não é um momento de simples discussão retórica de pontos de vista. Acompanhamos pronunciamentos oficiais sobre a incapacidade estrutural do governo em garantir leitos para todos que precisarem devido ao alto número de contaminação, em especial entre jovens, da nova variante do coronavirus, até por isso foram decretadas medidas mais restritivas na cidade de São Paulo.

Por que manter unidades abertas nos próximos dias?

Além disso, durante todo o ano de 2020 as escolas ficaram abertas. Já foi garantida a entrega de cartões e materiais para a comunidade. A população já foi orientada e a parceria e o uso de tecnologias já foi inserido (mesmo com tablets em quantidade insuficientes) como necessidade para garantir o acesso às aulas remotas por um número maior de estudantes.

Questiono-me então, por que manter as unidades escolares abertas nos próximos dias? Por que tratar de forma diferente gestão da rede direta e parceira, permitindo o teletrabalho para uma e o presencial para outra? Por que insistir em suscetibilizar os trabalhadores mais precarizados da Educação (limpeza, cozinha, quadro de apoio) no pior momento da pandemia até agora.

A vida é um sopro!

Independente de qualquer logística agora é hora de complementar propostas para garantir o bem maior. Todo o restante se ajusta, muita coisa se pode esperar. A vida é um sopro e é responsabilidade das instituições cuidarem do seu povo.

Outro ponto fundamental é a garantia de subsistência mínima. Muita gente adotando no discurso a dicotomia “vírus ou fome”. Trabalhadores da cozinha recebendo, por exemplo, um pouco mais de 400 reais na maior cidade do país é absurdo, transportadores escolares em desespero por medo de faltar o pão também.

Por fim, clamo à Pasta mais importante de todas que seja exemplo de escuta, cuidado, sensibilidade e humanidade que feche os equipamentos de Educação e estenda inicialmente o recesso a todos os trabalhadores, do analista à AVE, do agente escolar aos cargos técnicos para reduzirmos a disseminação do vírus e as mortes entre os nossos. É preciso ainda que “a última a fechar” também tenha prioridade real na vacinação, para que todos possam voltar o quanto antes à prática presencial que tanto amam e que todos aguardam.

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli é Professor e Vereador da cidade de São Paulo

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O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

O que você precisa saber sobre a antecipação do recesso escolar

9 Perguntas e Respostas Sobre a Antecipação do Recesso Escolar

1) Quem está trabalhando presencialmente pode usar a liminar para não trabalhar presencialmente segunda e terça?

  • Liminar não é uma decisão definitiva, cabe recurso dessa decisão. Não pode ser usada nesta segunda e terça-feira, pois o Município/Estado precisa ser intimado, só assim uma liminar pode ser cumprida.

2) É preciso quebrar a greve? A SME pode iniciar um processo de faltas com 30 dias de greve?

  • A greve é direito constitucional dos trabalhadores. Exceto poucas categorias, como militares, todos possuem esse direito. Se uma greve não está caracterizada como ilegal, não há processo de faltas.

3) Como está o processo movido por seis entidades sindicais que proibia a convocação de profissionais filiados durante a fase vermelha?

  • A Fazenda Estadual recorreu dessa sentença, e requereu o não cumprimento da sentença até o final do processo. Portanto, as escolas continuam abertas.

4)  Mesmo se uma escola não aderir à greve, um servidor pode aderir individualmente?

  • Sim. A decretação de greve feita pelos sindicatos pode ser atendida por qualquer servidor da categoria, independente da adesão da sua escola ou repartição.

5) Como será feita a negociação dos dias parados?

  • Após a greve as entidades sindicais negociam com o governo. Em geral é feito o pagamento dos dias parados mediante o compromisso da categoria com a comunidade escolar em fazer a reposição dos dias.

6) Como ficam as escolas particulares?

  • De acordo com a Instrução Normativa n° 7, unidades privadas deverão seguir a determinação de suspensão de atividades presenciais e organizar atividades online, podendo, a seu critério, reorganizar o calendário escolar.

7) É possível manter declarada greve durante o recesso?

  • Em tese não há greve no recesso (aos professores), mas não é preciso acabar com a greve. O movimento provavelmente se estenderá após esse período. Se a lei não fala que não pode fazer, então pode. O importante é sempre seguir as deliberações das entidades sindicais.

8) O que foi decidido pelos sindicatos na sexta (12/03)?

  • Manutenção da greve, dentre outras coisas, pela vida, por trabalho remoto para os gestores educacionais, quadro de apoio e analistas dos CEUs, durante e após o recesso.

9) Como fica a situação das escolas das redes parceira e indireta?

  • Recesso de 17 de março até 1º de abril, mantendo a equipe gestora em teletrabalho, podendo ser convocada para atividade presencial, se necessário.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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9 Perguntas e Respostas Sobre a Antecipação do Recesso Escolar

1) Quem está trabalhando presencialmente pode usar a liminar para não trabalhar presencialmente segunda e terça?

  • Liminar não é uma decisão definitiva, cabe recurso dessa decisão. Não pode ser usada nesta segunda e terça-feira, pois o Município/Estado precisa ser intimado, só assim uma liminar pode ser cumprida.

2) É preciso quebrar a greve? A SME pode iniciar um processo de faltas com 30 dias de greve?

  • A greve é direito constitucional dos trabalhadores. Exceto poucas categorias, como militares, todos possuem esse direito. Se uma greve não está caracterizada como ilegal, não há processo de faltas.

3) Como está o processo movido por seis entidades sindicais que proibia a convocação de profissionais filiados durante a fase vermelha?

  • A Fazenda Estadual recorreu dessa sentença, e requereu o não cumprimento da sentença até o final do processo. Portanto, as escolas continuam abertas.

4)  Mesmo se uma escola não aderir à greve, um servidor pode aderir individualmente?

  • Sim. A decretação de greve feita pelos sindicatos pode ser atendida por qualquer servidor da categoria, independente da adesão da sua escola ou repartição.

5) Como será feita a negociação dos dias parados?

  • Após a greve as entidades sindicais negociam com o governo. Em geral é feito o pagamento dos dias parados mediante o compromisso da categoria com a comunidade escolar em fazer a reposição dos dias.

6) Como ficam as escolas particulares?

  • De acordo com a Instrução Normativa n° 7, unidades privadas deverão seguir a determinação de suspensão de atividades presenciais e organizar atividades online, podendo, a seu critério, reorganizar o calendário escolar.

7) É possível manter declarada greve durante o recesso?

  • Em tese não há greve no recesso (aos professores), mas não é preciso acabar com a greve. O movimento provavelmente se estenderá após esse período. Se a lei não fala que não pode fazer, então pode. O importante é sempre seguir as deliberações das entidades sindicais.

8) O que foi decidido pelos sindicatos na sexta (12/03)?

  • Manutenção da greve, dentre outras coisas, pela vida, por trabalho remoto para os gestores educacionais, quadro de apoio e analistas dos CEUs, durante e após o recesso.

9) Como fica a situação das escolas das redes parceira e indireta?

  • Recesso de 17 de março até 1º de abril, mantendo a equipe gestora em teletrabalho, podendo ser convocada para atividade presencial, se necessário.

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Toninho cresceu nas eleições

Toninho cresceu nas eleições

Entenda o que move o mandato do Vereador mais comprometido com a periferia em São Paulo!

Agradecemos a sua confiança e o seu voto! Graças a este empenho, Toninho Vespoli não apenas foi reeleito como cresceu seus votos em mais de 60%! Isso em uma eleição em que a maioria dos vereadores perderam votos. Toninho cresceu nas eleições bastante! Cresceu entre os tios e tias do transporte escolar, cresceu entre ativistas engajados pela causa animal, cresceu entre profissionais da educação, cresceu entre as Pessoas com Deficiência na luta por uma cidade mais inclusiva, cresceu entre os profissionais da cultura que lutam pelos 3% na pasta… Mas, acima de tudo, cresceu nas periferias! Toninho cresceu em 95% dos distritos da cidade. Os poucos em que ele não cresceu foram os distritos do centro, enquanto os que ele mais cresceu foram aqueles na periferia! Agora, Toninho está pronto para seguir liderando o PSOL na Câmara Municipal e, junto a Boulos, transformar São Paulo na Capital da Esperança!

Toninho cresce na periferia!

Nós crescemos  em São Paulo! fomos de 16 mil votos em 2016, para 26 mil em 2020! Mas mais do que isso, é interessante analisar como crescemos. E nós crescemos na periferia, com mão e pé no barro, junto do povão! As 10 áreas que Toninho teve mais votos foram todas da periferia, com destaque para os eleitores da Zona Leste! O PSOL, como um todo, cresceu nessas eleições. Mas a maioria dos vereadores eleitos pelo PSOL receberam, praticamente, apenas votos no centro da cidade. É muito importante e relevante o PSOL estar se expandindo, furando bolhas e conquistando corações e mentes! Mas é o Toninho que representa um PSOL periférico, um PSOL do povo, democrático e socialista!

Essa eleição foi acirradíssima! Foi a eleição com mais candidaturas a vereador desde 2008! E muita gente não conseguiu se reeleger. Vereadores que ficaram achando que daria pra conquistar votos de trás de suas escrivaninhas rodaram. Vereadores que recebem votos de cabresto, agindo como coronéis na periferia rodaram! E rodaram porque acharam que o momento de mostrar trabalho é só há poucos dias da eleição! Toninho foi reeleito porque mostrou serviço ao povo! Foram 2,7 milhões de reais em emendas para área da saúde, mais de 50 Projetos de lei aprovados, e mais de 300 projetos apresentados! E muito do que ele fez foi a serviço da periferia!

Por uma educação pública, gratuita e de qualidade!

Toninho Vespoli também foi eleito porque demonstrou que está a serviço de uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade! A partir da Caravana da Educação, Movimento de escuta aos servidores da educação encabeçado pelo Toninho, ele visitou mais de 300 escolas públicas! Ouviu o chão da escola, quem se dedica dia após dia para fazer com que as crianças de São Paulo recebam uma educação de qualidade! E seu comprometimento com a categoria, se revela também na sua prática na Câmara: É dele, por exemplo, o PL 208/2018 que reduz a jornada de trabalho dos ATEs, em conformidade à jornada dos quadros do magistério. É por conhecer esse trabalho de anos que servidores da educação votaram no Toninho Vespoli! É assim que Toninho cresceu nas eleições!

Toninho fez muito. E graças ao voto de confiança, de cada vez mais paulistanos, vai continuar a fazer cada vez mais! A frase chave nessas eleições é fazer a periferia virar centro! É essa a maior proposta de Guilherme Boulos para prefeito de São Paulo! Por isso, a vitória de Toninho Vespoli foi fundamental! Toninho será vínculo constante entre a periferia, a Câmara Municipal, e a Prefeitura de Guilherme Boulos! Lutará ativamente, como sempre fez, para que os 60% da cidade que moram na periferia, tenham força e voz na maior cidade da América Latina!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Por Que Bruno Covas Não Merece uma Segunda Chance

Por Que Bruno Covas Não Merece uma Segunda Chance

Saiba porque não podemos deixar covas ganhar em São Paulo!

Contra toda a máquina da direita, Boulos chegou no segundo turno! Agora, com tempo igual de debate e de horário eleitoral, o povo vai logo entender por que Bruno Covas não merece uma segunda chance! O cara parece ter relações um tanto questionáveis com creches corruptas e contratações suspeitas, além de ter deixado de cumprir a maioria de suas promessas de campanha e estar piorando a educação pública e os serviços públicos! Entenda por que você não deve votar no Covas!

Ele desmontou o programa Leve Leite!

Sua gestão reduziu em 71% o número de crianças atendidas pelo Leve Leite! Muitas crianças não tem, literalmente, dinheiro para comprar leite. Desde que Doria foi eleito, o PSDB está diminuindo a prestação do serviço. Covas, depois que Doria abandonou São Paulo, continuou as ações de seu padrinho político. Hoje, em momento de crise econômica e sanitária, manter o bloqueio do Leve Leite às crianças coloca muitas mães e pais em uma situação trágica! Esse tipo de política não merece seu voto de confiança!

Colaborou com a Máfia dos Transportes!

A Máfia dos Transportes é a principal razão para os ônibus em São Paulo serem ruins e caros. Segundo o Ministério Público, os desvios e cartéis da Máfia podem chegar a cerca de 1,8 bilhão de reais do erário público. Bruno Covas entrou em conluio esses caras! Desativou dezenas de linhas de ônibus, e quis aumentar os prazos das licitações com as empresas. Toninho Vespoli tem orgulho de ter lutado contra Covas, ao entrar no MP questionando o aumento dos prazos de licitação. Foi vitorioso, quebrou a cara da Máfia dos Transportes em São Paulo! Com Boulos na prefeitura, Toninho vai poder fazer muito mais, e continuar na luta por um transporte capaz de atender toda a periferia com custos mais justos!

O Vice de Covas bateu na mulher, e é suspeito por desviar dinheiro da merenda escolar

Enquanto o PSOL e Guilherme Boulos têm muito orgulho de apresentar Luiza Erundina, melhor prefeita da história de São Paulo, como vice; o PSDB e Covas tentam esconder o vice deles, Ricardo Nunes. Por isso mesmo fogem de propostas de debate entre candidatos a vice. A razão é porque Ricardo Nunes não tem um décimo da bagagem e caráter de Erundina. Seria trucidado em um debate. O cara foi acusado, em 2011, por agredir a sua esposa! Além disso, a família de Ricardo Nunes recebeu 50 mil reais de creches conveniadas da prefeitura sem fazer licitação!

Bruno Covas é suspeito de corrupção, e chegou a ser RÉU primário!

Muita coisa na administração do Covas cheira estranho. Os 19 bilhões de reais que ele insiste em deixar em caixa, sua proximidade de Ricardo Nunes e da máfia das creches, sua boa relação com a Máfia dos Transportes… Mas ele, ainda, chegou a a ser RÉU em escândalo envolvendo contratações do carnaval em São Paulo! O Ministério Público pediu a condenação de Covas em licitação possivelmente fraudulenta que beneficiou a empresa Dream Factory! Não dá pra confiar em um cara assim!

Não dá pra confiar no Covas!

Os escândalos envolvendo Bruno Covas são muitos (link para postagem no face com 30 razões)! Mas só destes exemplos já deu para entender por que Bruno Covas não merece uma segunda chance! Não dá para confiar em alguém como Bruno Covas! Político fisiológico do PSDB, interessado em beneficiar amigos ricos! Aqui NÃO!

São Paulo não vai deixar.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Filie-se ao PSOL de Erundina, Toninho e Boulos

Filie-se ao PSOL, de Guilherme Boulos e Toninho

Saiba como se filiar ao PSOL e ser a mudança que você quer ver!

Graças ao seu empenho, luta e voto Boulos foi para o segundo turno! Boulos encantou corações e mentes e mostrou que a esperança pode, sim, vencer o ódio em São Paulo! Mas há ainda muito o que lutar. O congresso nacional continua dominado por fascistas, e quando Boulos for eleito prefeito, precisaremos de muita força popular para pressionarmos a direita da Câmara Municipal para fazer o que é certo para o povo! E por isso, precisamos da SUA ajuda! Filie-se ao PSOL, de Guilherme Boulos e Toninho, para juntos expulsarmos os fascistas do poder e criarmos um poder popular, democrático e socialista!

Filiar-se ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) é muito simples! Qualquer pessoa que possa votar, também tem o direito de se filiar a um partido político! A única exceção são Servidores da Justiça Eleitoral. Para se filiar ao PSOL, basta preencher e assinar este formulário de pedido de filiação! Após isso nós te enviaremos um e-mail, pedindo que você assine e envie uma Ficha de Filiação!

Núcleos e coletivos

Uma vez enviada a Ficha, você já pode começar a participar de reuniões dos núcleos regionais do PSOL! Nos núcleos é que as ações e resoluções do PSOL são debatidas a nível local! Por exemplo, eles estão agora a todo o vapor organizando ações de campanha para eleger Guilherme Boulos prefeito! Bora participar?

Convidamos, por fim, que você conheça o Coletivo Raiz Popular do PSOL! É o coletivo de que o Toninho Vespoli faz parte! A Raiz Popular é o coletivo do partido mais representante da periferia! Com Boulos prefeito, é o coletivo que vai liderar a luta para a periferia virar centro!

Quase todos os membros da Raiz Popular moram na periferia! Propomos uma política mais popular, capaz de fazer uma luta por um país em que os periféricos tenham vez! Somos bastante abertos, acolhedores e transparentes! Assim que se filiar, acesse esse Facebook, e mande uma mensagem na página perguntando sobre como se engajar na Raiz Popular!

Setoriais

Se você se interessar por alguma pauta em específico, o PSOL tem ainda os setoriais. Setoriais são grupos que se organizam para debater e tratar de temas importantes ao partido. Atualmente, temos 8 setoriais: Ecossocialista, Jurídico, LGBTQIA+, Masculinidades, Mulheres, Negras e Negros, Pessoas com Deficiência, e Segurança Pública! Para participar de algum setorial basta seguir etse link, entrar no Facebook do setorial de que pretende participar, e mandar uma mensagem para a página! Lembrando que participar de setoriais só é possível após a filiação.

Pronto! Agora você já sabe como se filiar, e os primeiros passos a tomar uma vez filiado! Agora, filie-se ao PSOL, de Guilherme Boulos e Toninho e entre em ação! Contamos com você! Te vemos na luta, camarada!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Um mandato popular!

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