Vereador São Pàulo

Para Bruno Covas praça de rico vale mais que a vida de pobres

Para Bruno Covas, praça de rico vale mais que a vida de pobres

Entenda o que Toninho Vespoli está fazendo para fiscalizar a reforma faraônica do Vale do Anhangabaú

Enquanto nega dar o amparo necessário à população carente, a prefeitura de São Paulo prefere gastar o dinheiro público com uma reforma cara, feia e possivelmente superfaturada na praça do Anhangabaú, no centro. Para Bruno Covas, praça de rico vale mais que a vida de pobres. Para dar um basta nos abusos Toninho Vespoli ativou o Ministério Público, o TCM e luta para a criação de uma CPI na Câmara Municipal.

Anhangabaú, da feliz cidade

O vale do Anhangabaú sempre foi conhecido por habitantes do centro como uma das poucas áreas verdes restantes na região. Até a reforma, a vista para o vale revelava a suave confluência de três rios que banhavam áreas de árvores e gramados. Não há dúvida de que a área precisava de alguma manutenção. Assim como a maioria das áreas públicas da cidade, Bruno Covas também abandonou o vale. Ainda assim, medidas simples de zeladoria como poda da grama e das árvores, manutenção e colocação de bancos, limpeza do lago natural do vale entre outras coisas simples e baratas bastariam para ressaltar a beleza e exuberância da região.

Bruno Covas não gostou. Queria por que queria gastar dinheiro público em uma reforma total na área. Uma mudança feia, de um “modernismo” datado e bruto. As reformas incluem o soterramento dos rios na região, em preferência de um estilo cinza e feio. Por que as mudanças? Só podemos especular. Mas é bem possível que tenha relação com os interesses de imobiliárias no centro. O plano talvez fosse o de criar uma área elitizada de lazer e turismo, e ao mesmo tempo tornar o ambiente concretado e hostil para a população de rua. 

Na esquerda como era e na direita como ficou

Reforma sem fim

Sejam quais fossem as motivações, Bruno Covas colocou, até agora, 105,6 milhões do dinheiro público na reforma. E detalhe: o valor já é 32% maior do que o combinado no momento da contratação. E isso porque a reforma ainda nem está pronta! Era para a obra ser finalizada em junho de 2020. Atrasou, em teoria, para o dia 30 de outubro. Na data, a prefeitura declarou haver necessidade de “ajustes finais”. A pandemia serviu como panaceia dos incompetentes: é a justificativa oficial para os atrasos.

Não há dúvida de que os gastos com a reforma são mal esclarecidos e desproporcionais. O Tribunal de Contas do Município concluiu isso em relatório próprio, de agosto de 2020. Como reação ao relatório, a prefeitura interrompeu as obras, apenas para retomá-las semanas depois.

Toninho Vespoli diz basta!

Para o Professor Toninho Vespoli isso tudo foi demais. Já durante a pandemia a prefeitura que nega caixa para auxiliar a população mais carente, alegando falta de dinheiro, foi gastar mais de 100 milhões em uma reforma desnecessária de uma praça para os riquinhos do centro? Isso ainda em um projeto feio com problemas estruturais e ambientais. A própria natureza fez questão de protestar: dia 31 de outubro, no dia seguinte a uma das muitas datas de entrega da reforma, uma chuva (nem particularmente forte) fez a praça amanhecer alagada. É lógico! É isso que acontece quando se concreta uma área banhada por rios!

Para Bruno Covas, praça de rico vale mais que a vida de pobres. E é assim que ele escolhe gastar o dinheiro do povo. Toninho Vespoli não vai deixar quieto. 

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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[NOTA TÉCNICA] PL 5.595/2020, que torna educação atividade essencial, representa um risco à vida e aos profissionais da educação e deve ser rejeitado pelo Senado Federal

[NOTA TÉCNICA] PL 5.595/2020, que torna educação atividade essencial, representa um risco à vida e aos profissionais da educação e deve ser rejeitado pelo Senado Federal

Campanha Nacional pelo Direito à Educação analisou o projeto de lei em termos jurídicos e de impacto e considera irresponsável a aprovação pela Câmara dos Deputados e recomenda que o Senado Federal rejeite o projeto

Nos âmbitos jurídicos, sanitários e de pactuação e colaboração federativa, o PL 5.595/2020, que torna educação atividade essencial, representa um risco representa um risco à vida e aos profissionais da educação. Por isso, deve ser rejeitado pelo Senado Federal em votação que deve ocorrer nesta quinta (29).

“Há uma tentativa de manipulação narrativa, já que no conceito jurídico ‘essencial’ não é sinônimo de ‘importante’. Não há dúvidas de que a educação é importante, mas ela não pode ser considerada serviço essencial porque ao obrigar a reabertura de escolas em massa e sem seguir os protocolos, haverá um risco enorme de ainda maior descontrole da pandemia e milhares de mortes por Covid-19. Aprovar esse PL é coadunar com o negacionismo”, afirmou Andressa Pellanda, coordenadora geral da Campanha.

É o que mostra Nota Técnica da Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgada nesta terça (27). Leia-a aqui.

Análise jurídica do PL 5.595/2020 mostra que “o serviço do ensino presencial não pode ser enquadrado nos termos da delimitação constitucional de serviços essenciais, como necessidade inadiável, porque não se vincula, de forma imediata, à risco iminente à integridade física das pessoas e à segurança pública”.  O PL também tem o efeito prático de ameaça ao direito de greve, segundo a análise.

Há também conflito de pactuação e colaboração federativa, pois “sem delegar à União a responsabilidade de atuar colaborativamente para a execução das ações previstas no campo educacional” pode impossibilitar a ação territorializada por parte de governantes subnacionais.

Dessa forma, em contexto de descontrole da pandemia, não se pode esperar que os sistemas de educação básica tenham condições de prover equipamentos de proteção individual para o enfrentamento da crise sanitária. “Sem colaboração federativa em termos de financiamento, não será possível garantir as obras necessárias. O governo federal caminha na contramão dessa premissa, bloqueando verbas na educação – em primeiro lugar em bloqueio em relação a outras pastas”, diz a Nota Técnica.

A Nota Técnica ainda ressalta que vivemos um cenário crítico e de alto risco que determina parâmetros sanitários e condições específicas para a reabertura das escolas. Entre dados epidemiológicos apresentados, destaca-se que “as novas variantes do coronavírus têm mudado o perfil dos pacientes internados e dos que estão indo a óbito, muitos inclusive que não possuíam nenhuma comorbidade”.

Outro dado alarmante é que existe uma “falsa ilusão de segurança gerada pelo fato de que a Covid-19 atinge menos os mais jovens e sua taxa de letalidade ter estado inicialmente atrelada a comorbidades, tem causado a morte de milhares de crianças no Brasil desde o início da pandemia“.

Em razão desse alto risco, o documento aponta que, para o retorno seguro às atividades presenciais, “O caminho mais correto para qualificar essa agenda é por meio dos Projetos de Lei 3477 [Conectividade nas escolas] e 2949, com aperfeiçoamentos [mais recursos para infraestrutura no contexto de pandemia]”.

Ainda sobre o PL 5.595/2020, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação emitiu posicionamento públicoanálise comparada de votos na Câmara dos Deputados e promove mobilização nesta semana por sua rejeição no Senado Federal.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Dicas de Legislação – tablets para estudantes (Instrução Normativa nº10/21)

Dicas de Legislação - tablets para estudantes (Instrução Normativa nº10/21)

Está sabendo sobre como devem funcionar a entrega de tablets para estudantes da rede pública? Confira aqui e não seja enganado pela prefeitura:

A Instrução Normativa nº 10/21 que dispõe sobre as diretrizes para distribuição de tablets aos estudantes traz em seu conteúdo algumas informações bem importantes:
– Os equipamentos deverão ser entregues em até 72h após a configuração;
– Os equipamentos devem ser incorporados como bens materiais das escolas;
– As famílias deverão assinar comodato, devolver em caso de transferência e ao final do ano; caso não queiram o empréstimo dos equipamentos deverão garantir o acesso às atividades online.
– Em caso de perda ou roubo a família deverá fazer boletim de ocorrência e entregar na escola;

Os tablets foram prometidos há um ano pela prefeitura de São Paulo e só estão chegando nas unidades por pressão do movimento de greve pela vida. É mais uma demonstração de que a luta vale a pena e que disponibilizar equipamentos tecnológicos neste momento de descontrole da pandemia é imprescindível por não haver perspectiva de vacinação para toda a população, em especial o público atendido pelas escolas municipais e condições estruturais e de recursos humanos que inviabilizam o cumprimento de qualquer protocolo de segurança que pretenda a preservação de vidas.

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10 mentiras de Bolsonaro na Cúpula do Clima

10 mentiras de Bolsonaro na Cúpula do Clima

Conheça algumas das mentiras de Bolsonaro na Cúpula do Clima

Hoje, Bolsonaro discursou na Cúpula de Líderes sobre Clima. O evento, organizado nos Estados Unidos, tem o objetivo de estabelecer acordos e metas para a redução da devastação ambiental e para o combate contra o aquecimento global. Já era de se esperar que o discurso fosse recheado de mentiras. Mas a surpresa foi perceber que quase todas as falas no discurso de 7 minutos continham alguma distorção ou imprecisão. Confira aqui 10 mentiras de Bolsonaro na Cúpula do Clima.

  1. “O Brasil participou com menos de 1% das emissões históricas de gases de efeito estufa (…) No presente, respondemos por menos de 3% das emissões globais anuais”.

    O “1%” citado por Bolsonaro leva em consideração apenas as emissões ligadas a veículos à combustão. Mas no Brasil, as principais causas de emissões de gases do efeito estufa são o desmatamento de áreas para a indústria agropecuária, e a criação de gado bovino. Um estudo canadense da renomada Universidade de Concordia indica que as emissões totais do Brasil, entre 1800 e 2005, teriam contribuído para 7% das emissões mundiais, sendo assim o quarto país a poluir mais. Hoje em dia, de fato, as emissões totais do Brasil estão em cerca de 3%. O número ainda é alto, e coloca o Brasil em sexto lugar entre os maiores poluidores. Ainda assim, houve reduções nas emissões, mas estas se devem, principalmente, aos esforços feitos pela gestão Lula/Dilma de 2003 à 2017. Entre 2018 e 2020 (gestão de Temer e Bolsonaro) as emissões voltaram a crescer drasticamente.

     

  2. “No campo promovemos uma revolução verde a partir da ciência e inovação”.

    A fala sugere que a agricultura brasileira seria pouco nociva ao meio ambiente, devido a avanços tecnológicos vindos da assim chamada “revolução verde”. Trata-se, em suma, da criação de agrotóxicos e fertilizantes, em teoria, capazes de facilitar o cultivo de gêneros agrícolas. Os problemas com a fala são vários. Em primeiro lugar, com ou sem uso de agrotóxicos, o plantio em grandes áreas (no Brasil, principalmente para a produção e exportação de ração para porcos e vacas, na forma de soja e milho) ainda requer desmatamento. O segundo problema é que os dados a respeito da suposta diminuição do uso de terras em face da “revolução verde” são controversos. Pesquisadores estimam que o plantio orgânico (sem agrotóxicos e fertilizantes) necessitaria de entre 10 e 20% mais terra que plantio com uso de agrotóxicos. Mas o plantio em larga escala implica em desafios logísticos que resultam em desperdícios de cerca de 35% da produção. Grande parte do desperdício não ocorreria em plantio orgânico em pequenas propriedades. Mas o principal problema com a fala de Bolsonaro é desconsiderar o imenso impacto ambiental do uso de agrotóxicos e fertilizantes. Apenas a título de exemplo dos desastres pode-se considerar a morte de abelhas e outros insetos, fundamentais para a polinização da mata nativa, por conta dos agrotóxicos. Isso para não entrar na poluição dos lençóis freáticos, no esgotamento das terras submetidas a plantio intensivo com agrotóxicos, e mesmo nos males à saúde humana provocados pelo consumo de vegetais criados com agrotóxicos.

     

  3. “Produzimos mais utilizando menos recursos, o que faz da nossa agricultura uma das mais sustentáveis do planeta”.

    O Brasil é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do mundo. A atividade agropecuária corresponde a 25% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil. Além disso, o desmatamento no Brasil (que em regra possui como objetivo abrir áreas para a exploração agropecuária) corresponde a 44% das nossas emissões. Isso tudo sem entrar no fenômeno da  desertificação no Brasil, em que áreas verdes são empobrecidas, principalmente, devido ao uso agropecuário intensivo. É um disparate pensar na nossa agricultura como “uma das mais sustentáveis do planeta”.

     

  4. “Temos orgulho de conservar 84% do nosso bioma amazônico”.

    O número é um conjunto de distorções em série. Provavelmente os redatores do discurso aumentaram os dados do INPE, que sugerem 80,3% da Amazônia em pé. Mas mesmo este número não conta toda a história! Cerca de 20% dessa área já sofreu degradação por fogo ou atividade de madereiras. Se considerado o dado, a área de fato intacta se revela de cerca de 65%. Acha ainda muito? Considere então que o desmatamento no Brasil só aumenta! Entre 2019 e 2020 as perdas de mata foram recordes!

     

  5. “continuamos a colaborar com os esforços mundiais contra a mudança do clima”.

    Bolsonaro possui histórico de recusar ajuda, e mesmo atacar ONGs internacionais focadas no combate ao desmatamento. Em 2020 chegou ao cúmulo de acusar o ator, e ativista ambiental Leonardo DiCaprio de financiar ONGs, segundo ele responsáveis pelas queimadas na Amazônia. As queimadas, na realidade, foram fruto do enfraquecimento da gestão bolsonarista no combate a queimadas e desmatamentos na Amazônia. Dadas as denúncias das ONGs contra o desastre ambiental da gestão de Bolsonaro, o presidente retaliou bloqueando verbas federais dirigidas a ONGs (inclusive internacionais) no combate ao desmatamento ilegal.

     

  6. “Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar e reafirmar uma NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões de 37% até 2025 e de 40% até 2030”.

    A NDC, sigla em inglês para Contribuições Nacionalmente Determinadas, é um compromisso assinado por países em reduzir as emissões climáticas. Tal compromisso foi de fato assinado pelo Brasil, mas durante a gestão de Dilma Rousseff. No que pese o compromisso, segundo relatório do Observatório do clima, o Brasil deve produzir 400 milhões de toneladas de gases do efeito estufa a mais do que o previsto no acordo. Com as novas medidas de Bolsonaro, que incentivam o desmatamento ilegal para a produção agropecuária, as metas assinadas tornam-se cada vez mais improváveis.

     

  7. “Destaco aqui o compromisso de zerar o desmatamento ilegal até 2030, com a plena e pronta aplicação do nosso Código Florestal. Com isso, reduziremos em quase 50% as nossas emissões até essa data”.

    O número 50% não consta no Plano Operativo 2020-2023 para controle do desmatamento. Além disso, Bolsonaro não deu indicativos de como cumpriria a promessa. Na contramão do discurso, o Ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro, Rodrigo Salles, assinou em abril deste ano norma que paralisa o sistema de multas a crimes ambientais. A norma foi denunciada por inúmeros órgãos, ONGs e movimentos sociais, inclusive de funcionários do próprio IBAMA. Ao que tudo indica, a medida de Salles deve aumentar o desmatamento ilegal na Amazônia.

     

  8. “Determinei o fortalecimento dos órgãos ambientais, duplicando os recursos destinados às ações de fiscalização”.

    Simplesmente mentira. A Lei Orçamentária de 2021, proposta pelo Executivo, prevê corte em 27,4% dos recursos destinados para a fiscalização ambiental.

     

  9. “Devemos (…) tornar realidade a bioeconomia, valorizando efetivamente a floresta e a biodiversidade. Este deve ser um esforço que contemple os interesses de todos os brasileiros. Inclusive indígenas e comunidades tradicionais”.

    Bolsonaro cortou canais de contato com povos originários. Segundo a ativista e nativa-brasileira Sônia Guajajara “Até agora não houve sequer um diálogo desse governo com os povos indígenas para enfrentamento às invasões de nossas terras”. Além disso, segundo Biko Rodrigues, articulador nacional da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), durante a gestão Bolsonaro “o reconhecimento de comunidades quilombolas caiu ao menor patamar da história”. Ou seja, Bolsonaro não possui interesse algum em ouvir os interesses de indígenas e das comunidades tradicionais.

     

  10. “Os mercados de carbono são cruciais como fonte de recursos e investimentos para impulsionar a ação climática”.

    Os créditos de carbono, defendidos por Bolsonaro, são tentativas capitalistas de mercantilizar a destruição da natureza. A ideia é que empresas, e mesmo países poluidores, poderiam comprar “créditos de carbono” de países menos poluidores para continuarem poluindo. Segundo publicação em site da ONG de luta contra aquecimento global “Earth.org”, este método é pouco eficiente, e gera resultados (quando gera) lentos demais, em face da iminente catástrofe climática. Um sistema de taxação de carbono (em que empresas e grandes fazendas poluidoras pagassem uma taxa por poluírem, revertida em dinheiro à população) tem se mostrado muito mais eficiente (para não dizer mais barato) para lutar contar emissões climáticas.

Talvez com estas 10 mentiras de Bolsonaro na Cúpula do Clima fique ainda mais claro o descompromisso de Bolsonaro em lutar contra a emissão de gases do efeito estufa.

As opiniões presentes no texto não necessariamente refletem as opiniões do Vereador Toninho Vespoli

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Pandemia e o Negacionismo

Pandemia e o Negacionismo

Saiba como o Bolsonaro estimulou o negacionismo, e entenda uma possível saída para o desastre em que estamos!

Em meio a maior crise dos últimos 100 anos, aonde só no Brasil chegamos a quase 362 mil mortos pela Covid-19, e no comando central está um governo federal que não sabe o que fazer, e o que faz, é desastroso. É um absurdo que um país que tem um dos sistemas de saúde mais completos do mundo, amargure a triste colocação de segundo país aonde as pessoas mais morrem no mundo, nesta pandemia.

Enfrentar a Pandemia requer além do discurso a prática de ações em defesa da vida, em sintonia com as demandas sociais que durante uma grave crise como a atual, se tornam muito mais evidentes e que o Estado é além de um tomador de decisões, é também o executor de políticas públicas em defesa de uma nação. Mas no Brasil o negacionismo vem tomado conta do discurso político de quem está no poder, ignorando o que diz a ciência e fazendo vista grossa para as demandas sociais.

O Brasil se tornou uma ameaça para o mundo pelo descontrole da Covid-19, com um avanço tímido da vacinação e batendo quase todos os dias o recorde de mais de 4 mil mortos em 24hs, a gripezinha que o Presidente da República disse já destruiu milhares de lares, além de não estimular a população a prevenção pelo uso de máscaras e distanciamento social, sendo ele o próprio exemplo, é um líder que faz tudo o que a ciência não recomenda e com isso também estimula aos seus seguidores ao próprio exemplo e o resultado está aí, para todos verem, um verdadeiro desastre para a humanidade.

O fato é que infelizmente muitas pessoas iriam morrer por Covid-19 no Brasil, seja por diversos motivos como o agravamento em quem é portador de doenças crônicas. Mas quantas mortes poderiam ser evitadas se simplesmente seguíssemos as recomendações técnicas? Sim, o negacionismo do Governo Federal ceifou milhares de vidas, mas o pior é que em meio a esse caos de um desgoverno, assim como Hitler obteve apoiadores, Bolsonaro ainda se mantém com muitos seguidores iludidos pelo antipetismo, e ainda pode ser reeleito em 2022. Mesmo diante da maior farsa política eleitoral que foram as eleições de 2018, aonde através das fakenews e de um golpe arquitetado pela classe dominante, movida pelo antipetismo e demonização das lutas socias, o Brasil elegeu um ser totalmente despreparado para ocupar o cargo de presidente, seja por falta de conhecimento, como também nas questões morais.

Agora o desafio é, unificar os campos progressistas, muito além das vaidades e sim pensar realmente nas causas coletivas, além dos discursos. O SUS, a Educação, os Direitos trabalhistas, a Assistência Social e tantos os outros campos de lutas sociais estão sendo brutalmente atacados em benefício dos interesses do grande capital Nacional e estrangeiro. A submissão do Governo Bolsonaro aos interesses não é à toa, tem sim relação com o complexo de vira lata que as elites brasileiras têm em sua raiz, tudo lá fora é melhor do que aqui, inclusive a nossa Amazônia, e assim seguimos afundados em uma crise sanitária e social com milhares de mortos, desempregos e famintos. Óbvio isso gera mão de obra barata para o grande capital Nacional e estrangeiro, quanto mais miseráveis tivermos, mais seremos competitivos para o mercado nacional e internacional de exploração de mão de obra barata.

É necessário construirmos uma saída para o barco não afundar de vez, e essa saída é unir as forças políticas que pensam no socialismo e progresso como uma forma de revolução, além do discurso político acadêmico que pouco faz pela sociedade se não for colocado em prática. O Campo progressista precisa sim construir um nome capaz de enfrentar tudo o que está sendo feito e isso passa sim por romper vaidades e  fazermos o que falamos e pregamos, que é a união e o respeito a quem pensa igual e a quem pensa diferente, deixando o extremismo para quem defende os interesses de submissão de um povo.

Ao serem recuperados os direitos eleitorais do ex presidente Lula, uma força já então construída na sociedade, ganha fôlego e voz, pois comprova que embora acertos e erros que tivemos na era petista, uma força social se consolidou. E para combater essa força social, somente um golpe poderia ser capaz de destruir o que fora conquistado, e isso se materializou com a eleição de um presidente despreparado em 2018, quando aquele que liderava as pesquisas foi preso injustamente para garantir que os planos da grande fraude eleitoral tivessem sucesso. Agora o desafio é recuperar as forças sociais que lá em meados de 2001 elegeram um torneiro mecânico, com pouco estudo e que durante os seus dois mandatos como presidente foi considerado pelos índices de aprovação o melhor presidente da história democrática brasileira.

A Força social que elegeu Lula precisa ser recuperada, pois somente com ela conseguiremos mudar o destino trágico que o Brasil segue nas mãos de um governo negacionista e despreparado. E para isso, não cabe vaidades e sim uma construção que coloque quem é do povo novamente no poder, independente de qual seja o nome nas eleições de 2022, urge a necessidade do campo progressista construir uma solução coletiva e que resgate o poder do povo e os seus direitos.

Douglas Cardozo é Economista, Pós-Graduando em Saúde Pública e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli

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Douglas Cardozo

Douglas Cardozo

Douglas Cardozo é Economista, Pós-Graduando em Saúde Pública e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli

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Agentes Comunitários de Saúde essenciais no enfrentamento a Covid-19

Entenda porque os agentes comunitários de saúde são fundamentais para combater a covid na periferia

Oficialmente implementado pelo Ministério da Saúde em 1991, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), com trabalhadores da própria comunidade em busca de melhorias em saúde local. Hoje é o ACS é uma das profissões mais estudadas pelas Universidades, devido ao grau de proximidade entre a população e os programas de governo em saúde. O agente Comunitário tem o papel fundamental de acolhimento, pois é o membro da equipe que faz parte da comunidade e conhece a realidade local e cotidiana, estabelecendo vínculos.

O primeiro caso de Covid-19 foi identificado no Brasil no final do mês de fevereiro de 2020, trazendo grandes mudanças na rotina dos brasileiros, além dos impactos psicológicos e financeiros nos núcleos familiares. Sendo diagnosticado em princípio em pessoas que estiveram em países com foco de coronavírus, e por consequência foi importado ao Brasil, assim se espalhando de bairros de médio e alto padrão, aonde as condições são menos vulneráveis, chegando posteriormente aos bairros periféricos aonde as condições são mais vulneráveis.

O Agente Comunitário de Saúde, é o profissional que além de atuar na comunidade é morador da mesma localidade, e isso faz total diferença para que a Atenção Primária em Saúde do SUS, através das Equipes de Estratégia de Saúde da Família, possam ter acesso a comunidade e entender sua complexidade, muitas comunidades marcadas por diversos problemas estruturais, sanitários e pela própria violência. Por preferencialmente este profissional ser morador da comunidade, existe um vínculo social, podendo ele ser o porta voz dos problemas em saúde da sociedade a qual representa.

E no momento atual de crise sanitária, aonde o Brasil registra a lamentável marca de mais de 260 mil mortos pela Covid-19, é fundamental a atuação desses profissionais, identificando os focos de transmissão precocemente. Porém muitos municípios brasileiros não estão utilizando esta força de trabalho de uma maneira correta, não oferecendo treinamentos e muito menos equipamentos de proteção individual, expondo estes trabalhadores ainda mais ao risco.

A Atenção primária em Saúde tem o papel fundamental de identificar os foco de doenças e iniciar as medidas preventivas com maior antecedência, as equipes multiprofissionais na qual os agentes comunitários de Saúde estão inseridos, são linha de frente no combate a Covid-19, pois o papel educativo é norteador para a resolução e combate a este momento tão difícil a qual os brasileiros estão vivenciando. Porém, vale lembrar que com implementação das medidas restritivas causadas pelo isolamento social, muitos núcleos familiares perderam renda, afetando ainda mais a vulnerabilidade social e expondo os casos de violência doméstica.

O papel do Agente Comunitário de Saúde neste momento é ainda maior, pois além de identificar e acolher as demandas em saúde, amplia se para as questões sociais como a violência doméstica que, pela permanência dos membros das famílias no mesmo espaço por um período maior, tende a aumentar a sua incidência. E muitas das vezes o primeiro atendimento público das vítimas é feito pelo ACS, que acolhe a demanda, porém diferente de quem não mora na comunidade, o ACS está na comunidade para trabalhar e morar, podendo inclusive ser vítima da própria violência local, embora que o programa seja um sucesso ao longo desses anos, pouco se evolui nas condições de segurança para esses trabalhadores.

Estar na comunidade é fundamental para aproximar o poder público de quem mais precisa dos serviços públicos, o ACS precisa ser olhado e respeitado em sua atuação, oferecendo condições e salários dignos a esses profissionais. A Pandemia de Covid-19 sabemos que ainda permanecerá por alguns meses em nosso país e no mundo, mas quanto mais se investe em Atenção Primária de Saúde, menos gastos teremos em alta complexidade, isso faz total sentido em ampliar a ação dos ACS’s durante esta crise sanitária, pois desta forma conseguiremos identificar e tratar os focos da doença e orientar a comunidade sobre ações preventivas, reforçando também a necessidade dentro das comunidades da vacinação contra a Covid-19, que sabemos que infelizmente por muitas noticias falsas espalhadas nas redes sociais, vem sofrendo prejuízos em sua credibilidade, além da questão de não termos quantidades suficientes para toda a população.

Investir no Programa de Agentes Comunitários em Saúde é investir em vidas, pois prevenir é muito mais eficiente do que tratar o agravamento de doenças. Oferecer treinamentos e equipamentos de proteção individual para estes profissionais trará resultados no combate a Covid-19, além das demais doenças, em destaque as crônicas, que muitos usuários do SUS por medo de contaminação do coronavírus não estão procurando as unidades de saúde. E cabe ao Agente Comunitário de Saúde identificar essas demandas e encaminhar ao poder público para a sua solução, em benefício do individuo e da sociedade.

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Douglas Cardoso

Douglas Cardoso

Douglas Cardozo é Economista e Consultor em Saúde do Mandato Popular do Professor Toninho Vespoli.

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Por que este feriado é uma péssima ideia

Entenda porque nós não deveríamos antecipar os feriados!

São Paulo está na fase mais grave da pandemia. Na data de publicação 10 dos 27 hospitais municipais já estão com lotação além de 100%! Toninho avisou. Lutou por uma quarentena mais séria lá atrás, e pela criação de auxílios emergenciais para todos que precisassem. Mas ao invés de dar ouvidos a Toninho Bruno Covas editou medidas fáceis e esdrúxulas. Lembram da expansão do rodízio por exemplo? Agora, no auge da segunda onda, Bruno Covas volta a editar propostas mirabolantes, que prometem atrapalhar mais do que ajudar. É o caso da antecipação dos feriados em São Paulo.

Já começa errada pela medida ter sido editada de uma hora ara a outra, de cima para baixo. Mesmo em períodos de pandemia, seria razoável que esse tipo de medida fosse considerada em público (inclusive antes de ela poder ser considerada relevante). Assim a comunidade científica e a própria população teriam tido tempo de entender a ideia e permitir que a prefeitura ponderasse a sua postura. Também permitiria uma melhor coordenação com outras cidades.

Isso sem nem entrar no mérito da medida em si. Desde o começo da pandemia os feriados e fins de semana forma marcados por viagens de paulistanos a praias no litoral. Muitos especialistas advertem que esse tipo de turismo pode ter ajudado a agravar a pandemia. Antecipar os feriados em uma época em que paulistanos estão cansados de ficar em casa pode ser a pior medida possível!

Outra questão é que muitos micro empreendimentos (que correspondem à maioria das ocupações em São Paulo) podem se ver sem como fechar os estabelecimentos nos feriados. A prefeitura fazer algo assim sem garantir algum tipo de auxílio a micro-empresários e à população pobre que depende desses estabelecimentos é uma tremenda sacanagem! Acontece que feriados são momentos de alta no consumo de bens e serviços, justamente por que muitas pessoas estão folgando. Mas em um momento de pandemia, em que é crucial que todos fiquem em casa, adiantar os feriados pode ter o efeito contrário do desejado. Micro empresários se verão forçados a abrirem as portas, e a população, cansada de ficar em casa, pode sentir uma tentação grande demais para sair!

Talvez uma medida como essa poderia até fazer algum sentido se Covas tivesse garantido meios de sustento à população e aos microempresários. Desde o começo da pandemia, pequenos estabelecimentos comerciais estão tentando, sem sucesso, conseguir empréstimos e auxílios. Ao mesmo tempo, Covas continua sem cobrar as dívidas de grandes bancos e empresas como o BANESPA, a faculdade UNIMEED e o Itaú. Juntos, só esses grupos devem mais de 7,5 bilhões! Não cobrar uma dívida é o mesmo que dar o dinheiro. A diferença é apenas a direção em que você olha, mas o efeito é o mesmo! Ou seja, é como se o município estivesse dando bilhões de reais a grandes empresas, sem dar nada ao trabalhador comum e aos microempreendedores. Isso também é uma escolha política, em favor das elites e contra o restante da população.

Se os especialistas realmente tivessem sido ouvidos, São Paulo teria feito um lockdown sério e rígido no começo da pandemia, ao mesmo tempo que garantiria renda a toda a população. Teria saído mais barato, e a essa altura as coisas estariam bem mais tranquilas. Mas houve, desde cedo, uma pressão considerável de grandes empresas e bancos em São Paulo (por coincidência alguns dos mesmos que devem milhões) para não fazer o lockdown. A razão é muito simples: com o lockdown as pessoas diminuiriam suas capacidades de consumo e paralisariam alguns setores da economia, implicando em perdas para estes grandes grupos. Isso os reis da mina e da fornalha não iriam permitir. Já algo como uma antecipação de feriado, para empresas com capital acumulado não é visto como algo negativo. Pelo contrário, algumas empresas podem até ver como um bom negócio: 2021 será um ano com muito menos descansos aos trabalhadores, e portanto menos interrupções nas linhas de produção. Mas o microempresário e o trabalhador, que não tem capital acumulado, estes pagam a conta.

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Carta aberta: Quando as diferenças não custam vidas

Carta aberta Toninho: Quando as diferenças não custam vidas

Amarelo ou azul, Parceira ou Direta, CEMEI ou CEI e EMEI, concurso ou contrato, voucher ou o produto. Podemos ter posicionamentos diferentes sobre a organização da Educação e da nossa cidade. Dessa forma é comum dentro do campo das ideias e das possibilidades institucionais defender o que se acredita com respeito, responsabilidade e legitimidade.

Dito isso é fundamental apontar que este não é um momento de simples discussão retórica de pontos de vista. Acompanhamos pronunciamentos oficiais sobre a incapacidade estrutural do governo em garantir leitos para todos que precisarem devido ao alto número de contaminação, em especial entre jovens, da nova variante do coronavirus, até por isso foram decretadas medidas mais restritivas na cidade de São Paulo.

Por que manter unidades abertas nos próximos dias?

Além disso, durante todo o ano de 2020 as escolas ficaram abertas. Já foi garantida a entrega de cartões e materiais para a comunidade. A população já foi orientada e a parceria e o uso de tecnologias já foi inserido (mesmo com tablets em quantidade insuficientes) como necessidade para garantir o acesso às aulas remotas por um número maior de estudantes.

Questiono-me então, por que manter as unidades escolares abertas nos próximos dias? Por que tratar de forma diferente gestão da rede direta e parceira, permitindo o teletrabalho para uma e o presencial para outra? Por que insistir em suscetibilizar os trabalhadores mais precarizados da Educação (limpeza, cozinha, quadro de apoio) no pior momento da pandemia até agora.

A vida é um sopro!

Independente de qualquer logística agora é hora de complementar propostas para garantir o bem maior. Todo o restante se ajusta, muita coisa se pode esperar. A vida é um sopro e é responsabilidade das instituições cuidarem do seu povo.

Outro ponto fundamental é a garantia de subsistência mínima. Muita gente adotando no discurso a dicotomia “vírus ou fome”. Trabalhadores da cozinha recebendo, por exemplo, um pouco mais de 400 reais na maior cidade do país é absurdo, transportadores escolares em desespero por medo de faltar o pão também.

Por fim, clamo à Pasta mais importante de todas que seja exemplo de escuta, cuidado, sensibilidade e humanidade que feche os equipamentos de Educação e estenda inicialmente o recesso a todos os trabalhadores, do analista à AVE, do agente escolar aos cargos técnicos para reduzirmos a disseminação do vírus e as mortes entre os nossos. É preciso ainda que “a última a fechar” também tenha prioridade real na vacinação, para que todos possam voltar o quanto antes à prática presencial que tanto amam e que todos aguardam.

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli

Toninho Vespoli é Professor e Vereador da cidade de São Paulo

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Toninho cresceu nas eleições

Toninho cresceu nas eleições

Entenda o que move o mandato do Vereador mais comprometido com a periferia em São Paulo!

Agradecemos a sua confiança e o seu voto! Graças a este empenho, Toninho Vespoli não apenas foi reeleito como cresceu seus votos em mais de 60%! Isso em uma eleição em que a maioria dos vereadores perderam votos. Toninho cresceu nas eleições bastante! Cresceu entre os tios e tias do transporte escolar, cresceu entre ativistas engajados pela causa animal, cresceu entre profissionais da educação, cresceu entre as Pessoas com Deficiência na luta por uma cidade mais inclusiva, cresceu entre os profissionais da cultura que lutam pelos 3% na pasta… Mas, acima de tudo, cresceu nas periferias! Toninho cresceu em 95% dos distritos da cidade. Os poucos em que ele não cresceu foram os distritos do centro, enquanto os que ele mais cresceu foram aqueles na periferia! Agora, Toninho está pronto para seguir liderando o PSOL na Câmara Municipal e, junto a Boulos, transformar São Paulo na Capital da Esperança!

Toninho cresce na periferia!

Nós crescemos  em São Paulo! fomos de 16 mil votos em 2016, para 26 mil em 2020! Mas mais do que isso, é interessante analisar como crescemos. E nós crescemos na periferia, com mão e pé no barro, junto do povão! As 10 áreas que Toninho teve mais votos foram todas da periferia, com destaque para os eleitores da Zona Leste! O PSOL, como um todo, cresceu nessas eleições. Mas a maioria dos vereadores eleitos pelo PSOL receberam, praticamente, apenas votos no centro da cidade. É muito importante e relevante o PSOL estar se expandindo, furando bolhas e conquistando corações e mentes! Mas é o Toninho que representa um PSOL periférico, um PSOL do povo, democrático e socialista!

Essa eleição foi acirradíssima! Foi a eleição com mais candidaturas a vereador desde 2008! E muita gente não conseguiu se reeleger. Vereadores que ficaram achando que daria pra conquistar votos de trás de suas escrivaninhas rodaram. Vereadores que recebem votos de cabresto, agindo como coronéis na periferia rodaram! E rodaram porque acharam que o momento de mostrar trabalho é só há poucos dias da eleição! Toninho foi reeleito porque mostrou serviço ao povo! Foram 2,7 milhões de reais em emendas para área da saúde, mais de 50 Projetos de lei aprovados, e mais de 300 projetos apresentados! E muito do que ele fez foi a serviço da periferia!

Por uma educação pública, gratuita e de qualidade!

Toninho Vespoli também foi eleito porque demonstrou que está a serviço de uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade! A partir da Caravana da Educação, Movimento de escuta aos servidores da educação encabeçado pelo Toninho, ele visitou mais de 300 escolas públicas! Ouviu o chão da escola, quem se dedica dia após dia para fazer com que as crianças de São Paulo recebam uma educação de qualidade! E seu comprometimento com a categoria, se revela também na sua prática na Câmara: É dele, por exemplo, o PL 208/2018 que reduz a jornada de trabalho dos ATEs, em conformidade à jornada dos quadros do magistério. É por conhecer esse trabalho de anos que servidores da educação votaram no Toninho Vespoli! É assim que Toninho cresceu nas eleições!

Toninho fez muito. E graças ao voto de confiança, de cada vez mais paulistanos, vai continuar a fazer cada vez mais! A frase chave nessas eleições é fazer a periferia virar centro! É essa a maior proposta de Guilherme Boulos para prefeito de São Paulo! Por isso, a vitória de Toninho Vespoli foi fundamental! Toninho será vínculo constante entre a periferia, a Câmara Municipal, e a Prefeitura de Guilherme Boulos! Lutará ativamente, como sempre fez, para que os 60% da cidade que moram na periferia, tenham força e voz na maior cidade da América Latina!

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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Por Que Bruno Covas Não Merece uma Segunda Chance

Por Que Bruno Covas Não Merece uma Segunda Chance

Saiba porque não podemos deixar covas ganhar em São Paulo!

Contra toda a máquina da direita, Boulos chegou no segundo turno! Agora, com tempo igual de debate e de horário eleitoral, o povo vai logo entender por que Bruno Covas não merece uma segunda chance! O cara parece ter relações um tanto questionáveis com creches corruptas e contratações suspeitas, além de ter deixado de cumprir a maioria de suas promessas de campanha e estar piorando a educação pública e os serviços públicos! Entenda por que você não deve votar no Covas!

Ele desmontou o programa Leve Leite!

Sua gestão reduziu em 71% o número de crianças atendidas pelo Leve Leite! Muitas crianças não tem, literalmente, dinheiro para comprar leite. Desde que Doria foi eleito, o PSDB está diminuindo a prestação do serviço. Covas, depois que Doria abandonou São Paulo, continuou as ações de seu padrinho político. Hoje, em momento de crise econômica e sanitária, manter o bloqueio do Leve Leite às crianças coloca muitas mães e pais em uma situação trágica! Esse tipo de política não merece seu voto de confiança!

Colaborou com a Máfia dos Transportes!

A Máfia dos Transportes é a principal razão para os ônibus em São Paulo serem ruins e caros. Segundo o Ministério Público, os desvios e cartéis da Máfia podem chegar a cerca de 1,8 bilhão de reais do erário público. Bruno Covas entrou em conluio esses caras! Desativou dezenas de linhas de ônibus, e quis aumentar os prazos das licitações com as empresas. Toninho Vespoli tem orgulho de ter lutado contra Covas, ao entrar no MP questionando o aumento dos prazos de licitação. Foi vitorioso, quebrou a cara da Máfia dos Transportes em São Paulo! Com Boulos na prefeitura, Toninho vai poder fazer muito mais, e continuar na luta por um transporte capaz de atender toda a periferia com custos mais justos!

O Vice de Covas bateu na mulher, e é suspeito por desviar dinheiro da merenda escolar

Enquanto o PSOL e Guilherme Boulos têm muito orgulho de apresentar Luiza Erundina, melhor prefeita da história de São Paulo, como vice; o PSDB e Covas tentam esconder o vice deles, Ricardo Nunes. Por isso mesmo fogem de propostas de debate entre candidatos a vice. A razão é porque Ricardo Nunes não tem um décimo da bagagem e caráter de Erundina. Seria trucidado em um debate. O cara foi acusado, em 2011, por agredir a sua esposa! Além disso, a família de Ricardo Nunes recebeu 50 mil reais de creches conveniadas da prefeitura sem fazer licitação!

Bruno Covas é suspeito de corrupção, e chegou a ser RÉU primário!

Muita coisa na administração do Covas cheira estranho. Os 19 bilhões de reais que ele insiste em deixar em caixa, sua proximidade de Ricardo Nunes e da máfia das creches, sua boa relação com a Máfia dos Transportes… Mas ele, ainda, chegou a a ser RÉU em escândalo envolvendo contratações do carnaval em São Paulo! O Ministério Público pediu a condenação de Covas em licitação possivelmente fraudulenta que beneficiou a empresa Dream Factory! Não dá pra confiar em um cara assim!

Não dá pra confiar no Covas!

Os escândalos envolvendo Bruno Covas são muitos (link para postagem no face com 30 razões)! Mas só destes exemplos já deu para entender por que Bruno Covas não merece uma segunda chance! Não dá para confiar em alguém como Bruno Covas! Político fisiológico do PSDB, interessado em beneficiar amigos ricos! Aqui NÃO!

São Paulo não vai deixar.

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira

Gabriel Junqueira é jornalista, ativista e militante do Partido Socialismo e Liberdade. Atualmente estuda Direito e compõe Mandato Popular do Professor Vereador Toninho Vespoli.

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